Daily Archives: 16/02/2017

 

Está à venda um Sítio em uma excelente localização na estrada do Roncador, cerca de 10 km da cidade de Codó. O Sítio contém inúmeras plantações, dentre elas muitos pés de caju. Terreno próprio, ótima localização e água em abundância. Os interessados em comprar este lindo Sítio com banho, uma casa em início de construção e muitas outras vantagens que uma propriedade pode oferecer devem entrar em contato com o senhor “Beija”, em frente ao CAM, na Av. Duque de Caxias, no bairro São Sebastião, Codó-MA ou entre em contato pelo telefone 99-981349462-(Tim-WhatsApp). Segue abaixo as fotografias do local.

Sobre a imprensa, Malafaia fez as ponderações de sempre sobre a parcialidade dos veículos de comunicação quando se trata da comunidade cristã evangélica: “O que eu acho interessante dessa reportagem é o seguinte: quando é coisa de pastor, de igreja evangélica, eles não vão conferir, não”, esbravejou.

Indignado, Silas Malafaia disse que o jornal Extra publicou a matéria “como se pastor evangélico concordasse com nudez”, e acrescentou: “Nós temos a Bíblia, somos seguidores da Bíblia, que condena que se use o corpo como instrumento de cobiça e pecado”.

“Eu conheço a igreja [Projeto Vida Nova]. É uma igreja séria. O apóstolo Ezequiel Teixeira emitiu uma nota, aí eles [jornal Extra] colocaram no online, porque receberam a nota. Agora, porque não foram perguntar ao pastor se a informação dela [passista] era verdadeira ou não? Isso tudo é um joguinho, ridículo”, atacou.

Assista ao vídeo do pastor Silas Malafaia:

 

As chamadas Quebradeiras de Coco babaçu, que tem por objetivo principal a busca de condições que possibilitem a viabilização de seu modo de vida, a luta por espaço político e valorização de sua identidade cultural. Viviam na década de 80 na prática da coleta e quebra do coco babaçu, onde essa atividade era exercida sem uma expressão política isolada, num trabalho praticamente anônimo. Durante muito tempo as quebradeiras de coco babaçu, de diversos povoados da região do médio Mearim, Tocantins e Piauí, tinham participado ativamente dos conflitos agrários pela terra e pelo babaçu, foi na década de 90 que essas mulheres se mobilizaram em um movimento político próprio. As mulheres quebradeiras de Coco passaram a constituir movimentos sociais que se estrutura segundo critérios organizativos, múltiplos, apoiado em princípios ecológicos de gênero e de base econômica não homogênea, conseguindo externar para sociedade sua existência enquanto extrativismo de babaçu. A mobilização associa-se, portanto, a defesa militante dos babaçuais contra o desmatamento e abrange uma diversidade de segmentos sociais.

Não poderíamos deixar de falarmos no bojo que as quebradeiras de coco têm de se organizar e mobilizar-se politicamente construindo um processo de formação político-social, econômica, cultural e ambiental que vai além da estrutura curricular convencionada pela união.

Bira reforça defesa pela bonificação no Enem para estudantes do MA

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) subiu a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para reforçar a defesa pela bonificação nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aos estudantes maranhenses. O objetivo da proposta, de autoria do deputado Marco Aurélio, é priorizar o ingresso na Universidade Federal do Maranhão.

O investimento na qualificação do ensino fundamental e médio entrou na discussão. Segundo pontuou Bira, é algo necessário, que tem sido feito pelo Governo do Maranhão, mas que os resultados aparecem em longo prazo. “O que a gente faz com os maranhenses que estão neste momento tentando ingressar na Universidade? E o que a gente faz com a falta de médicos que existe em nosso Estado, já que nós temos o menor número de médicos por habitante do País? A questão é emergencial”, refletiu.

Ao completar o questionamento, ele frisou que é preciso pensar, neste momento, em alternativas que resolva a questão também em curto prazo. A solução mais acetada, para o deputado, é a proposta da bonificação nas notas do Enem.  E lembrou ainda que a própria universidade sofre com a situação, uma vez que precisa abrir edital específico sempre que são geradas as chamadas vagas ociosas. Alguns casos, conforme citou, vão parar na justiça.

“É prioridade garantir o acesso dos estudantes maranhenses à Universidade Federal do Maranhão. E a solução mais acertada é a proposta de bonificação nas notas do Enem. Vamos reunir com a UFMA para que, a partir do dialogo, a gente possa caminhar os próximos passos em direção da efetivação desta medida”, concluiu.

Assecom/ Dep. Bira do Pindaré

Determinação foi do ministro do STF, Luiz Fux, após revelação do GLOBO

Eunício Oliveira na sessão em que foi eleito presidente do Senado – Ailton de Freitas / Agência O Globo

BRASÍLIA – O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) mandou de volta para a Câmara o pacote anticorrupção, conhecido como “10 Medidas”, conforme determinação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). Oliveira devolveu os projetos nesta quinta-feira, um dia depois do GLOBO revelar que, em desobediência a ordem de um ministro do STF, as propostas estavam retidas no Senado, sem qualquer andamento, há exatos dois meses.

Em ofício enviado ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado informa sobre a devolução dos projetos, conforme ordem do STF.

Num outro ofício, Oliveira comunica a Fux que a ordem dele foi devidamente cumprida. Em liminar expedida em 14 de dezembro, o ministro determinou a suspensão da tramitação dos projetos no Senado e a devolução de todo o pacote para a Câmara. No despacho, o ministro ordena ainda que as propostas passem a tramitar na Câmara como projetos de iniciativa popular e não como ideias apresentadas por deputados. As propostas foram elaboradas por procuradores da Lava-Jato e chegaram à Câmara com o apoio de mais de 2,2 milhões de assinaturas colhidas em todo o país pelo Ministério Público.

A pedido de procuradores, o deputado Mendes Thame (PV-SP) e outros parlamentares assumiram os projetos como se fosse iniciativa deles. Fux determinou a devolução da pacote porque, com o pretexto de votar o pacote anticorrupção, senadores tentaram aprovar um projeto específico sobre abuso de autoridade.

A proposta foi vista como uma tentativa de parlamentares investigados por corrupção de enfraquecer autoridades responsáveis por grandes investigações sobre desvios de dinheiro público, especialmente aquelas responsáveis hoje pelos destinos da Lava-Jato. Ou seja, teria um objetivo oposto ao pacote original de combate ao desvio de dinheiro público.

Fonte: O GLOBO

 

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