ÚLTIMOS DIAS: Aniversário Paraíba tem ofertas em guarda-roupas com parcelas a partir de R$ 97,90 mensais

A campanha de aniversário do Paraíba continua com ofertas especiais para quem deseja renovar os móveis do quarto. Os consumidores encontram opções de guarda-roupas com diferentes tamanhos e modelos, além de condições facilitadas de pagamento.

Entre as ofertas, o Guarda-roupa Avelã, com duas portas, três gavetas e espelho, está disponível por R$ 97,90 mensais. Já o Guarda-roupa Vila Rica, com seis portas e três gavetas, pode ser adquirido por R$ 137,90 mensais.

Outra opção é o Guarda-roupa Demóbile, que conta com quatro portas, seis gavetas e espelho, com parcelas de R$ 149,90 mensais.

Para quem busca um modelo mais completo, o Guarda-roupa Alba Cross, com duas portas, seis gavetas e espelho, está sendo oferecido por R$ 184,90 mensais, com entrega e montagem grátis.

 

Lourdes Melo participa da convenção de Joel Rodrigues e vende jornal do PCO para candidato Progressistas

Foto: Divulgação

A professora e ativista social, Lourdes Melo, pré-candidata ao governo pelo PCO, participou da convenção partidária do União Progressistas, na Zona Sul de Teresina. Durante entrevista à imprensa, Lourdes Melo afirma que está ali pois é um movimento social e ela está onde o povo está.

“Estou aqui porque é uma festa do povo e onde povo está, onde o movimento social está, eu estou. Quero vender o jornal da Causa Operária para o candidato Joel”, disse Lourdes Melo.

Após a declaração, a professora vendeu o Jornal do PCO para o candidato Joel Rodrigues, que agradeceu pela presença da possível adversária no evento.

“É uma honra tê-la aqui conosco”, disse Joel Rodrigues.

“Possível adversária” porque Lourdes Melo afirmou que a convenção do Partido da Causa Operária (PCO) será na terça-feira (04).

Lívia Pessoa – Cidade Verde

Tribunal de Justiça e Equatorial alinham parceria para agilizar o cumprimento de mandados

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Ricardo Duailibe, recebeu, nesta sexta-feira (31/7), representantes da Equatorial Maranhão para uma reunião de alinhamento que marcou o início das tratativas para a celebração de um acordo de cooperação técnica entre as duas instituições. A parceria ainda será submetida aos trâmites necessários para sua formalização.

A futura parceria tem como objetivo ampliar a efetividade do cumprimento de mandados judiciais em todo o Maranhão, por meio do compartilhamento de informações cadastrais relacionadas às unidades consumidoras da concessionária. Após a formalização do acordo, o Poder Judiciário poderá acessar essas informações, mediante critérios previamente definidos e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Como cada imóvel atendido pela Equatorial Maranhão possui uma unidade consumidora, identificada por uma conta contrato, os dados poderão auxiliar na localização de pessoas envolvidas em processos judiciais quando os endereços informados estiverem desatualizados, incompletos ou não forem suficientes para o cumprimento das determinações judiciais. A medida contribuirá para dar mais agilidade às diligências realizadas pelos oficiais e pelas oficiais de justiça, especialmente em casos que exigem resposta rápida, como o cumprimento de medidas protetivas de urgência.

A utilização desse tipo de base cadastral já integra a realidade de outros tribunais brasileiros, por meio de acordos de cooperação técnica firmados com concessionárias de serviços públicos. A iniciativa contribui para reduzir diligências frustradas, otimizar o trabalho dos oficiais e das oficiais de justiça e conferir maior celeridade à prestação jurisdicional.

Para o presidente do TJMA, desembargador Ricardo Duailibe, a parceria representa um importante avanço para fortalecer a prestação jurisdicional.

Essa parceria representa um importante avanço para o fortalecimento da prestação jurisdicional. O acesso mais célere às informações cadastrais relacionadas às unidades consumidoras contribuirá para dar maior efetividade ao cumprimento de mandados judiciais, especialmente em casos sensíveis, como as medidas protetivas de urgência, garantindo mais agilidade, segurança e eficiência à atuação do Poder Judiciário.”

Representando a Equatorial Maranhão, o gerente jurídico Walney Medeiros destacou que a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a cooperação institucional.

A Equatorial Maranhão compreende a importância dessa iniciativa e reafirma seu compromisso com a cooperação institucional. A expectativa é que essa parceria contribua para tornar mais eficiente o cumprimento das determinações judiciais, fortalecendo a atuação dos órgãos públicos e beneficiando diretamente a sociedade.”

PRÓXIMOS PASSOS

A reunião representou a etapa inicial da construção da parceria entre o TJMA e a Equatorial Maranhão. Após a formalização do acordo de cooperação técnica, a iniciativa poderá ser implementada, contribuindo para ampliar a efetividade do cumprimento de mandados judiciais e fortalecer a prestação jurisdicional em todo o estado.

Também participaram da reunião, pelo TJMA, o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Gonçalo de Sousa Filho; o diretor do Fórum Desembargador Sarney Costa, juiz Marcelo Oka; o diretor-geral da Secretaria da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MA), Júnior Oliveira; e o oficial de justiça Adoniran Pereira. Pela Equatorial Maranhão, além do gerente jurídico Walney Medeiros, participou também a advogada de Contencioso Estratégico, Carolina Falcão.

Agência TJMA de Notícias

30 anos de urna eletrônica: uma revolução que acabou com as fraudes e modernizou as eleições brasileiras

Há 30 anos, o Brasil iniciava uma das mais importantes transformações da sua história democrática. Em 1996, a Justiça Eleitoral colocou em prática um projeto inovador que mudaria para sempre a forma de votar e apurar eleições no país: a urna eletrônica.

Três décadas depois, o sistema eletrônico de votação consolidou-se como um dos maiores símbolos da modernização eleitoral brasileira. Desenvolvida pela própria Justiça Eleitoral, a urna eletrônica permitiu reduzir drasticamente o tempo de apuração dos votos, eliminar fraudes comuns ao sistema baseado em cédulas de papel e ampliar a eficiência, a transparência e a segurança das eleições.

Desde sua primeira utilização, a tecnologia tem evoluído continuamente para incorporar novas camadas de proteção, auditoria e fiscalização, acompanhando os avanços da segurança da informação e as demandas de uma sociedade cada vez mais digital.

Em 2026, ano em que a urna eletrônica completa três décadas de existência, a Justiça Eleitoral se prepara para mais uma grande operação eleitoral, reafirmando a confiança em um sistema que transformou a democracia brasileira.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, destacou que, em outubro, mais de 158 milhões de brasileiras e brasileiros participarão das Eleições Gerais de 2026 para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e distritais.

“Os eleitores podem ter a segurança de que o voto registrado na urna eletrônica é exatamente o voto considerado na apuração”, falou Valente.

O secretário ressalta que a celebração dos 30 anos da urna eletrônica também representa o reconhecimento de um projeto que transformou o processo eleitoral brasileiro.

“É um ano em que celebramos os 30 anos da urna eletrônica, responsável pela implantação do processo eleitoral informatizado no Brasil. São três décadas de um projeto absolutamente bem-sucedido. Podemos afirmar que a urna eletrônica é um patrimônio da sociedade e da nação brasileira. Um orgulho nacional”, afirma.

Três décadas sem fraudes eleitorais
Do Império à criação da Justiça Eleitoral, o voto em papel conviveu com um histórico de manipulações e esquemas ilegais, que iam da coação de eleitores à adulteração direta dos resultados. Júlio Valente destaca que a informatização do processo eleitoral permitiu eliminar o histórico de vulnerabilidades que existiam nas etapas de coleta, apuração dos votos e armazenamento dos votos.

Entre as fraudes conhecidas estavam a urna grávida, o roubo da urna, o voto formiguinha, o eleitor fósforo, a fraude cantada e mapismo. Esses esquemas mostram como o processo manual dependia da intervenção humana e abria brechas para manipulações em todas as etapas, desde a preparação do material e o transporte das urnas de lona até a contagem final dos votos.

Foi justamente a necessidade de eliminar essas vulnerabilidades que impulsionou a modernização do sistema eleitoral brasileiro.

“A urna eletrônica permitiu digitalizar etapas críticas do processo eleitoral e eliminar fragilidades que existiam no modelo manual. Um projeto bem-sucedido, 30 anos e nenhuma única prova ou evidência de fraude ocorreu nas etapas que envolvem o processo eleitoral brasileiro realizado pela urna eletrônica. Conseguimos libertar a nação brasileira desse triste histórico e agora o cidadão vota com a certeza de que a sua voz é respeitada e de que o seu voto vai ser contabilizado no resultado final”, disse Júlio Valente.

A história da urna eletrônica é marcada não apenas pela inovação, mas também pela confiabilidade. Em 30 anos de utilização do voto eletrônico, não houve comprovação de fraude capaz de alterar resultados eleitorais produzidos pelas urnas eletrônicas.

Ao longo desse período, o sistema foi submetido a sucessivos processos de auditoria, fiscalização e testes independentes, fortalecendo a transparência e a credibilidade do processo eleitoral brasileiro. Os sistemas eleitorais passam por processos rigorosos de verificação antes de cada eleição, permitindo que especialistas avaliem sua integridade e contribuam para o aprimoramento contínuo das soluções adotadas pela Justiça Eleitoral.

Apuração dos votos

Outro desafio enfrentado pela Justiça Eleitoral antes da urna eletrônica era a contagem de votos. A apuração das eleições podia levar dias ou até semanas para ser concluída. Além disso, eram comuns erros de preenchimento de cédulas, votos anulados por falhas formais e tentativas de manipulação durante a contagem.

A partir de 1996, o cenário começou a mudar. O processo de votação tornou-se mais simples para o eleitor e mais eficiente para a administração eleitoral. A apuração passou a ocorrer de forma rápida e automatizada, permitindo a divulgação dos resultados em poucas horas após o encerramento da votação.

Inclusão na hora de votar

A nova tecnologia também fortaleceu a inclusão eleitoral ao oferecer recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, dificuldades de locomoção e outros públicos que necessitam de atendimento especializado.

Os avanços são muitos e buscam o exercício do voto por todas as cidadãs e todos os cidadãos brasileiros. Entre os recursos de acessibilidade disponíveis na urna eletrônica estão:

Teclado numérico grande, com sequenciamento de números, igual ao utilizado nos telefones e teclas com sensibilidade tátil (braile) e audível (clique);

Saída de áudio para fone de ouvido;

Cadastro de nome fonético das candidaturas

Sintetizador de voz para leitura das teclas digitadas e dos nomes de candidaturas, vices e suplentes;

Apresentação com intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na tela da urna eletrônica, para indicar os cargos em votação.

Segurança construída em múltiplas camadas

Ao longo de seus 30 anos, a urna eletrônica passou por constantes aperfeiçoamentos tecnológicos. Hoje, a segurança do sistema eleitoral brasileiro é resultado de um conjunto de mecanismos que atuam em diferentes etapas do processo, desde o desenvolvimento dos programas até a totalização dos resultados.

Segundo o secretário Júlio Valente, o sistema eletrônico de votação é um processo hígido, auditável e transparente, contando com mais de 40 oportunidades de auditoria ao longo de cada biênio que forma o ciclo eleitoral. Além disso, a fiscalização é exercida por diversas instituições e entidades legitimadas pelo artigo 6 da Resolução TSE nº 23.673/2021.

Entre as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral estão a assinatura digital dos sistemas, o lacramento dos programas, a criptografia dos dados, os testes públicos de segurança e a fiscalização permanente realizada por partidos políticos, federações, coligações, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Federal, Congresso Nacional e entidades da sociedade civil.

Evolução permanente

Valente destaca que a evolução constante da tecnologia exige melhorias permanentes.

“A cada ano são feitas melhorias ou no software ou no hardware da urna eletrônica. Para isso, contamos com a própria sociedade brasileira que se faz representar por meio das entidades fiscalizadoras e por meio das investigadoras e dos investigadores que atuam no teste público de segurança”, declarou Valente.

Desde o ciclo das Eleições de 2022, o sistema eletrônico de votação passou por importantes saltos tecnológicos, de transparência e de acessibilidade. O modelo UE2020 passou a contar com capacidade de processamento 18 vezes superior à geração anterior, tela sensível ao toque para o terminal do mesário e certificação de seus mecanismos criptográficos com base nos padrões da ICP-Brasil.

Para garantir a lisura e a segurança, foram realizadas as edições de 2021, 2023 e 2025 do Teste Público de Segurança (TPS), o prazo de acesso ao código-fonte dobrou para 12 meses e houve a publicação em tempo real de arquivos essenciais, como Boletins de Urna (BUs), RDVs e logs.

A acessibilidade também teve avanços marcantes, combinando a inclusão do intérprete de Libras na tela e voz sintetizada mais natural para deficientes visuais, além da simplificação na etapa de identificação do eleitor no momento da votação.

As sucessivas atualizações reforçam um conjunto de procedimentos técnicos e jurídicos que asseguram que o voto registrado na urna seja exatamente o voto contabilizado na apuração, preservando simultaneamente o sigilo da escolha do eleitor.

Essa combinação entre segurança, auditabilidade, transparência, atualização tecnológica e participação institucional transformou o modelo brasileiro em referência internacional, frequentemente observado por autoridades eleitorais de diversos países.

Orgulho nacional a serviço da democracia
A urna eletrônica é orgulho nacional. Ao completar 30 anos, a urna eletrônica representa mais do que tecnologia. Ela simboliza o compromisso permanente da Justiça Eleitoral com a democracia, a transparência e o respeito à vontade soberana do eleitor.

Durante esse período, milhões de brasileiras e brasileiros exerceram seu direito ao voto utilizando uma tecnologia desenvolvida para garantir eleições seguras, céleres e confiáveis. Foram realizadas sete eleições presidenciais com utilização da urna eletrônica, além da escolha de milhares de governadores, senadores, deputados, prefeitos e vereadores.

Trinta anos após sua criação, a urna eletrônica permanece como um patrimônio da democracia brasileira. Resultado de investimento contínuo em inovação, transparência e segurança, ela assegura que a vontade do eleitor seja expressa nas urnas e fielmente refletida no resultado das eleições.

AN/GO

Ministério Público participa da instalação de Comitê de Segurança nas Eleições 2026

Representando o procurador-geral de justiça, Danilo de Castro, a subprocuradora-geral para Assuntos Administrativos do Ministério Público do Maranhão (MPMA), Regina Maria da Costa Leite, participou, na manhã desta quinta-feira, 30, da solenidade de instalação do Comitê de Segurança das Eleições 2026. O evento ocorreu na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), em São Luís.

A cerimônia foi conduzida pela presidente da Corte Eleitoral, desembargadora Francisca Galiza, ao lado do corregedor eleitoral, desembargador Sebastião Bonfim.

O comitê funcionará nas dependências do TRE-MA com a finalidade de coordenar ações integradas de segurança e gerenciar potenciais riscos ao longo de todo o processo eleitoral de 2026. A iniciativa busca assegurar a ordem, a lisura das urnas e o livre exercício do voto em todo o estado do Maranhão.

Presidente do TRE conduziu a cerimônia de instalação do Comitê
Com a presença de representantes de diversas forças e órgãos estaduais e federais, a solenidade reforçou o alinhamento institucional entre o Ministério Público, a Procuradoria Regional Eleitoral, as Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal, o Corpo de Bombeiros, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Capitania dos Portos, o Exército e o Centro Tático Aéreo (CTA).

O coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do MPMA, Haroldo Paiva de Brito, também participou da solenidade.

Redação: CCOM-MPMA