Monthly Archives: junho, 2017

 Esta categoria é uma realidade no mercado e são eles que cuidam da preservação de vidas e prevenção de acidentes. Foram treinados para prevenir incêndios e comandar procedimentos iniciais nos momentos de emergência, salvamentos terrestres, aquáticos, explosões e vazamentos.

 A profissão é regulamentada pela Lei Federal 11.901 de 13/01/ de 2009. Os bombeiros civis podem ser contratados pela Prefeitura Municipal de Codó, também podem atuar em conjunto com o corpo de bombeiros militar.

Em Codó, são 60 bombeiros formados há mais de 2 anos, que cobram acordo político com Prefeito Francisco Nagib. O gestor fez um acordo com a categoria que sendo eleito, iria contrata-los para prestarem serviços para a prefeitura.

 Segundo informações recebidas pelo blog, Nagib e seu pai Chiquinho Oliveira fizeram um acordo político com o Grupamento Anjos do Resgate (GAR), e até o momento não cumpriram com o acordo. Já se passaram 06 meses de gestão e os bombeiros não foram atendidos pela atual administração. Estão preparados para somar com a população codoense, mas não estão tendo êxito do Prefeito. O grupamento está tentando resolver de forma amigável e pacífica.

 Nagib alega que a prefeitura está quebrada (sem recursos financeiros) para contratação. Já foram marcadas 02 reuniões no gabinete do Prefeito, mas o mesmo vive desmarcando as reuniões. Os bombeiros estão colhendo assinaturas em um abaixo-assinado para protocolar na Câmara de Vereadores, caso o gestor não venha cumprir seu acordo de campanha com a categoria.

 Na manhã desta terça, 27, o Comando do 17°BPM realizou a terceira palestra do “Aulão no Batalhão”, que desta vez aconteceu na Associação Comercial de Codó em razão da grande demanda e interesse dos jovens codoenses​ em conhecer mais a respeito da Polícia Militar do Maranhão, sendo esclarecidas todas dúvidas e incertezas que o jovem possui na fase decisiva para a escolha da profissão que irá exercer durante toda sua vida.

 

17°BPM na corrente do bem na Região dos Cocais.

Assecom

 Por onde a gente anda ouvimos comentários sobre a gestão do Ex Prefeito Zito Rolim e do atual governo de Francisco Nagib. Opinião pública é de suma importância. O blog do Leonardo Alves entrevistou alguns codoenses.

 Maria Eunice, disse: “A simplicidade de Zito com o povo, o carisma é importante e amor como ele atendia. Ajudava e abraçava a classe mais carente.”

 “Um era povo. O outro é elite. Um tornou- se hábil político, o outro não nasceu pra isso. Um dava empregos, o outro tira.”, disse um professor.

 Outro professor também fez questão de deixar sua opinião dizendo o seguinte: ” O governo Nagib é um espelho do governo Zito, isso é a atual economia do povo. As condições de saúde, nível de instrução, qualidade de moradia, assistência social, emprego e nível salarial. O Codó é um verdadeiro navio negreiro, onde no porão estão pessoas presas que se alimentam das migalhas da classe dominante situada no convés do navio. A pintura de Portinari retrata a realidade de uma política sem objetivo coletivo, mas descaso e humilhação social. Esse é o governo de Nagib e sua comitiva.”, concluiu.

 Na gestão do Ex Prefeito Zito, importantes projetos beneficiaram a população. Alguns dizem que foi obrigação de Zito correr atrás de melhorias para seu povo, outros afirmam que, caso o ex prefeito não tivesse se esforçado, projetos e ações não teriam vindo a Codó. São importantes projetos e ações, a criação da Secretaria Municipal de Juventude que transformou- se em departamento, um departamento meio lá e meio cá. A Clínica de Nefrologia (Hemodiálise), que ameniza o sofrimento das pessoas que necessitam se deslocar para outras cidades em busca de atendimentos, a valorização das edições do dia do evangélico, Programa Minha Casa Minha Vida. O ex prefeito apresentou estrutura de saúde para instalação do curso de Medicina para Codó. Até o presente momento este curso não chegou em Codó. Um sonho da juventude codoense e de jovens de municípios vizinhos. Nós jovens aguardamos o cumprimento desta promessa. Uma importante ação de Zito foi a adesão ao Selo Unicef em seus dois mandatos, que tive a oportunidade de ser convidado para representar os adolescentes de Codó na Comissão Municipal.

 O governo Zito Rolim colocou cada aliado no seu lugar, dando oportunidades para o negro, o preto, o branco, o amarelo, o bonito e o feio. Zito atendia seu povo com o bilhetinho, ordenando atendimento para fulano….. sempre fez aquela fila no fundo do gabinete da prefeitura para atender o povo humilde.

 Recentemente algumas pessoas tem se manifestado em suas redes sociais dizendo que Zito não fez nada por Codó e que Nagib vai organizar a cidade. Será?

Desde 1° de Janeiro de 2017, Codó virou a página, governo que carrega em seu slogan, MAIS AVANÇOS E MAIS CONQUISTAS. Ora, se Nagib diz em seu slogan que a cidade terá mais avanços e mais conquistas, com certeza ele reconhece que Codó teve avanços. O problema é que os amigos do Prefeito que andam criticando a gestão de Zito, eles acabam esquecendo que Zito é um aliado do governo de Nagib. Nagib prometeu o céu e as estrelas na sua campanha, prometeu gerar empregos e renda, fazer referência na saúde e outras promessas que deixaram o povo inseguro. Fazer referência na saúde como? Trazendo equipamentos de São Paulo para o HGM que deve ter um gasto absurdo para os cofres púbicos e onde estão os médicos neurologista e oftalmologista?

A rejeição e a taca foi grande. O povo está arrependido. Até os Vereadores da base aliada estão incubados de insatisfação com o gestor Nagib. Uma das grandes desgraças do governo Nagib desde o início da sua gestão foram as demissões de mães e pais de famílias que dependem de um salário para sustentar suas famílias. Desrespeitou o meio ambiente derrubando as árvores das praças públicas tirando o conforto das pessoas que usam as praças para conversar naquelas tardes de descanso.

O prefeito Nagib acabou com a Folha gorda na prefeitura reduzindo salários e aumentando a jornada de trabalho de servidores públicos. Está muito cedo para tirarmos uma conclusão do governo Mais Avanço, Mais Conquistas. Nos quatros cantos da cidade a população reclama da falta de sensibilidade e popularidade do Prefeito.

MUITAS ÁGUAS IRÃO ROLAR.

 

 No período chuvoso diziam que não poderiam trabalhar nas ruas devido às chuvas. Quando há sol, o problema é a poeira e quando chove o problema é lama. Já estamos no verão e as ruas e travessas estão em péssimo estado. Ruas e travessas são esquecidas pela atual administração.

 A Segunda Travessa 1° de Maio no Bairro São Francisco nunca viu asfalto e vira alvo de reclamações. Os mais afetados são os moradores da rua, mas toda população do bairro demonstra sua revolta pelo problema. As residências não ficam limpas deixando seus móveis cheio de poeira. Várias outras ruas e travessas estão na mesma situação.

 Uma moradora disse que sente vergonha ao sentar na porta de sua residência, muito difícil receber visitas em sua casa devido a poeira e buraqueira. Moradores pedem pavimentação com urgência e disseram que estão revoltados com o Prefeito Nagib.

 Moradores da Rua São Paulo no Bairro São Sebastião, estavam preocupados com a falta de iluminação no poste da rua. Segundo informações enviadas por uma leitora que não quis se identificar, reclamou que estava há mais de 15 dias gastando gasolina de sua motocicleta indo à Secretaria de Serviços Públicos para solicitar iluminação na via. Além do contato pessoal informou que enviou muitas mensagens para o WhatsApp do setor da iluminação pública e que os moradores improvisaram lâmpadas na porta de suas residências.

 Após muita pressão na tarde desta sexta-feira (23), finalmente a equipe da iluminação chegou até o local para substituir a lâmpada do poste. Alguns moradores entraram em contato com a equipe dizendo que se a equipe não fosse resolver o problema, iriam comunicar a imprensa, a equipe pediu para que não comunicasse no blog porque já estavam indo até o local.

 06 Fisioterapeutas das clínicas que ganharam licitação com a Prefeitura Municipal de Codó foram dispensados para não realizarem atendimentos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

 O blog do Leonardo Alves recebeu uma informação que a Secretaria Municipal de Saúde realizou uma reunião nesta quinta-feira (22), com proprietários das clínicas de fisioterapia para comunicar corte de gastos com fisioterapeuta. A administração alega falta de recursos. As clínicas conveniadas com a prefeitura, total de 3 clínicas, sendo elas; Reabilitar, Nova Clínica e Humana, cada clínica realizam 80 sessões de fisioterapia durante o mês. Quem ganhou a licitação foram as clínicas, mas as indicações saem da prefeitura. Todos os fisioterapeutas já receberam aviso de demissão, só estão esperando completar um mês de serviço para deixarem o trabalho. Pacientes já começam a perguntar sobre as próximas marcações de sessões de fisioterapia e os fisioterapeutas não sabem como responde-los.

 Ao invés do Prefeito ampliar o atendimento dos serviços públicos infelizmente está diminuindo. Economizando na saúde e o povo gemendo de tanto sofrimento. É possível fazer uma gestão de avanços e conquistas diminuindo atendimentos a população? Os avanços não chegam e os atendimentos diminuem com falta de profissionais.

 Além do corte de gastos de fisioterapia, já circulam comentários na cidade que a Academia da Saúde irá fechar as portas. Qual prioridade do governo? Avançar ou atrasar? Estamos abertos para possíveis respostas do governo quanto aos seus planos.

Ideia do microempresario Marcelo Alonso obteve mais de 20 mil assinaturas e foi encaminhada ao Congresso. Por sorteio, senador Romário será relator.

Crédito: Alex Silva/Estadão

Show de Funk em Francisco Morato (SP) (Crédito: Alex Silva/Estadão)

Uma sugestão legislativa que propõe o fim do funk no Brasil tramita no Congresso Nacional desde o início do mês de maio. A polêmica ideia de acabar em definitivo com atividades relacionadas ao ritmo musical é de autoria do microempresário Marcelo Alonso, 46, um webdesigner paulistano que nutre uma profunda “cólera” pelo estilo.

Criador do site “Funk é lixo”, Alonso até flerta com a política em alguns momentos da entrevista. “Posso entrar para política para defender nossos valores morais, que estão sendo destruídos”, avalia. Casado e pai de um adolescente, ele mora numa casa simples em um subúrbio próximo à cidade de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.

O projeto não tem data para começar a ser debatido nem tampouco colocado em votação. Contudo, os debates vem ganhando força.

Confira o vídeo com a discussão sobre a sugestão legislativa de fim do funk

Críticos ressaltam aspectos de censura

Entre as pessoas que vivem e trabalham com funk, a proposta é fortemente criticada. “A ideia deste projeto é censurar o que as pessoas pensam, falam e vivem. A gente não pode tentar calar as pessoas”, entende o pesquisador Renato Barreiros, diretor do documentário “O Fluxo” (2014), sobre os bailes funk nas ruas de São Paulo e estudioso da cultura da periferia.

Barreiros traça um paralelo entre a proibição do funk e a ditadura militar. “Nos anos de chumbo, não existia só censura política, mas censura moral. Os generais diziam por nós: isso pode, isso não pode. O problema é que não se sabe aonde isso acabar tudo isso”, alerta. Estimativa da prefeitura de São Paulo calcula que cerca de um milhão de jovens se reúne aos fins de semana para se divertir embalados pelas batidas do funk.

“Apologia ao crime”

O autor da ideia, o microempresário Alonso, rebate o pesquisador. Para ele, os chamados bailes “pancadões” são somente um recrutamento marginal organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e pedófilos. “O funk faz apologia ao crime, fala em matar a polícia. Sou pai de família e se eu não me preocupar com o futuro, amanhã só teremos marginais”, diz Alonso.

Quase sem fôlego quando conclui as frases, Alonso emenda: “Os pancadões ou fluxos são arruaças, um quebra-quebra que danifica o patrimônio público, sem contar a falta de respeito para com a mulher, classificando-a como: cachorra, cadela, novinha, safada, puta, biscate.”

O microempresário acredita que as pessoas que curtem a batida da música abraçam uma apologia do mal. “Isso é crime. Essa turma usa a bunda como cérebro para convencer principalmente as crianças, adolescentes ou a mente em formação”, dispara. “Uso o meu intelecto para conscientizar os pais, pessoas de bem, formadores de opinião, policiais, pessoas ligadas à Justiça para mudar este cenário”.

Comunidade do funk reage

O paulistano Lucas Castro, popularmente conhecido como MC Taz, é outro que bate duro nos argumentos do autor do projeto. “Ele não tem conhecimento de causa para falar essas asneiras. Fala só por discriminação. A indústria do funk movimenta uma cadeia com centenas de empregos, além de ser a grande diversão dos pobres da periferia”, comenta.

Com cerca de 30 milhões de visualizações de seus vídeos no canal Youtube, Taz é um exemplo de como o funk é popular na internet. Canais de Youtube, como o Kondzilla chegam a ter 5 bilhões de visualizações de vídeos.

O produtor cultural Alan Silva, morador do Capão Redondo, periferia da capital paulista, é mais um que discorda do projeto. “A música leva autoestima aos jovens pobres que estão excluídos nas periferias”, diz. “Vinte mil assinaturas não dão direito a ninguém de acabar com a diversão de milhões de brasileiros. O funk é um grito de liberdade da periferia”, diz.

MC Balão: “eu canto o que vejo” (Crédito:Divulgação)

Seguindo o mesmo raciocínio, o funkeiro MC Balão condena a ideia legislativa. “O funk incentiva as pessoas a terem novos sonhos. Se antes o moleque da favela queria ser jogador de futebol, hoje ele quer ser MC”, avalia.

Para ele, o gênero musical é reflexo da vivencia deles nas ruas, nas comunidades. “Essa ideia é um ataque a liberdade de expressão. Eu canto o que vejo”, alega. “A Ivete Sangalo canta a Bahia, porque ela vive lá. Eu canto o que vivencio aqui na periferia”, conclui.

E-cidadania foi usado para sugestão

A ideia de Alonso pode se tornar realidade graças a uma medida importante adotada pelo Senado, em 2012, que busca aprofundar a participação popular no cotidiano político nacional, o “e-cidadania”. Funciona assim: qualquer pessoa pode visitar o site do Senado e registrar uma ideia de lei e se, em quatro meses, ela conseguir 20 mil assinaturas, o texto é encaminhado para o debate no parlamento.

Se a sugestão for aprovada, depois de tramitar pelas comissões e votações em plenário, vira lei. “Lancei e plantei democraticamente a semente de esperança para as pessoas que assim como eu acreditam que esse lixo será destruído”, afirma. O discurso de defesa da ideia está pronto na ponta da língua: “Não existe preconceito e, sim conceito formado de que o funk é lixo. Aliás, funk não é lixo, até porque o lixo pode ser reciclado”, provoca Alonso.

Romário será relator

Até agora, a iniciativa do microempresário deu certo. A ideia, que surgiu depois de Alonso ter por duas vezes sua página no Facebook derrubada por ser considerada propagandista de ódio, foi aceita no Senado no dia 26 de maio, depois de atingir 21.983 apoios. Em sorteio, o projeto foi parar nas mãos de Romário (PSB/RJ) para ser relatado.

Senador Romário é contra proposta de fim do funk (Crédito:Agência Brasil)

O senador avalia ser um grande equívoco relacionar a ocorrência de eventuais atos criminosos durante os bailes funk com a manifestação artística e cultural que advém da música.

Para ele, “os bailes entretêm a juventude e levam divertimento para uma grande parcela da população, justamente para aquela que já se sente marginalizada pela pobreza e exclusão social”.

Além disso, diz o “baixinho”, deve ser observado que a violência, o desrespeito ao próximo, os atos de vandalismo, o uso excessivo de álcool e a exploração sexual são comuns a todas as festividades conhecidas e não são exclusividade dos bailes funk. “Certamente, durante o carnaval, podemos observar as mesmas cenas que chocaram os apoiadores da presente Sugestão, mas, nem por isso, sugere-se criminalizá-lo”, entende o senador.

Também, em direção diametralmente oposta a ideia de criminalizar o funk, o deputado federal Chico Alencar (PSol/RJ), rebate com veemência os sofismas do microempresário. “É preconceito, sim. Espero que essa ideia não prospere”. Autor de um projeto de lei que, ao contrário do quer Alonso, visa reconhecer o funk como forma de manifestação cultural popular digna do cuidado e da proteção do poder público, Alencar avalia que propostas como a apresentada pelo microempresário incentivam a violência ao discriminar um segmento importante da cultura nacional.

“O baile funk é a distração da juventude e dos mais pobres nas periferias”, diz o deputado. A proposta de Alencar caminha a passos vagarosos na Câmara dos Deputados e desde o ano passado descansa nos escaninhos do Congresso Nacional. “Ninguém fica parado diante de um funk maneiro, saudável e criativo”, argumenta Alencar.

ISTOÉ

 Na tarde desta terça-feira, o blog do Leonardo Alves foi procurado por M. I. S., que faz uma reclamação sobre mal atendimento na emergência do Hospital Geral Municipal (HGM).

O FATO

 M. I. S., de 22 anos de idade, foi ao HGM com sua filha M. H. de 08 meses, que estava gripada e com febre. Mãe e a filha precisavam de atendimento.

 Segundo M. I. S., esteve no HGM às 17:40 na busca de atendimento. A mesma disse que ao chegar na entrada da emergência uma atendente perguntou se a filha estava com febre e não mediu a temperatura da criança. Em seguida se dirigiu na sala do médico Francisco, onde o mesmo disse que não iria fazer nenhum procedimento porque a criança não estava doente, que o médico é ele, que já tem mais de 40 anos de serviços, sendo que o médico não tocou nenhum dos seus dedos na criança para examina-lá.

 M. I. S. pediu ao médico que atendesse sua filha, caso contrário iria procurar os meios de comunicação para reclamar e denunciar o mal atendimento. Após pedido da mãe, resolveu preencher a ficha de SPA. M. I. S. saiu chateada e indignada com a forma de tratamento que recebeu que acabou trazendo até a ficha de SPA, que deveria ficar no hospital no registro de atendimento. Ao chegar em casa, foi à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), as 23:50hs para buscar atendimento.

 Entramos em contato com Ester Moura, Diretora do Hospital. A Diretora informou que o caso foi notificado.

 A Lavradora A N S, de 56 anos de idade, que foi marcar uma consulta para Odontologista no Posto de Saúde Dr. Borborema, conta que foi até o posto para marcar uma consulta e foi informada por uma atendente que as fichas tinham sido entregues sendo somente 8 atendimentos por dia marcação e retorno , que são 4 atendimentos de marcação e 4 de retorno, foi informada também que o posto estava sem anestesia.

 Entramos em contato com a Diretora Daniele, informou ao Blog do Leonardo Alves que são 08 atendimentos por dia  de marcação e retorno, tanto no posto de Saúde quanto aos demais postos do município, e quando o paciente marca a primeira consulta já fica marcado o retorno e que foi feito o pedido das anestesias e acredita que esta semana chega ao posto.

  Vai ser impactante a cidade de Codó não será a mesma, um grande e poderoso mover de Deus Dia 23 de Junho – Sexta Feira às 19:00h na IGREJA INTERNACIONAL DA GRAÇA DE DEUS, por meio do Reverendo Orlando Souza, ele é conferencista, advogado, empresário, ministro e Pastor, venceu as difículdades mediante a fé e estará na cidade para abençoar sua vida. Venha e traga seu pergaminho de oração, por causas financeiras e profissionais, causas na justiça, problemas nos negócios, crise empresárial. Chuva de bênçãos, milagres, e maravilhas aguardando você. Não perca essa oportunidade! #Partícipe!

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