
O fenômeno se repete. Depois de Diogo Tito, agora é a vez de Carlinha Melo encarar o rigor da Justiça Eleitoral. A falha? Não prestar contas da campanha. O castigo? Inelegibilidade até 31 de dezembro de 2028.
Diante dessa nova baixa, uma dúvida paira no ar: o problema é individual ou a engrenagem administrativa do União Brasil de Codó está emperrada? Afinal, poucos meses após a eleição, dois candidatos da legenda foram varridos do jogo político pelo mesmo motivo.
No caso do União Brasil de Codó, a reincidência do erro acende um alerta. Seria desorganização do partido, negligência dos candidatos ou uma pane generalizada na administração da legenda?
Seja qual for o motivo, é fato que o segundo candidato do União Brasil está inelegível. Se o partido não corrigir o rumo, esse número pode aumentar.

