TESTEMUNHO – Feiticeiro entrega sua vida a Jesus Cristo após 50 anos no ocultismo

Ssalongo Lubega, ex-feiticeiro (Foto: Reprodução/UG)

Ex-feiticeiro se converte e afirma que a prática da bruxaria o levou apenas ao vazio e à frustração.

De acordo com a UG Chritian News, um homem que praticou bruxaria por mais de 50 anos no distrito de Iganga, no leste de Uganda, se arrependeu e recebeu Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

Nesse sentido, o novo convertido, identificado como Ssalongo Lubega, tomou uma posição pública e compartilhou seu testemunho durante um culto da Igreja, onde ele afirmou que a prática da bruxaria levou apenas ao vazio, e à frustração.

“Eu fui um feiticeiro por mais de 50 anos. Eu estava muito carregado pela minha terrível condição. O que quer que eu estivesse fazendo era errado. Eu estava sendo usado para fazer coisas terríveis. Hoje, tomei a decisão de nunca mais voltar à prática da bruxaria”, disse ele.

Além disso, em seu discurso que ocorreu durante o culto, que também levou ao lançamento da Igreja da City-Iganga, Lubega expressou o desejo de se tornar um ministro do Evangelho.

Nesse sentido, Lubega disse que tinha queimado todos os seus fetiches pessoais relacionados à prática da feitiçaria, explicando ainda que sua esposa estava preocupada com sua decisão de deixar a bruxaria, uma vez que ela era sua única fonte de sustento.

Por fim, o Pastor da igreja Alex Mutagubya, citou 1 Pedro 5:8, encorajando o novo convertido a ficar “sóbrio e vigilante”. Ele apresentou Ssalongo Lubega ao Espírito Santo, enfatizando Seu poder de produzir o caráter de Cristo na vida de crente.

GOSPEL PRIME

ROSÁRIO – Ministério Público aciona Estado e Município para garantir transporte escolar aos estudantes da rede pública de ensino

Em Ação Civil Pública (ACP), com pedido de liminar, ajuizada nesta quarta-feira, 9, o Ministério Público do Maranhão requer que o Estado do Maranhão e o Município de Rosário adotem providências, no prazo de 48 horas, para oferecer e/ou regularizar a prestação de serviço de transporte escolar a todos os alunos das redes estadual e municipal de ensino, com veículos adequados e adaptados às condições de acessibilidade, conforme a legislação vigente, em especial aos alunos das comunidades situadas na zona rural.

A ação também requer que os entes estadual e municipal informem e comprovem nos autos, em até cinco dias, as rotas realizadas pelo transporte escolar no Município de Rosário, abrangendo rota de alunos das duas redes de ensino (nas zonas urbana e rural), incluindo quantos e quais alunos são abrangidos e que escolas são contempladas.

Também devem ser informados quantos e quais os veículos disponíveis para prestação do serviço de transporte escolar com dados sobre a placa, nome dos motoristas responsáveis e cópia das carteiras de habilitação dos respectivos profissionais, além da declaração de que os veículos são adaptados e regularizados conforme a legislação de trânsito.

Em caso de descumprimento das medidas judiciais que vierem a ser determinadas, foi solicitada a aplicação de multa diária no valor de R$ 5 mil nas pessoas do prefeito de Rosário, José Nilton Calvet Filho, e do governador do Maranhão, Carlos Brandão, sem prejuízo de outras medidas para assegurar o cumprimento da ordem judicial.

A ACP foi ajuizada pela promotora de justiça Fabíola Fernandes Ferreira, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Rosário.

INVESTIGAÇÕES

De acordo com informações da Promotoria, após denúncias formuladas em abril deste ano por pais e responsáveis de alunos e atestadas pelo Conselho Tutelar de Rosário, foi instaurado procedimento administrativo para apurar a falta de transporte escolar aos alunos da rede estadual e municipal, residentes no Povoado Pode Ser. Conforme relatos dos responsáveis, o transporte escolar não chega até a localidade, impedindo os alunos de se deslocarem até a escola, principalmente aqueles que possuem algum tipo de deficiência e os pais não têm como promover a locomoção dos filhos.

Outras localidades também são atingidas pela carência de transporte escolar, de acordo com os pais e responsáveis. Após a implantação do ensino médio no povoado Itaipu, estudantes de povoados circunvizinhos, tais como Rua Nova, Tingidor, Pirangi e Cocal, não conseguem frequentar a escola devido à falta de transporte.

No povoado Paisandu/Terra Preta, os estudantes têm que caminhar cerca de 9km para pegar o transporte escolar.

Diante dos fatos, o Ministério Público encaminhou ofícios à Secretaria Municipal de Educação de Rosário e à Secretaria de Estado da Educação (Seduc) solicitando esclarecimentos. No entanto, segundo a promotora de justiça Fabíola Fernandes Ferreira, as respostas foram imprecisas ou insatisfatórias.

A Regional de Educação de Rosário, órgão vinculado à Seduc, limitou-se a dizer que o Município de Rosário não renovou sua adesão ao Programa de Apoio ao Transporte Escolar (PEATE-2022) e nem se regularizou junto à Supervisão de Prestação de Contas do PEATE/2019, mas está recebendo os repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que foi contemplado com um ônibus escolar.

Para a promotora de justiça, é evidente a ausência e inércia do Estado e do Município de Rosário em ofertar o transporte escolar aos alunos das redes estadual e municipal de ensino. “Frisa-se que, dentre as crianças e adolescentes prejudicados, há alguns com necessidades especiais. Portanto, além da violação ao direito de acesso à educação, também está sendo violado o direito à inclusão dessas crianças e adolescentes. Constata-se ainda, que os ônibus não possuem acessibilidade para os alunos com deficiência”, informou.

Redação: José Luís Diniz (CCOM-MPMA)

Wellington defende gratuidade no transporte coletivo a candidatos que farão provas do Enem

Na sessão plenária desta quinta-feira (10), o deputado Wellington do Curso (PSC) defendeu a gratuidade no transporte coletivo aos candidatos que farão as provas do Enem nos dias 13 e 20 deste mês. Ele também voltou a destacar a PEC 006/2021, que prevê concessão de adicional noturno aos policiais militares do Maranhão.

“Eu acredito na educação para transformar a vida das pessoas. Por isso, protocolei indicação na Assembleia para que os estudantes sejam beneficiados, assim como foram os eleitores no último pleito. Podem contar sempre comigo e, desde já, desejo uma boa prova a todos os candidatos”, disse.

Sobre a PEC 006/2021, o parlamentar frisou que a matéria está tramitando na Assembleia. “Creio que os deputados desta Casa aprovarão a matéria. O adicional noturno já é uma realidade em outros estados e assim deverá acontecer no Maranhão, que, dessa maneira, assumirá o compromisso com a segurança da população”, frisou.

Ainda em seu pronunciamento, Wellington pediu celeridade à investigação do caso da diretora escolar, professora Elisângela, esfaqueada dentro de uma unidade de ensino na zona rural do município de Tutóia.

“Ela foi vítima de uma tentativa de homicídio. Já solicitamos ao governo, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública, que identifique as causas e os motivos desse absurdo. Toda a nossa solidariedade à professora Elisângela e a todos os educadores do Maranhão”, concluiu.

Forças Armadas apontam risco no sistema eleitoral e pedem análise

General Paulo Sérgio Nogueira (Foto: Fabio Rodrigues – Pozzebom/Agência Brasil)

Ministro da Defesa pede que correções sejam analisadas e feitas com urgência.

O Ministério da Defesa divulgou nesta quarta-feira (9) o seu relatório sobre análise do sistema eleitoral, apontando “relevante risco à segurança do processo” e que “não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso”.

Em ofício encaminhado ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pediu a realização de “uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos”.

“Em face da importância do processo eleitoral para a harmonia política e social do Brasil, solicito, ainda, a essa Corte Superior considerar a urgência na apreciação da presente proposição”, escreveu o ministro.

O relatório com 65 páginas traz apenas pareceres técnicos sobre o sistema eleitoral eletrônico, apontando o que seriam vulnerabilidades do sistema.

A Defesa informa, ainda, que não foi autorizado o acesso ao sistema de controle de versões do Sistema Eletrônico de Votação (SEV), o que, segundo o texto, “inviabilizou a comparação da versão compilada com a versão fiscalizada e, também impossibilitou a aferição da correspondência entre os códigos-fonte”.

GOSPEL PRIME