Vereador Dr. José Mendes solicita construção de canal para escoamento pluvial na Lagoa do Bairro Santo Antônio

Três importantes Indicações para infraestrutura de bairros em Codó foram apresentadas pelo vereador Dr. José Mendes e aprovadas em plenário durante a realização da 34ª Sessão da Câmara Municipal. Por meio da Indicação Nº 517/2022, o edil solicitou ao Poder Executivo Municipal para que faça a construção de um Canal de Escoamento no entorno de toda a Lagoa do Bairro Santo Antônio.

Pavimentação dos bairros

A pavimentação das vias de diversos bairros também continua na pauta de Indicações do parlamentar, como na Indicação Nº 518/2022, na qual o vereador solicita ao Executivo Municipal para que faça a inclusão da Rua Figueiredo-Bairro Trizidela, no Programa Mais Asfalto ou no Programa de Pavimentação de Bloquetes do Município, bem como a Indicação Nº 519/2022, para a inclusão nos mesmos programas da Travessa Maria Quitéria-Bairro São José-Trizidela.

Pastores encontram 9 exus no gabinete do presidente Jair Bolsonaro

A informação é do jornalista José Maria Trindade, que faz parte do grupo Jovem Pan de rádio e televisão.

Uma reportagem na rede de TV e rádio Jovem Pan movimentou a internet na noite desta segunda-feira (07).

De acordo com o jornalista José Maria Trindade, um grupo de pastores ligados a Bolsonaro teriam encontrado 9 exus no gabinete do Presidente da República.

O caso aconteceu logo após o segundo turno, quando estava sendo discutido se o presidente iria se manifestar para reconhecer a derrota ou não.

Trindade disse que os pastores resolveram fazer uma varredura na casa do presidente, e chegando no gabinete dele, encontraram as imagens.

A primeira reação dos religiosos foi a de quebrar tudo e queimar. No entanto, foram consultar se as imagens seriam de patrimônio público. Diante disso, foi feito um levantamento e descobriram que apenas uma tinha tombamento.

O repórter afirmou que ninguém sabe quem colocou as outras imagens de exu no gabinete do presidente Bolsonaro. Trindade também disse que os pastores falaram que a eleição “atingiu e dividiu o campo espiritual”.

Por Caio Rangel

SÃO LUÍS – Estratégias para garantir imunização contra poliomielite são debatidas em reunião

Gloria Mafra mostrou preocupação com baixa cobertura vacinal

O Ministério Público do Maranhão realizou nesta segunda-feira, 7, na sede das Promotorias de Justiça da Capital, em São Luís, reunião para planejar ações com o objetivo de aumentar a imunização contra a poliomielite nas crianças. O baixo índice de vacinação nos municípios maranhenses é uma preocupação das autoridades sanitárias.

O encontro teve a participação de representantes da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Conselho Estadual de Saúde, Conselho Municipal de Saúde de São Luís, Secretaria Municipal de Saúde de São Luís (Semus) e Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems).

Ao iniciar a atividade, a promotora de justiça de Defesa da Saúde e coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde do MPMA, Glória Mafra, ressaltou a necessidade de discutir a situação da baixa cobertura vacinal contra a poliomielite no Maranhão.

Diante do risco, o Ministério da Saúde lançou o “Plano Nacional de Resposta a um Evento de Detecção de Poliovírus e um Surto de Poliomielite: Estratégia do Brasil”. A estratégia foi idealizada para promover respostas coordenadas, dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), diante de uma eventual detecção do vírus da poliomielite e evitar sua proliferação.

A promotora de justiça também abordou a existência de múltiplos sistemas destinados ao registro de informações sobre saúde, inclusive sobre imunização, o que atrapalha o monitoramento da cobertura vacinal pelos órgãos de controle.

Ela apresentou os normativos federais sobre a temática, a exemplo do Calendário Nacional de Vacinação e a Instrução Normativa sobre o Calendário de 2022; as responsabilidades de cada ente na imunização (Portaria nº 1378/2013, do Ministério da Saúde), e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina a vacinação obrigatória de crianças, nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. Também foi apresentado o Plano Estadual pela Primeira Infância.

“A gente precisa detectar, no território maranhense, onde estão as maiores complexidades para intervir na situação. Precisamos nos mexer agora para evitar uma tragédia anunciada, ou seja, o retorno da poliomielite”, avaliou a titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde.

Várias instituições participaram da reunião

PARTICIPAÇÃO

A equipe da SES presente na reunião foi formada por Thayara Pereira (superintendente de Epidemiologia), Maria de Jesus Borges (Vigilância das Paralisias Flácidas Agudas), Caio José Oliveira (farmacêutico da Rede de Frios), Karla Figueiredo (enfermeira), Fábia Silva (enfermeira, setor de Imunização), João Pereira Neto (gestor de dados do Conecta SUS), Silvio Silva (analista de dados do Conecta SUS) e Pollyana Sousa (setor de Epidemiologia).

A reunião teve a presença, ainda, do presidente, do vice-presidente e da secretária executiva do Conselho Municipal de Saúde de São Luís, Higor Alhadef, Antônio Silva e Vera Genalva, respectivamente; do presidente do Conselho Estadual de Saúde, Maria Raimunda Rudakoff; e da secretária executiva, Larissa Pinheiro. Do Cosems Maranhão, participaram a secretária executiva, Idalete Rodrigues; e o coordenador de apoio, Mackem Barros.

A equipe da Semus foi representada pela diretora do Departamento de Imunização, Charlene Luso; pela coordenadora de Saúde Comunitária, Alinne Costa e pela integrante da Vigilância Sanitária Francelena Silva.

SUGESTÕES

Os participantes fizeram uma série de propostas para aumentar a imunização infantil contra a poliomielite, dentre elas a elaboração de planos de prevenção e contingência municipais e estadual, em consonância com o Plano Nacional. Outra sugestão é a elaboração de nota informativa da SES com orientações sobre a execução das ações de imunização e recomendações para a qualificação das ações.

Os representantes da SES indicaram a necessidade de interlocução entre as secretarias municipais e estadual de saúde com as secretarias de educação para garantir a vacinação das crianças. O Cosems sugeriu a elaboração de cartilha informativa contendo orientações jurídicas sobre a obrigatoriedade da vacinação das crianças para conscientizar pais e responsáveis.

Igualmente foi sugerido que os agentes comunitários de saúde realizem a busca ativa de crianças que não foram imunizadas, diálogo com lideranças religiosas e parceria com a iniciativa privada nas ações de mobilização.

DELIBERAÇÕES

Foi acertado que o Estado do Maranhão e o Município de São Luís devem encaminhar ao Centro de Apoio Operacional da Saúde do MPMA a relação das unidades educacionais que atendem crianças com perfil para vacinação.

O Estado do Maranhão vai discutir sobre a viabilidade de elaboração de nota informativa com orientações sobre a execução das ações de imunização contra a poliomielite. O Cosems vai solicitar aos Municípios que informem a cobertura da atenção primária: quantidade de equipes de saúde em atuação, com a relação dos profissionais na ativa, por equipe, e a quantidade de digitadores, além de informações sobre a cobertura vacinal e as planilhas de imunização.

A SES se comprometeu a remeter ao MPMA a quantidade de vacinas encaminhadas para os municípios maranhenses, de janeiro até a presente data. Também deve informar a quantidade de vacinas no estoque estadual e indicar os prazos de validade.

Redação e fotos: Johelton Gomes (CCOM-MPMA)

Docentes de Medicina e Nutrição da UFMA alertam sobre o risco da ingestão de altas quantidades de bebidas alcoólicas

A ingestão de grande quantidade de bebida alcoólica de uma vez pode levar ao coma, e em casos mais graves, a morte

Aflexibilização das medidas restritivas após dois anos do início da pandemia de covid-19 acarretou na liberação da realização de festas com grande público, que se tornaram comuns novamente e têm atraído uma grande parte da população, entre datas comemorativas e realização de grandes shows particulares.

É comum a ingestão de bebidas alcoólicas nesses eventos, e, não raramente, acontece o abuso da substância, que pode ocasionar graves efeitos colaterais e, em casos mais extremos, levar ao coma alcoólico e até à morte. Foi o caso de um jovem sul-africano, de 23 anos, que desmaiou e morreu após tomar uma garrafa de 700ml de licor, com grau alcoólico de 35%, quando entrou em uma aposta sobre quem ingeria a bebida mais rápido na ocasião.

De acordo com o endocrinologista e professor do curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão Wellington Santana da Silva Júnior, o excesso de álcool é responsável por um de cada dez óbitos entre adultos em idade produtiva. Isso traz um enorme impacto orçamentário para a saúde e diminui a qualidade e a expectativa de vida. A respeito dos malefícios causados pela ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, o professor afirma que o consumo traz riscos a curto e longo prazo.

“Acidentes automobilísticos, violência urbana e doméstica, comportamentos sociais e sexuais de risco e intoxicação alcoólica são alguns exemplos de problemas agudos. Mas doenças psiquiátricas, como dependência, depressão e ansiedade; doenças metabólicas, como obesidade e hipertensão; e também alguns tipos de cânceres, como o câncer de fígado, podem ocorrer com o consumo crônico”, alerta.

Por que algumas pessoas ficam bêbadas mais rápido que outras?

É possível perceber que algumas pessoas possuem uma tolerância maior ao álcool do que outras. Isso ocorre devido à capacidade de metabolização do álcool, que varia de maneira significativa de organismo para organismo. Há indivíduos que conseguem metabolizar o álcool de três a quatro vezes mais rápido do que outros.

O endocrinologista esclarece que fatores genéticos, idade, sexo, tamanho corporal, etnia, uso de alguns medicamentos, frequência do consumo alcoólico e consumo de álcool na presença de alimentos são fatores que podem influenciar o metabolismo da substância.

Diferenças na expressão da enzima álcool-desidrogenase (ADH), que é liberada pelo fígado e responsável pelo metabolismo do álcool, também podem influenciar na capacidade de metabolização, pois quanto menor for a disponibilidade desta enzima no organismo maior será a sensibilidade da pessoa ao álcool.

Como ocorre o coma alcoólico e como identificar

Um dos grandes riscos da ingestão de bebidas destiladas em grandes quantidades e em um curto período de tempo é o coma alcóolico, que ocorre porque essa substância afeta o metabolismo de variadas formas.

O professor explicou em detalhes os efeitos da alta ingestão de bebidas alcóolicas. “O álcool em excesso possibilita que ocorra o aumento da formação de acetaldeído, uma substância tóxica para o organismo, além de estresse oxidativo e diminuição da produção de glicose pelo fígado, um processo que nós, médicos, chamamos de gliconeogênese. A diminuição da gliconeogênese causa a queda dos níveis de glicose no sangue e disfunções neurológicas, que vão colaborar para o rebaixamento do nível de consciência e, consequentemente, o coma”.

Alguns sintomas podem ser observados para identificar se uma pessoa está com intoxicação alcoólica: o indivíduo apresenta confusão mental – que pode chegar ao coma, vômitos, convulsões, diminuição da frequência respiratória, hálito com odor característico, pele pálida e queda da temperatura corporal. No coma, a pessoa perde os sentidos, não responde aos chamados e tem sono excessivo. Nessas situações, o ideal é sempre buscar auxílio médico e informar que o indivíduo consumiu álcool em excesso, para que as medidas necessárias sejam tomadas. Pois, caso a pessoa não tenha o suporte médico necessário, podem advir arritmias cardíacas, dano cerebral e, em casos mais graves, ocasionar a morte.

Precauções que podem ser tomadas

A nutricionista e professora da UFMA Helma Jane Ferreira Veloso comentou a importância de sempre se hidratar e ingerir eletrólitos antes e após o consumo de bebidas alcoólicas. “Existem bebidas isotônicas específicas para essa reposição de eletrólitos, tais como gatorade, pedialyte e soro caseiro, ou mesmo suco de frutas com pitada de sal já pode ajudar bastante. O fundamental é não exagerar no consumo de bebidas alcóolicas”, afirma.

A professora também citou a importância de uma alimentação rica em carboidratos (foto ao lado), que é corroborada pelo médico: “A presença de alimento no estômago pode desacelerar o processo de absorção do álcool e o consumo de carboidratos, que são fontes de glicose, podem diminuir a queda do açúcar no sangue, que pode ocorrer nos casos de intoxicação alcoólica”, ressaltou Wellington Júnior.

Como medidas preventivas e para aproveitar as festas sem riscos, os dois profissionais frisam que o fundamental é não exagerar no consumo de álcool, evitar beber de estômago vazio, se alimentar antes, durante e após o consumo de bebidas, beber água enquanto estiver consumindo álcool e não dirigir se for beber.

Em casos de pessoas com diabetes que fazem uso de insulina e medicamentos, o médico frisa que a atenção deve ser redobrada, devido ao risco de queda acentuada dos níveis de glicose. “Também é importante orientar os filhos sobre os riscos do consumo alcoólico e, nos casos de dependência química, buscar ajuda especializada”, finaliza o médico.

Por: Bruna Castro
Revisão: Jáder Cavalcante

Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça realiza itinerância com escuta ativa e roda de diálogo em Caxias e Timon

Nos momentos, os representantes do Comitê apresentaram avanços das Políticas Antidiscriminatórias do Judiciário maranhense

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) apresentou, por meio do Comitê de Diversidade, em Caxias, a Política Judiciária de Diversidade e sua atuação com temáticas antidiscriminatórias que abrangem o combate ao racismo, sexismo, gordofobia, lgbtfobia, etarismo e capacitismo.

Na ocasião, o coordenador do Comitê de Diversidade do TJMA, juiz Marco Adriano Ramos Fonsêca, e a bibliotecária do TJMA e membra do Comitê, Joseane Cantanhede, interagiram com as pessoas presentes sobre o trabalho do órgão criado por meio da Resolução 47/2020, com a participação do membro do Comitê e servidor de Timon, Paulo Ricardo Nascimento. O presidente do TJMA, desembargador Paulo Velten, também participou da conversa por meio de videoconferência.

Marco Adriano aproveitou a oportunidade de apresentação das ações como uma forma de aperfeiçoar os trabalhos do Comitê a partir de propostas e sugestões que serão contempladas no planejamento estratégico de 2023.

O juiz Marco Adriano agradeceu a receptividade da diretora do Fórum de Caxias, juíza Gisa Fernanda Benício, dos juízes Jorge Leite, Paulo Afonso Gomes e Ailton Gutemberg Lima, e da magistrada Marcela Lobo.

O juiz Jorge Leite considerou o encontro como um momento de transformação da cultura organizacional e de percepção do Judiciário maranhense dentro de uma responsabilidade social. “Podemos avançar bastante nessas questões com a vinda do Comitê à comarca de Caxias e traçar estratégias de sensibilização para evoluirmos e melhorar a cada dia nessas temáticas”, pontuou o magistrado.

O acolhimento e o respeito em enxergar o próximo deram tom à fala da servidora Louvanya Couy. “Fico feliz que o Tribunal de Justiça e o Comitê possam levar essa causa da diversidade às pessoas que precisam de respeito. A gente sente esperança em dias melhores e amor pelo próximo de forma mais abrangente”, disse.

Para o oficial de Justiça, Murilo Moreira, as opiniões dos participantes foram expressivas. O servidor Cícero Neto ressaltou a conversa como esclarecedora e um meio de viabilizar novos pensamentos e combater a discriminação.

 

TIMON

Na comarca de Timon, as ações do Comitê também foram apresentadas no Fórum Amarantino Ribeiro Gonçalves, durante a programação do “Projeto Justiça e Cidadania –

Porque fazer o bem faz bem”. No momento, o Comitê de Diversidade apresentou a temática “Enfrentamento ao racismo: o que a juventude pode fazer?”, direcionada aos adolescentes integrantes do Núcleo de Cidadania dos Adolescentes (NUCA).

A juíza da 1ª Vara Cível e coordenadora do projeto, Raquel Menezes, observou que o objetivo principal é a aproximação entre Poder Judiciário e sociedade, mediante, dentre outras ações, o fornecimento de informações acerca de direitos e deveres dos cidadãos.

O evento teve a participação de magistrados(as), estagiários(as) e servidores(as), a exemplo da estagiária do setor psicossocial, Trix Gomes, que fez algumas observações. “O Tribunal precisa saber quantas pessoas trans trabalham dentro do órgão e como estão as políticas de inclusão dessas pessoas e das LGBTQIAP+. Eu coloco isso porque sou uma pessoa trans e percebo as dificuldades aqui dentro da comarca para me acolherem e me entenderem, além dos olhares sutis de preconceito, como algumas pessoas não se referirem a mim da forma como me imponho. Estamos falando de saúde mental e de acolhimento”, ressaltou.

Joseane Cantanhede observou os momentos de escutas e partilhas como significativos para o fortalecimento das políticas institucionais e das práticas antidiscriminatórias. Na sua opinião, o acolhimento, o interesse e as ricas sugestões suscitadas deram um tom muito especial durante toda itinerância e reforçaram o comprometimento do corpo funcional com as temáticas trabalhadas.

Juliana Sales, comissária da Infância e Juventude, enfatizou a riqueza das falas para conhecer um pouco dos nossos colegas, incluindo realidades que eram desconhecidas por nós. “Esses momentos mostram a necessidade de termos mais empenho em buscar conteúdos diferentes da nossa realidade profissional e da nossa bolha, como tratar transgênero. Aperfeiçoar essa ideia a quem recepciona de forma que seja mais afetuoso e respeitoso”, disse.

O Coordenador Municipal de Juventude de Timon e ex-presidente do Conselho Estadual de Juventude no Maranhão (CEJOVEM), Geldo Júnior, agradeceu a juíza Raquel Menezes pelo convite para participar do debate “Juventude e Racismo”.

“De dez jovens em Timon, oito são negros. Precisamos criar políticas públicas a partir do debate sobre o problema e levá-lo a todos os meios sociais. Em todo lugar de fala é preciso que o jovem leve essa mensagem de combate ao racismo, pois precisamos enfrentar com coragem, a exemplo do que fazemos por meio da Coordenadoria da Juventude”, afirmou Geldo.

“Muito bom a juventude aprender sobre o racismo para ajudar a combatê-lo. As vezes, as crianças sofrem com essa discriminação e não percebem por não entender, daí a importância de saber sobre para nos ajudar a enfrentar essa realidade”, disse a aluna da Escola Municipal Urbano Martins e do projeto NUCA, Ana Beatriz Alves da Costa, que em sua fala durante o evento afirmou ter sofrido racismo.

O juiz Marco Adriano agradeceu mais uma vez a parceria dos colegas magistrados de Timon, Raquel Menezes, Paulo Brasil, e ao diretor do Fórum, Rogério Monteles. “É muito gratificante participar dessas iniciativas e proporcionar a escuta ativa dos públicos interno e externo do Judiciário maranhense”, externou o coordenador do Comitê.

As programações de Caxias e Timon também fizeram parte da Semana de valorização dos servidores e servidoras do Judiciário maranhense organizada pela Diretoria de Recursos Humanos do TJMA.

Agência TJMA de Notícias