O prefeito Nagib vai entregar no próximo domingo (01) de dezembro, o sistema de abastecimento de água do KM 17, através do Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE).
Ao lado do gestor Roberto Reis, Nagib fez o convite à população. Veja o vídeo:
Nesta segunda-feira, 25, a Deputada Mical Damasceno participou da Solenidade do Dia do Enfrentamento à Violência contra a Mulher, em Brasília, organizada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
Na ocasião, estiveram presentes o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, o Vice-Presidente, Hamilton Mourão, a Ministra Damares e diversas outras lideranças governamentais e políticas.

Sobre o evento, Mical Damasceno destacou a importância da mobilização em prol da segurança da mulher: “Sabemos da importância de impulsionar e criar todos os meios necessários em defesa da mulher. A mulher precisa ter voz, não pode se calar frente à agressão, seja ela física, moral ou psicológica, dentre outras, e essa campanha do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, através da Ministra Damares, nos mostra o quanto o Governo de Bolsonaro está se dedicando na defesa de um ser precioso feito por Deus: a mulher.”


O governo federal lançou nesta segunda-feira (25) uma campanha de enfrentamento à violência contra a mulher. Antes do evento, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) convocou uma entrevista coletiva para explicar a campanha, mas permaneceu em silêncio, sem responder às perguntas. Após a cerimônia, disse que a intenção do gesto foi mostrar “como é difícil uma mulher ficar em silêncio”.
A campanha foi lançada em solenidade no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. O lema da campanha deste ano será “Quando uma mulher perde a voz, todas perdem” – em 2018, o lema foi “Você tem voz”.
A campanha do governo federal terá divulgação na TV, no rádio e na internet da música “Amor que dói”, da dupla sertaneja Simone e Simaria, em que as duas ficam em silêncio. Uma versão em que elas cantam também foi lançada nesta segunda.
No evento, o governo não anunciou outra medida além da divulgação da música.
Pouco antes de a cerimônia desta segunda-feira começar, a assessoria de imprensa da Presidência da República convocou a imprensa a uma entrevista coletiva com a ministra Damares Alves, também no Palácio do Planalto.
Quando a ministra chegou ao local, ficou calada, olhou para alguns jornalistas, mexeu no celular e deixou o local sem responder a perguntas (veja no vídeo acima).
Depois do evento, os jornalistas procuraram a ministra, para tentar uma nova entrevista. Ela, então, disse que “preferiu o silêncio” na primeira entrevista para mostrar aos repórteres “como é difícil uma mulher ficar em silêncio”.
“Eu fiquei em silêncio para que vocês sintam como é difícil uma mulher ficar em silêncio. Quando eu queria falar tanto com vocês, dizer para vocês dessa campanha belíssima, eu preferi o silêncio. É muito ruim tirar a voz de uma mulher, era esse o recado que eu queria dar. E obrigado por terem participado, voluntariamente, involuntariamente, da campanha. Que todas as mulheres tenham voz.”
Segundo o governo federal, o Brasil registra os seguintes números relacionados à violência contra a mulher:
Durante o lançamento da campanha, o presidente Jair Bolsonaro disse ser preciso criar os meios necessários para “dissuadir” os agressores, seja com a aprovação de leis ou de normas que os façam “se arrepender”.
“Tenho minha mãe viva, está entre nós aos 92 anos, tenho uma esposa e uma filha de 9 anos. O que eu faço e o que nós fazemos hoje será revertido lá na frente, em benefício para essa minha filha. Não consigo imaginar ela sofrendo agressão um dia”, disse o presidente.
Em seguida, ele se dirigiu à ministra Damares, afirmando que ela “é agredida pela sua função”. “Você sabe, como evangélica, cristã, que não existe prazer maior do que ajudar o próximo, em especial a mulher brasileira. Muito obrigado por você existir”, declarou.
Antes do discurso de Bolsonaro, Damares fez um discurso no qual informou que o governo firmará um acordo com o Conselho Federal de Medicina para capacitar 400 mil médicos a identificar sintomas de violência contra a mulher.
Segundo a ministra, também será lançada uma campanha para aumento da participação feminina na política, cuja meta será eleger ao menos uma mulher por cidade.
“É hora da gente dizer ‘chega’, dizer ‘basta’. E este governo tem dado sinais de que não vai permitir que a mulher seja vítima de violência como nos anos passados”, disse a ministra.
“Ainda temos muito para alcançar. Temos muitos desafios. Mulheres ainda morrem tão somente por serem mulheres, e isso é um absurdo. Quando olhamos para os números, começamos a entender esse fenômeno”, acrescentou.
Com a voz embargada, a ministra também leu um texto sobre ela e a ministra Tereza Cristina. “Semana passada, mulheres extraordinárias foram covardemente atacadas por um jornalista que odeia mulheres. Uma revista de circulação nacional trouxe agressões terríveis a mulheres que estão trabalhando, e uma dessas mulheres foi a ministra Tereza Cristina”, afirmou a ministra.
“Chega de violência contra a mulher no Brasil. Chega de qualquer tipo de violência contra a mulher. Lugar de mulher é onde ela quiser. Vamos mandar um recado para este repórter para todos os agressores acabou para vocês. Bolsonaro é presidente do Brasil e Damares é ministra”, concluiu
G1

Novecentos e dezoito internos do Sistema Prisional do Maranhão, inscritos no Enem PPL 2019, terão preparatório para o Exame através de aulões promovidos pelo Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), em parceria com a Secretaria de Administração do Sistema Prisional (Seap). A ação teve início nesta segunda-feira (25) e irá ocorrer durante duas semanas em 16 unidades da grande ilha.
O Enem PPL é destinado a adultos e jovens (estes sob medida socioeducativa) privados de liberdade, com o objetivo de avaliar o desempenho escolar ao final da Educação Básica e o acesso à Educação Superior, além de contribuir para elevar a escolaridade da população prisional.
De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que é o realizador do exame, em parceria com Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), as provas do Enem PPL têm o mesmo nível de dificuldade do Enem regular. A única diferença é a aplicação dentro de unidades prisionais, incluindo penitenciárias, cadeias públicas, centros de detenção provisória e instituições de medidas socioeducativas.
Os aulões realizados pelo Governo do Maranhão acontecerão nas Unidades Prisionais: UPSL 1, 2, 3 e 4 (bloco 1, 2, 3 e 4), 5 e 6; Unidade Feminina; Regional; Olho d`Água; Paço do Lumiar; Monte Castelo e APAC São Luís. São 12 professores envolvidos e serão 4 horas/aulas ministradas nos turnos matutinos e vespertinos, nesta semana (25 a 29/11) e na próxima (2 a 4/12).
A aplicação do Enem PPL é posterior ao Enem regular e ocorre em dias úteis. Neste ano, as provas serão nos dias 10 e 11 de dezembro.
Secretaria de Educação