
A população de Codó enfrenta dificuldades persistentes para realizar exames de raio-X no Hospital Geral Municipal (HGM), problema que já ultrapassa um ano sem solução definitiva. A situação tem obrigado pacientes a buscarem atendimento em outras unidades, gerando transtornos e ampliando a pressão sobre a rede pública de saúde.
Durante a gestão do prefeito Chiquinho Oliveira, relatos apontam que, ao chegarem ao HGM, muitos pacientes são encaminhados para a Policlínica ou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ambas ligadas à rede estadual. O deslocamento, além de causar desconforto, contribui para a sobrecarga desses serviços, que passam a atender demandas que, em tese, deveriam ser absorvidas pelo município.
A Prefeitura de Codó afirmou anteriormente que está estruturando um centro de imagem para atender à população. No entanto, enquanto o projeto não sai do papel, a população segue sofrendo sem acesso ao exame básico. Entre as alternativas por usuários do sistema de saúde está a contratação de clínicas ou laboratórios particulares para a realização dos exames de radiografias.
A crítica se intensifica diante da percepção de que o município mantém elevados gastos com contratos e serviços diversos, enquanto uma necessidade essencial, como o exame de raio-X, segue sem atendimento adequado.
Com quase 120 mil habitantes, Codó enfrenta dificuldades na área da saúde por falta de prioridade. A cobrança é por uma solução imediata, seja por meio da regularização do serviço no HGM ou pela adoção de medidas alternativas que garantam o atendimento digno à população.





