Blog do Leonardo Alves - Compromisso com o Leitor!

Pastor Carlos Brito é eleito Presidente do Conselho de Pastores de Codó

Os novos integrantes do Conselho de Pastores das Igrejas Evangélicas de Codó tomaram posse no último sábado 06 para o biênio 2018-2019. Na ocasião, uma cerimônia foi realizada na igreja Batista Shalom e contou com a participação de vários pastores da cidade.
O culto foi presidido pelo pastor Cariman, da igreja Presbiteriana. Depois da pregação, o pastor Moisés deu posse ao novo conselho.

Conselho este que existe há mais de 25 anos na cidade de Codó, onde várias denominações comungam de momentos em comunhão, de orações e de fraternidade. O Conselho tem um longo histórico de presidentes, entre eles o Pr. Genésio da Primeira Igreja Batista, Pr. Caetano George, Pr. Cariman, entre outros. É importante ressaltar que essa união entre as igrejas personificada neste Conselho, resulta em: eventos, retiros, cruzadas e outras realizações.

Em seu pronunciamento o Pastor Carlos Brito, falou da importância do conselho de pastor no município que “é uma instituição, sem fins lucrativos, com o propósito de congregar Pastores Evangélicos, bem como Evangelistas, Missionários e Presbíteros com funções pastorais recomendados pelas suas igrejas locais”. A diretoria executiva do conselho têm vigência de dois anos.

Diretoria Executiva

Presidente – Pastor Carlos Brito (Igreja Batista Shalom)

1º Vice Presidente – Pastor Moisés Paiva (Igreja Batista Maranata)

1º Secretário – Pastor Fagner Santana

1º Tesoureiro – Pastor Hedeniltom Portela

Conselho Fiscal. Pastor Gersione Barros, Pr José Jorge e Pr Hamilson

Fonte:  codonoticias

 

Pastor Max engaveta orçamento 2018 e com os demais vereadores inviabiliza investimentos para Codó

A população codoense já está cansada de saber que a maioria dos seus vereadores não é muito chegada a trabalhar. Passaram 2017 fingindo que trabalhavam e, na última sessão do ano (26/12) compareceram apenas uns gatos pingados.

Não bastasse o descaso com que trataram a população que os remunera, na primeira sessão de 2018 (dia 02/01), os vereadores deixaram bem claro como pretendem fazer durante todo o ano. A sessão não se realizou por falta de quórum – somente compareceram os vereadores Expedito Carneiro e Rodrigo Figueiredo (não por acaso, os mais assíduos durante 2017).

O caro leitor deve estar se perguntando: Mas já teve sessão no primeiro dia útil do ano? O Poder Legislativo não entra em recesso? Todos os parlamentos estão em recesso, por quê só não em Codó?

EXPLICO!

O Regimento Interno (art. 2º) da Câmara Municipal de Codó até prevê o recesso legislativo. Mas proíbe que os vereadores entrem em recesso enquanto não for votado o Orçamento para o ano seguinte. Ou seja, somente poderiam ter entrado em recesso após votar a Lei Orçamentária Anual para o exercício 2018.

É a Lei Orçamentária que estima as receitas e autoriza as despesas para os órgãos da Administração Municipal. Somente após a aprovação desta lei o município poderá realizar investimentos em áreas importantes, como saúde, educação, infra-estrutura, etc. Mas, ao que parece, os vereadores estão pouco se lixando para o orçamento municipal.

VEREADOR PASTOR MAX ENGAVENTA O ORÇAMENTO 2018

Qualquer projeto de lei para que seja aprovado no Poder Legislativo necessita antes tramitar nas comissões. São elas que analisam tecnicamente as matérias e emitem pareceres prévios pela sua aprovação ou rejeição.

No caso da LOA (Lei Orçamentária Anual), seu projeto antes de chegar ao Plenário da Casa, passa antes pela Comissão de Orçamento e pela Comissão de Constituição e Justiça.

Pois bem, na Comissão de Orçamento, o projeto tramitou durante 73 dias e, após análise, foi devolvido pelo vereador Leonel Filho (presidente da comissão) em 19/12/2017.

No mesmo dia, o Projeto de Lei Orçamentária 2018 foi entregue ao vereador Pastor Max, vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça, que o engavetou. Até a data de hoje, a tal Comissão não se reuniu para debater o assunto, nem apresentou qualquer parecer à Mesa Diretora da Câmara.

Ou seja, SEM ORÇAMENTO, NÃO HÁ RECESSO! Mas isso não parece ser problema para os “nobres edis” codoenses. Afinal, a maioria lá não está muito acostumada a comparecer para trabalhar.

De todo modo, cabe aqui o adágio popular: “se não quer, tem quem queira”. É bom que essa cambada lembre que há os “suplentes” que podem assumir caso os titulares achem que o trabalho legislativo é excessivamente penoso e cansativo, ou que o mísero salário de R$ 6.080,00 é insuficiente para remunerá-los.

ATRAPALHANDO A  VIDA DO PREFEITO NAGIB

Se para os vereadores, não votar o orçamento implica em suspensão do recesso, o mesmo não se aplica ao Poder Executivo e para o restante da população codoense.

É que o artigo 167, inciso I, da Constituição Federal proíbe o início de qualquer programa ou projeto, como obras de infra-estrutura urbana (construção de praças, asfaltamento de ruas, rede de distribuição de água), saúde (construção de postos de saúde e aquisição de equipamentos hospitalares), educação (construção de escolas e creches) etc, que não esteja previsto em orçamento.

Aliás, fica aqui a advertência ao sr. Prefeito: a desobediência a estes preceitos constitucionais, pode configurar crime de responsabilidade.

Hoje é terça-feira, dia de Sessão na Câmara Municipal de Codó. Será que os faustos nababos codoenses comparecerão?

Fonte:  blogdodesa