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Moradora da Mangabeira grava vídeo revoltada com vereador governista Raimundo Leonel Magalhães e assessora após gravação sobre água barrenta

Uma moradora do povoado Mangabeira, na zona rural de Codó, gravou um vídeo demonstrando indignação com o vereador governista Raimundo Leonel Magalhães e a…

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Uma moradora do povoado Mangabeira, na zona rural de Codó, gravou um vídeo demonstrando indignação com o vereador governista Raimundo Leonel Magalhães e a secretária parlamentar Elisângela Andrade após uma gravação divulgada nas redes sociais sobre a situação da água na comunidade.

No vídeo divulgado pelo vereador nas redes sociais, foi informado que a água utilizada pelos moradores servia “para lavar roupa, para cozinhar e principalmente pra beber”, conforme consta na gravação. A secretária do vereador, Elisângela Andrade destacou a atuação do vereador Raimundo Leonel e do prefeito Chiquinho Oliveira pela implantação do poço na comunidade.

Elisângela apresentou a entrega do poço como resultado de uma solicitação feita pela comunidade ao vereador Raimundo Leonel que teria levado o pedido ao prefeito.

A versão apresentada na gravação foi contestada por uma moradora da Mangabeira, que publicou um vídeo nas redes sociais na tarde deste domingo (27) para esclarecer a situação e demonstrar a insatisfação com a forma como a realidade da comunidade foi apresentada.

Segundo o vídeo divulgado nas redes sociais e relato recebido pelo Blog do Leonardo Alves, a água barrenta mostrada nas imagens não era utilizada pelos moradores da Mangabeira para beber, cozinhar, tomar banho ou lavar roupas.

De acordo com a moradora, antes da instalação da encanação, as famílias utilizavam pequenos poços existentes nos próprios quintais para obter água. Para banho e lavagem de roupas, segundo ela, os moradores utilizavam um riacho existente na comunidade, conhecido durante o período chuvoso.

A moradora também afirmou que o pedido para a instalação da água encanada foi levado pelo vereador Antônio Luiz.

A crítica da moradora está concentrada principalmente na afirmação feita na gravação de que a água mostrada nas imagens era utilizada pelos moradores “principalmente pra beber”. Segundo ela, a água barrenta mostrada no vídeo não correspondia à água utilizada pela população para consumo.

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