
O ex-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e ex-articulador municipal do Selo UNICEF, Leonardo Alves, vai judicializar o processo eleitoral da sociedade civil de composição do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente por diversas irregularidades e desrespeito à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Leonardo Alves encaminhou denúncia ao Ministério Público no dia 14 de maio de 2025, comunicando irregularidades no processo eleitoral da sociedade civil que desrespeitou as normas procedimentais, regimentais e Resolução do CMDCA do colegiado anterior e Resolução do CONANDA.
O denunciante informou à Promotoria de Justiça com atribuição em matéria da infância e da juventude que o edital de abertura do processo eleitoral apresentou diversas irregularidades que comprometeram a lisura e a transparência na escolha de novos representantes da sociedade civil e solicitou a anulação da eleição.
Leonardo Alves foi notificado pelo Ministério Público e contestou a resposta do presidente da Comissão Eleitoral que foi eleito presidente do CMDCA de forma irregular, José Augusto da Silva Serra.
Em 16 de outubro encaminhou solicitação em caráter de urgência questionando ao Ministério Público a demora na resolução do processo que compromete a gestão pública municipal e a implementação das políticas públicas para crianças e adolescentes e ressaltou que a resolução urgente no processo de escolha de novos representantes é fundamental para garantir a legitimidade e a eficácia do Conselho.
O denunciante solicitou respeitosamente que sejam envidados todos os esforços para agilizar o trâmite da denúncia, de modo que seja possível obter uma decisão final o mais breve possível.
Leonardo decidiu judicializar o processo eleitoral na 1ª Vara da Comarca de Codó e apresentar provas encaminhadas ao Ministério Público que violaram o próprio edital elaborado pela Comissão, resolução do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).





