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UemaSul realiza concursos públicos para Imperatriz e Açailândia

Foto: Divulgação

A Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul), instituída pelo governador Flávio Dino em outubro de 2016, está se consolidando por meio de várias ações de educação e pesquisa e a expansão do quadro de professores. Esta semana, foram realizados concursos públicos para docentes, com ofertas de vagas para os campi de Açailândia e Imperatriz.

“Dividimos os concursos em blocos, para otimizar o trabalho e os esforços da Comissão de Concursos”, afirmou a reitora da UemaSul, Elizabeth Nunes Fernandes.

Em 2017, o Governo do Estado autorizou a abertura de 30 vagas de concurso que se somaram às outras nove, herdadas durante a transição de Universidade Estadual do Maranhão (Uema) para UemaSul. Lançados em etapas, os concursos já contemplaram todos os campi e centros, e agora a expectativa é de fechar o primeiro ciclo ainda este ano.

Foram realizados simultaneamente sete concursos. São seis vagas para o Centro de Ciências Humanas, Sociais, Tecnológicas e Letras – Campus Açailândia e uma vaga é destinada ao Centro de Ciências Exatas, Exatas, Naturais e Tecnológicas- CCENT – Campus Imperatriz.

Inédita nas instituições públicas da região, a área de Educação da Matemática é um campo que busca trabalhar metodologias, estratégias e técnicas que facilitem o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes em relação à Matemática no processo de letramento dos alunos.

Para o Vice-Reitor, Expedito Barroso, a oferta desta vaga representa um avanço e uma melhoria na qualificação dos estudantes e futuros profissionais das áreas de exatas, principalmente do curso de Matemática da UemaSul.

“A oferta desta vaga é bastante significativa para instituição, principalmente por esse profissional ter um conhecimento que irá contribuir para a desmistificação da matemática, como uma ciência de difícil compreensão e aprendizagem. Um docente voltado para esta área, formando futuros professores que irão atuar na formação básica, com certeza teremos uma melhoria na educação da região”, afirmou.

Açailândia

Para o Centro de Ciências Humanas, Sociais, Letras e Tecnológicas, no campus Açailândia, são seis vagas destinadas para as áreas de Administração de Empresas, Matemática Aplicada, Engenharia Civil, especificamente para Infraestrutura de Transporte, Geotecnia e Estrutura. E para Engenharia Elétrica, para as disciplinas de Instalação Elétrica, Prediais e Industriais. Em relação a Imperatriz, foram ofertadas nove vagas, sendo a última destinada ao CCENT, específica ao campo do Ensino da Matemática.

Outros quatro concursos já foram realizados nesse campus. Com mais de 15 anos de existência, estes serão os primeiros professores efetivos, que poderão impulsionar o ensino, a pesquisa e a extensão.

“Sabemos da grande contribuição ao longo desses anos por parte de todos os professores substitutos que passaram pela instituição, mas, sabemos que para fazer uma universidade de verdade, é preciso professores concursados, com os meios e possibilidades de desenvolver suas atividades acadêmicas”, avaliou a reitora Elizabeth Nunes Fernandes.

Outras vagas

Até o final do ano, outro concurso deve ser realizado na UemaSul, para professor de LIBRAS, fechando assim o ciclo de 39 concursos. Em decorrência da vacância em algumas destas vagas, outros editais devem ser lançados, reabrindo as inscrições com novos pré-requisitos.

 

Fonte: www.ma.gov.br

Brasil tem terceira eleição para presidente mais apertada desde 1989

Jair Bolsonaro

Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). Com 100% das seções apuradas, Bolsonaro recebeu 57.797.073 votos (55,13%) e Haddad, 47.039.291 (44,87%).

No discurso da vitória, Bolsonaro afirmou que o novo governo será um “defensor da Constituição, da democracia e da liberdade”.

Aos 63 anos, capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações polêmicas, Jair Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para obter o mandato de presidente de 2019 a 2022.

Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda.

Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos, com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen.

Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e 2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita.

Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista.

Primeiro turno

A campanha eleitoral teve início em agosto com 13 candidatos à Presidência da República, o maior número de concorrentes desde 1989, quando houve 22 postulantes:

  • Jair Bolsonaro (PSL) – Reeleito deputado federal em 2014 pelo PP, Bolsonaro saiu em busca de um partido para concorrer à Presidência. Passou pelo PSC e, em março, filiou-se ao então nanico PSL. Bolsonaro teve dificuldade para encontrar um vice. O general Hamilton Mourão (PRTB) foi a quarta opção, após convites ao senador Magno Malta (PR), ao general Augusto Heleno, do PRP, e à advogada Janaína Paschoal, do PSL. Bolsonaro também não conseguiu alianças com grandes partidos e teve pouco tempo na propaganda eleitoral gratuita. O candidato compensou a desvantagem com forte presença nas redes sociais e no aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. Bolsonaro encerrou o primeiro turno como o candidato mais votado, com 49.276.990 votos (46,03% dos válidos).
  • Fernando Haddad (PT) – O candidato foi registrado como vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em agosto liderava as pesquisas de intenção de votos mesmo preso desde abril em Curitiba devido à condenação a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP). Haddad assumiu a cabeça da chapa em setembro, depois que o TSE rejeitou o registro da candidatura de Lula. A estratégia do PT foi vincular a imagem de Lula à de Haddad, a fim de assegurar a transferência de votos. No começo, Haddad tinha 4% nas pesquisas e passou da faixa dos 20% – metade das intenções de voto que o padrinho vinha obtendo. O petista recebeu 31,3 milhões de votos (29,28% dos votos válidos) no primeiro turno e passou ao segundo turno.
  • Ciro Gomes (PDT) – O PDT concorreu coligado ao PT nas duas últimas eleições presidenciais, mas na deste ano reapareceu com candidatura própria, a de Ciro Gomes, que se apresentou como uma terceira via, na esperança de obter votos no centro e na esquerda, como alternativa aos eleitores desencantados com o PT e refratários a Bolsonaro. Ciro Gomes terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 12,4% dos votos. No segundo turno, embora o PDT tenha anunciado “apoio crítico” a Haddad, Ciro Gomes se manifestou contra Bolsonaro, mas não quis declarar apoio a Fernando Haddad.
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – O ex-governador de São Paulo também se apresentou como opção de “terceira via” a Bolsonaro e Haddad. Fechou uma aliança com oito partidos, apoio que incluiu legendas do “Centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD) , o que garantiu a ele quase metade do tempo na propaganda de rádio e TV. Mas terminou o primeiro turno com menos de 5% dos votos.
  • Marina Silva (Rede) – Em sua terceira candidatura presidencial, agora pela Rede, Marina Silva foi outra candidata que tentou se colocar como alternativa ao PT e a Bolsonaro. Ela começou bem nas pesquisas, mas perdeu força e teve desempenho bem inferior ao terceiro lugar registrado em 2014, quando obteve mais de 22 milhões de votos. Desta vez, alcançou pouco mais de 1 mihão e terminou em oitavo lugar.
  • Alvaro Dias (Podemos) – O senador e ex-governador do Paraná centrou o discurso no combate à corrupção. Tentou seduzir sem sucesso o eleitor com um convite, caso eleito, para que o juiz Sergio Moro assumisse o Ministério da Justiça. Terminou o primeiro turno em novo lugar, com 859 mil votos (0,8% do total).
  • Henrique Meirelles (MDB) – Ministro da Fazenda do governo Michel Temer, Henrique Meirelles tirou R$ 54 milhões do próprio bolso para financiar a campanha a presidente. Apostou no discurso de recuperação da economia, mas não decolou. Obteve 1,2 milhão de votos (1,2% do total).
  • João Amoêdo (Novo) – Candidato com origem no mercado financeiro, João Amoêdo, do Partido Novo, que estreou em eleições com discurso liberal na economia. Chegou em quinto lugar no primeiro turno, com mais de 2,6 milhões de votos (2,5%), e considerou o desempenho “sensacional”.
  • Cabo Daciolo (Patriota) – Foi dos candidatos com maior repercussão nas redes sociais, repetindo sempre que podia a expressão “Glória a Deus”. Ele até optou por jejuar e orar em um monte durante parte da campanha. Terminou o primeiro turno em sexto lugar, com mais de 1,3 milhão de votos, à frente de nomes mais conhecidos como Marina Silva e Henrique Meirelles.
  • Demais candidatos – A corrida presidencial ainda teve as candidaturas à esquerda de Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU). O primeiro obteve pouco mais de 617 mil votos. A segunda, 55,7 mil. João Goulart Filho (PPL), filho do ex-presidente Jango, também tentou a sorte. Foi o último colocado entre os 13 que disputaram o primeiro turno, com 30,1 mil votos. O “democrata cristão” José Maria Eymael (DC) foi o penúltimo, com 41,7 mil. Durante a campanha, ele usou o bordão “Sinais, fortes sinais”.

Atentado contra Bolsonaro

Em uma campanha marcada por ânimos exaltados nas redes sociais e nas ruas, Jair Bolsonaro foi vítima de um atentado no qual levou uma facada, em 6 de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O candidato do PSL teve o abdômen perfurado, passou por cirurgias e ficou 23 dias internado.

Em razão do atentado, o deputado concentrou a campanha nas redes sociais por meio de mensagens de texto e vídeos – após o primeiro turno, por exemplo, a campanha marcou uma entrevista coletiva no Rio de Janeiro, mas o candidato optou por um discurso transmitido ao vivo pelo Facebook.

Bolsonaro recebeu 49,2 milhões de votos no primeiro turno, contra 31,3 milhões de Haddad.

resultado do primeiro turno ainda encerrou a polarização entre PT e PSDB das últimas seis eleições – o PSDB venceu em 1994 e 1998, e o PT em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Segundo turno

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad repetiram ao longo do segundo turno declarações nas quais alertaram que a vitória do rival traria riscos ao Brasil. Haddad apontou possível retrocesso na democracia e reproduziu elogios de Bolsonaro à tortura. O candidato do PSL, em tom de combate ao comunismo, criticou o apoio do PT aos governos de Cuba e Venezuela.

Ao longo do segundo turno, Bolsonaro permaneceu no Rio, onde mora com a família. Apesar dos desafios de Haddad e de ter sido liberado pelos médicos, o deputado decidiu não participar de debates. A votação no primeiro turno e a liderança nas pesquisas reforçaram a estratégia de evitar confrontos.

WhatsApp investiga empresas suspeitas de integrar esquema para caluniar Haddad

WhatsApp investiga empresas suspeitas de integrar esquema para caluniar Haddad

Na campanha de segundo turno, se acentou o debate sobre o fluxo de mensagens com conteúdo falso, as chamadas “fake news”. Circularam nas redes sociais e em aplicativos de trocas de mensagens conteúdo com informações incorretas sobre diversos assuntos, entre os quais, supostas fraudes nas urnas eletrônicas, desmentidas pelo TSE.

O uso do WhatsApp nas campanhas foi parar na Justiça Eleitoral, após reportagem da “Folha de S.Paulo” relatar casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que teriam comprado pacotes de “disparo em massa” de mensagens contra o PT. O candidato do PSL negou as irregularidades.

Propostas de Bolsonaro

Bolsonaro criou uma espécie de alto comando da campanha que o levou à Presidência, composto pelos três filhos que são políticos (Carlos, Flávio e Eduardo);o advogado Gustavo Bebianno, presidente do PSL; o economista Paulo Guedes, e generais da reserva, com destaque para o general Augusto Heleno.

Guedes assumiu o papel de embaixador de Bolsonaro junto ao mercado financeiro, e os generais ajudaram a conter resistências ao nome do capitão nas Forças Armadas.

Políticos também apoiaram Bolsonaro, a exemplo do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), já anunciado como ministro da Casa Civil no novo governo. A soma do trabalho desse grupo mais restrito resultou no plano de governo e em propostas apresentadas durante a campanha:

Fonte: G1

Estudante reclama de banheiro podre na Escola Matta Roma

Estudante do Centro de Ensino Luzenir Matta Roma entrou em contato com a redação do blog do Leonardo Alves na manhã desta segunda-feira (29), e fez uma reclamação sobre a situação do banheiro da escola.

Segundo a mesma, que preferiu não se identificar, o banheiro está completamente depedrado, sem limpeza, muito horrível, sujo e podre.

As imagens abaixo foram registradas por uma estudante.
Com a palavra a direção da escola ou Unidade Regional de Educação (URE).

CYBERBULLYING é tema de estudantes da Escola Santa Filomena na Semana Municipal de Ciência e Tecnologia

Durante a Semana Municipal de Ciência e Tecnologia realizada pela Prefeitura Municipal de Codó, estudantes do 8° ano da Escola Santa Filomena apresentaram exposição sobre CYBERBULLYING compartilhando conhecimentos sobre a temática, uma forma de chamar a atenção dos participantes do evento expondo situações de bulliyng virtual.

No ambiente escolar, o cyberbullying pode afetar a convivência e o comportamento dos alunos. Portanto, esta forma de violência é muito perigosa podendo deixar sequelas pelo resto da vida das vítimas.

A professora Sonia Pinheiro destacou a importância do trabalho realizado pelos estudantes da instituição.

Confira seis apostas de temas da redação no Enem 2018

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) segue um formato ortodoxo.

Primeiro, é preciso criar uma tese. O passo seguinte é argumentar em defesa de um ponto de vista e, ao final, propor uma intervenção ao problema. Tudo com coesão e coerência.

Segundo o manual de redação do Inep (responsável pelo Enem), um dos cinco itens que serão avaliados no texto é a capacidade de “elaborar proposta de intervenção para o problema abordado que respeite os direitos humanos”.

Até o exame de 2016, quem ferisse os direitos humanos teria a nota zerada. No ano passado, decisão do Supremo Tribunal Federal excluiu esse item entre os critérios que anulavam a prova.

Convidados pela Folha de S.Paulo, os professores de produção textual, Ana Paula Severiano, do Stockler, e Frederico Barbosa, do Colégio Equipe, fizeram apostas com os possíveis temas que poderão cair na prova de redação deste ano.

Os links que acompanham cada tema são de especiais da Folha de S.Paulo, que poderão ajudá-lo a formular bons argumentos e a proposta de intervenção. Confira abaixo:

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL

A reforma do ensino médio entrou na pauta com a discussão da nova Base Nacional Comum Curricular. O participante pode refletir a sua própria formação

DÉFICIT HABITACIONAL

A falta de moradias e de políticas públicas para amenizar o problema é um tema que ganhou força após a queda de um prédio de sem-teto no centro de SP em maio deste ano

CRISE NOS PRESÍDIOS

O Brasil é o país com a 3ª maior população carcerária do mundo e as autoridades ainda não conseguiram conter a ação das facções criminosas que agem de dentro das cadeias

DESAFIOS DO ENVELHECIMENTO

A população idosa no Brasil só cresce e vive mais. A falta de políticas públicas para absorver os mais velhos ao mercado de trabalho e a nova reforma da Previdência são discussões do momento

BRIGA DE TORCIDAS

A rivalidade entre as torcidas dos times de futebol pode ser uma forma de a redação fazer correlação com o momento político do país em que as diferenças partidárias têm levado a população a enfrentamentos nas redes sociais e nas ruas

FAKE NEWS

A disseminação de notícias falsas nas redes sociais e aplicativos de mensagens pode exigir do participante uma posição sobre o limite da liberdade de expressão

 

Fonte: Cidade Verde

Corpo de Bombeiros Militar de Codó participa da Semana Municipal de Ciência e Tecnologia

A Semana Municipal de Ciência e Tecnologia, a qual teve como tema deste ano, “A Ciência para redução das desigualdades”, realizada em Codó, contou com a participação especial do Corpo de Bombeiros Militar de Codó, que na oportunidade contava com palestrantes da 15° Companhia Independente de Bombeiros. A comissão científica Interinstitucional, considerou o evento um verdadeiro sucesso, superando as expectativas do ano anterior; até porque, segundo ainda a coordenadora, a participação dos órgãos de segurança pública, principalmente o Corpo de Bombeiros, abrilhantou o evento com exposição de materiais e vídeos demonstrativos das operações de salvamento. Soma-se, a isso tudo, inúmeros projetos de inclusão social desenvolvido por esta corporação, dentre eles o projeto “Bombeiro Mirim”, que promove formação cidadã para crianças e adolescentes.

O comandante major Gocbm Frazão, agradeceu o conceito e reiterou que os órgãos de segurança tem um papel fundamental no desenvolvimento social e, portanto, a importância do evento para informar a população dos trabalhos desenvolvidos, frisou o comandante.

Bolsonaro: “se eu for presidente, ideologia de gênero vai deixar de existir”

O candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), foi entrevistado nesta semana pela Rede Gospel de Televisão. Em sua residência, na Barra da Tijuca, RJ, falou sobre as metas e planos de governo que pretende implementar caso seja eleito.

Ele destacou alguns dos temas onde há mais divergências entre a sua candidatura e a de Fernando Haddad (PT): família, respeito à criança em sala de aula, ideologia de gênero, combate à violência e respeito às religiões.

Ao citar a necessidade do resgate de valores cristãos históricos, ele afirmou: “Sei do tamanho da responsabilidade que recairá sobre nós, caso venhamos a nos eleger”.

Homofobia

Bolsonaro garantiu não ser homofóbico e reiterou que só queria rebater o material patrocinado pelo Ministério da Educação que, segundo ele, é composto de livros, cartazes e filmes “que deixariam qualquer um de cabelo em pé”.

“Eu denunciei isso de forma bastante pesada, no final de 2010. Em 2011, eu já tinha o apoio das bancadas católica e evangélica”, lembra.

Embora Dilma Rousseff, que era presidente na época, tenha reconhecido que o material era inadequado o vetou, “eles seguiram em frente e trocaram o nome, passando a utilizar o termo ideologia de gênero”.

“Se eu for presidente isso vai deixar de existir”, garante.

Novo jeito de governar

“No Brasil quem não mente não consegue sucesso na política, é quase que uma norma isso. E eu resolvi fazer exatamente o contrário”, disparou.

Com 28 anos de atuação parlamentar, Bolsonaro tem o apoio de mais de 70% dos evangélicos, segundo algumas pesquisas. Ao ser questionado sobre o que os cristãos devem esperar dele, tem respostas que prometem respeito às famílias e em especial às crianças.

“Está na Constituição que o casamento é entre homem e mulher”, inicia. “Ideologia de gênero, com isso eu não posso concordar, com esse seminário LGBT infantil que ficou conhecido como kit gay”, mencionou.

Além disso, justificou que ao valorizar a família, o próprio Estado é fortalecido. “Uma família bem estruturada é lucrativa para o próprio Estado”, emendou.

Frases polêmicas

“Falam que eu prego a violência, só que quem levou a facada fui eu”, se defendeu. E ao se referir às suas “frases” tão lembradas atualmente pela mídia, reconheceu que são pesadas.

“Eu reconheço, mas foi dentro da Comissão de Direitos Humanos, junto com o Marco Feliciano, jogando no mesmo time”, assegurou que foi em momentos de grande tensão.

Um milagre de Deus

“Os médicos dizem que a cada 100 pessoas que recebem uma facada como essa, apenas 1 sobrevive. Então eu sou um sobrevivente, segundo eles. Mas eu acho que isso foi um milagre de Deus”, disse.

Entre os últimos temas da entrevista, comentou sobre as fake news e disse não ter tido acesso a nenhuma delas. “O que foi disparado contra o PT? Eu queria ver um vídeo ou uma imagem. Disseram que foi para derrubar o PT, mas não precisa de fake news pra isso, o PT se derruba com a verdade”, apontou.

Finalizou dizendo que, se for presidente, terá uma equipe com muitos cristãos, desde que sejam competentes para o cargo. “O PT aparelhou quase todas as instituições com gente que pensa diferente de nós, que não tem sentimento cristão como nós temos”, mencionou. “No primeiro dia de mandato pretendo formar um time que pode ser campeão”, concluiu.

VÍDEO

 

Fonte: Gospel Prime

Meio ambiente e agricultura familiar caminharam juntos nos anos Lula

Durante o seu governo, Lula sempre procurou o equilíbrio entre o meio ambiente e as mudanças necessárias para que o Brasil crescesse. E conquistou coisas muito substanciais. Em 2010, seu último ano de governo o Brasil teve a menor taxa de desmatamento em 23 anos de monitoramento  do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 6.451 quilômetros quadrados (km²) de floresta, em 2003, primeiro ano do governo Lula, o desmate atingiu 25,3 mil km².

O meio ambiente brasileiro vive dias peculiares, neste momento rumores de terríveis retrocessos ecoam por todos os lados . A luta ambiental é dura e marcada por embates ainda mais difíceis . Mas não podemos nos abater. Muita coisa foi feita e ainda mais pode ser. 

Nos anos Lula foram 20 leis aprovadas, 11 decretos e inúmeras medidas que visaram melhorar nossa relação com a Terra. Lula criou a Política Nacional de Segurança de Barragens, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Política Nacional da Mudança do Clima.

Criou-se o Fundo Nacional do Clima, a Política Nacional de Aquicultura e Pesca. Regulamentou o

seguro desemprego durante o período de defeso e dezenas de outras ações para melhorar a vida de todas e todos e nossa relação com o meio ambiente.

Tiveram críticas também, não podemos esquecer, nem esconder. Mas o diálogo sempre esteve aberto. Em uma democracia o diálogo sempre tem que estar à frente.

Assim como Lula, temos que fortalecer o trabalho do MST. O maior produtor de arroz orgânico da América do Sul . Que poderia fortalecer ainda a produção da agricultura familiar, que já fornece 70% da nossa alimentação e poderia ser muito mais. 

Fonte: institutolula

Com edital do governo, Codó recebe atrações culturais neste sábado (27)

A edição deste sábado (27) do projeto Ocupação Artística, no município de Codó, levará ao público apresentações que evidenciarão as raízes do Leste Maranhense e a multidiversidade cultural dessa região. Atrações como a Quadrilha Unidos da Vila, Capoeira Raiz na Cadencia da Ginga e o show do cantor Mano Lopes garantirão a diversão dos visitantes.

As atividades acontecem, a partir das 18h30, no Parque Ambiental de Codó, espaço onde tem acontecido, permanentemente, ações culturais e de lazer do projeto Ocupação Artística, organizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur).

A programação é gratuita e diversificada para públicos de todas as idades. Entre os objetivos da ação, a descentralização as ações culturais e ocupar o espaço público, criando opções de lazer e diversão para turistas e moradores da cidade.

Com a voz marcante, o cantor Mano Lopes se apresentará levando um pouco das músicas de compositores do cenário maranhense e nacional, incentivando a diversidade cultural dos ritmos brasileiros. Desde que o Parque Ambiental de Codó foi inaugurado, a Sectur oferece uma programação cultural e permanente no local.

Programação

27/10 (sábado)
A partir das 18h30;
Quadrilha Unidos da Vila;
Capoeira Raiz na Cadencia da Ginga;
Show do cantor Mano Lopes.

Fonte: http://www.ma.gov.br

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