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Prefeitura de Codó confirma parceria entre ACRIVI para realização da 46ª EXPOCODÓ

Na manhã desta terça-feira (29), o prefeito de Codó Francisco Nagib, Secretário de Agricultura Araújo Neto, Secretário de governo João dos Plásticos, Presidente da ACRIVI Cícero Júnior, e tesoureiro da ACRIVI Iedo Barros, estiveram reunidos para confirmar parceria para realização da 46ª EXPOCODÓ.

A 46ª edição da EXPOCODÓ será realizada entre 28 de julho e 05 de agosto.

Desemprego recua para 12,9% em abril e atinge 13,4 milhões de pessoas

O índice de desemprego no Brasil recuou para 12,9% no trimestre encerrado em abril. Isso significa que 13,4 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua.
A taxa ficou um pouco abaixo da registrada no trimestre encerrado em março, de 13,1%, voltando a cair após 3 altas consecutivas. O índice também ficou abaixo do registrado em igual trimestre móvel do ano passado, de 13,6%, quando havia 14 milhões de desempregados.
Na comparação com o trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018 (12,2%), entretanto, a taxa de desocupação cresceu 0,7 ponto percentual. Já o número de desempregados aumentou em 724 mil.
Evolução da taxa de desemprego
Índice no trimestre móvel, em %
Fonte: IBGE
Menos gente procurando vagas
A mediana das previsões em pesquisa da agência Reuters era de que a taxa ficaria em 13% no período.
Os dados do IBGE sugerem, entretanto, que o recuou do desemprego foi impactado pela menor procura por emprego, e não exatamente à melhora do mercado de trabalho. No trimestre encerrado em abril, o país somava 65,2 milhões de pessoas fora da força de trabalho, contra 64,9 milhões no trimestre até março. Em 3 meses, este contingente cresceu 0,7% (427 mil pessoas a mais).
“A população fora da força pode estar escondendo a desocupação. Sobe a população desocupada, mas a população fora da força também está crescendo”, destacou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.
No primeiro 1º trimestre, a subutilização da força de trabalho e o desalento no Brasil bateram recorde, segundo divulgado anteriormente pelo IBGE.
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de fevereiro a abril de 2018, foi estimada em 104,1 milhões de pessoas, se mantendo estável na comparação com o trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018.
População ocupada cai quase 1 milhão em 3 meses
A população ocupada cresceu 1,7% no trimestre encerrado em abril, na comparação anual, somando 90,7 milhões de pessoas. Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2018, entretanto, recuou 1,1%, uma diminuição de quase 1 milhão de pessoas.
Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a redução da população ocupada mostra que o mercado não segurou os trabalhadores contratados temporariamente no final do ano. “A efetivação destas contratações não ocorreu”, destacou.
“Qualquer influência que possa afetar o cenário econômico vai refletir no mercado de trabalho”, acrescentou o pesquisador ao destacar a instabilidade política e a crise financeira pela qual passa o país, o que afasta investimento empresarial.
Azeredo destacou que, na comparação com 2014, ano em que o país registrou a menor taxa de desocupação, a população ocupada diminui em 3,9 milhões de pessoas. “Neste período, a população em idade de trabalhar, ou seja, acima de 14 anos, cresceu em 8 milhões de pessoas. Tinha que ter gerado esse mesmo número de postos de trabalho, mas ao contrário, perdemos a metade desse número”.
Dentre os grupamentos de atividades, o que teve a maior redução no número de ocupados foi o do comércio, com o corte de 439 mil trabalhadores em 3 meses. Na sequência, as maiores reduções foram na construção (-186 mil), serviços domésticos (-172 mil) e indústria (-130 mil).
“O comércio é um grupamento mais populoso, por isso o corte é maior. Em termos de proporção, no entanto, comércio, construção e serviços domésticos perderam entre 2,5% e 2,7%”, destacou.
Evolução do número de desempregados
Em número de desocupados no trimestre móvel
Fonte: IBGE
Nº de empregos com carteira é o menor para o trimestre
O número de empregados com carteira de trabalho somou 32,7 milhões, uma redução de 557 mil pessoas ou de 1,7% no confronto com o trimestre de fevereiro a abril do ano passado. Trata-se do menor número para trimestres encerrados em abril de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre encerrado em maio, entretanto, houve uma diminuição de 200 mil pessoas.
O número de empregados sem carteira de trabalho assinada atingiu 10,9 milhões de pessoas, o maior desde 2013. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve alta de 6,3% (mais 647 mil pessoas).
A categoria dos trabalhadores por conta própria somou 23 milhões de pessoas, o maior número para trimestres encerrados em abril. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve alta de 3,4%, ou 747 mil pessoas a mais.
Já a categoria dos trabalhadores domésticos (6,2 milhões de pessoas) caiu 2,5% no confronto com o trimestre de novembro de 2017 a janeiro de 2018.
Renda estável
Segundo o IBGE, o rendimento médio real do trabalhador no trimestre encerrado em abril ficou estável, chegando a R$ 2.182 nos três meses até abril, sobre R$ 2.174 em março e R$ 2.165 no mesmo período do ano passado.
O mercado de trabalho tem refletido a fragilidade e instabilidade da atividade econômica brasileira, em meio à um cenário de incertezas que afeta a confiança dos agentes econômicos. Os indicadores dos primeiros meses do ano decepcionaram, apontando para uma recuperação mais lenta do que o esperado.
As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) passaram a ser revisadas seguidamente para baixo, e o próprio governo reduziu de 2,97% para 2,5% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2018. Para o ano, o mercado baixou previsão de alta do PIB para 2018 de 2,50% para 2,37%, segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (28).
G1 Globo

Senado aprova MP que autoriza saque do PIS/Pasep

Senado aprovou na segunda-feira (28) permissão para que qualquer titular de conta do PIS/Pasep saque os recursos que possui em conta individual até o dia 29 de junho deste ano. O Projeto de Lei de Conversão (PLV) 8/2018, decorrente da Medida Provisória 813/2017, ainda permite ao governo federal estender o prazo até o dia 28 de setembro. O texto aprovado foi relatado pelo senador Lasier Martins (PSD-RS) e segue para sanção presidencial.
Após o prazo de 29 de junho ou sua prorrogação, os recursos poderão ser sacados apenas por maiores de 60 anos, aposentados e militares da reserva. Antes da edição da MP, o saque era permitido apenas a quem tinha mais de 70 anos.
Foram incluídas na MP original outras duas hipóteses para saque: pessoas que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos sem condições de se sustentar e a pessoas com deficiência; e a portadores de certas doenças.
Depósito em conta
O resgate permitido é do saldo em contas individuais do período anterior a 1988. Como o PIS é administrado pela Caixa Econômica Federal e o Pasep pelo Banco do Brasil, quem tiver conta nestes bancos e tiver direito a resgate contará com o depósito em conta corrente ou poupança, em folha de pagamento ou outro arranjo de pagamento de titularidade do participante. O depósito será automático se não houver manifestação contrária.
Estes bancos estabelecerão um cronograma de atendimento para as pessoas que não têm conta neles, com pagamentos até junho. A transferência dos valores para outros bancos será sem cobrança de taxas no prazo de 90 dias do depósito.
Para facilitar o saque em caixas automáticos, os centavos do saldo da conta individual do PIS/Pasep serão arredondados para cima até um inteiro.
Morte do titular
Na hipótese de morte do titular da conta individual, o saldo poderá ser retirado pelos dependentes, de acordo com a legislação da Previdência Social ou dos estatutos de servidores públicos.
Segundo o Ministério do Planejamento, a mudança poderá injetar até R$ 33 bilhões na economia. Quem não sabe se tem direito ao benefício e gostaria de verificar, basta levar um documento de identificação às agências bancárias. O atendimento é feito na hora, informando os próximos passos, caso haja valores a serem retirados.
SenadoNotícias