Em processo que voltou a repercutir após exoneração de procurador, Procuradoria de Codó pede busca e apreensão na residência de Francisco Nagib com uso da força policial

Embora ajuizada em 2022, a ação de improbidade administrativa movida pelo Município de Codó contra o ex-prefeito Francisco Nagib voltou a repercutir após novas movimentações processuais e a redistribuição do caso para a comarca de Codó.

O processo tramita sob o número 0807010-33.2025.8.10.0034 na 1ª Vara da comarca de Codó.

Na ação, a Procuradoria Geral do Município pede, entre outras medidas, busca e apreensão de documentos na residência dos ex-gestores, inclusive com uso de força policial em caso de descumprimento judicial, além do bloqueio de até R$ 2 milhões em bens dos denunciados.

O processo envolve supostas irregularidades relacionadas ao não pagamento do precatório nº 236196-07.2019.4.01.9198, que, segundo a ação, teria deixado o município inadimplente junto ao Governo Federal, impedindo a celebração de convênios e o recebimento de recursos.

A ação ganhou ainda mais repercussão após o Blog do Leonardo Alves divulgar a exoneração do então procurador-geral do município, Esdras Guedêlha. Posteriormente, o blog também revelou que o ex-procurador havia apresentado manifestação pedindo a condenação do ex-prefeito Francisco Nagib, filho do atual prefeito de Codó.

O Ministério Público já acompanha a tramitação do caso, que segue em andamento na Justiça.

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