FALTA DE ATENÇÃO: Vereadores de Codó não percebem e aprovam criação do Conselho Municipal de Turismo já instituído por lei municipal na gestão de Ricardo Archer

O prefeito Chiquinho Oliveira sancionou a criação do Conselho Municipal de Turismo de Codó (COMTUR) dentro da nova lei do Sistema Municipal de Turismo. Porém, análise realizada pelo Blog Leonardo Alves identificou que o município já possuía o Conselho Municipal de Turismo criado pela Lei nº 1.248, de 27 de dezembro de 2001, sancionada pelo então prefeito Ricardo Archer.

Mesmo já existindo legalmente há mais de duas décadas, o conselho acabou sendo criado novamente na legislação aprovada pela gestão anterior e posteriormente sancionada pela atual administração. O detalhe é que a recriação do órgão passou pela Câmara Municipal sem que os vereadores percebessem que o município já possuía uma lei anterior instituindo o COMTUR.

Na prática, o Poder Executivo enviou um projeto recriando um conselho já previsto na legislação municipal, enquanto os parlamentares aprovaram a proposta sem observar a existência da norma de 2001. O caso levanta questionamentos sobre a análise técnica e jurídica realizada durante a tramitação do projeto na Prefeitura e na Câmara.

A situação também pode ser levada ao Ministério Público, já que o projeto aprovado pela Câmara Municipal tratou como criação um conselho que já possuía previsão em lei municipal desde 2001.

 

Hilton Gonçalo surge à frente de Roseana Sarney e Weverton Rocha em pesquisa para o Senado no Maranhão

Levantamento divulgado pelo instituto Veritá nesta sexta-feira, 8 de maio, mostra que o pré-candidato ao Senado, Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza), aparece à frente de nomes tradicionais da política maranhense na disputa por uma vaga ao Senado Federal em 2026.

Na pesquisa de intenção estimulada, Hilton Gonçalo alcança 11,2% dos votos válidos entre os entrevistados, superando a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), que aparece com 10,7%, e o senador Weverton Rocha (PDT), que registra 5,7%.

O resultado chama atenção pelo crescimento do nome de Hilton Gonçalo no cenário estadual, especialmente por disputar espaço com lideranças históricas e já consolidadas na política do Maranhão. Médico e ex-prefeito de Santa Rita por quatro mandatos, Hilton vem ampliando sua presença em diversas regiões do estado com um discurso voltado ao desenvolvimento regional, saúde pública e infraestrutura.

A pesquisa também aponta Carlos Brandão com 23%, André Fufuca com 19,3%, Roberto Rocha com 18,3% e Eliziane Gama com 17,6%.

Outro dado que chama atenção é o elevado índice de indecisos, com 42,6% dos entrevistados afirmando não saber ou não responderam, demonstrando que a disputa pelo Senado ainda está em aberto e pode sofrer mudanças nos próximos meses.

A pesquisa do Instituto Verita foi registrada sob protocolo no TRE/MA 07144/2026. Ouviu 3050 eleitores entre 26 a 30 de abril e tem margem de erro percentual de 2,5% para mais ou menos.

 

Chamado de “matéria antiga”, processo que pede busca e apreensão na residência de Nagib segue fervendo na Justiça de Codó e juiz dá 15 dias para Ministério Público se manifestar 

Embora o ex-prefeito Francisco Nagib tenha utilizado as redes sociais para desmerecer a ação de improbidade administrativa, afirmando que se trata de “processo antigo”, os autos demonstram que o caso segue tramitando normalmente na Justiça. O processo, que está em andamento na 1ª Vara da Comarca de Codó, voltou a registrar nova movimentação após despacho do juiz Pablo Carvalho e Moura, que concedeu prazo de 15 dias para manifestação do Ministério Público.

A Procuradoria Geral do Município pede a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib e dos ex-gestores Ivaldo José da Silva, Roberto César Nunes de Sousa e Evimar Jean Costa Barbosa por supostos atos de improbidade administrativa relacionados ao não pagamento de precatório judicial durante a gestão 2017/2020.

O Blog do Leonardo Alves consultou o processo na noite desta sexta-feira (08) e identificou nova movimentação nos autos da ação de improbidade administrativa movida contra o ex-prefeito Francisco Nagib. Entre as movimentações consta um despacho de mero expediente datado de 29 de abril de 2026, no qual o juiz Pablo Carvalho e Moura concedeu prazo de 15 dias para manifestação do Ministério Público. O sistema também registra expedição de comunicação eletrônica realizada no dia 05 de maio de 2026, demonstrando que o processo segue em tramitação regular na Justiça de Codó.

O processo tramita sob o número 0807010-33.2025.8.10.0034 na 1ª Vara da comarca de Codó e teve novo despacho assinado pelo juiz Pablo Carvalho e Moura, determinando vista ao Ministério Público pelo prazo de 15 dias para manifestação nos autos.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência dos ex-gestores, inclusive com uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

O processo envolve supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento do precatório nº 236196-07.2019.4.01.9198, que, segundo a ação, teria deixado o município inadimplente junto ao Governo Federal, impedindo a celebração de convênios e o recebimento de recursos.

A ação ganhou ainda mais repercussão após o Blog do Leonardo Alves divulgar a exoneração do então procurador-geral do município, Esdras Guedêlha. Posteriormente, o blog também revelou que o ex-procurador havia apresentado manifestação pedindo a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib, filho do atual prefeito de Codó.

O Ministério Público acompanha a tramitação do caso, que segue em andamento na Justiça Estadual após a redistribuição dos autos pela Justiça Federal.

Com erros de português, Francisco Nagib divulga informação falsa sobre processo da Procuradoria de Codó que pede busca e apreensão em sua residência

O ex-prefeito Francisco Nagib utilizou suas redes sociais para afirmar que seria “mentira da oposição” a repercussão envolvendo a ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Codó que pede busca e apreensão em sua residência.

Em uma das publicações, além das informações contestadas pelos autos, o ex-prefeito também chamou atenção pelos erros de português, escrevendo palavras de forma incorreta, como “Reguentando” no lugar de “requentando”, além de escrever o nome de Codó de forma incorreta.

Na postagem, ele classificou o caso como “uma palhaçada da oposição de Codó requentando matérias antigas da época do Zé do Lixão” e afirmou ainda que o pedido da Procuradoria “foi negado” e que teria sido “protocolada a desistência da denúncia”.

No entanto, os autos do processo não confirmam as declarações feitas pelo parlamentar. O processo segue válido, em tramitação e aguardando apreciação da 1ª Vara da comarca de Codó, para onde os autos foram redistribuídos após a Justiça Federal reconhecer incompetência para julgar o caso.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência do deputado, inclusive com autorização de uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

A ação trata de supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento de precatório e continua em andamento no Judiciário. Não há nos autos qualquer decisão extinguindo o processo ou homologando desistência da ação por parte do Município.

Outro ponto que chama atenção é que, após o Blog do Leonardo Alves divulgar manifestação assinada pelo então procurador-geral do Município, Esdras Guedêlha, pedindo a condenação de Francisco Nagib e de ex-gestores, houve posteriormente uma nova manifestação no processo. Ainda assim, o procedimento segue ativo e sem decisão final da Justiça.

 

 

 

Em processo que voltou a repercutir após exoneração de procurador, Procuradoria de Codó pede busca e apreensão na residência de Francisco Nagib com uso da força policial

Embora ajuizada em 2022, a ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Codó contra o ex-prefeito Francisco Nagib voltou a repercutir após novas movimentações processuais e a redistribuição do caso para a comarca de Codó.

O processo tramita sob o número 0807010-33.2025.8.10.0034 na 1ª Vara da comarca de Codó.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência dos ex-gestores, inclusive com uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

O processo envolve supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento do precatório nº 236196-07.2019.4.01.9198, que, segundo a ação, teria deixado o município inadimplente junto ao Governo Federal, impedindo a celebração de convênios e o recebimento de recursos.

A ação ganhou ainda mais repercussão após o Blog do Leonardo Alves divulgar a exoneração do então procurador-geral do município, Esdras Guedêlha. Posteriormente, o blog também revelou que o ex-procurador havia apresentado manifestação pedindo a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib, filho do atual prefeito de Codó.

O Ministério Público já acompanha a tramitação do caso, que segue em andamento na Justiça.