Estudante diz à polícia que matou amiga com 35 facadas porque a vítima falava mal dela nas redes sociais

Uma estudante de 15 anos foi apreendida como suspeita de matar Emanuelle Souza Batista, de 14 anos, com 35 facadas e incinerar o corpo dela em um parque de Rio Verde, região sudoeste de Goiás. Segundo o titular da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), Danilo Fabiano, a adolescente confessou o ato.

“A motivação principal é que a vítima falava mal dela nas redes socais. Ela atraiu a menina com a promessa de achar droga escondida na mata”, relata o delegado.

G1 não conseguiu localizar a defesa da adolescente. O delegado explica que a família não constituiu um advogado até a publicação desta reportagem e não divulgou o contato da mãe da estudante, que a acompanhou durante o depoimento.

(Correção: o G1 errou ao informar que o crime aconteceu em Jataí. Na verdade, o assassinato ocorreu em Rio Verde. A informação foi corrigida às 16h52 de 11/9.)

A família de Emanuelle registrou o desaparecimento dela em 14 de janeiro deste ano. O corpo foi encontrado queimado dois dias depois, no Bairro Veneza.

A vítima e a suspeita frequentavam a mesma escola. A apreensão da adolescente ocorreu na terça-feira (10), na residência onde mora com a mãe. Segundo o delegado, a Justiça decretou internação provisória de 45 dias para a adolescente.

O delegado explicou que identificou a suspeita com auxílio de câmeras de segurança instaladas nas imediações do parque. As imagens mostram as duas adolescentes em direção a um matagal, onde o corpo foi encontrado.

A adolescente contou à polícia ter atraído a colega para a emboscada com a promessa de dividirem uma falsa quantidade de droga enterrada no matagal. Segundo o delegado, as duas adolescentes faziam uso periódico de entorpecentes.

Estudante de 15 anos indica à polícia local onde corpo foi queimado, em Rio Verde — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Crime

Após atrair a colega ao matagal, a autora golpeou a vítima com 35 facadas, segundo o delegado Danilo Fabiano. O laudo pericial no corpo apontou ferimentos nas costas, pescoço, tórax e outros membros.

O delegado conta que a adolescente retornou à cena do crime no dia seguinte para queimar o corpo com objetivo de apagar vestígios, como digitais no corpo da vítima. A faca usada no homicídio foi enterrada no quintal da residência da própria suspeita. Já o celular de Emanuelle estava enterrado em um lote baldio próximo à casa da menina apreendida.

As indicações dos locais onde o corpo foi queimado e dos enterros dos objetos foi feito pela suspeita no momento da apreensão, conforme explicou Danilo Fabiano.

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

Adolescente de 15 anos indica à polícia local onde estavam enterrados o celular da vítima e a faca usada no crime — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

Adolescente de 15 anos indica à polícia local onde estavam enterrados o celular da vítima e a faca usada no crime — Foto: Polícia Civil de Goiás/Divulgação

G1

Assembleia realiza em Pinheiro audiência pública para discutir problemas nos ferryboats

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e das Minorias da Assembleia Legislativa realizou, na tarde desta terça-feira (10), no município de Pinheiro, audiência pública para tratar sobre a situação do serviço de ferryboat, que faz a travessia do Terminal da Ponta da Espera, em São Luís, ao porto do Cujupe. Na audiência, presidida pela deputada Thayza Hortegal (PP), foram cobrados avanços e melhorias no atendimento desse transporte, que é um dos mais importantes meios de acesso entre a capital e a Baixada Maranhense.

Também participaram da audiência, realizada no Plenário Vereador Arimatéa Nunes, da Câmara Municipal de Pinheiro, o prefeito do município, Luciano Genésio; o superintendente regional da Secretaria de Estado de Articulação Política, Penaldon Jorge; o diretor da Internacional Marítima, José Roberto Francisconi; o vice-presidente da  Comissão de Direito Marítimo Portuário e Aduaneiro da OAB-MA, advogado Carlos Nina; o presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), Lawrence Melo; o diretor de Fiscalização do Procon, Eduardo Garcia;  o representante da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Marcelo Coelho; além de vereadores, membros da sociedade civil organizada e usuários.

Segundo Thayza Hortegal, a audiência foi motivada devido a uma série de problemas verificados na qualidade do serviço prestado pelas empresas de ferryboat, denunciados no Parlamento Estadual. Destacou ainda que a reunião foi importante para dar voz principalmente à população usuária do serviço, que faz a travessia diariamente.

“Desde o primeiro momento do meu mandato, eu tive a responsabilidade de levantar essa bandeira e as questões que envolvem o transporte aquaviário por ferryboat. E o apoio do presidente da Assembleia, Othelino Neto, e dos demais deputados tem contribuído significativamente para essa causa tão nobre visando ao bem-estar da população da Baixada Maranhense”, disse a parlamentar, que é usuária frequente do serviço de ferryboat.

Na ocasião, a deputada também elogiou o governador Flávio Dino pela intervenção realizada na empresa Serviporto, uma das que prestam o atendimento na área, e por determinar a execução de licitação no sistema de ferryboat no Estado. Ela ressaltou ainda que houve algumas melhorias nos serviços, mas que a real qualidade que a população tanto espera ainda não veio a contento.

“Por isso, realizamos essa audiência: para encontrarmos uma solução, pois sabemos da necessidade e da importância desse transporte para os usuários. Agora, após ouvirmos reclamações e sugestões dos presentes, vamos elaborar um relatório que será encaminhado ao Governo do Estado. com sugestões que irão contribuir para a elaboração do edital de licitação.”, afirmou.

Sugestões

Das sugestões apresentadas, constam a colocação de embarcações extras, agendamento de passagens pela internet dos carros que aguardam para a travessia, a obrigatoriedade de uma equipe preparada para socorrer os usuários em situação de emergência, a instalação de postos médicos nos terminais, assentos mais confortáveis, a redução no tempo de espera dos automóveis que estão sem passagem, a instalação de posto para vendas de bilhetes em municípios da Baixada e caixas eletrônicos nos pontos de embarque.

O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, falou sobre a importância dos serviços que atendem milhares de usuários do transporte aquaviário. Ele considerou relevante a parceria da Assembleia Legislativa, do governo do Estado e Prefeitura de Pinheiro, em prol das pessoas que utilizam o serviço. “A audiência foi uma oportunidade para ouvirmos os relatos dos usuários e buscarmos as melhorias desejadas”, frisou.

A audiência pública realizada em Pinheiro contou com a presença de representantes da sociedade civil

A audiência pública realizada em Pinheiro contou com a presença de representantes da sociedade civil

De acordo com o diretor da Internacional Marítima, José Roberto Francisconi, a audiência pública foi uma oportunidade para discutir o assunto de forma mais abrangente com os usuários. “Na Ouvidoria da empresa não existem reclamações dos serviços. Aguardamos do governo do Estado a previsibilidade do contrato para realizarmos mais investimentos”, disse.

O presidente da MOB, Lawrence Melo, destacou que o processo de licitação já está sendo providenciado pelo Governo do Estado. “A expectativa é que o edital do certame seja lançado na próxima semana”, afirmou.

Carlos Nina destacou que a audiência pública foi fundamental para a Baixada. Ele lamentou não haver uma estrutura digna para os usuários, tanto na Ponta da Espera, quanto no Cujupe. “A audiência foi importante por ser um momento que as empresas prestadoras dos serviços puderam falar aos usuários sobre as suas dificuldades e, também, para os usuários reclamarem e reivindicarem um melhor atendimento. O importante é que essa audiência tenha consequências positivas e que resulte efetivamente em melhorias dos serviços, inclusive, quanto à comodidade, conforto, higiene e segurança, tanto nas embarcações, quanto nos locais de embarque e desembarque”, acentuou.

A população da Baixa foi ouvida na audiência, apresentando reclamações e sugerindo melhorias ao transporte de ferryboat

A população da Baixa foi ouvida na audiência, apresentando reclamações e sugerindo melhorias ao transporte de ferryboat

Reclamações

Durante a audiência pública, os usuários aproveitaram a oportunidade para fazer reclamações, pontuando diversos aspectos observados no atendimento.  

“Eu utilizo o ferryboat porque só tenho essa opção. Ir pela estrada é muito mais demorado. Então, a gente usa aqui por ser uma viagem mais rápida, entretanto, quando chegamos na embarcação, há muita falta de orientação e insegurança”, disse a enfermeira Dulcilene Araújo.

O vendedor autônomo Antônio Araújo da Costa, morador de São Luís, disse que toda semana se desloca para a Baixada pelo ferryboat, mas não se sente confortável. “Algumas embarcações são antigas e precisam ser substituídas imediatamente antes que algo grave aconteça com os passageiros. Espero que essa audiência pública traga melhorias para os usuários”, pontuou.

Debates

Por diversas vezes, os parlamentares Wellington do Curso, Tayza Hortegal, Dr. Yglesio, Duarte Júnior, Zé Inácio Lula (PT), dentre outros, utilizaram a tribuna da Assembleia Legislativa para reclamar dos serviços que são oferecidos pelas empresas Servporto e Internacional Marítima, visando à busca de soluções aos problemas verificados nesse meio de transporte.

Como reflexo dessas demandas, em meados de fevereiro deste ano, o governador Flávio Dino determinou que fosse realizada licitação no sistema de ferryboat, que funciona na Baia de São Marcos. Além da abertura de processo licitatório, o chefe do Executivo maranhense também editou decreto autorizando a intervenção no serviço de transporte intermunicipal aquaviário realizado pela empresa Serviporto. 

Agência Assembleia

Usuários reclamam das dificuldades para registrar boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó

A Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó vive com o Sistema de Boletim de Ocorrência fora do ar.

Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó

Uma codoense que preferiu não se identificar, entrou em contato com o Blog do Leonardo Alves e reclamou que esteve duas vezes na delegacia e não conseguiu registrar um boletim de ocorrência porque o sistema estava fora do ar.

Também a falta de mais profissionais seletivados ou efetivos complica o atendimento à população.

POSSE | Juíza Sara Gama é titularizada na 1ª Vara de Paço do Lumiar

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Joaquim Figueiredo, empossou, nesta terça-feira (10), em seu gabinete, à juíza Sara Fernanda Gama, na 1ª Vara de Paço do Lumiar, Termo Judiciário da Comarca da Ilha de São Luís, de entrância final.

“Essa titularização é a coroação de toda uma carreira de um magistrado e a família faz parte disso. Fizemos uma oração onde agradeci a Deus pela importância dos meus familiares nesse caminhar. Cada um tem um papel importante de me acompanhar, de dar suporte”, disse a magistrada Sara Fernanda Gama.

Na oportunidade, Sara Gama falou que espera poder realizar um bom trabalho em benefício da sociedade. “Somos instrumentos para realizar a justiça social, da qual a comunidade tanto precisa. Espero poder servir bem a comunidade de Paço do Lumiar, trabalhar em conjunto com a equipe para que possamos ter um bom resultado e honrar a toga, que é o que o magistrado tem que fazer”, frisou a magistrada.

O desembargador Joaquim Figueiredo desejou sucesso à magistrada na nova unidade judicial. A leitura do termo de posse foi feita pelo diretor-geral do Tribunal de Justiça, Mário Lobão.

CARREIRA – Sara Fernanda Gama ingressou na magistratura, em 1998, como juíza substituta na Comarca de Turiaçu, onde foi titularizada. Em seguida, atuou nas comarcas de Santa Helena, Penalva, Viana, Imperatriz, sendo promovida para São Luís no ano de 2014,e assumindo o cargo de juíza auxiliar da capital até a sua titularização, nesta terça-feira, na 1ª Vara de Paço do Lumiar.

Participaram da solenidade os juízes Angelo Santos (presidente da Associação dos Magistrados), André Bogéa (auxiliar da Presidência), Jaqueline Caracas (auxiliar da CGJ-MA), Hélio de Araújo Carvalho Filho (1ª Vara de Interdição e Sucessões) e Ana Lucrécia Sodré (Central de Inquéritos de Imperatriz), além de familiares.

Reflexão do professor Marcos sobre as articulações e especulações do pleito eleitoral em Codó

FALTANDO MAIS DE SEIS MESES PARA AS ELEIÇÕES, A “PRÉ-CAMPANHA” ENCONTRA-SE A TODO VAPOR!

É notório as articulações, especulações e conchavos em volta do pleito eleitoral. As práticas são sempre as mesmas, muito blá-blá-blá e disse me disse no que tange a candidaturas, fato comum numa cidade culturalmente política, porém, quem acompanha e conhece a política em nosso município sabe muito bem que estas definições só ocorrem mesmo nas últimas horas do último dia de convenções para este fim que devem acontecer no dia 05 de agosto onde podem se repetir aquelas velhas “surpresas” e/ou jogadas onde geralmente “inimigos políticos” poderão entrar de mãos dadas numa daquelas “alianças” em defesa de seus próprios interesses.

Mas esse período é bom para que desde já possamos estar fazendo uma análise das pessoas e grupos que pretendem governar e legislar nesse município nos próximos anos: quem são, o que fazem, o que fizeram, o que poderão fazer e etc…

Observamos que a grande maioria dos que se propõem à administrar esse município já foram, são e/ou fazem e/ou mesmo fizeram parte de grupo que governa ou já governou Codó!
Pensemos nisto.

Na corrida pelo voto tanto para o Executivo quanto para o Legislativo as estratégias de muitos são praticamente as mesmas, quem encontra-se no poder costuma arregimentar principalmente servidores contratados dependentes da prática do apadrinhamento político para fazer volume nas atividades políticas e tentar impressionar o eleitorado e também assim como outros que estão fora do poder tentam mostrar a todo custo uma proximidade com o povo através da participação e patrocínio de eventos tanto na sede quanto na zona rural, abraçam, beijam, dançam e até comem junto com o povo depois muitas das vezes os abandonam à própria sorte!

No campo Legislativo mais especificamente a grande maioria dos pretensos candidatos ao invés de demonstrarem capacidade e preparo pra Legislar preferem o assistencialismo se aproveitando da carência e necessidades da população. Muitos estão em busca de um emprego e/ou renda a mais e buscam através da política uma forma de sobrevivência, ascensão, poder e status, exemplo disto é a mais nova e “extraordinária” idéia do atual parlamento municipal em querer a todo custo ampliar o número de vagas na câmara já para próxima legislatura.

Que esse texto possa servir de reflexão diante de nossas escolhas!

Prof. Marcos
Presidente do SINTSERM-CODÓ.

Em: 11/03/2020.