Senador Roberto Rocha agradece Bolsonaro por mais 50 respiradores para combate à COVID-19 no Maranhão

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) acompanhou, nesta sexta-feira, 05, o presidente Jair Bolsonaro em uma agenda na cidade de Águas Lindas de Goiás, onde participou da inauguração de um hospital de campanha para pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Na oportunidade o parlamentar agradeceu pela aquisição, por meio do governo Federal, de mais 50 respiradores para o combate á COVID-19 no Maranhão.

Roberto Rocha entregou, ainda, como cortesias maranhenses, um boné da equipe de futebol do Cavalo de Aço (Imperatriz) e uma camisa do Sampaio Corrêa (São Luís).

O presidente agradeceu pelo apoio do senador maranhense na viabilização de recursos federais para o combate à Covid-19 no estado.

Por onde andam e o que estão fazendo em prol da população, os vereadores de Codó nesse período de pandemia?

A pandemia do coronavírus vem fazendo estragos pelo mundo todo, matando pessoas a cada momento que passa. Em Codó, o crescimento de casos confirmados e de mortes vem sendo de forma assustadora, até agora, já foram registrados 1254 casos e 38 óbitos, segundo o boletim divulgado nesta quarta-feira(3), é preocupante.
CADÊ ELES?
A pergunta que os codoenses querem saber é, por onde adam e o que estão fazendo em prol da população nesse período de pandemia, os vereadores de Codó?
Na humilde opinião do blog, os vereadores de Codó estão muito parados pra quem quer realmente salvar vidas no combate ao Coronavírus, nenhuma ação até agora vem sendo desenvolvida pelos caros edis, o que mais se vê mesmo, é apenas mídia em blogs, os próprios números de casos confirmados e de mortes prova tudo isso, uma vez que não vemos uma ação partida dos edis que tragam resultados positivos nesse período tão difícil, mas mídia, são inúmeras… já passou da hora de se mexer nobres vereadores, vamos lutar por quem botou vocês na Câmara Municipal.
Agência Maranhao

Anvisa libera venda de máscaras de tecidos em farmácias e drogarias

A venda de máscaras de proteção de uso não  profissional – as máscaras de tecido – podem ser comercializadas em farmácias e drogarias, de acordo com a Agência de Saúde e Vigilância (Anvisa). A medida visa facilitar o acesso da população ao produto, reforçando o enfrentamento da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).  

A regra está valendo desde o dia 11 de maio, quando ocorreu a votação pela Diretoria Colegiada do órgão, que aprovou por unanimidade a medida. A agência informa que já encaminhou um ofício circular sobre a decisão para as Vigilâncias Sanitárias dos estados e municípios e do Distrito Federal (DF).  

As máscaras de uso não profissional não são enquadradas como produtos para saúde para fins regulatórios. A Agência enquadra nessa categoria equipamentos de proteção individual destinados a profissionais de saúde, como máscaras cirúrgicas, luvas e aventais cirúrgicos.  

Entretanto, as máscaras de tecido atuam como barreiras físicas, contribuindo para a saúde pública com a redução da propagação do novo coronavírus. Podem colaborar, ainda, para a redução do risco de infecções no contexto da pandemia.   

A Anvisa reforça que o uso de máscaras de tecido deve ser adotado juntamente com outras medidas, especialmente a redução do contato social, a higienização das mãos e a proteção do nariz e da boca ao tossir e espirrar.   

 Agência- Governo Federal

Brasil participa de estudo para desenvolver vacina de prevenção à Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de um estudo clínico no Brasil para testar uma potencial vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, para prevenir a Covid-19.  A portaria que autoriza a pesquisa foi publicada nesta terça-feira (2), em edição extra do Diário Oficial da União. 

O pedido de autorização foi feito pela empresa Astrazeneca do Brasil Ltda, que submeteu os dados e as informações sobre a vacina para avaliação da Agência. 

Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos para avaliar a segurança da vacina foram realizados na Inglaterra, e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável. 

A vacina ChAdOx1 nCoV-19, conhecida como AZD1222, usa um vetor viral baseado em uma versão enfraquecida do resfriado comum (adenovírus) contendo o material genético da proteína spike Sars-CoV-2. O vetor de adenovírus recombinante (ChAdOx1) foi escolhido para gerar uma forte resposta imune a partir de uma dose única sem causar uma infecção contínua no indivíduo vacinado. 

Desde o reconhecimento de calamidade pública no Brasil em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Anvisa tem adotado estratégias para dar celeridade às análises e às decisões sobre qualquer demanda que tenha como objetivo o enfrentamento da Covid-19. Uma dessas estratégias foi a criação, no âmbito da Gerência Geral de Medicamentos (GGMED), de um comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registros de medicamentos para prevenção ou tratamento da Covid-19 e para mitigação do risco de desabastecimento de medicamentos com impacto para a saúde pública devido à pandemia. 

Para realização de qualquer pesquisa clínica envolvendo seres humanos, é obrigatória a aprovação dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e/ou da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). A anuência de pesquisa clínica pela Anvisa constitui-se na etapa regulatória que se aplica somente às pesquisas clínicas que têm a finalidade de registro e pós-registro de medicamentos, por solicitações de empresa patrocinadoras ou seus representantes. O prazo para início do estudo clínico após a aprovação ética e regulatória é definido pelo patrocinador do estudo. Os estudos clínicos autorizados pela Agência podem ser consultados no site da Anvisa.  

Governo do Brasil

BOLSA FAMÍLIA: 14,28 milhões de famílias receberam o benefício em maio

Em maio, o Governo Federal realizou o pagamento do Bolsa Família a 14,28 milhões de famílias. Mais de 95% delas (13,6 milhões) também receberam a segunda parcela do Auxílio Emergencial destinado aos trabalhadores para auxiliar durante o período de isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

O auxílio superou R$ 15,2 bilhões apenas em maio, com valor médio de R$ 1.116,19.

“São mais de 14 milhões de famílias que vivem hoje em situação de pobreza ou extrema pobreza e que contam mensalmente com a ajuda do Governo Federal. Com a pandemia e todas as dificuldades financeiras que a população está enfrentando, conseguimos desenvolver uma proteção ainda mais ampla a esse grupo, que está recebendo recursos superiores aos que receberiam normalmente pelo Bolsa Família”, destaca o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.
No caso das famílias beneficiárias pelo Bolsa Família elegíveis, a lei determina que recebam aquele valor que é financeiramente mais vantajoso, entre o Bolsa Família e o Auxílio Emergencial. 

Nordeste

A Região Nordeste é a que tem o maior número de famílias do programa que receberam o Auxílio emergencial em maio: mais de 6,8 milhões. O repasse superou a marca de um milhão de famílias contempladas em três estados da região: Bahia (1,7 milhão), Pernambuco (1,1 milhão) e Ceará (1 milhão).

Já no Sudeste, os desembolsos chegaram a 1,4 milhão de famílias integrantes do Bolsa Família em São Paulo, e a mais de 1 milhão em Minas Gerais. Somando os quatro estados da região, mais de 3,5 milhões de famílias receberam o recurso especial para o enfrentamento à pandemia.

O Auxílio Emergencial ainda contemplou 1,7 milhão de famílias da Região Norte, 804 mil do Sul e 630 mil do Centro-Oeste.

Auxílio Emergencial

Com o objetivo de reduzir os impactos econômicos acarretados pelo novo coronavírus, o Auxílio Emergencial já chegou, levando em conta todas as categorias de beneficiários, a 59 milhões de brasileiros, em um investimento de R$ 76,6 bilhões do Governo Federal. Há 6,1 milhões de cadastros em análise pela Dataprev e 5,4 milhões em reanálise, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (4).
A garantia da renda mínima aos brasileiros durante a pandemia foi possível graças a três repasses do Executivo Federal via Medida Provisória. Em abril, foram destinados R$ 98,2 bilhões e R$ 25,72 bilhões. Já no dia 26 de maio, o Governo Federal assegurou mais R$ 28,7 bilhões pela MP nº 970. Com isso, o programa atingiu o patamar financeiro de R$ 152,62 bilhões.
Com informações do Ministério da Cidadania