Blog do Leonardo Alves - Compromissão com o Leitor!

Show Gospel com a cantora Amanda Ferrari no aniversário de 97 anos de Coroatá

Show Gospel com a cantora Amanda Ferrari no aniversário de 97 anos de Coroatá

Foi divulgado nesta quarta-feira (05) a programação oficial do aniversário de 97 anos do município de Coroatá, que acontece no sábado, dia 8 de abril.

Inúmeras atividades serão realizadas durante todo o dia. Entre elas o tradicional corte do bolo e a entrega de veículos para o conselho tutelar, SAMU e Guarda Municipal. O encerramento será às 21h00 com o show gospel da cantora Amanda Ferrari.

O ponto negativo foi a confirmação da não entrega das casas do Residencial Eco Marajá. A prefeitura não fez um pronunciamento oficial sobre os motivos, mas não acontecerá no aniversário da cidade, como havia sido anunciado anteriormente.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Programação Cerimonial

5h00 – Alvorada, fogos
7h00 – Caminhada para a saúde (alunos, professores, secretarias, diretores, coordenadores, superiores e comunidade).
7h40 – Fim da caminhada

8h00 – Execução do Hino Nacional e Hasteamento da bandeira
8h00 – Sessão solene, pastores, padres, autoridades, bispo D. Sebastião.

8h40 – Parabéns, corte de bolo, ao som da bandinha municipal.
9h00 – Apresentação dos alunos do IEMA
9h20 – Entrega dos carros conselho tutelar – 1 ambulância – SAMU e Guarda Municipal.

10h00 – Entrega do prédio da ação social.

Programação Cultural

13h00 – Reinauguração do ginásio
15h00 – Maratona na praça
16h00 – Ciclismo – Vila Sete
17h00 – Premiação do ciclismo e atletismo
19h00 – Apresentação de cantores da terra
21h00 – Show de Amanda Ferrari

Fonte: Coroatá on line

Petistas e movimento negro acionam Bolsonaro na PGR por fala contra quilombolas

Petistas e movimento negro acionam Bolsonaro na PGR por fala contra quilombolas

  • O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ)

    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) foi alvo de duas representações protocoladas na PGR (Procuradoria-Geral da República), na tarde desta quinta-feira (6), por ter declarado, em uma palestra, que “afrodescendentes” quilombolas “não fazem nada e nem para procriador (sic) eles servem mais” e que as reservas indígenas e quilombos atrapalham a economia do país.

Onze parlamentares –dez do PT e uma do PCdoB– e integrantes do movimento quilombola pediram a abertura de investigação pela “prática de racismo e violação da dignidade indígena e quilombola”. A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) liderou a iniciativa no Congresso. Em 2002, ela se tornou a primeira mulher negra a governar um Estado brasileiro, o Rio de Janeiro.

“Nós pedimos a punição severa dele, de acordo com a Constituição. O crime de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia religião ou procedência nacional é inafiançável e prevê de um a três anos de reclusão e multa”, declarou Benedita. “Ele é racista, ele é preconceituoso, ele é machista. Tem se colocado como um mal para a sociedade brasileira. É um incentivador de ódio”, completou.

Sérgio Amaral UOL

A deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ)

A reportagem procurou o deputado na tarde desta quinta, mas sua assessoria informou que ele se encontra no Piauí, e que deve se manifestar sobre o caso em sua página no Facebook. Até as 17h, isso ainda não havia acontecido.

Também assinaram a representação os deputados federais Carlos Zarattini (PT-SP), Erika Kokay (PT-DF), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Maria do Rosário (PT-RS), Paulão (PT-AL), Paulo Rocha (PT-PA), Vicentinho (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ) e os senadores petistas Humberto Costa (PE) e Gleisi Hoffmann (PR).

No documento, os parlamentares pedem ainda que a PGR avalie a possibilidade de propor uma ação de reparação por danos coletivos, “em face da violação da dignidade dos membros de todas as populações indígenas e comunidades quilombolas”.

A outra ação foi apresentada pela Conaq (Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas).

“É mais do que marcar posição. Essa fala pisou no nosso calo. A gente está vendo que o Brasil está retrocedendo décadas, mas o Jair Bolsonaro quer voltar ao Brasil pré-republicano. A fala dele remonta a uma sociedade escravagista, à casa grande e senzala, e a gente não pode permitir isso”, disse Ronaldo dos Santos, coordenador da organização, que foi criada há 21 anos e representa cerca de 5.000 comunidades.

Palestra

Convidado a discursar para membros da comunidade judaica no Clube Hebraica, na zona sul do Rio de Janeiro, na noite de segunda-feira (3), Bolsonaro, que é pré-candidato à Presidência da República em 2018, fez promessas sobre o que fará caso seja eleito nas eleições do ano que vem.

O evento ocorreu sob protestos de cerca de 100 manifestantes do lado de fora do clube. Dentro do auditório, no entanto, ele foi aplaudido e chamado de “mito” diversas vezes por algumas das outras 300 pessoas.

No dia seguinte, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) criticou a presença de Bolsonaro no clube. Em nota, a entidade não citou os posicionamentos expressos pelo deputado, mas disse que a comunidade judaica defende “o respeito absoluto a todas as minorias”.

Na palestra, o deputado do PSC criticou medidas adotadas pelos ex-presidentes petistas, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, sobretudo as que dizem respeito à demarcação de terras.

“Pode ter certeza que se eu chegar lá (Presidência da República) não vai ter dinheiro para ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”, declarou Bolsonaro. “Onde tem uma terra indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí”, completou.

O deputado também contou que foi a uma comunidade quilombola em São Paulo e disse que “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas”. A frase revoltou a deputada Benedita da Silva. “Arroba é [uma unidade de massa] usada para pesar boi, e era também para pesar escravos. Ele nos colocou como animais”, declarou.

Réu no STF

Jair Bolsonaro é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) em processo no qual é acusado de incitação ao crime de estupro. Em de dezembro de 2014, em discurso no plenário da Câmara, ele disse que só não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela não merecia. No dia seguinte, repetiu a declaração em uma entrevista.

A parlamentar apresentou uma queixa-crime ao STF, que aceitou em junho do ano passado. Há um mês, a Primeira Turma do tribunal decidiu, por unanimidade, manter a tramitação do processo, negando recurso protocolado pela defesa do deputado, que alegou falhas na decisão que o tornou réu.

Os ministros entenderam que a manifestação de Bolsonaro teve potencial de incitar homens a prática de crimes conta as mulheres em geral. No entendimento de um dos magistrados, o emprego do termo “merece” pelo deputado conferiu ao crime de estupro “um prêmio, favor ou uma benesse”, que dependem da vontade do homem.

A defesa do parlamentar alegou que ele não incitou a prática do estupro, apenas reagiu a ofensas proferidas pela deputada contra as Forças Armadas em uma cerimônia em homenagem aos direitos humanos. Para os advogados, o embate entre os dois ocorreu dentro do Congresso e deve ser protegido pela regra constitucional da imunidade parlamentar, que impede a imputação criminal quanto às suas declarações.

(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

Sousa Neto cobra governo Flávio Dino segurança para a UFMA

Sousa Neto cobra governo Flávio Dino segurança para a UFMA

 

Sousa Neto cobra governo Flávio Dino segurança para a UFMA

O deputado estadual Sousa Neto (PROS) cobrou, nesta quinta-feira (6), providências do governo Flávio Dino e da reitoria da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) para a insegurança no Campus do Bacanga, em São Luis. Ele pediu agilidade quanto às investigações dos casos de estupro registrados no local, na última semana.

“É mais um fato lamentável envolvendo a Universidade Federal, e nada foi feito, até agora. O governador Flávio Dino não se posiciona sobre o assunto. Ele, que já foi professor ou está licenciado daquela Instituição, correndo o mesmo risco dos alunos, professores e funcionários, à mercê da marginalidade e dos bandidos. Cadê esses mil policiais novos que estão nas ruas? Será que não pode designar pelo menos duas viaturas para lá. Esse é o governo da mudança. Por isso, estou cobrando, mais uma vez, do secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, que pare de engodo e efetivamente trabalhe pela Segurança Pública do Estado do Maranhão”, questionou, em pronunciamento.

Sousa denunciou o descumprimento, por parte da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da própria administração da UFMA, do acordo celebrado no ano passado, que garantia a presença da Polícia Militar com o patrulhamento ostensivo em toda extensão do campus, relembrando o latrocínio de um estudante, ocorrido dentro de um centro acadêmico. “Depois da morte de um universitário, foi feito um convênio entre a Universidade Federal e a Secretaria de Segurança Pública, coincidentemente, entre o secretário Jefferson Portela e a sua irmã Nair Portela, para que fossem colocadas viaturas dentro daquela instituição. E eu fico me perguntando como é que não está a situação hoje, depois de dois estupros, além do consumo de drogas e dos assaltos que vêm ocorrendo”.

Requerimento 

O parlamentar pediu a atenção dos colegas sobre o requerimento de sua autoria, apresentado à Mesa Diretora, solicitando que o Governo disponibilizasse viaturas, urgentemente, para a cidade universitária. “Peço sensibilidade a todos os deputados para que aprovem requerimento de minha autoria, que pede para que seja colocado policiamento no interior da UFMA, e que dê transparência à sociedade sobre como foi feita tal parceria, se foi midiática ou se teremos uma PM atuante na região. Porque, o que nós sabemos, é que até hoje, mesmo com a manifestação dos alunos, ontem (5) à noite, na colação de grau, não se viu nem uma viatura no local, apesar da repercussão em nível nacional do caso”.

Assecom – Dep. Sousa Neto

Andrea Murad quer audiência pública para tratar de segurança na UFMA

Andrea Murad quer audiência pública para tratar de segurança na UFMA

A deputada Andrea Murad em entrevista à Rádio Assembleia anunciou que vai solicitar audiência pública para discutir a questão da segurança na UFMA. Ela quer reunir a reitoria, órgãos do estado e representantes da comunidade acadêmica para ouvir as demandas e propor soluções que visem garantir a segurança dos alunos, professores e funcionários da cidade universitária.

“Vou propor que esta casa realize uma audiência pública com a presença da reitoria da UFMA, a Polícia Militar, a Delegacia da Mulher, a Secretaria de Estado da Mulher, representantes da comunidade acadêmica, entre outras instituições e organizações para que juntos possamos ouvir as necessidades de todos e colocar a Assembleia à disposição para qualquer medida que precisarem a curto e médio prazo. Quero parabenizar o pronunciamento da Deputada Valéria Macedo, a nossa Procuradora da Mulher aqui na Assembleia, que tão bem representa as mulheres aqui na casa. Acho que o Poder Legislativo pode contribuir muito e pra isso precisa ouvir as demandas e essa audiência que irei propor será uma ótima oportunidade. Isso não pode continuar acontecendo, é gravíssimo”, explicou Andrea Murad.

Andrea Murad considera graves as ocorrências no interior do campus da UFMA, em menos de uma semana 2 casos de estupros foram registrados. Em seu discurso nesta quarta-feira (30), a parlamentar chamou a atenção também para a prática de assédios às mulheres, uma discussão que vem tomando as redes sociais e a imprensa nacional.

“Eu queria ressaltar também sobre este caso que está chamando a atenção do Brasil inteiro, sobre o assédio às mulheres, e dizer que realmente nós temos que nos revoltar contra esse tipo de situação. Em nome de todas as deputadas aqui da Assembleia, Deputada Nina, Deputada Ana, Deputada Francisca, Deputada Graça, Deputada Valéria, dizemos não à cultura do machismo, cultura esta impregnada na sociedade, que leva ao assédio, ao estupro e até a morte. Isso precisa ter fim. Precisamos dar um basta!”, disse Andrea.

Fonte: Blog do Gilberto Leda