Pastor e deputado federal Marco Feliciano diz que Praça dos Três Poderes se transformou na China comunista

Praça dos Três Poderes (Reprodução)

O parlamentar chamou a atenção para a baixa quantidade de bandeiras do Brasil em meio às vermelhas dos apoiadores de Lula.

O pastor e deputado federal reeleito, Marco Feliciano (PL-SP), criticou a multidão de vermelho que compareceu na posse de Lula neste domingo (1°).

O parlamentar disse que a Praça dos Três Poderes, em Brasília, “se transformou” na Praça da Paz Celestial da China comunista.

Com essa declaração, o deputado buscou chamar a atenção para a baixa quantidade de bandeiras do Brasil em meio às vermelhas, erguidas pelos apoiadores do novo presidente.

Na avaliação do aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi um “triste dia” para o Brasil.

“Brasília vermelha. Onde está o verde e amarelo do Brasil? A Praça dos Três Poderes se transforma na Praça da Paz Celestial da China comunista. Triste dia para a Democracia e para a Pátria”, lamentou Feliciano, em publicação no Twitter.

Caio Rangel

Wellington Dias assume hoje ministério e fala em reestruturar o Cadastro Único

O senador eleito Wellington Dias (PT) assume na tarde desta segunda-feira (02) o Ministério do Desenvolvimento Social, recriado pelo presidente Lula. Na pasta, Wellington Dias comandará um orçamento de R$ 200 bilhões e assumirá a missão de reestruturar o Cadastro Único para Programas Sociais, o chamado CadÚnico.

“É um orçamento de aproximadamente R$ 200 bilhões, voltado não só para a transferência de renda, mas para políticas para a família, no que é essencial para a pessoa humana”, explicou Wellington Dias sobre o ministério.

Para auxiliá-lo, Wellington Dias nomeou uma equipe com perfil técnico e político. O ex-deputado e ex-secretário de Governo Osmar Júnior (PCdoB) foi o escolhido para ser o seu primeiro secretário executivo.

Em entrevista ao portal Cidade Verde, Osmar Júnior falou sobre a ações prioritárias para a gestão no ministério.

“É o trabalho mais importante do governo Lula, pois é a tarefa de cuidar dos pobres, que são sempre esquecidos. São duas tarefas imediatas. Uma é combater a fome, nesse momento têm pessoas que não comeram e nem tem perspectiva no primeiro dia do ano. Isso é uma tragédia. Combater a fome é emergencial. O segundo é reestruturar o Cadastro Único. O cadastro é a política mais importante para a política social”, explicou.

O Cadastro Único para Programas Sociais ou CadÚnico é um instrumento de coleta de dados e informações para identificar famílias de baixa renda existentes no país para fins de inclusão em programas de assistência social e redistribuição de renda.

EQUIPE TÉCNICA

Além de Osmar Júnior, Wellington Dias confirmou o também piauiense Ranniêr Ciríaco para o cargo de secretário executivo adjunto da pasta.

Para a secretaria do Cadastro Único e gestão da informação, a petista anunciou Letícia Bartholo a socióloga e servidora pública federal. Já a secretaria Nacional de Renda e Cidadania ficará sob o comando de Eliane Aquino.

Lilian Rahal será a secretária Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Luiz Carlos Everton o secretário Nacional de Inclusão Socioeconômica, André Quintão o secretário de Assistência Social e Laís Abramo a secretária Nacional de Cuidados e Família.

Paula Sampaio

Pastor Ezequias Silva realiza batismo com 2 mil pessoas

A cerimônia religiosa aconteceu nesta sexta-feira (30), na represa de Nazaré Paulista, interior de São Paulo.

O pastor Ezequias Silva, líder e fundador da Igreja Assembleia de Deus Ministério Belém do Pará, na Penha, São Paulo, realizou um batismo com 2 mil pessoas.

A cerimônia religiosa aconteceu nesta sexta-feira (30), na represa de Nazaré Paulista, interior de São Paulo.

O último batismo do ano teve o maior número de candidatos a se tornarem membros do corpo de Cristo.

O ritual, que acontece em todas as igrejas evangélicas, é um mandamento bíblico, que até o próprio Jesus obedeceu, ao ser batizado pelo seu primo João Batista.

A Igreja Assembleia de Deus Belém do Pará tem apenas 11 anos de fundação e possui atualmente mais de 1.000 igrejas espalhadas em todo o Brasil

O ministério do pastor Ezequias Silva tem sido marcado por curas, profecias e libertação de almas.

Caio Rangel

Gusttavo Lima exige que mulher seja expulsa de show

Foto: Eduardo Martins/AgNews

Gusttavo Lima exigiu que uma mulher fosse retirada de seu show em um hotel cinco estrelas em Fortaleza, no Ceará, na madrugada deste domingo (1). Segundo relatos de fãs nas redes sociais, ela teria atirado bebida no sertanejo em três momentos diferentes. Na terceira, o cantor perdeu a paciência.

Em vídeo que circula nas redes sociais, publicado pelo youtuber Renato Sertanejeiro, o cantor pede respeito à espectadora enquanto solicita que os seguranças do hotel Marina Park a retirassem do local.

“Pode tirá-la ou eu vou tirar. Respeito é o mínimo, viu, coleguinha? Respeito não se compra ou se adquire, você nasce com ele. Por falar em respeito, você não tem”, disse o cantor, que ainda pediu para que se devolvesse o dinheiro do ingresso da espectadora.

O cantor recebeu o apoio da dupla João Bosco e Gabriel. “Acho ridícula essa falta de respeito. Infelizmente, acontece demais nos shows. Algumas pessoas que não tem o que fazer e querem chamar a atenção de forma errada, jogando água ou cerveja nos artistas. Poxa, isso é ridículo. Falta de respeito total”, escreveu o perfil da dupla no Instagram.

No hotel de luxo Marina Park, acontecia uma festa de Réveillon cujo ingresso custava R$ 700 e R$ 2500. Além de Gusttavo Lima, o evento teve apresentações de Jonas Esticado, Dubdogz e Bruno & Denner.

Splash entrou em contato com a assessoria do cantor Gusttavo Lima para entender o que aconteceu, mas ainda não teve resposta. Também tentou confirmar a expulsão da espectadora com o hotel que realizava o evento, mas sem retorno. O espaço segue em aberto.

Fonte: Folhapress

Em discurso, Lula diz que vai tirar o pobre da fila do osso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou, em seu pronunciamento à Nação no Palácio do Planalto, que a grande marca do seu terceiro mandato será o combate à desigualdade, em todas as suas formas. Lula disse que seu governo vai cuidar de todos, mas, sobretudo, daqueles que mais necessitam, tirando o “pobre da fila do osso” e colocando-o de novo no Orçamento Público.

“Foi para combater a desigualdade e suas sequelas que nós vencemos a eleição. Esta será a grande marca do nosso governo. Dessa luta fundamental surgirá um país transformado. Um país de todos, por todos e para todos. Um país generoso e solidário, que não deixará ninguém para trás”, disse.

Segundo Lula, os governos do PT deixaram um “imenso legado” no combate à fome, mas destacou que “não quer viver de passado”. “Longe de qualquer saudosismo, nosso legado será sempre o espelho do futuro que vamos construir para este país.”

Em seu segundo pronunciamento à Nação após sua posse como 39º presidente do Brasil, o petista ainda citou que, nos governos anteriores do partido, houve conciliação entre crescimento econômico recorde e inclusão social, citando conquistas sociais do PT. “O Brasil Se tornou a sexta maior economia do mundo, ao mesmo tempo em que 36 milhões de brasileiras e brasileiros saíram da extrema pobreza.”

Recriação de ministérios

Lula disse que seu governo combaterá discriminações raciais, de gênero e contra os povos indígenas. Por isso, de acordo com ele, os ministérios ligados a estes grupos foram recriados por seu governo.

“É inaceitável que continuamos a conviver com preconceito, discriminação e racismo. Ninguém será cidadão ou cidadã de segunda classe”, disse Lula à multidão que acompanha o discurso na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

“Ninguém terá mais ou menos amparo do Estado, ninguém será obrigado a enfrentar mais obstáculos pela cor de sua pele”, acrescentou, emendando que por isso o Ministério da Igualdade Racial será recriado.

O mesmo motivo levará a gestão a estabelecer o Ministério dos Povos Indígenas, que, segundo Lula, combaterá um legado de 500 anos de desigualdade com relação aos povos originários. “Eles (indígenas) não são obstáculo ao desenvolvimento, são guardiões dos nossos rios e florestas”, disse ele. Lula disse que os territórios indígenas precisam ser demarcados.

O presidente afirmou ainda que seu governo combaterá a desigualdade e a violência de gênero. Ele afirmou que é inaceitável que mulheres sofram violência e assédio dentro e fora de casa, e que no trabalho, recebam salários inferiores aos de colegas homens que exercem as mesmas funções.

Em seu discurso, Lula disse que a desigualdade social do País precisa ser combatida. “É inadmissível que os 100 bilionários brasileiros tenham patrimônio equivalente aos 100 milhões mais pobres. E não adianta subir o vidro do automóvel de luxo para não os nossos irmãos que se amontoam debaixo dos viadutos, carentes de tudo.”

Fonte: Estadão Conteúdo