Domingos Reis vai à POLÍCIA FEDERAL para saber o andamento da denúncia contra a Prefeitura de Codó e ADM Médica

O vereador Domingos Reis foi à Delegacia de Polícia Federal em Caxias, para saber sobre o andamento da denúncia contra a Prefeitura de Codó e a Empresa ADM Médica LTDA.

Ele foi o autor da denúncia contra o prefeito de Codó, Francisco Nagib e Josué Pinho da Silva Junior, diretor do Hospital Geral Municipal (HGM) apontando atos ilícitos em processo licitatório.

As investigações continuam.  Veja o vídeo abaixo sobre a ida de Domingos Reis à Polícia Federal:

 

MEC anuncia repasse de quase R$ 200 milhões a universidades federais

ENSINO SUPERIOR

Recursos serão destinados a investimentos em segurança, tecnologia e também para cursos de Medicina

O Ministério da Educação anunciou, nesta sexta-feira (3), cerca de R$ 200 milhões em investimentos a universidades federais para serem aplicados em melhoria de infraestrutura e tecnologia. Outros R$ 50 milhões serão direcionados a projetos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) para estimular a relação entre instituições e empresas.

As universidades vão receber R$ 164,1 milhões para investimentos em três frentes: segurança, mecanismos para redução de despesas e tecnologia de comunicação e informação. “São ações bem estruturantes que atendem a demanda das universidades nesse momento. Tudo isso está sendo feito e os recursos serão descentralizados ainda no mês de julho”, disse o secretário de educação superior, do Ministério da Educação, Wagner Vilas Boas de Souza.

As instituições foram consultadas sobre as prioridades para a aplicação dos recursos dentro dos critérios estabelecidos pelo ministério. “Respeitando a autonomia universitária, as instituições é que estabeleceram em que elas gostariam de receber seus recursos visando atender seu planejamento estratégico, seu pano de desenvolvimento institucional”, explicou Wagner Vilas Boas de Souza.

Na área de segurança foram escolhidos investimentos em acessibilidade (4 instituições), combate a incêndio e pânico (8) e vigilância monitorada (1). Para a redução de despesas foram priorizados recursos para a implantação de energia fotovoltáica (8) e retomada de obras em andamento ou paralisadas (36).

Na última frente, a de tecnologia de comunicação e informação, 9 instituições priorizaram investimentos em equipamentos de tecnologia da informação. O valor mínimo de repasse para as universidades é de R$ 800 mil e o máximo de R$ 4 milhões.

Escolas médicas

Já R$ 36,2 milhões serão aplicados em 32 cursos de medicina de instituições federais que não têm hospitais universitários próprios para as atividades práticas dos estudantes.

O recurso vai permitir que sejam feitas pactuações e convênios com hospitais privados, municipais, estaduais e filantrópicos para que os estudantes tenham campo de prática. Serão ainda adquiridos equipamentos de proteção individual. A aplicação do dinheiro vai possibilitar a formação de 1,2 mil médicos ainda este ano.

Edital da Embrapii

Um chamamento público para universidades federais que será lançado em setembro pela Embrapii vai receber os R$ 50 milhões. “Esse projeto com a Embrapii prevê pesquisa, inovação industrial e a aproximação das universidades ao setor produtivo e a indústria. A ideia é continuar utilizando a estrutura das universidades, o conhecimento da academia, os pesquisadores, os estudantes tanto da graduação quanto da pós-graduação para a inovação da indústria e geração de conhecimento”, disse Vilas Boas.

Até agora, 17 universidades federais são unidades de inovação Embrapii. A meta é atingir 30% dessas instituições ainda este ano. A empresa é ligada ao Governo Federal e apoia instituições de pesquisa tecnológica fomentando a inovação na indústria brasileira.

Agência MEC

União cobra devolução de mais de R$ 28 milhões de obra inacabada do Memorial da Anistia

Todo o dinheiro destinado à construção do Memorial da Anistia Política do Brasil, em Belo Horizonte (BH), vai ter que voltar para os cofres públicos. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) cobrou a devolução de quase R$29 milhões dos responsáveis pela obra executada durante quase uma década e que já custou cinco vezes mais do que o previsto.

O projeto inacabado, que era tocado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), teve a prestação de contas reprovada. A instituição foi notificada e tem 30 dias para apresentar defesa ou efetuar o pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU). Caso o prazo não seja cumprido, poderá ocorrer a instauração de Tomada de Contas Especial.

A obra que já foi alvo de auditorias também motivou processo criminal instaurado pela Polícia Federal na operação Esperança Equilibrista, deflagrada em 2017. À época, o reitor da UFMG e outros suspeitos foram detidos pela suposta participação em esquema de desvio de verbas.

“É um absurdo o que fizeram. Todo esse dinheiro poderia ter sido utilizado de outras formas, em benefício da população. Os responsáveis serão processados administrativamente. Também iremos analisar uma destinação à estrutura, para que não seja perdida”, afirmou a ministra Damares Alves.

Histórico

Orçado em R$5,1 milhões, o projeto de implementação da sede do memorial foi detalhado por meio de Termo de Cooperação Técnica celebrado, em 2009, entre a Comissão de Anistia – que na época integrava a estrutura do Ministério da Justiça – e a UFMG.

Estava prevista a reforma do chamado “Coleginho”, obra histórica da cidade que deveria ser concluída em 10 de novembro de 2010. Foi realizado, inclusive, um projeto museográfico.

As intervenções no edifício, entretanto, comprometeram a estrutura. O prédio hoje está interditado e não houve apuração de responsabilidade pelo dano causado ao patrimônio histórico.

A solução foi um financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) para a construção da atual estrutura inacabada, atrás do prédio histórico, mas isso não ocorreu. Após seis aditivos orçamentários, o valor final chegou a R$ 28 milhões.

Durante vistoria realizada por comitiva do MMFDH, em agosto do ano passado, a ministra Damares Alves informou que o dinheiro previsto para a realização da obra foi garantido pelo Fundo Penitenciário (Funpen), ligado ao Ministério da Justiça. A verba foi obtida a partir do cancelamento de recursos destinados à modernização e construção de presídios federais e estaduais.

Esse recurso, que receberia outras destinações, era o que garantiria, por exemplo, a construção da quinta penitenciária federal, a adequação física de outras unidades de execução penal, a reintegração de presos, internados e egressos, a capacitação em serviços penais, o reaparelhamento de unidades penais e o acompanhamento à execução de penas alternativas.

Ascom MMFDH

Sindicato denuncia descaso com profissionais da saúde em Codó

NEGLIGÊNCIA E DESVALORIZAÇÃO POR PARTE DO GOVERNO MUNICIPAL PARA COM OS VERDADEIROS HERÓIS NO COMBATE À PANDEMIA.

Segundo informações apuradas pelo sindicato dão conta de que _profissionais_ _da_ _saúde_ contratados principalmente trabalham em Codó com excesso de carga horária, sem direitos básicos tais como:
• Adicional de insalubridade;
• Adicional de periculosidade;
• Adicional noturno, entre outros, … além de não terem a sua disposição todos os epis ( equipamentos de proteção individual) suficientes e necessários para suas seguranças já que os mesmos por estarem na linha de frente do combate a covid-19, muitos terminaram sendo infectados pelo vírus devido também as más condições em seus locais de trabalho.

Diante do exposto, esta entidade sindical cobra da secretaria municipal de saúde e do prefeito Nagib ações de valorização e respeito para com estes trabalhadores que se expõem e se arriscam diariamente nos hospitais e postos médicos na luta incessante em salvar a vida dos codoenses.

SINTSERM-CODÓ.

Em: 03/07/2020.