Após votação expressiva de mais de 30 mil votos, Dr. Guilherme Oliveira confirma pré-candidatura a deputado federal por Codó pelo grupo de Josimar de Maranhãozinho

Dr. Guilherme Oliveira

O advogado Guilherme Oliveira confirmou ao Blog do Leonardo Alves sua pré-candidatura a deputado federal por Codó pelo grupo político do deputado federal Josimar Maranhãozinho nas eleições deste ano. A informação foi confirmada após questionamento do blogueiro/jornalista Leonardo Alves nesta sexta-feira (30).

Nas eleições de 2022, Guilherme Oliveira se destacou como o candidato a deputado federal mais votado entre os demais candidatos do município com uma votação expressiva de 30.181 votos em todo o Maranhão.

Guilherme Oliveira disputou o cargo de deputado federal em 2022 pelo CIDADANIA e agora pretende disputar novamente ao cargo de deputado federal pelo Partido Liberal (PL) de Josimar de Maranhãozinho, legenda do ex-presidente Bolsonaro. Ele tem estrutura e mostrou que sabe se articular politicamente para as disputas eleitorais.

DENÚNCIA GRAVE: Blogueira Ramyria Santiago afirma que Guarapary foi comprado com dinheiro da Prefeitura e que licitações estão sendo direcionadas ao prefeito Chiquinho Oliveira

A blogueira Ramyria Santiago afirmou nas redes sociais que o Clube Recreativo do Guarapary foi comprado com o dinheiro da Prefeitura de Codó e acusou o prefeito Chiquinho Oliveira de direcionar licitações da Prefeitura de Codó para favorecer interesses pessoais.

Confira o vídeo divulgado por Ramyria Santiago:

Pedro Neres aciona Ministério Público para investigar contratos milionários da Prefeitura de Codó com distribuidora de gasolina de São Paulo acusada de lavagem de dinheiro

O médico e suplente de deputado estadual, Pedro Neres, acionou o Ministério Público do Maranhão (MPMA) solicitando investigação sobre contratos milionários da Prefeitura de Codó com a empresa Rede Sol Fuel Distribuidora, localizada em Ribeirão Preto/São Paulo e sem filial no Maranhão. A empresa é acusada de lavagem de dinheiro e de envolvimento com facção criminosa.

Pedro Neres chama atenção para contratos distintos que apresentam valores absolutamente idênticos, embora vinculados a secretarias com realidades operacionais, frotas e demandas de consumo presumidamente diversas, o que evidencia grave deficiência na fase de planejamento, notadamente na estimativa de custos e definição de quantitativos, podendo caracterizar superfaturamento por estimativa artificializada, prática reiteradamente rechaçada pelos Tribunais de Contas do Estado.

O denunciante informa à 1ª Promotoria de Justiça de Codó que a gestão do prefeito Francisco Carlos de Oliveira (Chiquinho Oliveira), promoveu a celebração de termos aditivos contratuais de elevado vulto, prorrogando a execução dos contratos firmados com a mesma empresa, mantendo integralmente os valores originalmente pactuados, sem qualquer reavaliação pública de preços, estudo de vantajosidade ou justificativa técnica que demonstrasse a manutenção do interesse público.

A empresa foi beneficiada com contratos nos anos de 2025 e 2026 que totalizam R$ 24.796.158,00 e tem sido mencionada em reportagens e investigações conduzidas por órgãos de persecução penal, envolvendo possível vínculo com esquemas de criminalidade organizada, inclusive com referências à facção denominada Primeiro Comando da Capital (PCC) e a suspeitas de lavagem de dinheiro.

Neres solicita instauração de inquérito civil, a requisição do município de cópias dos processos administrativos de licitação, a requisição à empresa REDE SOL FUEL DISTRIBUIDORA S/A de documentos que comprovem sua capacidade técnica, operacional e logística no Estado do Maranhão e a realização de diligência in loco, por membros do Ministério Público ou por órgão técnico por ele designado, nos supostos locais de abastecimento dos veículos da frota do Município de Codó.

Em despacho, Justiça Eleitoral de Codó adianta que decisão que cassou diploma do vereador Pastor Max pode ser modificada

Vereador Pastor Max

A Justiça Eleitoral de Codó recebeu recurso do vereador Pastor Max contra a sentença que declarou inválido o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) do Partido Republicanos, em razão de fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024.

A decisão de primeiro grau anulou todos os votos do Partido Republicanos e determinou a cassação do diploma do vereador Pastor Max, único eleito pela legenda no pleito.

Diante da decisão de primeira instância, Pastor Max recorreu para reverter os efeitos da sentença e em despacho publicado nesta quarta-feira (29), a juíza eleitoral que julgou o caso verificou a possibilidade de modificação do julgado (alteração na sentença) após a defesa apresentar um pedido expresso de efeitos infringentes, que é um tipo de solicitação em que a parte pede que a decisão original seja alterada ou modificada de forma substancial.

Diante da oposição de embargos de declaração com pedido expresso de efeitos infringentes contra a sentença de procedência, verifico a possibilidade de modificação do julgado. Em observância ao princípio do contraditório e ao disposto no Artigo 1.023, parágrafo 2º do Código de Processo Civil, aplicado subsidiariamente, bem como ao Artigo 275 do Código Eleitoral. Intime-se a parte embargada para, querendo, apresentar contrarrazões no prazo de 3 dias. Decorrido o prazo, com ou sem manifestação devidamente certificada pela serventia, retornem os autos conclusos para julgamento do recurso”, informou a juíza eleitoral Flavia Pereira da Silva Barçante.

Os denunciantes que pediram a anulação dos votos da legenda serão notificados para querendo, apresentarem contrarrazões ao recurso apresentado pela defesa do parlamentar. A denúncia foi proposta pelos candidatos não eleitos nas eleições municipais 2024, Delegado Rômulo (PSDB) e Wanderson Luís (União Brasil), que apontaram irregularidades no cumprimento da cota mínima de gênero pelo partido.

O recurso apresentado à Justiça Eleitoral pode mudar a decisão que tirou o mandato do parlamentar. O Blog do Leonardo Alves segue acompanhando a situação do vereador que teve seu diploma cassado.

FALTA DE INFORMAÇÃO: Prefeitura de Codó muda endereço da Vigilância Sanitária, Assessoria de Comunicação não divulga e causa transtorno às empresas e à população

A Prefeitura de Codó mudou o endereço da Vigilância Sanitária, mas não divulgou o novo endereço, deixando a população desinformada há quase um ano. O Blog do Leonardo Alves recebeu reclamações de pessoas que procuram a Vigilância Sanitária e que não foram devidamente informadas sobre o novo local.

Atualmente no prédio onde funcionava a Vigilância, funciona somente a Junta do Serviço Militar e a população continua se deslocando até o prédio da Junta Militar, antigo endereço da Vigilância Sanitária, após a mudança do órgão para o novo prédio da Secretaria Municipal de Saúde localizado na Avenida Augusto Teixeira.

A falta de divulgação continua causando desgaste e transtornos aos codoenses que procuram a Vigilância Sanitária para apresentar denúncias sobre problemas de saúde pública e atrasos às empresas que precisam emitir alvará de funcionamento. A confusão se dá pela falta de informação e pela pintura da fachada do prédio, que a prefeitura ainda não modificou.

Enquanto a população enfrenta desgastes e transtornos com a mudança de prédio da Vigilância Sanitária, a Assessoria de Comunicação que deve divulgar utilidade pública prioriza a imagem e aparições do prefeito.