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Definida a grande atração do Dia do Evangélico em Codó

O Conselho de Pastores de Codó, que é presidido pelo Pastor Carlos, definiu a grande atração da 9ª edição do Dia do Evangélico. A festa vai contar com a apresentação da Banda Som & Louvor, que promete atrair um grande número de pessoas ao evento deste ano. O show acontece no dia 29 de novembro e encerra Semana da Cultura Evangélica no município.

A Banda Som & Louvor é uma das mais queridas do meio gospel e tem público garantido em todos os shows que realiza, seja pago ou gratuito. Foi uma excelente escolha do Conselho de Pastores de Codó.

Semana da Cultura Evangélica

De autoria do vereador Expedito Carneiro, a lei que estabelece a Semana da Cultura Evangélica é destinada a promover a cultura evangélica, com grande festival entre ministérios de música, dança e teatro das congregações de toda cidade.

O Dia do Evangélico foi criado no ano de 2010 pelo então prefeito Zito Rolim. A data já recebeu grandes nomes da música gospel nos palcos de Codó. Desde sua primeira edição, já passaram pelo palco do chamado Corredor da Benção grandes nomes como Davi Sacer, Priscilla Alcântara, Milla Karvalho, Davi Sacer, Nívea Soares, Grupo Trazendo a Arca, Ludmila Ferber e Marquinhos Gomes.

Marco Silva

Quem está aniversariando hoje é o Analista de Sistemas HAROILDO CARIMAN

O aniversariante desta quinta-feira (15), é nosso amigo Haroildo Cariman, Analista de Sistemas formado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão (FACEMA), responsável pela Empresa HOST DOMINUS que cuida do Blog do Leonardo Alves.

Que nunca lhe falte motivos para sorrir e que a sua vida seja carregada de felicidades e que Deus te ilumine, te guie e te proteja em todos os dias da sua vida.

Haroildo Cariman

Mestranda da UFMA é a primeira maranhense a participar de Conferência da ONU, no Egito

SÃO LUÍS – A estudante do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação (PPGBC) da UFMA, Brenda Izidio, participará da Conferência das Partes da Organização das Nações Unidas (COP 14) sobre a Convenção de Diversidade Biológica (CDB), que ocorrerá entre os dias 17 e 29 de novembro, na cidade de Sharm El Sheikh, no Egito.

Referência para o Maranhão

A bióloga e mestranda de 25 anos será a primeira maranhense a participar dessa Conferência da ONU e embarcará como parte da delegação da associação de jovens Engajamundo e da organização Global Youth Biodiversity Network.

“É a primeira vez que uma jovem maranhense participará dessa reunião, o que é importante, porque, além de levar a representatividade como mulher, jovem, cientista formada pela educação pública e cidadã maranhense, também poderá levar posicionamentos relevantes para incidir nas discussões a favor da manutenção e proteção da natureza, como terei oportunidade de criar rede de contatos e parcerias com atores globais que fazem parte da luta por um desenvolvimento sustentável no planeta”, frisou Brenda.

Com financiamento da organização internacional de jovens “Global Youth Biodiversity Network” em parceria com a ONG Engajamundo, das quais faz parte, Brenda representará o Brasil com outros dois participantes de São Paulo (SP) e de Santarém (PA), compondo a delegação brasileira na juventude global da Conferência.

“Como coordenadora do grupo de trabalho sobre biodiversidade do Engajamundo, tenho trabalhado conjuntamente na formação e na capacitação de jovens em comunidades brasileiras para que eles possam incidir politicamente em espaços de tomada de decisões políticas de nível local a internacional, exatamente o que pretendemos fazer durante a Conferência”, contou.

Segundo a estudante, é importante que o jovem tenha representatividade em discussões como essas, pois a participação efetiva nesses processos impacta diretamente a vida de todos.

“Participar de uma Conferência da ONU, além de ser um grande sonho, é também uma realização de tentar contribuir com embasamento científico e político para as negociações e tomadas de decisão, que comumente são realizadas a portas fechadas, e a que a sociedade em geral não tem acesso”, relatou.

Determinada, Brenda Izidio revelou que os conhecimentos adquiridos na UFMA, tanto na graduação em Ciências Biológicas quanto na pós-graduação, a deixaram mais segura para estar na COP 14.

“Ter-me formado bióloga e estar fazendo o mestrado em Biodiversidade e Conservação na UFMA me deu possibilidade de ter embasamento para tratar sobre as políticas que dizem respeito à diversidade biológica e sua conservação”, disse.

A influência do curso de Mestrado em Biodiversidade e Conservação

O Curso de Mestrado em Biodiversidade e Conservação da UFMA foi recomendado pela CAPES em 2004 sendo avaliado com o “conceito 3”, reconhecendo a produção científica do corpo docente e discente, a estrutura curricular do curso, a infraestrutura de pesquisa da instituição, entre outros fatores.

Com dezoito professores na grade curricular, o mestrado atua com três linhas de pesquisas: Biologia de Populações e Comunidades de Áreas de Transição; Diversidade Animal e Vegetal de Áreas de Transição; e Ecotoxicologia e Bioprospecção. A coordenadora do PPGBC, Alana Aguiar, ressalta que o Programa tem sido um diferencial para os mestrandos que querem prosseguir nos estudos, buscando MBA ou equivalente e doutorados, além de serem bem-colocados no mercado de trabalho.

“O Programa reúne um grupo multidisciplinar de docentes pesquisadores dedicados às temáticas intrínsecas à diversidade biológica e conservação das espécies. Com a alta qualidade dos professores e difusão dos conhecimentos em sala de aula, todos os estudantes saem do PPGBC bem-colocados no mercado de trabalho, atendendo, principalmente à área do ensino, sendo aprovados em concursos públicos nos cargos de professores do ensino básico ao superior e, ainda, habilitados para consultoria em empresas privadas”, ressaltou Alana.

A mestranda Brenda Izidio faz parte do grupo de pesquisa “Laboratório de Estudos Botânicos” (LEB), formado por alunos da graduação e da pós-graduação sob a orientação do professor Eduardo Almeida, no qual o trabalho com as linhas de taxonomia e ecologia botânica tem levado os pesquisadores a considerar o papel do cientista enquanto influenciador nas negociações e decisões políticas sobre a conservação da biodiversidade, uma preocupação que também se reflete dentro do PPGBC.

“A minha expectativa é que, ao final do mestrado, eu possa ser uma especialista em biodiversidade e, junto com a experiência adquirida nessa conferência da ONU e no meu trabalho no Engajamundo, eu possa atuar mais fortemente no Maranhão para que tenhamos mais políticas que levem em conta a importância de se conservar nossa flora e fauna”, finalizou Brenda.

Portal UFMA

Ex-mulher de Wesley Safadão é investigada por ataques com perfis falsos a família do cantor

O músico move quatro processos, que ainda estão em fase de investigação, contra uma lista de perfis que teriam incitado declarações e ofensas à ele e a sua família. Ao todo, já foram coletados 50 depoimentos, e descobriu-se 78 perfis falsos com IPs quebrados e 60 horas de áudios. 

Na época, o caso repercutiu entre famosos nas redes sociais e fez com que Wesley se manifestasse nas redes sociais. Ele disse que era mentira que estivesse proibindo o filho de ver a mãe ou maltratando ele. Também afirmou que a briga com a ex-mulher nunca foi por conta do dinheiro. 

Em nota enviada a imprensa, a assessoria do cantor diz que o objetivo da família é obter justiça e paz. “O único desejo é que as agressões parem e que eles possam viver uma vida normal.”

Na reportagem do SBT, Mileide foi questionada sobre seu envolvimento com os perfis falsos. Ela ouviu um dos áudios coletados pela investigação, em que pedia “para todo mundo, todas as meninas, todo o exército, todo mundo enviar direct [mensagem no Instagram] para Fátima Bernardes […] para eles se sensibilizarem.”

Segundo Mihaile, a voz é mesmo dela, embora ela negue que tenha se referido aos perfis. “Eu falava das fãs, pedia ajuda se elas conheciam alguém”, disse ela durante a entrevista, acrescentando que os áudios foram tirados de contexto.  Durante a entrevista, Wesley diz que busca uma boa convivência entre as partes. “Eu nunca vou querer o mal da mãe do meu filho!”, disse ele. 

Fonte: FolhaPress

Prefeitura de Coelho Neto realiza a 3ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

O Município de Coelho Neto, através do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizou a 3ª Conferência Municipal, com o tema: “PROTEÇÃO INTEGRAL, DIVERSIDADE E ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS”. O evento aconteceu no Teatro Municipal, na manhã desta terça-feira, 13/11.

A Conferência teve todo o apoio da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Assistência Social. O principal objetivo do evento foi debater, elaborar, promover e fortalecer as políticas públicas voltadas para a criança e o adolescente com a participação de todos  os segmentos da sociedade.

Fizeram uso da palavra, a Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Luciana Rebêlo, a Secretária Municipal de Assistência Social, Ravanne Bastos, a Procuradora Geral do Município, Eliana Lima, o Presidente da Câmara, Vereador Osmar Aguiar e o Prefeito Américo de Sousa.

Após os discursos, as autoridades e o público presente prestigiaram as apresentações das crianças do Centro de Apoio Milca Gardênia, do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do CRAS do Bairro Mutirão e Centro.

O Psicólogo Breno de Oliveira, do Instituto Federal do Maranhão-IFMA, proferiu a palestra acerca do tema discutido durante a Conferência.

Estiveram presentes, a Primeira dama Iranete Sousa, secretários municipais, estudantes, servidores, Conselho Tutelar, membros da sociedade civil organizada e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Ascom

Cresce número de blogueiros assassinados, aponta relatório

Ítalo Diniz, 30, era blogueiro em Governador Nunes Freire, cidade de 25 mil habitantes no oeste do Maranhão. Sem filiação partidária, ele escrevia artigos denunciando políticos da região e recebia ameaças públicas, como a de um ex-prefeito que prometeu sua morte e a de um guarda municipal que o ameaçou durante sessão da Câmara de Vereadores, fatos que relatou à polícia. No dia 13 de novembro de 2015, Ítalo foi atingido por quatro disparos feitos por dois homens em uma motocicleta, que fugiram. Morreu antes de receber atendimento médico. Na véspera do crime, ele havia relatado a colegas de imprensa ameaças feitas por “prefeitos, vereadores, capachos e seguranças”, sem citar nomes. Uma semana antes a mãe dele também fora ameaçada. Passados quase três anos, o inquérito sobre a morte de Ítalo não foi concluído e mandantes e executores não foram identificados. A investigação é acompanhada pelo Judiciário, uma vez que um dos suspeitos tem foro privilegiado.
O caso faz parte do relatório “O ciclo do silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores”, lançado nesta quinta-feira (8) pela ONG Artigo 19. De acordo com o documento, metade dos profissionais de comunicação assassinados no país nos anos de 2015 a 2016 atuava como blogueiro.

O estudo apresenta o monitoramento dos 22 assassinatos de comunicadores no país no período de 2012 a 2016. Doze deles constavam na análise anterior, apresentada há dois anos, sobre mortes no período de 2012 a 2014 de 3 blogueiros, 3 radialistas, 4 jornalistas, 1 proprietário e 1 fotógrafo.

Dos dez novos casos, 5 eram blogueiros, 3 radialistas, 1 jornalista e um proprietário de veículo de comunicação, crimes praticados em cidades que tinham em média 50 mil habitantes.

“Faz sentido que os blogueiros sejam os mais atacados, porque em boa parte das cidades menores do Brasil não existem jornais impressos estruturados. Nesses locais, quem acaba fazendo a comunicação são os blogueiros e radialistas comunitários, só que esses perfis de profissionais acabam ficando mais vulneráveis à lógica da violência”, afirma o coordenador do relatório e assessor do programa de Proteção e Segurança da Artigo 19, Thiago Firbida.

Segundo ele, uma característica comum entre os crimes é o planejamento e a participação de intermediários na execução. Cerca de metade dos casos envolve ainda agentes do Estado, como políticos, policiais e funcionários públicos, o que dificulta a investigação. Além disso, muitas delegacias não têm estrutura para fazer as perícias necessárias.

“Essa falta de estrutura é um grande problema não só nos crimes contra comunicadores, mas em todo o processo de investigação de homicídios no Brasil. O que é diferente nesses casos é que, como os mandantes são pessoas poderosas, além da falta de estrutura das polícias, [a impunidade] também é influência dessas pessoas”, diz.

Firbida aponta que mais da metade das investigações (59%) teve andamento insatisfatório, ou seja, após anos o inquérito não foi aberto, foi arquivado ou não concluído. Em 41% o andamento foi satisfatório, com a abertura da ação penal e sentença. Em apenas um caso, porém, houve condenação do mandante, caso da morte do blogueiro Décio Sá, em São Luís (MA), em 2012.

Os casos também revelam a falta de ação diante das ameaças sofridas pelos comunicadores, relatadas por 77% deles. “Se as autoridades não respondem a ameaças consideradas mais leves, o que a gente percebe é um agravamento até um grau extremo, que é o homicídio”, afirma.

A organização também monitora ameaças a profissionais e aponta que elas podem gerar autocensura, mudança da área de cobertura e até abandono da profissão.

Para evitar o cenário de impunidade, o relatório aponta um conjunto de medidas, como a proteção efetiva dos comunicadores pelo governo federal, o acompanhamento dos casos pelo Ministério Público e o investimento prioritário pelos governos estaduais nas polícias para investigar os crimes.

“São casos que não têm só uma dimensão individual, mas social, porque quando um comunicador é assassinado você está atingindo o direito da sociedade de se informar. Essa é uma dimensão coletiva que os governos atuais precisam ter em mente”, diz Firbida.

fabiocampana

Dr. Zé Francisco foi convidado especial nos 62 anos da Cáritas Brasil

O suplente de deputado federal, Dr. Zé Francisco esteve ontem, 12, à noite, na comunidade quilombola São Benedito dos Colocados.

Ele foi convidado especial para participar da comemoração dos 62 anos de CÁRITAS no Brasil.

A Cáritas Brasileira é uma entidade de promoção e atuação social que trabalha na defesa dos direitos humanos, da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável solidário e que aqui em Codó tem como representante maior Valdivino Silva, líder comunitário de São Benedito.

Junto à moradores de Mirindiba, Santana, Bacabinha e Axixá Zé Francisco aproveitou para agradecer sua expressiva votação. Jantou com os amigos e representantes das pastorais da criança e da terra (movimentos sociais da Igreja Católica).

Blog do Acélio

Sindicato dos Servidores Públicos fala sobre 4 vereadores – NÃO SEI SE VOU OU SE FICO!

NÃO SEI SE VOU OU SE FICO!
Assim podemos definir o posicionamento de quatro vereadores que há dias ensaiam suas retiradas da base de sustentação do atual prefeito, defendem a criação de um bloco que nem mesmo eles sabem definir o nome, objetivo e finalidade! Dizem que não querem criar problemas, nem confusão na câmara, defenderam ferreamente o governo por quase dois anos, fechando os olhos para os desmandos da administração e muitas vezes se eximindo de suas reais funções que é a de defender os interesses popular, fiscalizar, cobrar e denunciar o poder executivo, no entanto, só agora um desses componentes do já batizado por alguns como ” BLOCO SONRIZAL ” vem à público falar que o prefeito precisa dizer ao que veio! O posicionamento desses edis tem sido muito questionado, haja visto os mesmos continuarem se reunindo com o prefeito, atitude esta que nos leva a não acreditar num rompimento total com a atual gestão! Só iremos perceber os seus reais posicionamentos à medida em que os projetos de interesse do executivo chegarem à câmara de vereadores para apreciação e votação! Que a população codoense fique atenta ao comportamento desses espertalhões e defensores de interesses pessoais!
SINTSERM-CODÓ.

Flávio Dino edita decreto sobre liberdade de expressão em escolas do Maranhão

O governador Flávio Dino (PCdoB) editou nesta segunda-feira (12) um decreto para assegurar, no ambiente das escolas da rede estadual, a liberdade de expressão e opinião a professores, estudantes e funcionários.

“Editei agora Decreto garantindo Escolas com Liberdade e Sem Censura no Maranhão, nos termos do artigo 206 da Constituição Federal. Falar em “Escola Sem Partido” tem servido para encobrir propósitos autoritários incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna”, destacou o governador em uma postagem nas redes sociais.

O artigo 206 da Constituição Federal diz que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

  1. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola
  2. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber
  3. Pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino
  4. Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais
  5. Valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas
  6. Gestão democrática do ensino público, na forma da lei
  7. Garantia de padrão de qualidade
  8. Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal
    Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios

Flávio Dino, governador do Maranhão — Foto: Reprodução/Twitter

Flávio Dino, governador do Maranhão — Foto: Reprodução/Twitter

De acordo com o decreto editado por Flávio Dino, a Secretaria de Estado da Educação deverá promover campanha de divulgação nas escolas sobre as garantias asseguradas pelo artigo 206, inciso II da Constituição Federal, bem como dos princípios previstos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996). Ainda segundo o decreto, fica vedado no ambiente escolar:

  • O cerceamento de opiniões mediante violência ou ameaça
  • Ações ou manifestações que configurem a prática de crimes tipificados em lei, tais como calúnia, difamação e injúria, ou atos infracionais
  • Qualquer pressão ou coação que represente violação aos princípios constitucionais e demais normas que regem a educação nacional, em especial quanto à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber

O decreto diz ainda que professores, estudantes ou funcionários somente poderão gravar vídeos ou áudios durante as aulas e demais atividades de ensino, mediante consentimento de quem será filmado ou gravado.

G1