Nessa sexta-feira, 16, a Prefeitura de Codó, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (SEINFRA), deu andamento na execução dos serviços de manutenção na Passarela da Matriz, sobre o rio Itapecuru, que liga o centro da cidade ao bairro Trizidela.
De acordo com Divaldo Loureiro, Secretário de Infraestrutura, várias tábuas vinham sendo furtadas por vândalos, deixando a ponte em situação de risco para os codoenses que a utilizam todos os dias.
“Diversos vândalos estavam roubando as tábuas da passarela, deixando vários buracos e também a iluminação pública, colocando em risco a vida do nosso povo e após isso, estamos atendendo uma determinação do nosso prefeito para resolver toda essa problemática”, destacou o secretário.
Trazendo fortalecimento para diversos setores e entregando obras importantes, o então governador do Maranhão, Flávio Dino, esteve em Codó no dia 12 de março, deste ano, onde entregou a Passarela totalmente reformada e revitalizada para o povo codoense.
O final do ano chegou! Quem deseja antecipar as compras e evitar os tumultos de última hora, pode se planejar. O Armazém Paraíba anuncia o horário de funcionamento no período natalino.
Confira os horários para o período natalino do Armazém Paraíba:
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Sábado – Das 08h às 18h
Domingo – Das 8h às 13h
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As bolsas de mestrado e doutorado vão completar dez anos sem reajuste em 2023. Os valores estão defasados em 78,6% em relação à inflação no caso do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
O cálculo foi feito com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado de janeiro de 2013 a novembro de 2022. Hoje, a bolsa de mestrado é de R$ 1.500; reajustada pela inflação, subiria para R$ 2.679. Já a bolsa de doutorado sairia de R$ 2.200 para R$ 3.929.
O auxílio concedido pelas agências possibilita que alunos se dediquem exclusivamente à pesquisa.
Para Vinícius Soares, presidente da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), a desvalorização e a consequente queda no poder de compra dos alunos pode resultar em saída de pesquisadores do país e desestímulo à carreira científica.
“O recém-graduado precisa optar por entrar na pós-graduação recebendo R$ 1.500 do mestrado ou entrar no mercado ganhando muito mais”, diz.
De 2019 até 2021, houve redução de 18% no número de formados em pós-graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado). Em números absolutos, 14.520 pós-graduandos iniciaram seus estudos, mas não completaram. Os dados são da plataforma GeoCapes.
Coordenador de uma linha de pesquisa no Instituto de Química da UnB (Universidade de Brasília), Brenno Amaro Neto foi um dos impactados. Em 2019, ele chefiava um grupo de oito pós-graduandos. Hoje, são apenas dois.
“Alguns alunos que haviam feito a seleção para ingresso na pós-graduação não puderam se matricular porque dependiam da bolsa para viver”, diz.
A fuga de cérebros, chamada por Soares, da ANPG, de diáspora científica, é uma preocupação de pesquisadores. Hoje, cerca de 6.700 cientistas brasileiros realizam pesquisas fora do país, segundo o CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos).
Para Helena Nader, presidente da ABC (Academia Brasileira de Ciências), o caminho a curto prazo é ajustar o valor das bolsas e aumentar a quantidade disponibilizada. “Assim como não aceito que o salário mínimo não tenha ganho real, não posso aceitar que a bolsa de pós-graduação continue no patamar que está.”
A bióloga e pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) Mayana Zatz afirma que os cortes nos orçamentos da ciência também são responsáveis pela fuga de talentos. “Não adianta só dar bolsa se os laboratórios não têm a infraestrutura para fazer a pesquisa.”
Os programas de pós-graduação são responsáveis por 95% da produção científica no Brasil, segundo estudo encomendado pela Capes.
A falta de reajuste das bolsas tem dificultado o sustento dos pós-graduandos. É o caso de Daiane Matias, nutricionista e doutoranda pelo programa de pós-graduação em química biológica da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Daiane entrou no doutorado em 2018 e tem a bolsa da Capes como única renda. Ela, que compartilha com o namorado os custos da casa onde mora, também recebe ajuda da mãe.
“Está mais difícil fazer uma compra que dure o mês todo. Por isso, sempre preciso da ajuda da minha mãe para comprar comida.”
Ela também teve que pegar dinheiro emprestado com um amigo para pagar a fatura do cartão de crédito de dezembro, quando aconteceram congelamentos de verba do Ministério da Educação.
Desde 2016, o CNPq e a Capes sofrem redução anual de orçamento para bolsas.
A verba do CNPq para bolsas ficou em R$ 981 mil em 2022, a segunda mais baixa em dez anos. O menor valor foi registrado em 2019, quando foi de R$ 941 mil, em valores corrigidos pela inflação. A análise foi produzida pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).
O reajuste considerado ideal para repor parte das perdas ocorridas nesses dez anos seria de 75%, segundo estudo de Odir Dellagostin, presidente do Confap (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa).
As duas agências de fomento, porém, adotaram um cenário de reajuste de 30%, considerado moderado.
O impacto no CNPq nesse cenário seria de R$ 306,4 milhões para o ano que vem. Mas o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 prevê um aumento de 5,48% (cerca de R$ 54 milhões) para o investimento em bolsas de estudo no CNPq.
O órgão, que é vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), afirma que a partir de esforços conjuntos foi possível acrescentar cerca de R$ 300 milhões destinados a bolsas na proposta orçamentária que está em tramitação no Congresso. “O reajuste das bolsas do CNPq depende de incremento orçamentário que permita aumentar os valores sem prejuízo do número de bolsas oferecidas”, disse o órgão em nota.
Segundo o CNPq, a confirmação desses valores permitirá um reajuste de 30% no valor de todas as modalidades de bolsas.
O ministério foi procurado para falar sobre o impacto orçamentário do reajuste das bolsas de estudo no CNPq, mas não se manifestou.
O projeto de orçamento enviado pela União prevê redução de R$ 462 milhões no programa de bolsas da Capes: 18,21% a menos na comparação com 2022.
A Capes concede cerca de 73% das bolsas para mestrandos e doutorandos no Brasil, segundo a Confap.
Em 2018, a distribuição atingiu 92 mil estudantes; um ano depois, caiu para 87 mil. O ano de 2021 registrou mais uma queda: foram 84 mil auxílios distribuídos, o nível mais baixo desde 2013.
Em nota, a Capes informou que o reajuste de 30% no valor dos benefícios, em discussão no governo, traria impacto de R$ 1,4 bilhão no orçamento da Capes.
O projeto de lei n. 4144/2021, apresentado pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP), prevê a correção dos valores das bolsas do CNPq e da Capes de acordo com o índice oficial de inflação a cada dois anos. O projeto foi aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática na Câmara dos Deputados na última semana de novembro e seguirá para avaliação da Comissão de Educação.
Na noite de quinta-feira (15), a Assembleia Legislativa do Maranhão realizou sua tradicional festa de confraternização de fim de ano, organizada pelo Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema). O evento, realizado em uma estrutura montada na área do estacionamento, contou com a presença de servidores, parlamentares e convidados, que foram recebidos ao som de música natalina entoada pelo Coral São João e, também, pelo Coral Sol Nascente, formado por crianças integrantes do projeto social da Alema. A programação incluiu jantar, show da cantora Fabrícia e sorteio de brindes.
O presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB), acompanhado da esposa Ana Paula Lobato, presidente do Gedema e senadora eleita pelo Maranhão, abriu a festa com um breve discurso de agradecimento aos servidores pela dedicação ao trabalho. Além disso, parabenizou a equipe do Gedema pela organização da confraternização.
“Agradeço a cada servidor pela dedicação à Assembleia Legislativa do Maranhão. Se não fossem vocês, esta casa não conseguiria cumprir seu papel de legislar e fiscalizar de forma tão eficaz como o faz. Desejo um Natal de paz e harmonia e que 2023 seja um ano de muitas vitorias e saúde para todos nós”, disse Othelino.
A presidente do Gedema, Ana Paula Lobato, por sua vez, ressaltou a importância da confraternização. “Como todos os anos, nós realizamos uma festa bonita com muito carinho para que possamos nos reunir e confraternizar. É um evento dedicado aos nossos servidores, que se doaram o ano inteiro para fazer a Assembleia funcionar. Desejo um feliz Natal e um 2023 maravilhoso para todos nós e que Deus nos abençoe”.
O servidor Álvaro Luís, radialista que trabalha há mais de duas décadas na Assembleia, frisou que o momento era de reflexão e agradecimento, elogiando a festa e parabenizando o presidente Othelino Neto, bem como o Gedema, pela organização do evento. “Enalteço a Assembleia Legislativa e destaco o trabalho do presidente da Casa, deputado Othelino Neto, dos diretores, servidores e comissionados”, disse
A vereadora Leda Torres agradeceu ao governo municipal a execução da obra de reforma completa da Unidade Básica de Saúde Nossa Senhora de Fátima, no bairro São Vicente Palloti, Trizidela, entregue no dia 16 de dezembro. Por meio da Indicação Nº 385/2022, apresentada e aprovada em Sessão Ordinária, a parlamentar solicitou pela realização da reforma, atendida com celeridade pela administração.
“Gostaria de parabenizar e agradecer toda a equipe da Secretaria Municipal de Saúde por essa realização e especialmente ao Prefeito Dr. Zé Francisco, que com sensibilidade e competência atendeu a nossa Indicação para esta obra tão importante para a comunidade do bairro São Vicente Palloti e da Trizidela, melhorando cada vez mais a saúde de Codó. Que Deus abençoe a todos”, agradeceu a vereadora.