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6 Perguntas que você deve fazer antes do casamento

 

  A escolha de alguém com quem iremos casar é uma das decisões mais importantes da vida, por isso devemos levá-la a sério, com muita oração, reflexão e planejamento. Quando eu era solteiro, eu costumava perguntar aos meus amigos evangélicos casados, como é que eles sabiam que estavam se casando com a pessoa certa. E para minha surpresa, muitos diziam a mesma coisa: “Ah, quando você está com a pessoa enviada por Deus, você sente uma paz diferente. Você sabe que será feliz com ela”. E hoje, com dois anos de casado, eu consigo entender o que eles diziam. Realmente, Deus colocou paz no meu coração e da Thaís quando estávamos nos conhecendo e orando juntos. Porém, acredito que mais do que isso, devemos observar outros fatores de uma forma mais “racional”, para termos a certeza de que estamos tomando a decisão certa. Afinal, Deus nos deu o livre arbítrio e precisamos decidir se realmente queremos passar a vida toda ao lado de tal pessoa, e isso Deus não fará por nós! Por isso escrevi abaixo uma lista de seis perguntas que acredito que cada um deve fazer antes de casar:

1) Eu realmente gosto dessa pessoa?

Eu sei que pode parecer uma pergunta redundante, mas não é. Muitos casais dizem que “amam” um ao outro, mas quando os sentimentos românticos passam, não existe nenhuma amizade no relacionamento. Casar com alguém que você não tem uma amizade forte, prazerosa, eu acredito que seja um casamento destinado ao fracasso. Não basta casar com alguém que você ama e admira, você precisa gostar de estar junto com ela, conversar, sair, curtir etc.

2) Eu sou atraído(a) apenas por sua aparência?

A atração física é sem dúvida muito importante, pois você não vai querer estar com alguém que não acha bonito(a), vai? Não precisa necessariamente ser bonito(a) para os outros, mas para você tem que ser! Porém, você deve entender que um dia seus olhos não verão a mesma coisa. Essa menina “gata” ou o cara “bonitão” que você está olhando agora, vão parecer muito diferentes em 40 anos e você precisa ter certeza de que você é atraído por quem a pessoa é, e não apenas como ela se parece.

3) Eu quero essa pessoa como pai ou mãe dos meus filhos?

Antes de casar, você não precisa se perguntar: “Eu quero que meus filhos se pareçam com ele(a)?” Em vez disso, pergunte-se: “Será que eu quero que meus filhos sejam como ele(a)?” Muitos se iludem, querendo arrumar alguém com ótima genética e aparência física, para terem filhos bonitos e saudáveis, mas se esquecem de analisar o caráter e valores, que são o que realmente fazem a diferença na vida dos filhos.

4) Eu posso ser eu mesmo quando estou perto dessa pessoa?

Esta é uma pergunta importantíssima! Se você sente que precisa ser outra pessoa quando está com seu companheiro, então não se case! Nada é mais desgastante do que fingir ser alguém, só para agradar o outro. Seu companheiro deve gostar das coisas boas que há em você, mas nunca tentar mudar quem você é. Você pode e deve mudar maus hábitos, mas sua personalidade jamais!

5) Essa pessoa fortalece a minha fé?

Como cristão, eu acredito que o projeto de Deus para o casamento é que o marido e a esposa se unam colocando Cristo no centro de tudo. Sem Ele não existe fundamento, e com isso o casamento acabará desmoronando. Você deve casar com alguém que não só compartilha a sua fé, mas também fortalece a sua fé. Seu cônjuge deve trazer você para mais perto de Jesus e não arrastá-lo(a) para mais longe.

6) Essa pessoa estará comigo em qualquer situação?

Vivemos em um mundo onde as pessoas gostam de abandonar qualquer coisa que começa a ficar difícil. Porém, a base de um casamento não são os sentimentos, pois eles mudam… mas é o compromisso, que nunca muda. Quando você diz “sim”, você está dizendo: “Eu topo enfrentar qualquer barreira ao seu lado. Eu estarei com você nos altos e baixos da vida”. Por isso analise a reação do seu(a) namorado(a) ou noivo(a) quando a situação “aperta” e veja se ele(a) está disposto a ficar com você haja o que houver.

Se você encontrar alguém que passe no teste destas perguntas, e se estiver disposto(a) a fazer o mesmo por ele(a), então eu acredito que vocês serão realmente felizes para sempre! Orem juntos, planejem juntos e sigam em frente confiando em Deus!

Pastor Antonio Junior

Empresa com contrato público pode perder sigilo bancário em caso de investigação

A possibilidade de quebra de sigilo bancário está prevista no PLS 29/2017 – Complementar, apresentado pelo senador Romário (PSB-RJ)

Senador Romário (PSB-RJ)

 O Ministério Público e os Tribunais de Contas da União, dos estados e dos municípios poderão ser autorizados a examinar a movimentação bancária de empresas e pessoas físicas contratadas pelo poder público, desde que tenha sido instaurado inquérito ou processo administrativo para investigar o contrato.

A possibilidade de quebra de sigilo bancário nesses casos está prevista no PLS 29/2017 – Complementar, apresentado pelo senador Romário (PSB-RJ). A matéria aguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)

Também pode ter as contas fiscalizadas o beneficiário de subsídios e de incentivo fiscal ou creditício, bem como as organizações que recebem recursos públicos em convênios com prefeituras e governos federal ou estadual.

Romário quer dar aos órgãos que fiscalizam os gastos públicos a mesma prerrogativa que tem a Receita Federal para combater a sonegação fiscal. Como argumenta, os instrumentos de controle da arrecadação de impostos devem também estar disponíveis “para que cada centavo seja aplicado em prol da sociedade e no atendimento ao mais legítimo interesse público”.

Depois de analisado pela Comissão de Justiça, o projeto segue para votação em Plenário.

Fonte: Agência Senado

TSE quer controlar influência das igrejas nas eleições

Existe o uso da religião para direcionar as eleições, afirma Gilmar Mendes

Gilmar Mendes

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está analisando uma cláusula para impedir o uso do poder econômico e a influência das igrejas no período eleitoral, afirmou o presidente da Corte eleitoral, Gilmar Mendes.

“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne 100 mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para cassar isso”, alegou o ministro.

Segundo o ministro, existe o uso da religião para direcionar as eleições, contando ainda com os recursos das igrejas, sejam eles material ou mesmo o uso dos templos. “Outra coisa é fazer com que o próprio fiel doe. Ou pegar o dinheiro da igreja para financiar”, afirmou. “Se disser que agora o caminho para o céu passa pela doação de 100 reais, porque eu não vou para o céu?”, ironizou.

Gilmar Mendes comentou que existe uma tendência para abuso de poder econômico de “difícil verificação”, sendo necessário a intervenção do TSE.

Segundo a Veja, a bancada evangélica na Câmara dos Deputados cresce a cada eleição. Conforme informações do TSE, em 1998, eram 47 parlamentares. Em 2014, foram eleitos 80.

A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso, tem 181 deputados e quatro senadores participantes, que incluem, os deputados ligados às igrejas, simpatizantes e outros parlamentares que defendem as mesmas matérias.

Hoje no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os evangélicos têm uma representação de 22% da população.

Brasil no sentido contrário

A lei que proíbe que igrejas e organizações sem fins lucrativos participem de campanhas políticas pode estar com os dias contados nos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, comunicou no dia 2 de março, sua intenção de revogar a lei que vigora no país desde 1954. Se aprovada a mudança, a ala conservadora cristã conquistaria uma grande vitória após ter apoiado a campanha presidencial de Trump.

“Vou me livrar e destruir totalmente a Emenda Johnson, permitindo que nossos representantes de fé falem livremente e sem medo de retaliação”, afirmou o presidente, no momento em que estava no evento organizado pela fundação cristã The Fellowship.

Os regimentos atuais descrevem que algumas organizações isentas de impostos, categoria que enquadra as igrejas, estão privadas de manifestações favoráveis a partidos ou candidatos. Comprovado apoio, podem perder o benefício concedido pelo governo.

Fonte: Gospel Prime

Enem 2017 será em dois domingos seguidos de novembro

Exame deixará de ser aplicado aos sábados. MEC ampliou possibilidade de isenção de taxa, vai personalizar cadernos e eliminar ‘ranking’ de escolas.

 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 será realizado em dois domingos consecutivos: 5 e 12 de novembro. No ano passado, a prova foi aplicada em um fim de semana (sábado e domingo, 5 e 6 de novembro). A modificação integra uma lista de novidades divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (9).

As demais mudanças foram:

  • Primeiro domingo terá linguagens, ciências humanas e redação, com cinco horas e meia de prova; no segundo, matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia de prova
  • Cadernos de prova serão personalizados, com nome e número de inscrição na capa e cartão de respostas
  • Passam a ser isentos da taxa de inscrição também aqueles que tiverem cadastro no CadÚnico (que reúne famílias de baixa renda)
  • Não serão divulgados dados do Enem por escola
  • Isentos do pagamento da inscrição que não comparecem perdem direito ao benefício no ano seguinte se a ausência não for justificada
  • Enem não valerá como certificado do ensino médio
  • Solicitação de tempo adicional para atendimento especial deve ser solicitada na inscrição
  • MEC diz que estudantes recusaram, em consulta pública, possibilidade de fazer a prova no computador

A decisão de alterar o esquema de datas do Enem foi tomada após a realização da consulta pública sobre o exame, entre os dias 18 de janeiro e 17 de fevereiro. Dos mais de 600 mil participantes, 63,70% votaram que o Enem deveria ocorrer em dois dias e 36,30% opinaram que deveria ser aplicado em um dia só.

Em seguida, aqueles que participaram da consulta pública tiveram de responder     à seguinte questão: “Caso o exame continue sendo aplicado em dois dias, qual formato deverá ser realizado?”.

A maior parte (42,30%) optou que ele ocorresse em dois domingos seguidos – por isso, o MEC implementou a mudança.

Em segundo lugar, ficou a opção de um domingo e uma segunda-feira (que se tornaria feriado escolar), votada por 34,10% dos participantes. Por último, restou a alternativa de manter-se o esquema até então vigente, de sábado e domingo, com 23,60% dos votos.

Sabatistas

Uma das consequências da realização do exame somente aos domingos é atender uma antiga reclamação dos candidatos sabatistas – por causa da religião, eles só podem estudar ou trabalhar aos sábados após o sol se pôr.

Consequentemente, todos os anos, eles entram no local de prova às 13h (horário de Brasília) e ficam isolados em uma sala até as 19h, quando começam o exame. No Acre, por exemplo, por causa do fuso horário, o tempo de espera é de 9 horas.

De acordo com o Inep, isso faz com que cada candidato sabatista custe para o governo R$ 16,39 a mais do que os demais participantes, devido às despesas extras trazidas pela aplicação do exame à noite no sábado. No Enem 2016, os 76 mil sabatistas que fizeram a prova acarretaram um gasto de aproximadamente R$ 646 mil.

Redação muda de data

O MEC não mudou total de questões ou qualquer item de conteúdo, mas mudou o dia da prova de redação. Antes, a redação era cobrada no segundo dia, junto com as 45 questões de matemática e as 45 de linguagens. Na configuração anterior, nesse dia os alunos tinham cinco horas e meia de prazo.

Agora, redação, linguagens e ciências humanas serão os temas do primeiro domingo. Com a alteração, o primeiro dia de provas passa a ter duração de cinco horas e meia de prova. Uma semana depois será feita a prova de matemática e ciências da natureza, com quatro horas e meia para realização.

A diagramação das provas também será alterada, buscando uma apresentação “mais amigável”, segundo o Inep.

Inscrições

As inscrições para o Enem 2017 ficarão abertas entre os dias 8 e 19 de maio de 2017. O edital com mais informações sobre o exame será publicado até o dia 10 de abril, segundo o MEC.

Isenção da taxa de inscrição

De acordo com a pasta, continuarão isentos da taxa de inscrição os concluintes do ensino médio de escolas públicas, os candidatos com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e aqueles que cursaram o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral de escola privada.

A novidade do Enem 2017 é que passam a ser isentos também aqueles que tiverem cadastro no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal), que reúne famílias em situação de pobreza e pobreza extrema. Para comprovar o dado, o candidato deverá informar, no ato da inscrição, o NIS (número de identificação social) – o sistema permitirá a busca automática.

Data do resultado

Os resultados do Enem 2017 serão divulgados em 19 de janeiro de 2018. Os candidatos continuarão podendo acessar o resultado por área de conhecimento e o desempenho individual.

Fim do ‘ranking’ do Enem por escola

O MEC também decidiu que não haverá mais o resultado do Enem por escola – dado que costuma ser disponibilizado anualmente. A lista é popularmente conhecida como “ranking” do Enem por escolas.

Sobre a exclusão desse dado, a presidente do INEP Maria Inês Fini afirmou que a mudança é uma reivindicação antiga dos especialistas em educação. “O Enem não avalia escola, avalia o estudante e isso é só um dos muitos indicadores para poder avaliar uma escola”.

Ainda sobre o cancelamento do resultado por escola o ministro da Educação, Mendonça Filho afirmou que “o ranking das escolas que é utilizado como propaganda, e não é missão do Estado brasileiro estabelecer esse ranking. Produzia um desserviço e uma desinformação. “

Ausência

O candidato que obtiver a isenção da taxa de inscrição e não comparecer à prova perderá o benefício no Enem 2018, caso queira solicitá-lo novamente. A exceção ocorrerá nos casos em que o indivíduo justificar sua ausência por meio de atestado médico ou documento oficial que comprove a impossibilidade de seu comparecimento. Antes, bastava fazer uma autodeclaração com a justificativa da ausência.

Estrutura da prova e segurança

Os participantes do Enem 2017 receberão cadernos de prova personalizados, com o nome e o número de inscrição escritos na capa, juntamente com os cartões de resposta encartados, que também levam os dados do candidato.

Continuam havendo quatro cadernos diferentes, identificados por cores, para manter a segurança do exame.

Certificação do ensino médio

O MEC já havia informado que o Enem não poderia mais ser usado como certificação do ensino médio. A partir de 2017, os jovens poderão obter o documento pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos) – tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio.

Atendimento especializado

Aqueles candidatos que precisarem de atendimento especializado na prova, como no caso daqueles que têm alguma deficiência, deverão fazer a solicitação de tempo adicional no ato da inscrição, apresentando um documento que comprove a necessidade do benefício.

No Enem 2016, o requerimento era feito nos dias de aplicação do exame – foram 68.907 solicitações na última edição da prova.

Reforma do ensino médio

É importante esclarecer que as mudanças no Enem 2017 não têm relação com a reforma do ensino médio. O MEC lembra que ainda é preciso concluir a Base Nacional Curricular Comum (BNCC), documento que lista os conteúdos obrigatórios a serem ensinados nas escolas, para que as instituições de ensino tenham tempo de ensinar essas matérias em sala de aula. Só depois é que ocorrerão mudanças no conteúdo do exame.

Prova virtual

Outra questão levantada pela consulta pública diz respeito à realização da prova por computador. O MEC já havia avisado que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018. Mas os participantes votaram contra a prova virtual: 70,10% disseram não a ela.

Sobre o resultado, o ministro se disse surpreso e afirmou ainda acreditar que a medida será inevitável. “De fato foi uma surpresa, eu imaginava que a maioria indicaria o computador como mecanismo para aplicação da prova e aí contradiz um pouco ou bastante a própria tendência do jovem. De um lado acho que há sempre um receio com relação à segurança, de que o computador poderia facilitar fraudes e, de outra parte, o medo com relação ao novo. O ser humano gosta do novo, mas ele não gosta de ousar. Eu acho que é uma coisa inevitável, não sei em quanto tempo a gente vai conseguir promover essa mudança, mas ela virá”, disse o Mendonça Filho.

Consulta pública

O MEC realizou uma consulta pública sobre o Enem do dia 18 de janeiro até 17 de fevereiro. Os participantes, após preencherem um formulário com nome completo, e-mail e CPF, responderam três questões:

  • – A primeira questionava se o exame deveria continuar ocorrendo no formato atual, em dois dias, ou se aconteceria em um dia só, com um número reduzido de questões. A intenção, conforme declarado pelo ministro Mendonça Filho, era estudar a possibilidade de haver economia nos custos de segurança e de volume de papel.

Segundo o Inep, especialistas contratados pelo governo garantiram que não haveria redução na qualidade do exame caso ele ficasse concentrado em uma jornada. Em janeiro, o MEC reforçou que não haveria a possibilidade de eliminar a redação do Enem.

  • – A segunda questão era sobre a possibilidade de aplicação da prova por computador. A pasta afirmou que, caso a mudança fosse aprovada, não seria implementada antes de 2018, por exigir uma nova demanda de infraestrutura e de modificação no sistema de segurança do Enem.
  • – A última pergunta da consulta pública permitia que o participante escrevesse contribuições para o aprimoramento do exame.

Fonte: G1

População em situação de rua em Codó é desafio para Políticas Públicas

  O crescente aumento no número de moradores de rua em Codó é um fato que só vem crescendo e que pede por uma maior atenção por parte do poder público, para que eles tenham a possibilidade de ter uma vida decente e com recursos para se obter menos alguma qualidade de vida. Podem ser uma minoria, mas deixam visível  seus sofrimentos pelas ruas de Codó.

Os motivos que levam uma pessoa a morar na rua são vários, como o desemprego, abandono familiar, ou até a falta de família, o desajuste social, problemas psicológicos e muitas vezes, o vício em drogas, como o álcool e o crack. Essas pessoas já não vêem expectativas em suas vidas, se encontram em uma situação de sobrevivência, fora do contexto social, sem esperanças ou sonhos, usando de papelão e jornais como prática do frio durante a noite, enfrente dos bancos e nas praças.

Não é apenas o governo que deve voltar seus olhos para estas pessoas, mas também a sociedade, que ao se deparar com um “mendigo” na rua e praças, passa como se não existisse nada naquele lugar, como se não fizesse parte de sua realidade. Essa imagem “inconveniente” passa despercebida aos olhos das pessoas que já não enxergam solução para este problema e ignoram o outro, que necessita de ajuda, ou pelo menos, ser tratado com dignidade.

Essas pessoas fazem parte da nossa sociedade, que todos possuem os mesmos direitos perante as leis e que devemos rever nossos conceitos e incentivar o respeito ao próximo tratando todos com dignidade independente da situação socioeconômica em que se encontra. Um importante equipamento púbico para essa população é o Centro de Referência Especializado da Assistência Social para população em situação de rua (CENTRO POP). É importante também a criação de uma organização não governamental (ONG) voltada para  estas pessoas em situação de rua, para discutir e implementar políticas públicas.

Espero pelos comentários e a divulgação de cada leitor, afinal, esse é um tema que deve ser mantido sempre em discussão visando mudança da consciência social de cada um.