Iracema Vale ressalta importância de expansão das escolas de tempo integral no Maranhão

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), prestigiou, na tarde de segunda-feira (29), o lançamento da expansão das escolas de tempo integral por todo o Maranhão. O ato foi conduzido pelo governador Carlos Brandão (PSB) e pelo vice-governador e secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão (PT).

“Essa modalidade de ensino proporciona aos jovens uma formação qualificada e apresenta uma série de vantagens em relação ao ensino regular, sendo capaz, inclusive, de gerar diversos impactos socioeconômicos. Parabenizo o governo Brandão pela iniciativa e pelas ações”, afirmou a chefe do Legislativo maranhense.

Para o governador, o ato é um marco histórico da educação maranhense. “A educação é o melhor caminho para garantir um futuro melhor a todos os jovens maranhenses. Vamos, ainda, servir três refeições ao dia para garantir a segurança alimentar dos jovens e a permanência deles por todo o dia na escola”, ressaltou Brandão.

Atualmente, a rede pública de ensino conta com 95 escolas de tempo integral – atendendo 32 mil estudantes em mais de 50 municípios. Com o aumento, serão mais 95 novas escolas, alcançando 107 municípios e cerca de 70 mil alunos matriculados em todo o Estado. No total, serão 190 escolas de tempo integral.

“Até 2014, não tínhamos nenhuma escola de tempo integral. Agora, 51 cidades do Maranhão contam com esse regime. O governo de Carlos Brandão é de continuidade e avanços. Acreditamos que esse é o modelo de educação que as nossas crianças e jovens merecem e é nisso que investiremos”, acrescentou o vice-governador Felipe Camarão.

Posse dos novos Gestores Escolares

Na ocasião, também foram empossados os novos gestores escolares da rede estadual de ensino, referente ao quadriênio 2024-2027. Mais de 600 eleitos foram empossados para as vagas de gestor geral, gestor auxiliar, diretor geral e diretor adjunto, distribuídas por Unidade Regional de Educação (URE).

No evento, também estavam presentes os deputados estaduais Antônio Pereira (PSB), Roberto Costa (MDB) e Leandro Bello (Podemos); os deputados federais Rubens Pereira Júnior (PT) e Duarte Júnior (PSB); o ministro do Esporte, André Fufuca, além do chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira.

Câmara dos Deputados volta do recesso com ameaça de travar agenda do governo Lula

Líderes de partidos do centrão dizem que o presidente Lula (PT) e sua equipe de articulação política terão dificuldades em votações na Câmara dos Deputados em 2024 e podem ver assuntos de interesse do governo travados na retomada dos trabalhos do Congresso Nacional.

A insatisfação desse bloco comandado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que dita o ritmo dos trabalhos no plenário tem como foco principal o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).

Integrantes do centrão argumentam que o chefe da articulação política do Palácio do Planalto descumpriu diversos acordos ao longo de 2023. O principal deles seria a liberação das verbas de emendas parlamentares negociadas com os deputados, em especial recursos do Ministério da Saúde, pasta chefiada por Nísia Trindade.

A Folha conversou com congressistas que formalmente compõem a base do governo e sustentam, sob condição de anonimato, que nenhuma proposta que seja de interesse exclusivo do governo andará na Câmara enquanto não houver mudanças na articulação política.

Alguns desses parlamentares defendem a demissão de Padilha e relacionam a ameaça de paralisação da agenda do governo a esse objetivo. Outros indicam que a pressão pode fazer com que o próprio ministro faça mais concessões ao centrão.

Aliados de Padilha admitem a existência da artilharia. Também em caráter reservado, eles dizem que o próprio Lula já foi informado sobre a investida e ponderam que o governo trata o movimento do centrão como uma tentativa de ampliar ainda mais o poder do grupo sobre o Orçamento.

Mantido o ânimo do centrão, o presidente deve enfrentar um clima desfavorável no início dos trabalhos da Câmara em 2024 marcado formalmente para 1º de fevereiro, mas que, na prática, só ocorrerá na segunda quinzena do mês, após o Carnaval.

A tendência é que se repita ou até se aprofunde o quadro do ano passado, quando o bloco priorizou uma pauta alinhada a seus interesses e só aprovou medidas do governo após várias mudanças e concessões.

A disputa pode se refletir sobre a pauta econômica. Alguns dos principais partidos da Câmara têm se mostrado afinados com o mercado financeiro, o agronegócio, o setor empresarial e o pensamento liberal, o que representa um empecilho em tópicos vistos como conflitantes com esses interesses.

Uma dessas propostas é o recém-anunciado programa de estímulo à indústria, chamado Nova Indústria Brasil, que retoma ideias antigas de gestões petistas, com forte intervenção estatal.

Essa agenda depende do Congresso, por exemplo, para autorizar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) a financiar a exportação de serviços.

Outro assunto é a tentativa do governo de reverter a desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia. Após aprovar a medida contra a orientação do Planalto, no ano passado, o Congresso resiste a uma nova investida do governo.

Integrantes da equipe de Padilha argumentam que, apesar das dificuldades enfrentadas por Lula em 2023, inclusive na pauta econômica, os principais itens da agenda do governo foram aprovados na Câmara com o apoio dos deputados do centrão ?e muitos com o empenho pessoal de Lira.

A briga por influência sobre o Orçamento ganhou um novo capítulo nesta semana, com o veto de Lula a R$ 5,6 bilhões na previsão de emendas parlamentares que deveriam ser pagas neste ano. Ainda que o valor restante represente um recorde de R$ 47,5 bilhões nessa modalidade, os alvos dos cortes provocaram insatisfação no centrão.

Os cinco ministérios mais atingidos pelo veto são controlados pelo bloco ou são os principais canais de abastecimento dos redutos políticos desses parlamentares: Cidades, Integração, Turismo, Esportes e Comunicações.

As principais queixas, no entanto, estão direcionadas à distribuição de verbas do Ministério da Saúde. O centrão afirma que a pasta fez uma distribuição desigual de recursos, que privilegiou parlamentares de esquerda e de partidos menos alinhados ao bloco, como MDB e PSD.

Nísia é alvo constante de reclamações dos líderes do centrão, mas quase todos os parlamentares apontam Padilha como problema principal. Ex-ministro da Saúde (2011-2014), ele teve influência na montagem da pasta.

O ministério foi alvo da cobiça do centrão durante as negociações que selaram a entrada do bloco no governo, em meados do ano passado. Na ocasião, Lula descartou a demissão de Nísia para abrigar um nome indicado pelo grupo.

A equipe de Padilha nega que o Ministério da Saúde tenha represado ou dado um tratamento desigual aos deputados no pagamento das emendas.

Lula foi eleito para governar com um Congresso onde a esquerda é minoria, ocupando cerca de 25% do total das 513 cadeiras. Por isso, o petista firmou, ainda na transição, um acordo com Lira até então chefe do sustentáculo legislativo de Jair Bolsonaro (PL).

Além de apoiar a reeleição de Lira como presidente da Câmara, o governo também abriu espaço para o centrão em postos importantes, como os ministérios do Esporte (entregue ao PP) e dos Portos e Aeroportos (dado ao Republicanos), além da presidência da Caixa Econômica Federal (a partir de uma indicação de Lira).

O governo também executou em 2023 um valor de emendas parlamentares sem precedentes, que chegaram a R$ 46,5 bilhões.

Essas ferramentas asseguraram a Lula, no decorrer do primeiro ano de governo, uma base folgada no papel, mas altamente instável, na prática.

Apesar de comandarem ministérios, o centrão e outros partidos de centro e de direita que compõem a base governista MDB, PSD e União Brasil abrigam em seus quadros ferrenhos opositores a Lula.

Esse perfil tornou as negociações de emendas e cargos mais valiosas para a estabilidade da base do governo, uma vez que os parlamentares buscavam benefícios que pudessem ser distribuídos para seus redutos eleitorais.

Outro fator de desequilíbrio foi a volta do comando da influente bancada evangélica do Congresso para as mãos de sua ala mais bolsonarista. O governo há muito tempo encontra dificuldade de interlocução com esse segmento.

Fonte: Folhapress

Morre Valdecy Claudino, irmão de João Claudino e um dos fundadores do Armazém Paraíba

Foto: Arquivo Pessoal
Valdecy Claudino (à direita) ao lado do irmão João Claudino

Morreu neste domingo (28), em São Paulo, aos 94 anos, o empresário Valdecy Claudino, irmão de João Claudino com quem fundou o Armazém Paraíba. A família não divulgou a causa da morte.

Valdecy Cavalcante nasceu em Uiraúna, na Paraíba, em 1929, e, ao lado do seu irmão João Claudino, inaugurou no ano de 1958 o Armazém Paraíba. Em luto pela morte de um dos fundadores, as lojas permanecerão fechadas nesta segunda-feira (29).

Foi casado com dona Rivone, com quem teve quatro filhas, 7 netos e 4 bisnetos.

O velório será nesta segunda (29), no horário das 8h às 15h30 em São Paulo. Em seguida, ocorrerá o sepultamento.

 

Cidade Verde

Bolsonaro diz ser massacrado e volta a atacar Supremo, urna eletrônica e esquerda

Em live ao lado dos filhos Flávio, Eduardo e Carlos, o ex-presidente falou a aliados do PL de olho das eleições municipais deste ano

Em uma “superlive” na internet de quase duas horas, ao lado dos três filhos parlamentares, Flávio, Eduardo e Carlos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre fake news, sobre o gabinete do ódio, falta de provas nas acusações contra a família, sobre as suspeitas do caso Marielle, a facada que ele sofreu em Minas Gerais, em 2018, relembrou a morte do prefeito Celso Daniel (PT), sobre as eleições 2022, urnas eletrônicas e Tribunal Superior Eleitoral e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Com uma camisa da seleção de Israel, Bolsonaro ainda falou que é massacrado por parte da opinião pública e pelos meios de comunicação e avisou que os candidatos devem estar preparados para serem alvos de “mentiras”.

O ex-presidente está inelegível, condenado pelo TSE por abuso de poder político nas eleições de 2022.

Bolsonaro abriu a live citando o presidente Nicolás Maduro e o sistema eleitoral da Venezuela, em plebiscito com votos impressos simultâneos ao eletrônico. “Nesse plebiscito, que vimos há poucas semanas e teve a iniciativa do presidente Maduro, teve o voto impresso ao lado da urna eletrônica”, disse o ex-presidente, que voltou a defender o voto impresso e atacar as urnas eletrônicas.

Atos golpistas

Bolsonaro ainda classificou de farsa, os atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. “É uma farsa isso. Que 8 de Janeiro é esse que leva ao sofrimento inocentes, pobres coitados? Alguns depredaram, tem que pagar, como no próprio dia 8 dei uma tuitada, lamentei ocorrido”.

Segundo ele, não houve tentativa de golpe de estado. “Golpe de Estado sem um tiro? Sem um fuzil? E cadê as inteligências, falam tanto da inteligência, que não levantaram isso?”, indagou.

Fala a convertidos

O Evento Conservador 2024, nome da live transmitida neste domingo (28), às 19h, buscou “organizar a base bolsonarista” e “preparar futuros candidatos”, além de “criar influenciadores para atuarem localmente regidos pelas pautas do grupo”. “Chegou o momento de prepararmos os candidatos e as lideranças locais para este ano tão decisivo”, informou a página oficial do evento.

Bolsonaro destacou na live que Eduardo, deputado federal pelo PL de São Paulo, era o responsável pela “super live”. Em tom informal, eles falaram sobre suas histórias políticas e pessoais, contaram casos de campanhas eleitorais. Todos na mesa, com uma bandeira do Brasil, os quatro integrantes do clã Bolsonaro discursaram à militância.

Bolsonaro apresentou uma lista de temas obrigatórias para os aliados em 2024. Espécie de condição para receber o apoio político do clã, candidatos a prefeito e vereador do PL e aliados devem tratar sobre o combate ao aborto legal, às drogas, ao liberalismo e, principalmente, polarizar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o PT.

A live serviu para oficializar o lançamento de um curso para candidatos conservadores. Todos falaram, inclusive o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos), que raramente dá entrevistas ou faz discursos.

O senador Flávio (PL-RJ), falou em “disputa Bolsonaro versus a esquerda” nas urnas, neste ano. “Busquem aqueles candidatos que tenham referência, esses princípios, que o presidente Bolsonaro criou dentro do nosso partido.”

O PL quer lançar 1,5 mil candidatos a prefeito. Em 2020, foram eleitos 345 prefeitos.

Polêmicas

Bolsonaro citou o caso Marielle Franco e a tentativa de delação do ex-policial militar Ronnie Lessa, executor do crime. O ex-presidente lembrou que chegaram a acusá-lo de envolvimento com o crime. “Fomos massacrados.” Provocou ainda os petistas, sobre o assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), em 2001. “Por que a esquerda não fez a campanha “quem matou Celso Daniel?”

Defendeu ainda o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), alvo de investigação da PF por ter montado uma espécie de Abin paralela na Agência Brasileira de Inteligência, no governo Bolsonaro, para perseguir adversários.

SBT News

Papa Francisco volta a defender bênção para união homossexual

O líder católico, Papa Francisco (Foto: Reprodução/AP)

Em uma tentativa de justificar o injustificável, o Papa Francisco afirmou que a Igreja Católica não está alterando seus ensinamentos em relação a práticas homossexuais e uniões entre pessoas do mesmo sexo. Essa declaração ocorre em meio a críticas após o Vaticano aprovar um documento que autoriza padres a abençoarem uniões entre pessoas do mesmo sexo. O pontífice abordou a declaração conhecida como “Fiducia Supplicans” durante a sessão plenária do Dicastério para a Doutrina da Fé.

Na ocasião, o Papa Francisco destacou que a tarefa do Dicastério é promover e salvaguardar a integridade do ensinamento católico, recorrendo ao depósito da fé. Ele enfatizou que essa busca pela compreensão diante de novas questões visa proclamar o Evangelho em todo o mundo. A declaração “Fiducia Supplicans,” emitida em dezembro, gerou reações divergentes, sendo criticada por católicos conservadores.

Francisco explicou a intenção por trás das bênçãos pastorais, esclarecendo que não exigem perfeição moral e que, ao abençoar pessoas do mesmo sexo, não se está abençoando a união, mas as pessoas individualmente. O cardeal Victor Manuel Fernandez, autor da declaração, já havia afirmado anteriormente que o documento é claro sobre o casamento e a sexualidade, reiterando que a bênção é uma resposta pastoral.

Diante das reações, alguns bispos proibiram explicitamente as bênçãos de casais do mesmo sexo em suas dioceses. O Papa Francisco, em sua fala, criticou posições ideológicas rígidas, enfatizando a importância de continuar buscando e crescendo na compreensão da verdade, superando a tentação de ficar parado.

O pontífice católico vem se colocando cada dia mais distante das doutrinas bíblicas, abraçando uma visão ideológica progressista, contrariando o que a Bíblia instrui, o que vem gerando reação dentro da Igreja Católica.

Gospel Prime