Chamado de “matéria antiga”, processo que pede busca e apreensão na residência de Nagib segue fervendo na Justiça de Codó e juiz dá 15 dias para Ministério Público se manifestar 

Embora o ex-prefeito Francisco Nagib tenha utilizado as redes sociais para desmerecer a ação de improbidade administrativa, afirmando que se trata de “processo antigo”, os autos demonstram que o caso segue tramitando normalmente na Justiça. O processo, que está em andamento na 1ª Vara da Comarca de Codó, voltou a registrar nova movimentação após despacho do juiz Pablo Carvalho e Moura, que concedeu prazo de 15 dias para manifestação do Ministério Público.

A Procuradoria Geral do Município pede a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib e dos ex-gestores Ivaldo José da Silva, Roberto César Nunes de Sousa e Evimar Jean Costa Barbosa por supostos atos de improbidade administrativa relacionados ao não pagamento de precatório judicial durante a gestão 2017/2020.

O Blog do Leonardo Alves consultou o processo na noite desta sexta-feira (08) e identificou nova movimentação nos autos da ação de improbidade administrativa movida contra o ex-prefeito Francisco Nagib. Entre as movimentações consta um despacho de mero expediente datado de 29 de abril de 2026, no qual o juiz Pablo Carvalho e Moura concedeu prazo de 15 dias para manifestação do Ministério Público. O sistema também registra expedição de comunicação eletrônica realizada no dia 05 de maio de 2026, demonstrando que o processo segue em tramitação regular na Justiça de Codó.

O processo tramita sob o número 0807010-33.2025.8.10.0034 na 1ª Vara da comarca de Codó e teve novo despacho assinado pelo juiz Pablo Carvalho e Moura, determinando vista ao Ministério Público pelo prazo de 15 dias para manifestação nos autos.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência dos ex-gestores, inclusive com uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

O processo envolve supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento do precatório nº 236196-07.2019.4.01.9198, que, segundo a ação, teria deixado o município inadimplente junto ao Governo Federal, impedindo a celebração de convênios e o recebimento de recursos.

A ação ganhou ainda mais repercussão após o Blog do Leonardo Alves divulgar a exoneração do então procurador-geral do município, Esdras Guedêlha. Posteriormente, o blog também revelou que o ex-procurador havia apresentado manifestação pedindo a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib, filho do atual prefeito de Codó.

O Ministério Público acompanha a tramitação do caso, que segue em andamento na Justiça Estadual após a redistribuição dos autos pela Justiça Federal.

Com erros de português, Francisco Nagib divulga informação falsa sobre processo da Procuradoria de Codó que pede busca e apreensão em sua residência

O ex-prefeito Francisco Nagib utilizou suas redes sociais para afirmar que seria “mentira da oposição” a repercussão envolvendo a ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Codó que pede busca e apreensão em sua residência.

Em uma das publicações, além das informações contestadas pelos autos, o ex-prefeito também chamou atenção pelos erros de português, escrevendo palavras de forma incorreta, como “Reguentando” no lugar de “requentando”, além de escrever o nome de Codó de forma incorreta.

Na postagem, ele classificou o caso como “uma palhaçada da oposição de Codó requentando matérias antigas da época do Zé do Lixão” e afirmou ainda que o pedido da Procuradoria “foi negado” e que teria sido “protocolada a desistência da denúncia”.

No entanto, os autos do processo não confirmam as declarações feitas pelo parlamentar. O processo segue válido, em tramitação e aguardando apreciação da 1ª Vara da comarca de Codó, para onde os autos foram redistribuídos após a Justiça Federal reconhecer incompetência para julgar o caso.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência do deputado, inclusive com autorização de uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

A ação trata de supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento de precatório e continua em andamento no Judiciário. Não há nos autos qualquer decisão extinguindo o processo ou homologando desistência da ação por parte do Município.

Outro ponto que chama atenção é que, após o Blog do Leonardo Alves divulgar manifestação assinada pelo então procurador-geral do Município, Esdras Guedêlha, pedindo a condenação de Francisco Nagib e de ex-gestores, houve posteriormente uma nova manifestação no processo. Ainda assim, o procedimento segue ativo e sem decisão final da Justiça.

 

 

 

Em processo que voltou a repercutir após exoneração de procurador, Procuradoria de Codó pede busca e apreensão na residência de Francisco Nagib com uso da força policial

Embora ajuizada em 2022, a ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Codó contra o ex-prefeito Francisco Nagib voltou a repercutir após novas movimentações processuais e a redistribuição do caso para a comarca de Codó.

O processo tramita sob o número 0807010-33.2025.8.10.0034 na 1ª Vara da comarca de Codó.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência dos ex-gestores, inclusive com uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

O processo envolve supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento do precatório nº 236196-07.2019.4.01.9198, que, segundo a ação, teria deixado o município inadimplente junto ao Governo Federal, impedindo a celebração de convênios e o recebimento de recursos.

A ação ganhou ainda mais repercussão após o Blog do Leonardo Alves divulgar a exoneração do então procurador-geral do município, Esdras Guedêlha. Posteriormente, o blog também revelou que o ex-procurador havia apresentado manifestação pedindo a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib, filho do atual prefeito de Codó.

O Ministério Público já acompanha a tramitação do caso, que segue em andamento na Justiça.

PROMOÇÃO PESSOAL: Prefeito Chiquinho Oliveira poderá ser denunciado ao Ministério Público Eleitoral após outdoor com sua imagem sobre Minha Casa Minha Vida

O prefeito Chiquinho Oliveira deve ser denunciado ao Ministério Público Eleitoral após a instalação de um outdoor em Codó com sua imagem divulgando uma live sobre o programa Minha Casa Minha Vida, marcada para o próximo domingo (10), Dia das Mães.

A peça publicitária chama atenção por destacar a imagem pessoal do prefeito ao anunciar uma ação relacionada a um programa federal, o que levanta questionamentos sobre eventual promoção pessoal com utilização de publicidade institucional. Mais uma vez, o prefeito ignora os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa previstos na Constituição Federal.

A situação poderá ser analisada pelo Ministério Público Eleitoral para verificar se houve possível utilização da máquina pública ou publicidade institucional em benefício da imagem do gestor municipal. A legislação eleitoral e administrativa proíbe promoção pessoal de autoridades em atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos.

Dependendo da análise dos órgãos de fiscalização, a situação poderá resultar em procedimento investigatório para apurar eventual irregularidade. Cabe à oposição denunciar o caso ao Ministério Público Eleitoral e ao Ministério Público Federal por abuso de poder político e promoção pessoal.

A live anunciada no outdoor deverá tratar de informações relacionadas ao programa Minha Casa Minha Vida e está prevista para acontecer no domingo, data em que se comemora o Dia das Mães.

Neto Evangelista confronta oposição e diz que votar contra empréstimos é “votar contra moradia, asfalto e desenvolvimento”

Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta quinta-feira (07), o deputado estadual Neto Evangelista defendeu os empréstimos solicitados pelo governador Carlos Brandão, afirmando que os recursos vão financiar obras estruturantes, habitação popular, mobilidade urbana e modernização tecnológica no estado.

Em tom enfático, Neto acusou adversários políticos de espalharem “desinformação” e de tentarem transformar projetos de desenvolvimento em debate eleitoral. Segundo ele, os financiamentos têm fiscalização internacional rigorosa e representam oportunidade histórica para o Maranhão avançar em áreas estratégicas.

Um dos pontos destacados pelo parlamentar foi o projeto de implantação de um cabo submarino de fibra óptica no Maranhão, iniciativa voltada para ampliar a capacidade de conexão digital do estado e atrair novos investimentos econômicos.

Ao comparar o Maranhão com o Ceará, Neto Evangelista afirmou que a qualidade da internet é hoje fator decisivo para atração de empresas e indústrias.

“Vá à Fortaleza, vá ao Ceará. Lá a internet não cai. Lá há atração de empresas porque existe conexão internacional. O Maranhão agora tem a chance de entrar nesse novo cenário”, afirmou o deputado.

Neto também rebateu críticas sobre o uso dos recursos internacionais e destacou que os financiamentos passam por controle rígido de organismos multilaterais.

“Isso é dinheiro de banco internacional, da Agência Francesa de Desenvolvimento. Alguém acha que instituições desse porte liberam recursos sem acompanhamento e fiscalização?”, questionou.

Na área habitacional, o parlamentar endureceu o discurso ao relacionar o voto contrário aos financiamentos com a permanência de famílias em áreas precárias e de risco em São Luís.

Segundo ele, os recursos permitirão retirar famílias das palafitas e garantir moradia digna em várias comunidades.

“Quem votar contra esse financiamento está votando contra as famílias que vivem em palafitas, contra quem mora em área de risco e espera há anos por dignidade”, disparou.

Durante o pronunciamento, Neto Evangelista citou regiões como Alemanha, Vila Jumenta, Fé em Deus, João Paulo e Itaqui-Bacanga, que convivem com situações precárias de moradia.

O deputado também saiu em defesa do projeto de aquisição de ônibus elétricos para o sistema de transporte público da Grande Ilha, afirmando que a medida poderá melhorar o serviço e abrir caminho para redução da tarifa.

“O transporte público não está bom. Precisamos investir em sustentabilidade, modernização e eficiência. Ônibus elétrico significa menos poluição e possibilidade real de reduzir tarifa”, destacou.

Sobre as críticas relacionadas ao aumento do endividamento estadual, Neto Evangelista afirmou que o Maranhão vive hoje um dos melhores momentos fiscais de sua história recente. Segundo ele, a elevação da nota Capag para nível A pelo Tesouro Nacional comprova equilíbrio financeiro e capacidade de investimento do estado.

O parlamentar lembrou ainda que empréstimos anteriores aprovados pela Assembleia já resultaram em obras de pavimentação e recuperação de rodovias em diferentes regiões maranhenses.

“Quem votar contra esse financiamento está votando contra estrada, contra infraestrutura e contra o asfalto chegando na porta da casa das pessoas”, afirmou.

Ao encerrar o discurso, Neto Evangelista pediu responsabilidade no debate político e reafirmou apoio aos projetos encaminhados pelo Governo do Estado, defendendo que os financiamentos representam investimentos estratégicos para o futuro do Maranhão.