Prefeitura de São Luís inicia segundo ciclo de entrega dos kits de alimentação para estudantes da rede municipal

Ação da gestão do prefeito Edivaldo visa garantir o reforço na alimentação dos estudantes e prosseguirá durante o período de pandemia

A Prefeitura de São Luís, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), segue com a programação de entregas dos kits alimentação destinados aos alunos da rede municipal de ensino da capital. Nesta semana iniciou o segundo ciclo de entregas que serão mantidas até terminar o período de quarentena e as aulas voltarem ao normal. A ação da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior soma-se a outras com objetivo de minimizar os danos causados pelo novo coronavírus (Covid-19), bem como assegurar o reforço alimentar dos estudantes durante o afastamento da rotina escolar.

A logística de distribuição segue uma dinâmica de rotas, e leva também em consideração a quantidade de estudantes matriculados em cada unidade escolar. Para tanto, foi organizado um esquema para entrega dos kits. Nas escolas com até 250 estudantes, a entrega será feita em um só dia; de 251 a 500 estudantes, a entrega será feita em dois dias; 501 a 750, em três dias; 751 a 900 estudantes, em quatro dias e por fim de 901 a 1.300, em cinco dias.

“Para evitar aglomeração, respeitando as orientações das autoridades de saúde, estamos dividindo as entregas em etapas. Esta semana vamos começar com três rotas, que devem contemplar 66 escolas dos Núcleos Cidade Operária, Anil e zona rural. Neste primeiro momento, a previsão é que os kits devam ser entregues até o dia 24 de junho, de 8h às 16h, nas escolas”, informou o secretário municipal de Educação, Moacir Feitosa.

Também como medida de organização e prevenção, as famílias são previamente comunicadas pela gestão da escola, por meio de aplicativo de mensagem, ligações, comunicações na escola por cartaz. Elas também recebem orientações básicas de prevenção.

ENTREGAS

De acordo com a gestora Christiane Lorêdo, da U.E.B Pastor Estevam Ângelo de Sousa, do Núcleo Cidade Operária, a entrega do primeiro ciclo na escola aconteceu com tranquilidade e todas as medidas sanitárias estão sendo tomadas.

“Na escola, vamos continuar o que fizemos no primeiro ciclo: orientações básicas para todos, higienização do local e o procedimento individual. Vamos seguir com o uso de máscaras, álcool em gel, para que possamos trabalhar com segurança”, pontuou.

Vale frisar que o critério para o recebimento de kits de alimentação escolar é ter filho matriculado em qualquer uma das escolas da Prefeitura. Recebem os kits os pais ou responsáveis desses alunos, conforme registro no banco de dados do Censo Escolar.

O fornecimento do kit é garantido por causa da alteração na Lei Federal Nº 11.947/09, que permite a utilização das verbas da merenda escolar para fornecer alimentos da rede municipal a alunos em situações de emergência como a pandemia da Covid-19. Já foram contempladas com entregas escolas da área Itaqui-Bacanga, São Cristóvão, Coroadinho, Cidade Operária, entre outras. Cada cesta contém arroz, feijão, flocos de milho, biscoito, leite em pó, macarrão, sal, molho de tomate, carne moída, polpa de frutas e peixes congelados.

Quadrilha de bandidos fazem arrastões em casas da zona rural de Codó

Na noite de sexta-feira, dia (12/06), uma família da zona rural de Codó, interior do Maranhão, teve sua casa invadida por 06 (seis) homens armados com armas de fogo e brancas. As vítimas acreditam que os ladrões estavam observando a rotina da família para saber o dia-a-dia e colhendo informações para realizar o assalto.

Essa quadrilha de ladrões que está aterrorizando a zona rural de Codó, não só rouba os pertences das vítimas, como também faz agressões físicas e psicológicas nas famílias atacadas. As vítimas relatam que eles ficaram por volta de 30 minutos em sua casa e que durante todo esse tempo os bandidos só falavam que iriam matar a todos, eles pegavam as foices e passava no pescoço das vítimas, apontavam as armas e diziam que iam atirar, a todo tempo perguntavam:
“- Onde está escondido o dinheiro e o ferro? (revolver).”

Foi relatado ainda a nossa redação que em nenhum momento as vítimas reagiram ao assalto, porém como as vítimas não tinham dinheiro e nem armas, um dos bandidos chegou até a atirarar no pé de um dos familiares, mostrando o quanto eles são cruéis.

A Polícia Militar e uma ambulância estiveram no local e a vítima que levou o tiro no pé foi levada ao HGM e passa bem. A Polícia Civil realiza busca na região para identificar os suspeitos. Até agora ninguém foi preso.

Projeto “Costurando pela Vida” ultrapassa as 100 mil máscaras produzidas e distribuídas aos caxienses

Todos os dias o trabalho começa no Projeto “Costurando pela Vida”, que funciona no Ginásio de Esportes Governador João Castelo, com uma ginástica laboral, que também é realizada nos intervalos de entrada e saída para que os profissionais em atividade tenham a saúde prevenida para ajudar a outros caxienses.

“Temos que cuidar da saúde das nossas costureiras. Temos um momento de oração e, em seguida, partimos para a produção, onde é feito primeiramente o desenho dos moldes das máscaras. Esses moldes são cortados, depois costurados no modelo que estão sendo produzidas, finalizadas e, por fim, embaladas para serem entregues a todos os caxiense”, explica Kiara Braga, secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.

Executado pela Prefeitura de Caxias, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), o desenvolvimento do trabalho pelo Projeto “Costurando pela Vida” tem ajudado milhares de famílias. As atividades tiveram início em 20 de abril, com 64 funcionários, 10 voluntários e 20 costureiras.

Ao todo, já foram produzidas até esta quarta-feira (16) um total de 113.117 unidades de máscaras, que diariamente são distribuídas para a população caxiense nas zonas urbana e rural, onde já foram beneficiadas mais de 108.765 pessoas.

“Nós continuamos distribuindo no Centro da cidade, mas temos agora os pontos de distribuição, que são as escolas na zona urbana e rural. Nós entregamos 10 mil para a Secretaria de Educação toda semana. Entregamos as máscaras também para as Unidades Básicas de Saúde, então qualquer pessoa do bairro pode ir à UBS para pegar máscara e  nos hospitais”, explica Libbya Cantanhede, coordenadora do projeto.

A meta é chegar aos 1 milhão e 500 mil máscaras anunciadas pela Prefeitura de Caxias. Além disso, a prefeitura ainda contratou de micro e pequenas empresas mais 300 mil máscaras, por meio de uma chamada pública para conseguir servir a todos os caxienses com os equipamentos de proteção individual, colocando mais de duas máscaras nas mãos de cada caxiense. Enquanto os caxienses precisarem de máscaras para se protegerem da pandemia, a prefeitura vai fornecer a cada caxiense. Quem trabalha e ajuda na corrente de solidariedade fala do trabalho que é de extrema importância.

“A gente espera contribuir com a prevenção. Em vez de estarmos em casa, nós estamos aqui colaborando. É importante usar a máscara porque além de nos protegermos, protegemos as pessoas mais próximas”, frisa Karla Beatriz, integrante do CCI do Cangalheiro.

“É importante porque é daqui que sai a proteção para os mais vulneráveis, para as pessoas que não podem comprar as máscaras”, afirma Francisca Silva, do CRAS do Engenho D’Água.

“Eu estou gostando de participar. É uma causa para ajudar, estou participando com muita dedicação e tem muitas pessoas que não podem comprar, por isso que a gente está ajudando aqui”, ressalta Jessica de Andrade, do Projeto Mãos Amigas.

“A minha satisfação é de dever cumprido, porque estamos sabendo que as máscaras estão protegendo os cidadãos caxienses. Então, é satisfatório”, reforça Luzinete da Silva, do CRAS Salobro.

O projeto conta também com voluntárias que vão pelo prazer em ajudar outras pessoas e também integram a equipe do projeto, visando colaborar com quem mais precisa.

“Eu vim para ajudar o próximo, a quem não tem condições. Eu acho legal, estou feliz em estar participando. Tem muita gente levando na brincadeira, não faz o uso da máscara, mas temos que incentivar”, afirma Yanka Rutiele, voluntária.

“Eu cheguei e disse que queria ajudar. Está sendo maravilhoso. Eu estou ajudando e estou sendo ajudada. Eu estava meio triste só em casa, agora estou aqui e estou achando muito bom, e ainda estou ajudando o próximo”, expressa Ana Carina, voluntária.

A equipe do projeto já percorreu mais de 25 povoados da zona rural, garantindo a entrega da máscara de proteção e informações preventivas sobre a covid-19. “A entrega é realizada de casa em casa, e além da distribuição nos bairros da cidade e zona rural, semanalmente cerca de 15 mil unidades são doadas para os órgãos públicos também fazerem a distribuição, como, por exemplo, saúde, educação, agricultura, dentre outras”, explica Kiara Braga.

E o trabalho segue com uma produção que acontece todos os dias, de 7h às 13h com uma equipe e de 12h às 17h com uma outra equipe. E, assim, a Prefeitura de Caxias segue ajudando aos caxienses a enfrentar o novo coronavírus.

Em TIMBIRAS, buracos nas ruas são remendados com cimento e areia

Quem trafega por algumas ruas do centro de Timbiras tem estranhado algo no mínimo atípico. Devido à falta de conservação por parte da Prefeitura Municipal, muitas ruas da cidade estão em total abandono, e cheias de buracos, e em meio a tantos buracos existentes no asfalto, o Prefeito Antônio Borba resolveu fingir solucionar o problema, e mandou colocar areia e cimento nos buracos para que melhore o tráfego dos veículos nas vias públicas.

Para alguns moradores, “o serviço é mal feito, pois ao contrário do asfalto, o cimento com areia não vai resolver o problema, pois logo será deteriorado, seja por não suportar o peso dos veículos que passam ali, seja pela a água.”

 

“Isso, ao meu ver, é aquilo que chamam de serviço porco “, comenta um motorista que disse trafega pelo trecho todos os dias.

Procuramos um engenheiro para comentar sobre o uso de cimento em operações “Tapa Buraco” realizado pela prefeitura, o engenheiro residente na cidade, que pediu para não ser identificado, foi taxativo ao dizer que concreto não resolve os problemas de buracos em via públicas. Ele explica que o problema está na diferença dos materiais. “Concreto não dá liga com o asfalto, por isso não adianta fazer esse serviço. Após seco, o concreto se transforma numa placa e a falta de aderência ao asfalto faz com que as infiltrações continuem o que faz aumentar os buracos com o tempo”.

Vale lembrar que somente em 2020 a Prefeitura de Timbiras já recebeu mais de 21 milhões de reais. Onde está sendo investindo todo esse dinheiro, onde até o asfalto foi substituído por cimento com areia?

Com a palavra o governo municipal para explicar a sociedade o porquê de tanto abandono.