Livro didático é instrumento de construção do cidadão, diz coordenadora

Nesta segunda-feira (27), se é celebrado o Dia Nacional do Livro Didático.

“O livro didático faz parte da vida de todos nós. Quando pensamos em aprendizado sempre vem à memória uma página ou a figura de um livro. Ele constrói o cidadão. Que a gente ensine as novas gerações a respeitar o livro didático como instrumento de crescimento”. O pedido é da coordenadora de Habilitação e Registro do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Nadja Cezar Ianzer, para o Dia Nacional do Livro Didático, celebrado hoje (27).

A autarquia investiu para este ano R$ 1,3 bilhão, para distribuir 157 milhões de exemplares para 32 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental (sexto ao nono ano), além de repor e complementar exemplares para os anos iniciais e para o ensino médio. A previsão para 2018, é de R$ 1,9 bilhão em investimentos.

O FNDE é responsável pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) que tem como principal objetivo a distribuição de coleções de livros didáticos aos alunos da educação básica. O fundo disponibiliza ainda acervos de obras literárias, obras complementares e obras em versões acessíveis (áudio, Braille e MecDaisy).

Isonomia pedagógica

O PNDL tem mais de 30 anos, mas a distribuição de livros no Brasil já acontece há mais de 80 anos. “E vem se aperfeiçoando”, disse Nadja.

A coordenadora explicou que o programa influencia o mercado editorial na busca pela qualidade física e pedagógica dos livros didáticos. “A avaliação pedagógica é gerida pelo Ministério da Educação (MEC), que permite que as obras tenham todo o conteúdo aprovado e de acordo com as diretrizes educacionais nacionais”, disse, explicando que o PNLD também respeita a autonomia pedagógica das escolas.

Após a seleção dos títulos inscritos pelas editoras, o MEC elabora o Guia do Livro Didático, que é disponibilizado às escolas participantes. “Então, quem escolhe é o professor, que conhece suas necessidades locais e escolhe o material que mais se adequa às suas turmas e sua realidade”, disse Nadja.

Ela ressaltou, entretanto, que o MEC preza pela isonomia dos estudantes, que tem acesso aos conteúdos com a mesma qualidade. “Diante da diversidade e condições, permitimos que todo o professor tenha acesso aos recursos pedagógicos mínimos. Têm muitas escolas que só tem o livro didático”, disse à Agência Brasil.

A previsão para publicação do Guia do Livro Didático para 2018 é junho de 2017. No próximo ano, aproximadamente 7 milhões de alunos, de 19,5 mil escolas de ensino médio.

Digitalização

A coordenadora do FNDE afirmou que o livro didático não é pensado apenas para conteúdo pedagógico, mas a fomenta aprendizagem, induz o desenvolvimento da escrita e da leitura e democratiza o acesso à informação e cultura. “Ele é pensado para difundir uma cultura nacional, trazer aspectos não só educativos, mas sociais, entendendo que o livro é o objeto de maior força pedagógica”, disse.

Segundo Nadja, os livros didáticos trazem instrumentos digitais para serem inseridos, mas não devem ser substituídos. Ela conta, inclusive, que escolas que se apropriaram de novas tecnologias e se digitalizaram estão retornando à utilização do livro didático, pois houve um retrocesso no aproveitamento dos conteúdos pelos alunos.

“Muitas vezes, eles [livros digitais] não estão formatados do jeito que mais alcança as crianças, talvez o instrumento em si não seja capaz de fazer as crianças aprenderem ou o professor não tenha o domínio. O livro já tem esse modelo mental”, destacou.

Cuidando do livro

O PNLD é executado em ciclos trienais alternados. Assim, a cada ano o FNDE adquire e distribui livros para todos os alunos de determinada etapa de ensino e repõe e complementa os livros reutilizáveis para outras etapas, que pode ser: anos iniciais do ensino fundamental, anos finais do ensino fundamental ou ensino médio.

Por isso, à exceção dos livros consumíveis, os livros distribuídos deverão ser conservados e devolvidos para utilização por outros alunos por um período de três anos. A devolução é fundamental para o bom funcionamento do programa.

Segundo Nadja, o FNDE envia os livros como doação, e cada rede, estadual ou municipal, é responsável pela redistribuição durante os três anos e destinação final, que pode ser a reciclagem, doação ao aluno ou outro tipo de ação.

“O material é escolhido para que resista bem os três anos e sempre enviamos informativos sobre a questão do cuidado”, disse, contando que muitas escolas têm ações que fomentam nos meninos o respeito pelo livro, como concurso de boas práticas, campanhas de encapamento e premiações pela conservação dos livros.

Fonte: Imirante

Cronograma de Audiências públicas para elaboração da LDO-2018

DATA:

03/03 Região da Trizidela local flores do Joca as 10:00hs

04/03 Região da Trizidela local Santana do Machado as 10:00hs

06/03 Bairro Santo Antônio local Escola Sen. Alexandre costa as 19:00hs

07/03 Bairro São Raimundo local Salão Paroquial as 19:00hs

08/03 Bairro São Francisco local Salão Paroquial as 19:00hs

09/03 Bairro São Pedro local Ananias Murad as 19:00hs

10/03 Km 17 local Salão paroquial as 19:00hs

11/03 Cajazeiras local Escola Dep. César Pires as 15:00hs

ASC PMC

Codoenses ainda alimentam esperanças com a reforma da passarela

Faltam barras de apoio

    A reforma da passarela é uma das maiores reivindicações das pessoas que trafegam diariamente para ir ao centro, a escola, ao trabalho. O problema de infraestrutura é velho conhecido das pessoas principalmente daquelas que utilizam com maior frequência como os moradores da região da Trizidela cujo perigo é visivelmente constatado pelos moradores. É uma passarela de madeira, sabemos que não é eterna, se desgasta com o tempo. Além de estar com a parte de ferro enferrujada, ainda possui madeiras soltas, com o “mato” em volta. Segundo estudantes do turno noturno, a situação é perigosa, alguns ferros já caíram, e que durante o vento até as tábuas tremem e sugerem que as grades do lado deviam ser mais fechadas, para evitar acidentes.

Buracos perigosos
Improvisos, Remendos
Água empoçada
Grande fluxo de pessoas

CODÓ: Mais de 08 anos sem Médico Neurologista

    Sabemos que nas gestões anteriores tinha um profissional médico neurologista (Dr. José Carlos Barroso) no HGM (Hospital Geral Municipal), que realizava atendimento ambulatorial e acompanhava pacientes com sequelas de AVC em internação, cefaleia, desmaio e crises convulsivas. Quando o ex-prefeito Zito Rolim esteve em seu mandato, já não tinha a segura do profissional. Os pacientes que precisam de consulta neurológica tem que pagar em clínica particular ou solicitam tratamento fora de domicílio (TFD) ou procuram o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). É importante deixar claro que Neurologista e Psiquiatra tem funções diferentes.
NEUROLOGISTA é o médico que se dedica a fazer diagnósticos e tratamentos das doenças que afetam o sistema nervoso (cérebro, tronco encefálico, cerebelo, medula espinhal e nervos). O PSIQUIATRA lida com a prevenção, atendimento e reabilitação das doenças mentais sejam elas de cunho orgânico ou funcional, tais como depressão, distúrbio bipolar, esquizofrenia e tratamento de ansiedade.

  Não poderíamos deixar de mencionar os pacientes que sofrem com sequelas de AVC. Seria importante que tivéssemos um profissional médico na área, para avaliar os casos de AVC e traumatismo craniano que dão entrada diretamente no hospital.