
Em 6 de janeiro de 2025, o prefeito Chiquinho Oliveira assinou o Decreto nº 4.477/2025, declarando situação de emergência na saúde pública de Codó. Um ato digno de manchete — se ao menos tivesse vindo acompanhado de atitudes concretas.
O decreto autorizava tudo: compra sem licitação, contratação emergencial, mobilização de recursos. Só faltou combinar com a realidade. Quatro meses depois, o caos continua com força no HGM — o famoso Hospital Geral Municipal, que virou sinônimo de fila, frustração e ausência do básico.
Tem fila para atendimento, fila por profissionais que nem foram contratados, e até fila para pegar a senha da fila. Nos bairros, o retrato é ainda pior: UBSs sem médicos, equipamentos quebrados e pacientes esperando por consultas como quem aguarda um milagre.
Enquanto isso, o prefeito segue sua maratona por rádios e TVs, vendendo otimismo como se discurso curasse dor. A estratégia é conhecida — Nagib fez igualzinho. Falava bonito, aparecia bem na mídia e terminou o mandato com o selo de inelegível e alta rejeição popular.
Decretar emergência é fácil, difícil é fazer gestão de verdade. E nesse quesito, Chiquinho está deixando a população à própria sorte.
Codó não precisa de show em TV e rádio. Precisa de médico, remédio e respeito.
O Blog do Leonardo Alves segue acompanhando o espetáculo. Enquanto isso, o povo assiste tudo pela televisão e rádio.


Vaia neles says:
A fórmula da sacanagem com dinheiro público é fazer cortina de fumaça com a mídia de Chiquinho para ocultar os desvios dos recursos. Nunca se viu tanta mídia num governo para pouco serviço e nenhuma obra. Até agora as obrinhas foram de reforma mal feitas e pintura de parede. Só fala bem desse governo aqueles que estão pegando as migalhas. Falta médico, falta medicamento, falta merenda escolar, falta transporte escolar, falta salário digno para professores, falta salário do piso nacional para enfermeiras, falta vergonha na cara de pau desse governo sem-vergonha.