Homenagem do Blog do Leonardo Alves à pastora Fátima Oliveira pelo seu aniversário

Quem está aniversariando hoje (28) é a esposa do pastor Rafael Sena, a pastora Fátima Oliveira da Igreja do Evangelho Quadrangular de Codó.

Pastora Fátima Oliveira e seu esposo Rafael Sena

Você é uma pastora preciosa que nos abençoa com seus ensinamentos. Que Deus lhe abençoe e lhe conceda muitos anos de vida e que nunca lhe falte sabedoria, paz, saúde e prosperidade. Parabéns, querida pastora!

Por Caio Côrrea Braga: O Nero do Brasil Contemporâneo

Diante da pior crise pela qual o Brasil passa, pelo menos, no século XXI, Bolsonaro contempla e parece torcer pela desgraça do próprio povo que o sufragou presidente em 2018. Por meio de suas falas inadequadas, completa incapacidade de coordenação e administração políticas e descrença na ciência e na experiência mundial de combate, até agora, à COVID-19, Bolsonaro toca fogo no Brasil enquanto parece apreciar a desgraça para a qual seu próprio país caminha. Não era de se esperar comportamento diferente de um sujeito eleito num cenário de completa radicalização política e que, diante da perda de apoio popular e do insucesso do programa liberal mofado aplicado à economia, tem de buscar no conflito suas chances de sobrevivência política.
Diante disso, o questionamento que deve ser feito no momento é até quando aguentaremos suas atitudes, as quais colocam em risco não somente o processo de recuperação econômica do país, mas, sobretudo, as instituições da democracia brasileira e a saúde dos milhões de brasileiros que podem ser acometidos por essa desgraça sanitária. Diferentemente do que afirma o presidente, não há contradição entre a saúde dos cidadãos e a recuperação econômica. Ao invés, quanto mais restritivas e duras forem as medidas de isolamento social tomadas agora, mais rápido poderá o país voltar à normalidade. Afinal, não há recuperação econômica sem vidas que a ela possam dar fôlego.
O presidente da República deve olhar para seus tão queridos líderes Trump e Netanyahu e se espelhar sobre como agir diante da pandemia, pois estamos a poucos dias do colapso dos sistemas de saúde público e privado, da explosão do número de casos e das mortes no país, os quais se encontram, inclusive, subnotificados.
Mudará Bolsonaro a forma como conduz o país na pior crise do século? Muito difícil. O que resta é deixá-lo sozinho, como se fosse uma criança que se recusa a andar com os pais e, depois de ver que se encontra sozinha, volta correndo atrás. Cabe aos governadores e prefeitos ignorarem qualquer orientação que venha do governo federal e recomende a retomada das atividades rotineiras, sob o risco de que se não o fizeram, serão julgados pela História e irão para a lata do lixo desta.
27 de Março de 2020
                            Caio Côrrea Braga
Graduando em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pesquisador nas áreas de Segurança Internacional e Defesa e Inovação, Ciência e Tecnologia no Brasil

Coronavírus: o distanciamento social para proteger idosos e doentes crônicos

Brasília (DF) – Diante do avanço do novo coronavírus (que causa a Covid-19) pelo Brasil, o distanciamento social, principalmente dos idosos, grupo mais vulnerável, tem sido método eficaz em países como a China e Coreia do Sul para a redução das taxas de crescimento dos casos de Covid-19. 

A adoção dessa medida pelos idosos precisa do apoio e da solidariedade dos mais jovens, que devem adotar rigorosamente práticas de higienização. Quem precisa sair para trabalhar ou ir a um supermercado ou farmácia, deve ao chegar em casa, ter o cuidado de tomar banho e trocar de roupa para evitar a contaminação, é o que recomendam as autoridades de saúde.

Mas como convencer os idosos, principalmente os mais ativos, a ficarem em casa? Esse é um grande desafio para muitas pessoas, atualmente, mas são condições eficazes em reduzir a velocidade da disseminação da doença. Assim, preservam o sistema de saúde do colapso, avaliam os especialistas.

Distanciamento social não é abandonar os idosos e/ou doentes crônicos, mas, sim, uma medida de prevenção para garantir a vida. Diante deste cuidado, especialistas recomendam a manutenção de contatos virtuais para compensar a perda de convívio pessoal, fundamental para os idosos não se sentirem desprotegidos.

Eu moro com um idoso, o que devo fazer para protegê-lo?

Há algumas medidas que devem ser tomadas para protegê-lo dentro do lar. Como a transmissão do vírus já é comunitária e corremos o risco de sermos portadores assintomáticos (ou seja, estamos infectados, mas não apresentamos sintomas), precisamos nos atentar à higiene.

As mesmas recomendações que a Organização Mundial da Saúde já vêm orientando, assim como o Ministério da Saúde brasileiro, são válidas: lavar bem as mãos com água e sabão, higienizá-las com álcool em gel 70% quando for necessário, respeitar o isolamento e a quarentena. Se for preciso ir ao mercado, vá sozinho e deixe a pessoa com mais idade em casa. Em caso de sintomas leves, não vá ao hospital, repouse em casa. Em caso de falta de ar e febre alta, é bom ir ao pronto-socorro. 

Brasileiros tomam ciência da pandemia do coronavírus

Pesquisa do instituto FSB aponta que quase a totalidade dos brasileiros já tomou ciência da pandemia do novo coronavírus. O levantamento ouviu duas mil pessoas nos dias 18 e 19, e 99% delas afirmaram já ter ouvido falar da Covid-19.

A maioria das pessoas ouvidas pela pesquisa acredita que os sintomas são sempre perceptíveis (80%), que qualquer sintoma justifica uma ida ao hospital (71%), e que o uso de máscara é o suficiente para evitar a disseminação do coronavírus (58%).

Ainda de acordo com o levantamento, a situação do coronavírus é grave para 65% e, ao todo, 75% responderam ter “muito medo”, “medo” ou um “medo médio” da doença.

Já para 63%, o novo coronavírus é grave no Brasil e no resto do mundo. Para 28%, é grave em outros países, mas menos ou pouco grave no Brasil. Para 6%, é pouco grave tanto no país quanto fora. E para 1% é grave no Brasil, mas não em outros países.

Apoio às restrições

Medidas como suspensão de aulas e fechamentos de estabelecimentos estão sendo tomadas pelo governo federal e pelos governos estaduais. Ao todo, 92% apoiam a proibição de shows e eventos culturais; 91% a interrupção do futebol e eventos esportivos; 90% o fechamento de escolas e academias; e 89% a interdição de praias (89%).

O fechamento de bares e restaurantes é defendido por 81% dos entrevistados, segundo o instituto FSB.

Como a população está se prevenindo

Quanto aos cuidados que os brasileiros estão tomando para se prevenir de contágio com o vírus que causa a Covid-19, lavar as mãos com maior frequência foi a medida apontada por 95% dos entrevistados.

Outras medidas são evitar frequentar locais com aglomerações (89%), evitando cumprimentar outras pessoas com apertos de mão, abraços e/ou beijos (88%) e evitando ir a bares ou restaurantes (88%).

O percentual de brasileiros que está utilizando álcool em gel para higienizar as mãos é de 75%. As medidas com menor taxa de adesão são a estocagem de alimentos e outros produtos (17%) e o uso de máscara (8%).

Taxa de infecção

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras fontes estão estimando que a taxa de infecção do Covid-19 é mais alta que a gripe sazonal e a gripe suína, mas consideravelmente menor que o sarampo. A televisão pública suíça SRF diz que os últimos números da OMS colocam a taxa de mortalidade do Covid-19 em cerca de 3,4% na China e cerca de 1,1% fora da China.

Cientistas britânicos estimam que a taxa de transmissão do novo coronavírus entre humanos é de duas a três pessoas para cada paciente infectado. O relatório ainda é preliminar e foi feito a partir de modelos computacionais baseados em dados de epidemias anteriores.

Redes socais para navegar esse período

Em tempo de isolamento imposto e necessário, o uso das redes sociais e recursos tecnológicos têm amenizado as distâncias, mas especialistas recomendam que as pessoas redobrem os cuidados com as notícias falsas – as fake news. Para combater a disseminação das fake news e evitar histeria social, o Ministério da Saúde está disponibilizando um número de WhatsApp para envio de mensagens da população. O canal, segundo a pasta, não deve ser utilizado como um Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) ou tira dúvidas dos usuários, mas um espaço exclusivo para receber informações virais, que serão apuradas pelas áreas técnicas e respondidas oficialmente se são verdade ou mentira.

Qualquer cidadão poderá enviar gratuitamente mensagens com imagens ou textos que tenha recebido nas redes sociais para confirmar se a informação procede, antes de continuar compartilhando. O número é (61) 99289-4640.

Fique em casa e fique bem

Adaptar-se à nova realidade, seja ela de trabalho ou de estudo, tem requerido que todas as cidades brasileiras desacelerassem seus ritmos, até mesmo em São Paulo, a cidade que não para. O isolamento é para o bem de todos, conforme orienta a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estamos nos primeiros dias de isolamento social, mas aos poucos o Brasil inteiro está adotando procedimentos para evitar a evolução do novo coronavírus e, essencialmente, para proteger as pessoas mais frágeis, os idosos. O momento tem permitido que iniciativas como as pessoas cantando nas janelas a professores que sobem no telhado (com segurança) para dar aulas a quem está na sacada. São gestos que enchem a todos de esperança e de que ficar em casa, se puder, vai evitar que o problema avance. Acredita-se que, com criatividade e solidariedade, será possível fazer do isolamento social um período produtivo e positivo em favor da vida.

Texto e fotomontagem: Agência Republicana de Comunicação (Arco)

Câmara aprova auxílio R$ 600 por mês para trabalhador informal

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (26) auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600,00, destinados aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. A matéria segue para análise do Senado. 

Pelo texto do relator, deputado Marcelo Aro (PP-MG), o auxílio pode chegar a R$ 1.200 por família. O valor final, superior aos R$ 200 anunciados pelo Executivo no início da crise em virtude da pandemia, foi possível após articulação de parlamentares com membros do governo federal. O projeto prevê ainda que a mãe provedora de família “uniparental” receba duas cotas. 

Os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao auxílio:
– ser maior de 18 anos de idade;
– não ter emprego formal;
– não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
– renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
– não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

Pelo texto, o beneficiário deverá ainda cumprir uma dessas condições:

– exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
– ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
– ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); ou
– ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

Pelas regras, o trabalhador não pode ter vínculo formal, ou seja, não poderão receber o benefício trabalhadores formalizados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e servidores públicos. 

Pela proposta, também será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio. O pagamento será realizado por meio de bancos públicos federais via conta do tipo poupança social digital. Essa conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mas não pode permitir a emissão de cartão físico ou cheques.

Impacto fiscal

No início da tarde, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu o auxílio de R$ 500 durante o período de crise. Segundo ele, o valor referente a meio salário-mínimo (atualmente em R$ 1.039) deveria ser pago por três meses e teria um impacto fiscal estimado entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Com a mudança, a perspectiva fiscal é de um impacto de R$ 14 bilhões. Maia argumentou que o valor pago aos profissionais informais deve ser mantido caso ainda haja necessidade após os três meses previstos no texto. 

“Não é possível que a gente não possa garantir aos trabalhadores informais uma renda por esse período de três meses e avaliando esse cenário a cada semana, porque isso é um cenário de guerra. É importante que a gente possa aplicar os recursos [públicos] também na sociedade brasileira”, disse o presidente da Câmara.

O líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), destacou o apoio de presidente Jair Bolsonaro para o auxílio de R$ 600. “O presidente Bolsonaro, muito sensível a esses 25 milhões de brasileiros que são os mais afetados, os mais sofridos, atento às reivindicações dos líderes partidários, decidiu apoiar a medida de R$ 600. Isso vai fazer com que as famílias que têm duas pessoas nessa condição tenham mais do que 1 salário mínimo, serão R$ 1.200.”

Para o líder minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), a medida é essencial em tempos de crise. “Nós temos a compreensão de que, em um momento como esse, de grave crise na economia real, que está impactando a saúde pública no Brasil, nós não podemos ter restrições para gastar. Portanto, o gasto com a saúde tem que ser ilimitado”, afirmou.  

O líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), afirmou que a proposta garante o “mínimo de esperança” para trabalhadores informais, mas também serão necessárias medidas para micro e pequenas empresas. 

“São os informais que hoje não estão trabalhando, não têm renda. Hoje não têm a mínima esperança de chegar ao final do mês e ter o seu dinheiro para comprar as necessidades mais básicas da sua família’, argumentou o parlamentar”, disse. “Nós aguardamos agora crédito para as pequenas e médias empresas, porque nós sabemos que também elas estão paradas e não têm como se sustentar. É preciso que o governo olhe para as pequenas e médias empresas e possa liberar crédito barato extraordinário para essa finalidade, e também a medida provisória para garantir emprego e o seguro-desemprego para os trabalhadores”.

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Hospitais filantrópicos

O plenário também aprovou nesta quinta a suspensão, por 120 dias, a contar de 1º de março, a obrigatoriedade de hospitais filantrópicos de cumprirem metas quantitativas e qualitativas contratadas junto ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em troca de isenção de impostos, essas unidades de saúde precisam prestar serviços de saúde como consultas, exames e procedimentos de média e alta complexidade (cirurgias, por exemplo) ao SUS.

No entanto, por causa da crise provocada pela pandemia de coronavírus, esses hospitais não conseguirão atingir as metas de quantidade e qualidade para que as mantenedoras possam contar com a isenção. 

“[A medida] garante aos prestadores de serviço do SUS, especialmente as santas casas, hospitais universitários, a manutenção dos recursos que esses prestadores recebem mensalmente e que, infelizmente, podem ser interrompidos neste momento da pandemia do coronavírus”, disse o deputado Dr Luizinho (PP-RJ). 

“Porque infelizmente, neste momento, nós temos uma situação que suspende as cirurgias eletivas. A maioria desses prestadores de serviço trabalham com as cirurgias eletivas, com procedimentos ambulatoriais e certamente serão afetados. Por isso, a manutenção por 120 dias é fundamental, a fim de que eles possam ter a manutenção das suas atividades, da situação econômica dos seus empregos”, completou o parlamentar.

Adicional de insalubridade

Outra proposta aprovada pelos parlamentares garantiu um adicional de insalubridade para trabalhadores de serviços essenciais ao combate a epidemias em casos de calamidade pública.

O texto prevê que profissionais da área de saúde, segurança pública, vigilância sanitária, corpo de bombeiros e limpeza urbana no combate de epidemias devem receber o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo, o equivalente a 40% do salário mínimo da região (R$ 418).

 

Agência Brasil

Assembleia e Seduc firmam parceria para gravação de videoaulas aos alunos da rede pública de ensino

 

Assembleia e Seduc firmam parceria para gravação de videoaulas aos alunos da rede pública de ensino

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), e o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, oficializaram parceria, nesta sexta-feira (27), visando à utilização da estrutura do Complexo de Comunicação da Alema para a gravação de videoaulas voltadas aos estudantes das redes públicas estadual e municipais. A reunião contou também com a participação do diretor de Comunicação da Alema, jornalista Edwin Jinkings.

O instrumento pedagógico servirá como auxílio aos alunos nesse período de suspensão das aulas por conta da pandemia do novo coronavírus. O conteúdo produzido será veiculado pela TV Assembleia (canal aberto digital 51.2/17 TVN), além de outras emissoras de rádio, por meio de audioaulas, e de plataformas digitais para que todos tenham a possibilidade de acesso à aprendizagem.

O chefe do Legislativo maranhense pontuou que é mais uma parceria da Assembleia com o Governo do Estado, a exemplo da que foi firmada na área da Saúde, para amenizar os efeitos da crise provocada pela COVID-19, no Maranhão.

“É uma iniciativa muito importante para que os alunos, que, infelizmente, não estão podendo frequentar as escolas em razão da pandemia, possam ter acesso ao conteúdo e, assim, a comunidade escolar permaneça mobilizada e os prejuízos sejam menores”, afirmou Othelino.

Colaboração

O secretário de Educação, Felipe Camarão, explicou que as videoaulas não substituirão as aulas presenciais, mas serão um reforço nesse período de suspensão das atividades escolares. Ainda de acordo com o titular da Seduc, serão produzidos conteúdos para o Ensino Fundamental e Médio. As aulas serão gravadas seguindo os protocolos de segurança recomendados por órgãos de saúde.

“Nós teremos videoaulas, que serão transmitidas pela TV Assembleia e disponibilizadas, também, na internet, além de audioaulas transmitidas pelas rádios, de modo que possamos atingir o máximo de estudantes possível em todo o Maranhão. A expectativa é de que os pais possam garantir que seus filhos assistam para que, depois que a suspensão acabar e as aulas voltarem, a gente faça apenas o reforço do conteúdo e a vida seguir normalmente, que é o mais importante”, assinalou.

Felipe Camarão agradeceu a parceria com os deputados estaduais pela importante colaboração em mais uma ação de combate ao novo coronavírus. “Agradecemos imensamente a todos os deputados estaduais, na pessoa do presidente Othelino, que, mais uma vez, demonstra o seu espírito público, trabalhando, efetivamente, em benefício do povo do Maranhão”.

O diretor de Comunicação da Alema, jornalista Edwin Jinkings, informou que as gravações das videoaulas serão iniciadas neste sábado (28), com transmissão do conteúdo a partir de segunda-feira (30), no período da manhã, das 8h às 10h20, e à tarde, das 13h40 às 16h.

“Uma ação de grande importância para os alunos da rede de ensino pública do Maranhão. É um trabalho que será desenvolvido em parceria com a Assembleia, por meio da Diretoria de Comunicação, juntamente com a comunicação da Seduc. Estamos todos empenhados em colaborar, da melhor forma possível, para superarmos essa crise sanitária que o país vive com medidas contra o avanço da pandemia de coronavírus em nosso estado”, frisou Edwin Jinkings.

Agência Assembleia