Prefeito Zé Francisco destaca chegada de ambulância e anuncia pavimentação asfáltica da Bacabinha

O prefeito Zé Francisco, concedeu, na sexta-feira (16), entrevista ao programa “Conexão Codó”, da TV Liberdade. Na ocasião, o gestor destacou a chegada de nova ambulância no município  e anunciou o início da pavimentação asfáltica da Bacabinha e Montevidéu.

Veja o vídeo da parte da entrevista enviada ao Blog do Leonardo Alves:

ENTREVISTA: Mestrando em Educação Física, capitão do time de voleibol da UFMA, conta sua história no esporte e as expectativas para os JUBs 2022

O time de voleibol masculino da UFMA saiu vitorioso nos Jogos Universitários Maranhenses 2022 (JUMs) e agora, juntamente com outras equipes da UFMA, se prepara para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), que ocorrerão de 18 a 25 de setembro, em Brasília. A equipe já coleciona onze títulos na etapa estadual e o capitão da equipe Eduardo Felipe Mendes Anchieta, já participou de cinco dessas conquistas.

O discente, que entrou para a equipe na graduação e continua participando das competições, agora como mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação Física, na área de Biodinâmica do Movimento Humano, concedeu uma entrevista para a Diretoria de Comunicação da Superintendência de Comunicação e Eventos (DCom-SCE) da UFMA.

Anchieta falou um pouco sobre sua história com o esporte, sua escolha pelo vôlei, o ingresso no time da UFMA, os treinos e suas expectativas para o JUBs.

DCom: A prática de esportes sempre fez parte da sua vida? O que fez você escolher o vôlei?

Eduardo Anchieta: Eu jogo vôlei desde a categoria infantil. O que me fez escolher o esporte foi porque na época que eu comecei a jogar na escola, as seleções nacionais tinham ganhado uma força muito grande. Ocorreu a criação do centro de treinamento em Saquarema, as seleções do país tinham um nível técnico muito alto. As duas seleções, feminina e masculina, sempre estavam nas finais dos campeonatos mundiais com maiores níveis técnicos, a superliga brasileira era uma das superligas mais fortes do mundo e a mídia começou a falar do esporte, a transmitir os jogos. Teve o Pan no Rio, vários eventos esportivos que transmitiam isso para gente e isso refletiu muito nas políticas esportivas dentro das escolas. Esse foi um dos motivos que me fez largar o handebol, na época, e ingressar no vôlei. Eu sempre gostei, mas a influência da mídia teve um peso bem grande nessa tomada de decisão.

DCom: Como ocorreu seu ingresso no time de vôlei da UFMA? Existiu algum processo seletivo?

E.A: Na época que eu ingressei no curso de Educação Física na UFMA já havia um time formado que tinha uma parceria com o colégio Batista Daniel De La Touche. Nós treinávamos no Batista em horários específicos, porque como a UFMA possui todos os turnos de curso, tinha gente que estudava de manhã, outros no período integral ou noturno e ficava muito difícil conciliar. Nosso técnico, na época, era o mesmo técnico do Batista, eu entrei no time por convite dele, que já me conhecia da época da escola.

DCom: Você é formado em Educação Física pela UFMA e agora está fazendo o mestrado na área. O que o motivou a continuar participando da equipe também na pós-graduação?

E.A: Foi acreditar nessa nova fase do esporte universitário na instituição. Para gente que viveu outras fases de gestão, os últimos anos foram complicados. A gente representava a instituição por amor à camisa e por amor ao esporte. Mas este ano, recebi o convite para retornar à equipe e me fizeram acreditar que poderia dar certo. É uma nova gestão que está iniciando um novo trabalho e tem o esporte como prioridade. Todo esse contexto me fez acreditar novamente no esporte universitário, e foi isso que fez a mim e a alguns colegas, que passamos por essa fase de transição, retornar à equipe que representa a instituição.

DCom: Como a equipe faz para conciliar os horários dos treinos, visto que os integrantes são de cursos diferentes?

E.A: Acredito que essa questão é muito complicada para todos os esportes. Como existem vários turnos de cursos, nós nunca conseguimos juntar todo mundo para treinar. Muitas vezes, precisamos faltar algum compromisso para ir ao treino todos juntos e nos reunimos aos fins de semana fora da instituição, pois para muitos, o acesso à UFMA é difícil. Treinamos durante a semana, quando possível, e nos fins de semana nos reunimos em quadras públicas ou particular para treinar.

DCom: Como ocorre a construção dos treinos? Há uma preparação específica para cada jogo?

E.A: Isso é mais com a comissão técnica, mas sendo da área e participando dessa construção também este ano, geralmente o planejamento é feito anual, semestral e durante cada bimestre. O planejamento anual já é mapeado com todas as possíveis competições que a equipe disputará e os treinos vão ocorrendo de acordo com a chegada de cada competição. Por exemplo, a gente tinha um cronograma específico para o JUMs. Fizemos todo um cronograma para jogar e agora estamos com outro cronograma de preparação para o nacional, o JUBs. Há toda uma preparação para determinada competição, mas, no decorrer da competição, dependendo do estilo de jogo de cada equipe, há uma preparação diferente e às vezes até a montagem do time titular é diferente.

DCom: A equipe possui diversas conquistas e são destaques nas competições que participam. Qual você diria ser o principal motivo para as vitórias?

E.A: A equipe da UFMA de vôlei masculino, por muito tempo, dependeu muito de destaques individuais. Tínhamos atletas muito bons que se reuniam e formavam uma equipe muito forte. Os jogadores eram referência no Estado e na cidade, então o time sempre dependeu desses destaques. Mas de uns três a quatro anos para cá, essas pessoas saíram da equipe, então foi necessário começar um trabalho coletivo. Hoje já não se depende mais de talentos individuais para ganhar. Eu que passei por todas essas fases, vejo a equipe mais como um conjunto. Todo um trabalho é desenvolvido e há união. A maioria dos atletas que hoje compõem a equipe, foram espectadores da gente lá atrás. São os meninos que eram do escolar, olhavam a gente jogar o universitário e hoje estão compondo essa equipe. A vontade deles é de manter essa tradição de vitórias. Acho que a palavra que resume tudo é vontade. Vontade de querer estar no topo sempre.

DCom: Uma equipe precisa de entrosamento para funcionar bem. Como você definiria a relação da equipe e como isso influencia na dinâmica dos jogos?

E.A: Este ano, temos uma equipe bem mesclada. Como falei, alguns meninos eram espectadores de uma outra época da UFMA, outros já jogavam juntos e a gente se conhece muito bem. Conhece o jogo de cada um, então fica muito mais fácil o entrosamento com a equipe quando se tem essa proximidade, essa amizade dentro da equipe e o fato de a gente não deixar problemas internos ou externos dentro da equipe. O Rafael Coelho, o atual técnico, sempre tenta resolver qualquer tipo de problema que possa interferir dentro da equipe. Nós não temos inimizade dentro da equipe, é um grupo muito unido e isso melhora o trabalho no que diz respeito ao entrosamento, o fato de a gente se conhecer e ter uma amizade um com o outro é crucial para esse entrosamento.

DCom: A UFMA tem adotado políticas de incentivo ao esporte, por meio da Pró-reitoria de Assistência Estudantil (Proaes). Quais benefícios você já percebeu, no que se refere ao apoio nos treinos e competições, diante dessas ações?

E.A: Hoje eu sinto a universidade mais próxima da gente, mas acredito que ainda tem muito a melhorar. Nós, como atletas, nos questionamos muitas vezes por que a gente ainda representava a universidade, pois não tínhamos apoio. Eu acreditei no projeto dessa nova gestão, e espero que realmente a universidade esteja preocupada com a saúde e o bem-estar de quem dedica parte do seu tempo para representá-la.

Antes, as seletivas consistiam em uma pessoa que já acompanhava a equipe, olhar alguém que jogava poderia contribuir e fazer o convite para ingresso no time, não existia um seletivo. Este ano, todos os esportes fizeram a peneira e isso deu a oportunidade para que mais pessoas se aproximassem das seleções que representam as instituições. Isso é uma melhora.

DCom: Quais suas expectativas para os Jogos Universitários Brasileiros?

E.A: As minhas expectativas são as melhores sempre. Nós tivemos uma evolução do estadual para o nacional. Este ano a competição está com um nível altíssimo. Nós jogaremos na terceira divisão que conta com grandes nomes do país. São Paulo, Minas Gerais e Pará também irão jogar na terceira divisão. Essas são grandes escolas, por que hoje o voleibol gira em torno desses estados. São escolas antigas e com uma evolução muito grande. O Pará está evoluindo a cada ano e São Paulo e Minas são berços da modalidade. Então, vai ser uma divisão muito forte, uma competição muito boa, com o nível muito alto, mas nós treinamos para isso e o nosso objetivo é brigar por uma colocação e subir o estado de divisão.

Por: Bruna Castro

Candidato a deputado estadual Pedro Neres recebe apoio de lideranças políticas em Buriticupu

O candidato a deputado Pedro Neres (PSD) somou mais um importante apoio para sua candidatura a deputado estadual em Buriticupu. Firme com seu projeto rumo à Assembleia Legislativa, Pedro Neres anunciou parceria com o Vereador de Buriticupu, Lucas Almeida, na noite desta quinta-feira (15), com uma grande reunião, fortalecendo ainda mais a sua candidatura.

Lucas Almeida é suplente de vereador em Buriticupu e uma forte liderança política no município, se aliou a Pedro Neres, pretendendo buscar recursos e mais desenvolvido para a cidade. “Essa parceria vai se intensificar ainda mais, com Pedro deputado, tenho certeza que ele fará bom uso dos recursos”, afirma Lucas.

“Tenho certeza que o amigo Lucas Almeida vai ajudar muito na nossa caminhada. Em Brasília queremos ser uma voz firme e dedicada aos municípios do nosso Estado. Com o apoio de Lucas, Buriticupu terá um deputado presente, que conhece os problemas e está determinado a ajudar, vamos trabalhar para conseguir o que o município precisa, passamos a ter compromisso e responsabilidade com Buriticupu”, afirmou o candidato a deputado estadual, Pedro Neres.

ASCOM – Pedro Neres

Juíza Gisele Rondon é titularizada no Termo Judiciário de São José de Ribamar

O presidente do TJMA, desembargador Paulo Velten, deu posse nesta quinta-feira (15), no seu Gabinete, à juíza Gisele Ribeiro Rondon no cargo de juíza de direito da Vara da Infância e Juventude e do Juizado Especial da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Termo Judiciário de São José de Ribamar da Comarca da Ilha de São Luís, onde foi titularizada.

O desembargador Paulo Velten parabenizou a magistrada com votos de pleno êxito ressaltando que todos e todas devem pensar em trabalhar voltado sobretudo para o propósito de entregar a Justiça de forma adequada, em tempo razoável, fazendo bem e depressa, procurando prestar o melhor serviço possível. “É isso que as pessoas esperam dos juízes e juízas e é para isso que fomos procurar a magistratura. Você tem que estar vocacionado para o bem comum”, afirmou.

A juíza Gisele Rondon disse que está com grandes expectativas, e com muita alegria para realizar grandes projetos. “Pretendo continuar os projetos já iniciados pela juíza Samira Heluy e desenvolver novos projetos para o crescimento do povo de São José de Ribamar e, claro, do Poder Judiciário como um todo e com o compromisso de exercer meu trabalho como sempre fiz até hoje”, comentou.

CARREIRA

Entrou na magistratura em 2003, como juíza titular da Comarca de Zé Doca, foi promovida para a Comarca de Zé Doca, depois removida para a de Codó e, em 2017, foi promovida para a Comarca da Ilha de São Luís onde atualmente estava no Núcleo de Apoio às Unidades Judiciais (NAUJ), até esta data.

Participaram da solenidade, os desembargadores Froz Sobrinho (corregedor-geral da Justiça), Ronaldo Maciel (coordenador-geral da UMF), juízes José Nilo Ribeiro Filho, Márcio Castro Brandão e Anderson Sobral de Azevedo (auxiliares da presidência), Rodrigo Nina (coordenador do Núcleo de Apoio às Unidades Judiciais -NAUJ), Rogério Rondon, Marco Adriano Ramos Fonseca (coordenador do Comitê de Diversidade), Francisco Lima, Márcia Chaves, e servidores.

Assembleia entrega Título de Cidadão Maranhense ao comandante do 24º BIS

Em sessão solene realizada nesta sextas-feira (16), a Assembleia Legislativa do Maranhão entregou o Título de Cidadão Maranhense ao Coronel Sérgio Henrique Lopes Rendeiro, comandante do 24° Batalhão de Infantaria de Selva do Maranhão (24°BIS). O militar é natural de Belém do Pará.

A autora da proposição, deputada Helena Duailibe (PP), presidiu a solenidade, que contou com a presença de familiares, amigos, militares e convidados do condecorado.

Participaram da Mesa o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Paulo Velter; o comandante da Capitania dos Portos, capitão de Mar e Guerra, Alexandre Januário; o subsecretário de Segurança Pública, Maurício Ribeiro Martins, representando o secretário Silvio Leite; o desembargador federal Alberto Tavares e o presidente da Cruz Vermelha, Carlos Rangel.

[O coronel agradeceu à Assembleia pela homenagem e falou sobre sua felicidade em receber o título e sua ligação com São Luís, fortalecida com a atuação no combate à pandemia de Covid-19.

“Essa homenagem é uma das maiores que já recebi em toda a minha carreira de militar. Minha identificação com o povo maranhense foi imediata. O Título de Cidadão Maranhense é uma honraria muito significativa para mim”, disse.