Blog do Leonardo Alves - Compromisso com o Leitor!

PARTICIPE: Escola Santa Filomena realiza nesta quinta-feira (01), palestra sobre Autismo Infantil

A Escola Santa Filomena (Associação das Irmãs Missionárias Capuchinhas) realiza nesta quinta-feira 01 às 19h, palestra sobre Autismo Infantil com o objetivo de favorecer novos conhecimentos e estratégias de cuidados com estudantes com autismo.

A renomada fonoaudióloga Dra. Natércia Ximenes Oliveira será a palestrante do evento,onde possui uma vasta experiência na área.

Para participar do evento, os interessados devem comparecer com 01 kg de alimento não perecível.

Conheça os nomes cotados para o ministério do presidente Bolsonaro

Jair Bolsonaro confirmou até agora apenas três futuros ministros: o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-DF), articulador político da candidatura, na Casa Civil; o economista Paulo Guedes, na Fazenda; e o general da reserva do Exército Augusto Heleno, no Ministério da Defesa. O presidente eleito se comprometeu a ocupar o alto escalão de sua administração com nomes técnicos e sem compromisso de agradar partidos aliados. Por outro lado, se cercou de aliados e consultores em diversas áreas que passaram, automaticamente, a serem cotados para ministros.
Onyx Lorenzoni
O deputado gaúcho, futuro ministro da Casa Civil, foi o responsável por construir a estrutura de apoio político à campanha. Rígido e pouco aberto a concessões, enfrenta resistências no Congresso após ter sido criticado ao relatar projeto de medidas contra a corrupção em 2016. Depois, confessou a prática de caixa dois e submergiu.
Augusto Heleno
General da reserva, será ministro da Defesa. Respeitado nas Forças Armadas, foi o primeiro comandante das tropas brasileiras no Haiti e é conselheiro de Bolsonaro sobre segurança pública. Heleno é próximo dos principais líderes da caserna e, na campanha, foi o responsável pela atração de técnicos que tocaram as propostas do plano de governo.
Paulo Guedes
Ciente das limitações de seu conhecimento sobre economia, Jair Bolsonaro destacou durante a campanha que consultaria Paulo Guedes, seu “posto Ipiranga”, para tomar decisões na área. O economista foi anunciado como a escolha do político do PSL para assumir o ministério da Fazenda. Em entrevista após a confirmação da eleição, Guedes ressaltou que o Mercosul “não será prioridade”. Ele ressaltou, durante a campanha, que o projeto econômico do governo passará pelo comércio “sem viés ideológico” e por uma agenda de privatizações.
Gustavo Bebianno
Presidente do PSL, o advogado carioca é cotado para o Ministério da Justiça, porém a relação de confiança com Bolsonaro pode levá-lo à Secretaria-Geral da Presidência. Bebianno articulou as negociações para a ida do presidente eleito para o PSL. O estilo controlador lhe rendeu desafetos entre aliados e até ciúme por parte dos filhos de Bolsonaro.
Oswaldo Ferreira
General da reserva, comandou a área de Engenharia no Exército e foi levado por Heleno para o círculo de Bolsonaro. Esteve à frente do trabalho realizado pelo grupo de Brasília para o plano de governo. É apontado como provável titular de uma pasta na área de Infraestrutura. Ferreira, porém, diz não ter desejo de ocupar um ministério.
Magno Malta
Recusou a vaga de vice-presidente para tentar reeleição ao Senado no Espírito Santo. Sua derrota foi em parte atribuída à dedicação à campanha de Bolsonaro, com viagens até as vésperas da eleição. Um dos poucos com acesso livre à casa de Bolsonaro e ao hospital durante a internação, tem a confiança do presidente eleito e terá espaço no governo.
Marcos Pontes
Único brasileiro a participar de uma missão aeroespacial, em 2006, o tenente-coronel da reserva Marcos Pontes é o provável ministro de Ciência e Tecnologia. Filiado ao PSL, foi eleito suplente do senador Major Olímpio (PSL). Pontes deixou a Aeronáutica após a missão espacial, chegou a ir para o PSB e tentar sem sucesso vaga na Câmara em 2014.
Nelson Teich
Consultor da campanha na área de Saúde, é um dos assessores mais discretos. Oncologista e empresário do setor de saúde, chegou à campanha por meio do economista Paulo Guedes e ganhou espaço. Além de Teich, o diretor do hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, é outro nome cogitado para ser ministro da Saúde.
Stravos Xanthopoylos
Ex-diretor da área de cursos on-line da FGV, o professor defende a educação à distância (EAD) até mesmo para o ensino fundamental. É contra o sistema de cotas. Outro cotado para a Educação é o general Aléssio Ribeiro Souto, que defende a revisão bibliográfica e curricular, segundo ele, para evitar o ensino partidarizado.
Luiz Antonio Nabhan Garcia
Presidente da União Democrática Ruralista, é um dos conselheiros do presidente eleito para o agronegócio. É o autor da proposta de unir os ministérios da Agricultura com o do Meio Ambiente. Bolsonaro encampou a ideia, mas, após críticas, voltou atrás. Disputa com indicações da Frente Parlamentar da Agropecuária o Ministério da Agricultura.
Paulo Marinho
O empresário ajudou na interlocução da campanha com jornalistas e empresários. Sua casa virou escritório para a produção dos programas de TV e cenário para entrevistas do candidato. Nega que ocupará cargo no governo, mas poderá atuar como conselheiro na área de comunicação. É suplente do senador eleito Flávio Bolsonaro.
Hamilton Mourão
Vice-presidente eleito, o general da reserva contornou resistências a Bolsonaro nas Forças Armadas e manteve a interlocução privilegiada mesmo diante das seguidas polêmicas em que se envolveu, como a crítica ao 13º salário. Mourão garante que não será um vice decorativo e pediu a instalação de uma sala próxima ao gabinete presidencial. (O Globo)

A pós-graduação em alta: seis novos mestrados da UFMA são aprovados pela Capes

SÃO LUÍS E IMPERATRIZ – A Universidade Federal do Maranhão conta com cinco novos mestrados aprovados pela Capes: Acadêmico em Comunicação (Imperatriz); Profissional em Comunicação (São Luís); Geografia, Ambiente e Sociedade (São Luís); Artes Cênicas (São Luís); Sociologia (Imperatriz) e o Profissional em Formação Docente em Práticas Formativas (São Luís), além do doutorado em História e Conexões Atlânticas: culturas e poderes (São Luís).

Os resultados da avaliação de propostas de cursos novos nas modalidades acadêmica e profissional foram divulgados após análise realizada na 179ª e 180ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), ocorridas em Brasília.

A Capes fez a divulgação de acordo com a análise feita no CTC-ES, que, na anterior, já havia avaliado positivamente em favor da criação do curso de Mestrado em Sociologia no Câmpus de Imperatriz. Na rodada ocorrida entre os dias 24 a 28 de setembro, quatro projetos de cursos de mestrado da UFMA foram aprovados. O curso de Geografia, Ambiente e Sociedade foi o único dessa área a ser aprovado e será o primeiro da Universidade a ser oferecido em aulas noturnas, segundo o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Allan Kardec. “Eu dou um enorme parabéns a todos os professores e professoras envolvidos, pois fizeram um esforço monumental e conseguiram aprovar cinco novos mestrados este ano”, celebrou.

E na rodada que ocorreu nos dias 17 e 18 de outubro, a UFMA conquistou mais uma aprovação de um mestrado profissional na área da educação e um doutorado na área da história.

Em geral, haverá, em média, 15 professores em cada um dos mestrados, totalizando 75 docentes doutores nos novos cursos de pós-graduação strictu sensu. Allan Kardec também lembrou que a qualificação dos docentes da universidade e as avaliações positivas recentes da UFMA em análises realizadas pelo MEC influenciaram diretamente na aprovação dos mestrados.

“O avanço da pós-graduação é necessariamente resultado do avanço geral da graduação, então a pós carrega consigo o desenvolvimento das graduações. Outra coisa que ocorre é que o Maranhão melhora sua qualificação em termos de profissionais qualificados. Quando a UFMA faz esse esforço na qualificação, melhora o ensino, a pesquisa e a extensão, então todo o mundo sai ganhando”, comentou.

Quando saem os editais?

A previsão é que, já no início do ano de 2019, sejam formadas as novas turmas, pois está projetado que, até o final deste ano, os editais sejam divulgados na página da PPPGI e no site da UFMA, após os projetos passarem por aprovação na UFMA.

Em Imperatriz

O programa, da área Comunicação Contemporânea, no Câmpus Imperatriz, abrangerá duas linhas de pesquisa: “Formas e materialidades da comunicação” e “Processos sociopolíticos na comunicação contemporânea”. A primeira turma deve iniciar o curso ainda no primeiro semestre de 2019.

A professora Michele Massuchin, da comissão de elaboração da proposta do Programa, enalteceu o esforço coletivo dos professores do curso de Comunicação do Câmpus Imperatriz para a aprovação do mestrado.

“É um esforço coletivo do curso, que só tem 10 anos. No parecer, a Capes ressaltou nosso corpo docente jovem, de recém doutores, mas com vasta produção acadêmica, com publicações, atuando na iniciação científica e em grupos de pesquisa. Ter um programa de mestrado aqui em Imperatriz auxilia para que aja uma consolidação do corpo docente, posiciona o Maranhão dentro da área da comunicação e das ciências humanas e ajuda a suprir a demanda de alunos que terminam a graduação a continuarem na pesquisa”, avaliou a professora.

Fonte: PortalUFMA

Jornalista da Globo diz que oração por Bolsonaro “causou preocupação”

Miriam Leitão fazendo comentários na Globo. (Foto: Reprodução / Globo)

Logo após o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil, o político ignorou a grande imprensa e fez um pronunciamento nas redes sociais. Sua opção incomodou a Rede Globo, que reclamou da “quebra” de protocolo.

Minutos depois, Bolsonaro foi para a frente de sua casa, onde um repórter representando um pool de emissoras da TV aberta e também de canais pagos mostraria a primeira declaração oficial do 38º presidente do país. Porém, antes de falar, o capitão reformado participou de uma roda de oração, puxada pelo senador Magno Malta.

Tudo foi transmitido ao vivo em rede nacional de televisão. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem as mãos de Deus”, enfatizou Malta durante sua prece. Também citou o texto bíblico de João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – adotado como slogan de campanha por Bolsonaro.

A jornalista Mirian Leitão, da Globo News, disse que aquilo gerava “um pouco de preocupação” porque, enfatizou, separar Estado de Igreja é fundamental”.

“O Estado brasileiro é laico. Um grupo de cristãos… Aquilo [a oração] cria um pouco de preocupação. O compromisso de um estado laico é fundamental. É conquista da reforma protestante, inclusive. Separar Estado de Igreja é fundamental”, destacou Leitão.

Não é a primeira vez que a jornalista reclama do fato de Bolsonaro falar sobre sua fé. Em um texto publicado no jornal O Globo, ela reclamou da aproximação dele com pastores. “Essa mistura jamais dará um bom resultado. Púlpito e palanque devem estar distantes”, escreveu. Também avalia que “O uso da Bíblia e da religião serve para atemorizar ou enganar eleitores. Isso ameaça a soberania do voto”.

Aparentemente, para a Globo a oração de um presidente cristão incomoda muito. Quando Fernando Haddad (PT) foi a uma missa em São Paulo, comungou e depois fez um discurso inflamado na escadaria do templo, não houve críticas abertas dos jornalistas da maior rede de comunicação do país.

 

Fonte: gospelprime

UemaSul realiza concursos públicos para Imperatriz e Açailândia

Foto: Divulgação

A Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul), instituída pelo governador Flávio Dino em outubro de 2016, está se consolidando por meio de várias ações de educação e pesquisa e a expansão do quadro de professores. Esta semana, foram realizados concursos públicos para docentes, com ofertas de vagas para os campi de Açailândia e Imperatriz.

“Dividimos os concursos em blocos, para otimizar o trabalho e os esforços da Comissão de Concursos”, afirmou a reitora da UemaSul, Elizabeth Nunes Fernandes.

Em 2017, o Governo do Estado autorizou a abertura de 30 vagas de concurso que se somaram às outras nove, herdadas durante a transição de Universidade Estadual do Maranhão (Uema) para UemaSul. Lançados em etapas, os concursos já contemplaram todos os campi e centros, e agora a expectativa é de fechar o primeiro ciclo ainda este ano.

Foram realizados simultaneamente sete concursos. São seis vagas para o Centro de Ciências Humanas, Sociais, Tecnológicas e Letras – Campus Açailândia e uma vaga é destinada ao Centro de Ciências Exatas, Exatas, Naturais e Tecnológicas- CCENT – Campus Imperatriz.

Inédita nas instituições públicas da região, a área de Educação da Matemática é um campo que busca trabalhar metodologias, estratégias e técnicas que facilitem o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes em relação à Matemática no processo de letramento dos alunos.

Para o Vice-Reitor, Expedito Barroso, a oferta desta vaga representa um avanço e uma melhoria na qualificação dos estudantes e futuros profissionais das áreas de exatas, principalmente do curso de Matemática da UemaSul.

“A oferta desta vaga é bastante significativa para instituição, principalmente por esse profissional ter um conhecimento que irá contribuir para a desmistificação da matemática, como uma ciência de difícil compreensão e aprendizagem. Um docente voltado para esta área, formando futuros professores que irão atuar na formação básica, com certeza teremos uma melhoria na educação da região”, afirmou.

Açailândia

Para o Centro de Ciências Humanas, Sociais, Letras e Tecnológicas, no campus Açailândia, são seis vagas destinadas para as áreas de Administração de Empresas, Matemática Aplicada, Engenharia Civil, especificamente para Infraestrutura de Transporte, Geotecnia e Estrutura. E para Engenharia Elétrica, para as disciplinas de Instalação Elétrica, Prediais e Industriais. Em relação a Imperatriz, foram ofertadas nove vagas, sendo a última destinada ao CCENT, específica ao campo do Ensino da Matemática.

Outros quatro concursos já foram realizados nesse campus. Com mais de 15 anos de existência, estes serão os primeiros professores efetivos, que poderão impulsionar o ensino, a pesquisa e a extensão.

“Sabemos da grande contribuição ao longo desses anos por parte de todos os professores substitutos que passaram pela instituição, mas, sabemos que para fazer uma universidade de verdade, é preciso professores concursados, com os meios e possibilidades de desenvolver suas atividades acadêmicas”, avaliou a reitora Elizabeth Nunes Fernandes.

Outras vagas

Até o final do ano, outro concurso deve ser realizado na UemaSul, para professor de LIBRAS, fechando assim o ciclo de 39 concursos. Em decorrência da vacância em algumas destas vagas, outros editais devem ser lançados, reabrindo as inscrições com novos pré-requisitos.

 

Fonte: www.ma.gov.br

Brasil tem terceira eleição para presidente mais apertada desde 1989

Jair Bolsonaro

Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República neste domingo (28) ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

A vitória foi confirmada às 19h18, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). Com 100% das seções apuradas, Bolsonaro recebeu 57.797.073 votos (55,13%) e Haddad, 47.039.291 (44,87%).

No discurso da vitória, Bolsonaro afirmou que o novo governo será um “defensor da Constituição, da democracia e da liberdade”.

Aos 63 anos, capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações polêmicas, Jair Bolsonaro materializou em votos o apoio que cultivou e ampliou a partir das redes sociais e em viagens pelo Brasil para obter o mandato de presidente de 2019 a 2022.

Na campanha, por meio das redes sociais e do aplicativo de mensagens WhatsApp, apostou em um discurso conservador nos costumes, de aceno liberal na economia, de linha dura no combate à corrupção e à violência urbana e opositor do PT e da esquerda.

Com isso, se tornou um fenômeno eleitoral ao vencer a corrida presidencial filiado a uma legenda sem alianças formais com grandes partidos, com pouco tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV e distante das ruas na maior parte da campanha, em razão do atentado no qual sofreu uma facada que o perfurou no abdômen.

Após quatro vitórias consecutivas do PT em eleições presidenciais (2002, 2006, 2010 e 2014), o novo presidente eleito se apresenta como um político de direita.

Vitorioso na primeira vez em que se candidatou a presidente, Bolsonaro sucederá Michel Temer (MDB), vice de Dilma Rousseff (PT) que assumiu o governo em 2016 devido ao impeachment da petista.

Primeiro turno

A campanha eleitoral teve início em agosto com 13 candidatos à Presidência da República, o maior número de concorrentes desde 1989, quando houve 22 postulantes:

  • Jair Bolsonaro (PSL) – Reeleito deputado federal em 2014 pelo PP, Bolsonaro saiu em busca de um partido para concorrer à Presidência. Passou pelo PSC e, em março, filiou-se ao então nanico PSL. Bolsonaro teve dificuldade para encontrar um vice. O general Hamilton Mourão (PRTB) foi a quarta opção, após convites ao senador Magno Malta (PR), ao general Augusto Heleno, do PRP, e à advogada Janaína Paschoal, do PSL. Bolsonaro também não conseguiu alianças com grandes partidos e teve pouco tempo na propaganda eleitoral gratuita. O candidato compensou a desvantagem com forte presença nas redes sociais e no aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. Bolsonaro encerrou o primeiro turno como o candidato mais votado, com 49.276.990 votos (46,03% dos válidos).
  • Fernando Haddad (PT) – O candidato foi registrado como vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em agosto liderava as pesquisas de intenção de votos mesmo preso desde abril em Curitiba devido à condenação a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP). Haddad assumiu a cabeça da chapa em setembro, depois que o TSE rejeitou o registro da candidatura de Lula. A estratégia do PT foi vincular a imagem de Lula à de Haddad, a fim de assegurar a transferência de votos. No começo, Haddad tinha 4% nas pesquisas e passou da faixa dos 20% – metade das intenções de voto que o padrinho vinha obtendo. O petista recebeu 31,3 milhões de votos (29,28% dos votos válidos) no primeiro turno e passou ao segundo turno.
  • Ciro Gomes (PDT) – O PDT concorreu coligado ao PT nas duas últimas eleições presidenciais, mas na deste ano reapareceu com candidatura própria, a de Ciro Gomes, que se apresentou como uma terceira via, na esperança de obter votos no centro e na esquerda, como alternativa aos eleitores desencantados com o PT e refratários a Bolsonaro. Ciro Gomes terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 12,4% dos votos. No segundo turno, embora o PDT tenha anunciado “apoio crítico” a Haddad, Ciro Gomes se manifestou contra Bolsonaro, mas não quis declarar apoio a Fernando Haddad.
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – O ex-governador de São Paulo também se apresentou como opção de “terceira via” a Bolsonaro e Haddad. Fechou uma aliança com oito partidos, apoio que incluiu legendas do “Centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD) , o que garantiu a ele quase metade do tempo na propaganda de rádio e TV. Mas terminou o primeiro turno com menos de 5% dos votos.
  • Marina Silva (Rede) – Em sua terceira candidatura presidencial, agora pela Rede, Marina Silva foi outra candidata que tentou se colocar como alternativa ao PT e a Bolsonaro. Ela começou bem nas pesquisas, mas perdeu força e teve desempenho bem inferior ao terceiro lugar registrado em 2014, quando obteve mais de 22 milhões de votos. Desta vez, alcançou pouco mais de 1 mihão e terminou em oitavo lugar.
  • Alvaro Dias (Podemos) – O senador e ex-governador do Paraná centrou o discurso no combate à corrupção. Tentou seduzir sem sucesso o eleitor com um convite, caso eleito, para que o juiz Sergio Moro assumisse o Ministério da Justiça. Terminou o primeiro turno em novo lugar, com 859 mil votos (0,8% do total).
  • Henrique Meirelles (MDB) – Ministro da Fazenda do governo Michel Temer, Henrique Meirelles tirou R$ 54 milhões do próprio bolso para financiar a campanha a presidente. Apostou no discurso de recuperação da economia, mas não decolou. Obteve 1,2 milhão de votos (1,2% do total).
  • João Amoêdo (Novo) – Candidato com origem no mercado financeiro, João Amoêdo, do Partido Novo, que estreou em eleições com discurso liberal na economia. Chegou em quinto lugar no primeiro turno, com mais de 2,6 milhões de votos (2,5%), e considerou o desempenho “sensacional”.
  • Cabo Daciolo (Patriota) – Foi dos candidatos com maior repercussão nas redes sociais, repetindo sempre que podia a expressão “Glória a Deus”. Ele até optou por jejuar e orar em um monte durante parte da campanha. Terminou o primeiro turno em sexto lugar, com mais de 1,3 milhão de votos, à frente de nomes mais conhecidos como Marina Silva e Henrique Meirelles.
  • Demais candidatos – A corrida presidencial ainda teve as candidaturas à esquerda de Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU). O primeiro obteve pouco mais de 617 mil votos. A segunda, 55,7 mil. João Goulart Filho (PPL), filho do ex-presidente Jango, também tentou a sorte. Foi o último colocado entre os 13 que disputaram o primeiro turno, com 30,1 mil votos. O “democrata cristão” José Maria Eymael (DC) foi o penúltimo, com 41,7 mil. Durante a campanha, ele usou o bordão “Sinais, fortes sinais”.

Atentado contra Bolsonaro

Em uma campanha marcada por ânimos exaltados nas redes sociais e nas ruas, Jair Bolsonaro foi vítima de um atentado no qual levou uma facada, em 6 de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O candidato do PSL teve o abdômen perfurado, passou por cirurgias e ficou 23 dias internado.

Em razão do atentado, o deputado concentrou a campanha nas redes sociais por meio de mensagens de texto e vídeos – após o primeiro turno, por exemplo, a campanha marcou uma entrevista coletiva no Rio de Janeiro, mas o candidato optou por um discurso transmitido ao vivo pelo Facebook.

Bolsonaro recebeu 49,2 milhões de votos no primeiro turno, contra 31,3 milhões de Haddad.

resultado do primeiro turno ainda encerrou a polarização entre PT e PSDB das últimas seis eleições – o PSDB venceu em 1994 e 1998, e o PT em 2002, 2006, 2010 e 2014.

Segundo turno

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad repetiram ao longo do segundo turno declarações nas quais alertaram que a vitória do rival traria riscos ao Brasil. Haddad apontou possível retrocesso na democracia e reproduziu elogios de Bolsonaro à tortura. O candidato do PSL, em tom de combate ao comunismo, criticou o apoio do PT aos governos de Cuba e Venezuela.

Ao longo do segundo turno, Bolsonaro permaneceu no Rio, onde mora com a família. Apesar dos desafios de Haddad e de ter sido liberado pelos médicos, o deputado decidiu não participar de debates. A votação no primeiro turno e a liderança nas pesquisas reforçaram a estratégia de evitar confrontos.

WhatsApp investiga empresas suspeitas de integrar esquema para caluniar Haddad

WhatsApp investiga empresas suspeitas de integrar esquema para caluniar Haddad

Na campanha de segundo turno, se acentou o debate sobre o fluxo de mensagens com conteúdo falso, as chamadas “fake news”. Circularam nas redes sociais e em aplicativos de trocas de mensagens conteúdo com informações incorretas sobre diversos assuntos, entre os quais, supostas fraudes nas urnas eletrônicas, desmentidas pelo TSE.

O uso do WhatsApp nas campanhas foi parar na Justiça Eleitoral, após reportagem da “Folha de S.Paulo” relatar casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que teriam comprado pacotes de “disparo em massa” de mensagens contra o PT. O candidato do PSL negou as irregularidades.

Propostas de Bolsonaro

Bolsonaro criou uma espécie de alto comando da campanha que o levou à Presidência, composto pelos três filhos que são políticos (Carlos, Flávio e Eduardo);o advogado Gustavo Bebianno, presidente do PSL; o economista Paulo Guedes, e generais da reserva, com destaque para o general Augusto Heleno.

Guedes assumiu o papel de embaixador de Bolsonaro junto ao mercado financeiro, e os generais ajudaram a conter resistências ao nome do capitão nas Forças Armadas.

Políticos também apoiaram Bolsonaro, a exemplo do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), já anunciado como ministro da Casa Civil no novo governo. A soma do trabalho desse grupo mais restrito resultou no plano de governo e em propostas apresentadas durante a campanha:

Fonte: G1

Estudante reclama de banheiro podre na Escola Matta Roma

Estudante do Centro de Ensino Luzenir Matta Roma entrou em contato com a redação do blog do Leonardo Alves na manhã desta segunda-feira (29), e fez uma reclamação sobre a situação do banheiro da escola.

Segundo a mesma, que preferiu não se identificar, o banheiro está completamente depedrado, sem limpeza, muito horrível, sujo e podre.

As imagens abaixo foram registradas por uma estudante.
Com a palavra a direção da escola ou Unidade Regional de Educação (URE).

CYBERBULLYING é tema de estudantes da Escola Santa Filomena na Semana Municipal de Ciência e Tecnologia

Durante a Semana Municipal de Ciência e Tecnologia realizada pela Prefeitura Municipal de Codó, estudantes do 8° ano da Escola Santa Filomena apresentaram exposição sobre CYBERBULLYING compartilhando conhecimentos sobre a temática, uma forma de chamar a atenção dos participantes do evento expondo situações de bulliyng virtual.

No ambiente escolar, o cyberbullying pode afetar a convivência e o comportamento dos alunos. Portanto, esta forma de violência é muito perigosa podendo deixar sequelas pelo resto da vida das vítimas.

A professora Sonia Pinheiro destacou a importância do trabalho realizado pelos estudantes da instituição.

Confira seis apostas de temas da redação no Enem 2018

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) segue um formato ortodoxo.

Primeiro, é preciso criar uma tese. O passo seguinte é argumentar em defesa de um ponto de vista e, ao final, propor uma intervenção ao problema. Tudo com coesão e coerência.

Segundo o manual de redação do Inep (responsável pelo Enem), um dos cinco itens que serão avaliados no texto é a capacidade de “elaborar proposta de intervenção para o problema abordado que respeite os direitos humanos”.

Até o exame de 2016, quem ferisse os direitos humanos teria a nota zerada. No ano passado, decisão do Supremo Tribunal Federal excluiu esse item entre os critérios que anulavam a prova.

Convidados pela Folha de S.Paulo, os professores de produção textual, Ana Paula Severiano, do Stockler, e Frederico Barbosa, do Colégio Equipe, fizeram apostas com os possíveis temas que poderão cair na prova de redação deste ano.

Os links que acompanham cada tema são de especiais da Folha de S.Paulo, que poderão ajudá-lo a formular bons argumentos e a proposta de intervenção. Confira abaixo:

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL

A reforma do ensino médio entrou na pauta com a discussão da nova Base Nacional Comum Curricular. O participante pode refletir a sua própria formação

DÉFICIT HABITACIONAL

A falta de moradias e de políticas públicas para amenizar o problema é um tema que ganhou força após a queda de um prédio de sem-teto no centro de SP em maio deste ano

CRISE NOS PRESÍDIOS

O Brasil é o país com a 3ª maior população carcerária do mundo e as autoridades ainda não conseguiram conter a ação das facções criminosas que agem de dentro das cadeias

DESAFIOS DO ENVELHECIMENTO

A população idosa no Brasil só cresce e vive mais. A falta de políticas públicas para absorver os mais velhos ao mercado de trabalho e a nova reforma da Previdência são discussões do momento

BRIGA DE TORCIDAS

A rivalidade entre as torcidas dos times de futebol pode ser uma forma de a redação fazer correlação com o momento político do país em que as diferenças partidárias têm levado a população a enfrentamentos nas redes sociais e nas ruas

FAKE NEWS

A disseminação de notícias falsas nas redes sociais e aplicativos de mensagens pode exigir do participante uma posição sobre o limite da liberdade de expressão

 

Fonte: Cidade Verde

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