Blog do Leonardo Alves - Compromissão com o Leitor!

Temer dá posse a Ronaldo Fonseca na Secretaria-Geral da Presidência

O presidente Michel Temer deu posse ao deputado licenciado Ronaldo Fonseca (sem partido-DF) como ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República em cerimônia no Palácio do Planalto nesta segunda-feira, 28. A nomeação de Fonseca já havia sido publicado no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta.

O Podemos, que era o partido do agora ministro Ronaldo Fonseca, anunciou a desfiliação do deputado após ele aceitar o convite para assumir a pasta. A cadeira estava vaga desde a ida de Moreira Franco para Minas e Energia, no mês passado.

Como mostrou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a nomeação de Fonseca beneficia a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB ao Palácio do Planalto.
Ao escolher Fonseca, o presidente Temer faz um gesto aos evangélicos, um dos principais públicos-alvo de Meirelles na pré-campanha. O novo ministro é coordenador da bancada da Assembleia de Deus na Câmara, além de pastor e presidente da igreja em Taguatinga (DF), cidade-satélite de Brasília.
Com a nomeação, Temer também ajuda Meirelles ao enfraquecer a articulação da candidatura presidencial do senador Álvaro Dias (Podemos-PR). Fonseca era um dos principais articuladores da campanha do senador, mas acabou expulso do partido de Dias quando anunciou que se tornaria ministro. Com informações do Estadão Conteúdo. 
Política ao Minuto

PT lança candidatura de Lula para presidente

O PT promoveu, ontem, cerca de 200 atos, em diretórios regionais de todo o país, para o lançamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, nas eleições de outubro. Os eventos foram realizados apesar de Lula estar preso, em Curitiba, desde o dia 7 de abril, após condenação em 2ª instância na Lava Jato. Além dessas manifestações em território nacional, o PT também incluiu na lista um ato realizado em Paris, na Praça do Trocadero. 
Apesar da quantidade de manifestações em todo país, duas delas tiveram mais expressão, de acordo com o secretário nacional de Movimentos Populares e Setoriais do PT, Ivan Alex Teixeira Lima. 
Segundo o dirigente nacional petista, as manifestações no centro de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista (principal reduto político de Lula), e no auditório da Universidade Federal da Bahia foram as que reuniram mais militantes e tiveram maior expressão.
Na Bahia, o auditório da universidade, onde cabem cerca de 400 pessoas, ficou lotado de partidários do ex-presidente, admiradores e políticos de expressão no partido. Entre eles esteve lá o ex-governador da Bahia Jacques Wagner, que foi ministro de Lula por duas vezes. No primeiro ano do governo Lula,Wagner comandou a pasta do Trabalho. Já no segundo mandato do presidente, coordenou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, cargo que tinha status de ministro, inclusive com gabinete no Palácio do Planalto.
Apesar da disposição dos petistas, o destino da candidatura de Lula, formalmente ainda deve ser decidido na Justiça Eleitoral, o que pode ocorrer ainda nesta semana. 
Amanhã, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá julgar se um réu em ação penal pode se candidatar a presidente ou não. A decisão pode definir a candidatura de Lula. O caso a ser examinado trata apenas de situações que envolvam réus que se apresentam para a disputa. Os ministros, entretanto, poderão ampliar o debate, e discutir se um condenando pode apresentar candidatura. Se isso acontecer, a tendência é a Corte declarar que réus podem se candidatar, desde que não tenham sido condenados. Nesse caso, Lula ficaria impedido de disputar as eleições de outubro.
Partido leva a Lula ‘plano B’ 
O PT vai encaminhar ao ex-presidente Lula proposta dos governadores petistas de abrir negociações para escolha do vice na chapa presidencial. Na prática, isso é interpretado por setores da sigla como a primeira vez que o PT vai provocar Lula, condenado e preso na Lava Jato, a se manifestar sobre a possibilidade de ser substituído na eleição do dia 7 de outubro. 
Ao menos dois dos quatro cenários em estudo no PT apontam a indicação de possíveis “planos B” para a vice. Em um primeiro cenário aparecem os nomes do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad; os ex-ministros Jaques Wagner e Celso Amorim; e a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.
O segundo cenário é a escolha de Ciro Gomes (PDT). Essa hipótese esbarra no fato de Ciro já ter dito que não abre mão de encabeçar a chapa. O terceiro cenário seria a escolha do empresário Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, hoje filiado ao PR. É a hipótese mais improvável. O quarto cenário, enfim, é não falar em vice agora. Segundo fontes do PT, Lula sugeriu que o processo de escolha do vice só seja desencadeado publicamente após a Copa do Mundo. 
Até lá, a direção do PT vai se concentrar na negociação das alianças estaduais, principalmente com partidos como o PDT, PSB, PCdoB e PSOL – tradicional adversário. A direção do partido marcou para o dia 28 de julho, quase no limite imposto pela lei, a convenção que vai decidir a chapa para a disputa presidencial.
Fonte: JORNAL DO BRASIL

Malafaia defende antecipar as eleições como solução para a crise atual

O pastor Silas Malafaia vem gravando uma série de vídeos nos últimos dias, onde reclama das consequências da greve dos caminhoneiros que parou o país esta semana. Ele também voltou a criticar o governo do PT, cujas políticas desastrosas são responsáveis, em grande parte, pela crise que o país atravessa.
Pedindo que as pessoas observem que o país está sendo “envolvido em uma trama”. Segundo o pastor, os problemas do país são muito mais sérios do se apresentam. Negou que defenda o presidente Michel Temer,  ressaltando que se o país continuasse sob Dilma Rousseff já “teria virado uma Venezuela há muito tempo”.
O líder religioso disse que não é partidário “apoio quando tem de apoiar e critico quando tem de criticar”. Propondo uma solução para a situação caótica que o país atravessa, defendeu que tem de haver uma união da “força do povo” com os poderes legislativo e judiciário.
“Antecipe as eleições, dê posse antecipada ao novo presidente para que ele tenha a força para fazer as mudanças”, sentenciou.
Malafaia também reclamou dos “aproveitadores políticos”. Sem citar nomes, disse que eles “nunca fizeram projeto nenhum” e agora querem se beneficiar. “Isso é insensatez”, avalia.
Para ele, o problema do Brasil não é o presidente, mas trata-se de uma questão conjuntural, portanto “não adianta paliativos”. Ressaltando que é “contra qualquer corrupto incompetente”, finalizou dizendo que “estamos orando para que Deus livre a nossa nação do caos”.