Professor Marcos fala sobre faixa elevada na Avenida Vitorino Freire

“ATENÇÃO! CUIDADO! MOTORISTAS, MOTOCICLISTAS E CICLISTAS”: esta faixa elevada de pedestres na avenida Vitorino Freire (rua da bomba) e muitas outras lombadas e quebra-molas espalhadas na cidade foram cobertas com asfalto sem a realização da sinalização horizontal, colocando em risco a segurança dos condutores de veículos. Nessa representada na foto acima e em algumas outras há sinalização vertical o que não é o suficiente! A pintura dessas faixas, lombadas e quebra-molas devem ser feitas de imediato, antes que acidentes graves ocorram!

Por: prof. Marcos.

Pastor da Assembleia de Deus que autorizou casamento gay, esclarece: “Foi armadilha”

A Igreja Assembleia de Deus Ministério de Madureira, se viu envolvida em um novo escândalo, isso porque, um pastor presidente do campo de uma cidade no interior de Minas Gerais, autorizou a celebração de um casamento de dois casais homossexuais, em uma cerimônia coletiva que ocorreu na cidade.

Nelquiades Fernandes, escalou o pastor José Mauro, para participar da cerimônia ecumênica, que reuniu representantes espiritas e um padre católico, para celebrar o matrimônio de 86 casais, na cidade de Cataguazes, na zona da mata do estado.

Os dois casais homossexuais estavam entre os 86 casais, e foram igualmente abençoados pelo pastor, que naturalmente sabia que os homossexuais estavam entre os candidatos ao casamento. A imprensa local já havia divulgado amplamente a realização desse casamento, e enfatizando a celebração inédita no município, de um casamento homoafetivo.

Nelquiades, presidente da Assembleia de Deus local, também é candidato a deputado federal e alegou que o caso teria se tratado de uma armadilha, para prejudicar sua campanha.

Em nota, ele tentou esclarecer a situação:

Em virtude de um casamento comunitário na cidade de Cataguases-MG, um obreiro da Igreja foi convidado a participar do evento, assim como várias outras autoridades eclesiásticas. A seleção dos postulantes ao casamento é feita pelo órgão público, não havendo qualquer intervenção de terceiros. A presença do obreiro teve o objetivo de abençoar os casais que se uniram conforme os preceitos e ordenanças das Sagradas Escrituras: “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.” Gn 2.24. Está é e sempre continuará sendo a posição da Igreja, “casamento de um homem com uma mulher”. A Bíblia é a nossa infalível e inerrante regra de fé! Deus abençoe a todas e que as Bênçãos do Senhor estejam sobre todos aqueles que andam em obediência a sua Palavra. Pr. Nelquiades Fernandes”

Pastor Nelquiades Fernandes (reprodução)

Pastor Nelquiades Fernandes (reprodução)

Fonte: ofuxicogospel

Deputada Luana Costa participa de Cavalgada em Campestre e visita a Praia de Sumaúma, em Ribamar Fiquene

Pelo segundo ano consecutivo, a deputada federal Luana Costa (PSC-MA), participa da tradicional cavalgada do município de Campestre, que este ano chegou a sua décima terceira edição. A parlamentar atendeu o convite do prefeito de Campestre, Valmir Morais e vereadores daquele município da região tocantina.

Durante a 13 cavalgada de Campestre, Luana Costa concedeu entrevista para emissoras de TV e rádios da região e reencontrou com lideranças políticas do Município. Na oportunidade abraçou diversos simpatizantes de sua campanha.

PRAIA DE SUMAÚMA

Saindo da cavalgada, a deputada se deslocou até o município de Ribamar Fiquene, onde atendeu o convite do prefeito Edilomar Miranda e foi conhecer a praia de Sumaúma, importante atrativo turístico do município.

A agenda do domingo da deputada finalizou em Imperatriz, onde a parlamentar se reuniu com várias lideranças políticas da região.

 

Fonte: Deputada Luana Costa

Marina Silva diz que fé não permite a ela ‘jogar praga’ em Bolsonaro

A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, afirmou na quarta-feira (29),durante sabatina da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, que sua fé não permite a ela “jogar praga” no adversário Jair Bolsonaro (PSL).

Marina fez a afirmação, em tom de brincadeira, ao comparar o atual processo eleitoral com a eleição de 2014, na qual terminou em terceiro lugar.

Nas últimas pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha, Marina aparece em segundo lugar, atrás de Bolsonaro, no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso.

A candidata deu a declaração ao ser questionada sobre qual análise fazia da mudança de opinião do eleitorado de 2014, quando aparecia bem posicionada nas pesquisas de intenção de voto. Naquele ano, a um mês da eleição, ela aparecia em situação de empate técnico com DilmaRousseff. Mas acabou perdendo a vaga no segundo turno para Aécio Neves (PSDB).

“Eu vou começar com uma brincadeira. Eu só não vou desejar que aconteça com ele o que aconteceu comigo porque a minha fé não me permite jogar praga”, respondeu.

A candidata lembrou que, em 2014, virou cabeça de chapa após a morte de Eduardo Campos em um acidente aéreo e que “era impossível fazer uma campanha sorrindo”.

Marina disse se considerar a alternativa para unificar o país. “Não sou uma coqueluche, mas com certeza eu sou uma das alternativas, talvez a mais forte para unir o Brasil”, afirmou.

A candidata disse ainda que não perdeu a eleição presidencial de 2014 porque, segundo ela, o pleito foi fraudado pela “corrupção” e pelo caixa 2 (doação ilegal de campanha não contabilizada).

“Eu não perdi a eleição. A eleição foi fraudada, porque a corrupção fraudou a eleição. Os dois que foram para o segundo turno foram uma fraude eleitoral, porque o dinheiro do caixa 2 só a Lava-Jato revelou depois”, afirmou.

Meio ambiente e agronegócio

Marina Silva foi a quarta candidata a apresentar propostas no evento da CNA. Antes, falaram Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Pode). Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL) também foram convidados, mas não compareceram.

Segundo a organização do evento, o ex-presidente Lula, que está preso, não participou porque as regras da sabatina exigiam que o candidato estivesse presente.

O critério para definir os convidados da sabatina levou em conta a média entre a posição na pesquisa de intenção de voto divulgada pelo Ibope em 28 de junho e o tamanho das bancadas do partido do presidenciável no Congresso Nacional.

Os painéis foram individuais e não houve debate entre os candidatos.

Dirigindo-se a uma plateia formada por empresários do agronegócio, Marina, conhecida por sua posição em defesa do meio ambiente, brincou que eles não precisavam ter medo dela.

“Eu sei que os senhores têm muitas dúvidas em relação à minha pessoa. E eu até brinco: não precisam ter medo de mim. Quando a gente sabe o que está fazendo, onde está pisando, fica mais fácil resolver os problemas. E eu tenho um bom exemplo: a transposição do rio São Francisco jamais teria sido feita se não fosse por uma ministra que tivesse credibilidade”, afirmou.

Ministra do Meio Ambiente no governo Lula, Marina Silva defendeu “desmatamento zero” inclusive nas situações em que é permitido.

“Desmatamento legal zero é trabalhar para que aqueles que podem desmatar, que não desmatem, porque podem aumentar a produção por ganho de produtividade”, ponderou. Segundo ela, o país já tem área suficiente para ampliar a produção sem desmatar.

Outros temas

Violência – Após a sabatina, Marina concedeu uma entrevista à imprensa na qual foi questionada sobre a discussão para flexibilizar o porte de armas na zona rural.

A candidata afirmou que distribuir armas para a população não ajuda a resolver o problema da segurança no país, tarefa que cabe ao poder pública, já que as pessoas pagam impostos.

“A solução para segurança pública no Brasil é não permitir que os bandidos usem armas, e não distribuir armas para a população se defender sozinha”, disse Marina.

“Desse jeito é muito fácil: você se elege presidente da República em uma situação em que a segurança pública está um caos… E você dizer para população ‘compre uma arma e defenda sua família, sua vida, sua propriedade’. Quem tem obrigação de fazer isso é o estado”, completou.

Venezuelanos – Marina foi indagada na entrevista sobre seus planos para lidar com o êxodo de venezuelanos, que cruzam a fronteira em Roraima para fugir da crise no país governado por Nicolás Maduro.

A presidenciável afirmou que a situação no país vizinho é “dramática”, já que lá não existe mais uma “democracia”. Marina disse que o Brasil errou ao não liderar esforço diplomático para evitar que a Venezuela chegasse na atual situação de crise.

Ela destacou a necessidade de organizar ajuda humanitária aos imigrantes e acelerar a transferência deles para outros estados do Brasil.

“É preciso organizar ajuda humanitária aos venezuelanos, criar um sistema de como internalizar os talentos que estão vindo para cá, não para canibalizar esses talentos, mas para que eles possam ajudar as suas famílias”, afirmou.

Caminhoneiros – Sobre a greve dos caminhoneiros, a candidata declarou que a paralisação poderia ter sido evitada, o que ficou difícil com um “governo sem credibilidade”.

A candidata criticou o subsídio concedido pelo governo federal para garantir desconto no preço do litro do óleo diesel. Segundo ela, a medida “vai na contramão dos esforços que precisamos ter na redução de CO2”.

Licenciamento ambiental – Marina também negou que tenha dificultado o licenciamento ambiental de grandes obras de infraestrutura no período em que comandou o Ministério do Meio Ambiente.

“Quando cheguei ao ministério, havia mais de 40 hidrelétricas paradas e foram praticamente todas licenciadas, só não foram as que não tinham mesmo como não ser”, afirmou.

Fonte: G1