Seejuv e Imesc iniciam parceria para produção de estudo sobre a realidade da Juventude Maranhense

O governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado Extraordinária da Juventude (SEEJUV), em parceria com o Instituto Maranhense de Estado Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), realizará uma pesquisa sobre indicadores sociais da juventude do Maranhão. A pesquisa visa construir um painel de indicadores sociais, relativo ao índice anual, e uma avaliação programática com a utilização de um aplicativo produzido pelo Imesc para aplicação da pesquisa.

Em reunião na última segunda-feira (6), a secretária de Estado da Juventude, Tatiana Pereira, e a presidente do Imesc, Talita Nascimento, expuseram a carência de informações específicas sobre esse segmento, no qual a falta de atualização desses dados afeta diretamente os jovens maranhenses. A produção desses indicadores será composta pelos seguintes eixos: educação, saúde, trabalho, renda, segurança, cultura, esporte/lazer e uma avaliação programática, onde acredita-se que podem evidenciar os avanços e desafios para execução da política de juventude.

O governo do Estado tem em destaque vários programas e projetos sociais para as juventudes, como: Trabalho Jovem, Cartão Transporte Universitário, Agente Jovem Ambiental e a criação dos Centros de Referência de Juventude (Caxias e Pedreiras), IEMAS vocacionais e integrais que demonstram a importância desta política no Maranhão, perpassando pela promoção de oportunidades e fortalecimento da dignidade da juventude maranhense.

A presidente do Imesc, Talita Nascimento, destacou a oportunidade de levantar indicadores socioeconômicos da realidade da juventude do Maranhão.

“Estamos com a secretária Tatiana, neste momento muito feliz, consolidando mais uma parceria que permitirá realizar pesquisa sobre a juventude maranhense. Com essa oportunidade vamos levantar indicadores socioeconômicos da realidade da juventude, não só do estado, mas também dos municípios, assim como implementar avaliações de políticas públicas exitosas já realizadas pelo governo do Maranhão”, declarou a presidente do Imesc.

Para a secretária de Estado da Juventude, Tatiana Pereira, essa parceria tem uma fundamental importância na construção do índice da juventude dentro do Estado.

“Pela falta de uma pesquisa atualizada das realidades sobre juventude, a Seejuv resolveu fazer uma parceria propositiva com o Imesc, uma pesquisa que produza indicadores sociais atualizados da juventude maranhense junto aos estudantes, através dos programas sociais já executados com êxito no Estado do Maranhão, o órgão juvenil não dispõe de indicadores que informem os avanços alcançados até o momento da execução destas políticas, após essa construção passaremos a ser o 4º estado com índice sobre a juventude”, enfatizou a secretária Tatiana Pereira.

Look de Jessé Aguiar chama a atenção no Troféu Gerando Salvação

Jessé Aguiar (Reprodução)

O cantor gospel e compositor Jessé Aguiar roubou a cena na noite desta terça-feira (07/2), durante a premiação do Trofeu Gerando Salvação.

Desta vez, não foi pelas premiações, como na edição de 2022, mas sim pelo look que o cantor estava usando no evento.

Kellen Byanca recebeu o prêmio de Clipe do Ano com a música “Por Causa Dele”, que tem o feat de Jessé Aguiar. Os dois foram chamados ao palco para receber o troféu, e foi, neste momento, que todas as atenções se voltaram para o artista.

Jessé usava um terno claro e decotado, sem a camisa de dentro, e também um colar tipo choker de prata e com pedras brilhantes. Ele também estava de brincos e mascando chiclete.

Veja o vídeo:

 

Caio Rangel

Carlos Lula defende caderneta de vacinação atualizada para matrícula na rede pública de ensino

O deputado estadual Carlos Lula (PSB) utilizou a tribuna, na sessão plenária desta quinta-feira (9), para alertar sobre a importância da vacinação de crianças e adolescentes. Para ampliar a cobertura vacinal e aumentar a proteção de doenças preveníveis no Maranhão, o parlamentar protocolou um Projeto de Lei com a proposta para vinculação da matrícula na rede pública de ensino à vacinação.

“O Bolsa Família vai passar a exigir o documento de vacinação para o acesso ao benefício e, no Maranhão, eu não quero que ninguém fique fora do programa. Vinculando a matrícula da escola à atualização da carteira de vacinação, teremos mais controle sobre os casos em atraso. Lembro ainda que a não atualização da carteira não deixará o aluno fora da sala de aula” destacou Carlos Lula.

Quando aprovado o PL e sancionada a lei, a apresentação da carteira de vacinação atualizada dos alunos com idade até 18 anos passará a ser obrigatória no ato de suas respectivas matrículas, em todas as escolas da rede pública estadual.

Em caso de irregularidade na vacinação do aluno no ato da matrícula, excluindo os que apresentarem laudo médico que ateste contraindicação explícita para a aplicação da vacina, o aluno não será impedido de realizar a matrícula, porém, pais e responsáveis terão até 60 dias para a regularização. Após este prazo, a escola deverá comunicar ao Conselho Tutelar e às autoridades sanitárias.

“Se estamos no período de pré-carnaval, se voltamos a ter festas, se o turismo está movimentado no estado, isso só tem um motivo e uma razão, é por conta da vacinação. Não teve remédio milagroso, nem pílula milagrosa, o que nos permitiu chegar até aqui foi a vacina”, ressaltou o parlamentar.

Adesão

Mesmo com as campanhas de vacinação realizadas no Maranhão, Carlos Lula revelou dados da baixa adesão da população. A exemplo da vacinação contra a Covid-19, no grupo das crianças de 6 meses a 2 anos, apenas 2,48% recebeu a primeira dose e 0,27% a segunda. Já as crianças de 3 e 4 anos, 8,65% tomaram a primeira e 2,67% a segunda. Na faixa etária de 5 a 11 anos, o percentual de vacinados é de 48% com a primeira dose; 29,15% com a segunda e apenas 0,26% tem a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos tiveram maior adesão à campanha, mas não atingiram a meta do Ministério da Saúde (superior a 90%). Até 7 de fevereiro, 76,99% deles receberam a primeira dose, 61,61% a segunda dose e 13,08% a dose de reforço.

A Organização Mundial da Saúde estima que a vacinação evita entre 2 e 3 milhões de mortes por ano. Além disso, a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Imunizações e a Sociedade Brasileira de Infectologia também descrevem a importância da vacinação e recomendam fortemente a vacinação de crianças e adolescentes.

Especialista alerta contra tratamento para crianças mudarem de sexo

Uma das principais especialistas em disforia de gênero na Finlândia, a Dra. Riittakerttu Kaltiala, se pronunciou contra o tratamento de transgêneros para menores, dizendo que a grande maioria das crianças supera a confusão de sexo e gênero.

Dessa forma, a psiquiatra chefe da Universidade de Tampere, lar da maior clínica pediátrica de gênero do país, explicou que quatro em cada cinco crianças que expressam a confusão de gênero superam esses sentimentos na adolescência.

“É por isso que é sábio monitorar a situação, dar à criança paz de espírito e tratar a ansiedade da família e possíveis problemas relacionados”, disse a psiquiatra.

Além disso, Kaltiala está particularmente preocupada com a intervenção precoce enquanto as crianças experimentam “identidades diferentes”, porque elas são “propensas à sugestão”. Ela aponta que durante o processo de desenvolvimento na adolescência, as crianças começam a entender quem elas são.

Segundo a médica, ao permitir que as crianças determinem se devem mudar legalmente seus marcadores sexuais e se submeterem a tratamentos e cirurgias transgêneros, de maioria irreversíveis, os adultos estão impedindo esse processo natural de descoberta e infligindo danos.

“A intervenção precoce envia a mensagem para uma criança de que apenas uma escolha, abraçar o transgênero, é o “caminho certo”, disse ela, de acordo com Faith Wire.

Desse modo, os comentários da psiquiatra acontecem enquanto legisladores finlandeses aprovaram uma lei que permite que pessoas transgêneros com 18 anos ou mais mudem legalmente seus marcadores sexuais em documentos emitidos pelo governo por auto-declaração, sem ter que fornecer avaliações psiquiátricas ou um certificado médico.

Nesse sentido, diversos grupos ativistas, incluindo o Seta, estão pressionando para que a lei inclua menores de idade. No entanto, Kaltiala se opõe à redução do limite de idade, e se pronuncia contra a narrativa em apoio à intervenção precoce para crianças que sugere que, se elas não forem afirmadas em sua identidade sexual escolhida, cometerão suicídio.

GOSPEL PRIME