Aprovado em mestrado, jovem codoense pede ajuda para estudar na Universidade Federal do Pará

Raimundo Francisco estudante do curso de Ciências Naturais (Biologia) da UFMA campus Codó vai colar grau na próxima segunda-feira (10), e foi aprovado no mestrado de Ciências Biológicas (zoologia) na Universidade Federal do Pará.

Raimundo Francisco foto/imagem: FC TV

O jovem codoense concorreu a seleção de mestrado com candidatos de vários estados e de outros países, obtendo aprovação com a nota 9,0 na prova que teve todo conteúdo em inglês. No entanto, não tem condições de se manter no Pará nos primeiros meses e para realizar seu sonho, pede ajuda dos codoenses, principalmente de politicos e empresários.

Raimundo Francisco precisa de 3.000 (três mil reais) para se manter até receber a bolsa do mestrado. Os interessados em ajudar podem comprar uma rifa no valor de apenas 5,00 reais na Mega Pizza ou entrar em contato através do telefone (99)982531312 ou 81336194. Conta bancária: Caixa Econômica Agência 0766 Operação 001 Conta 22063-2.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO: IEFC abre inscrições para cursos de Libras em Codó

O Instituto de Educação de Formação Continuada (IEFC) oferece ao mercado os melhores cursos de qualificação aos docentes, universitários e à comunidade em geral, com formações expressas com certificação válida e amplamente aceitas nas instituições.

Em Codó, o IEFC está com inscrições abertas para novas turmas do curso deLibras – Língua brasileira de sinais (básico e avançado). Os interessados em fazer a matrícula devem entrar em contato através do WhtsApp (99)982640265.

As aulas acontecerão uma vez por mês e o investimento mensal custa apenas100 (cem reais) + 20,00 matrícula. O curso tem carga horária de 120 horas válida para graduação e concursos.

Plenário aprova projeto que garante reajuste salarial para professores da rede estadual

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na manhã de quinta-feira (6), o Projeto de Lei 002/2020, que dispõe sobre o valor do vencimento-base dos servidores públicos estaduais do Subgrupo Magistério da Educação Básica. O presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), já encaminhou a proposição para a sanção do governador Flávio Dino.

“Nos termos regimentais, encaminhamos, hoje mesmo, para a sanção do governador Flávio Dino, o projeto que reajusta o salário dos professores no Maranhão. O benefício, que chega ao magistério, soma-se aos outros investimentos do governo estadual na área da Educação. Investimentos esses que colocam o Maranhão entre os estados mais bem avaliados do país”, informou Othelino.

De acordo com a Mensagem 003, encaminhada ao Poder Legislativo pelo governador Flávio Dino (PCdoB), o projeto garante a recomposição salarial de até 17,5% nos vencimentos dos professores efetivos do Subgrupo Magistério da Educação Básica, contemplando diretamente 45.204 servidores, entre ativos e inativos, com impacto anual de R$ 198 milhões na folha de pagamento do Estado.

O Projeto de Lei 002/2020 prevê que o novo piso de remuneração para professores, correspondente a 40 horas semanais, no Maranhão, deve passar para R$ 6.358,96. A Mensagem Governamental explica que a recomposição aos professores implica que irá variar entre 5% e 17,49%.

“Cabe destacar que a recomposição dos valores ainda é acrescida de outras vantagens como: titulações e outras gratificações, que colocam o Maranhão com uma das maiores remunerações do Brasil para professores da rede pública”, afirma o governador Flávio Dino, na Mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa.

Com a aprovação do projeto, o vencimento-base mínimo dos professores (Professor III) com regime de trabalho de 20 horas semanais, somado à GAM (Gratificação de Atividade do Magistério), será de R$ 3.179,48. Já o vencimento dos professores com regime de trabalho de 40 horas semanais, acrescido da GAM, foi fixado em R$ 6.358,96.

A aplicação dos reajustes às referências na carreira, a partir do novo piso, chegará a R$ 4.046,02 para os docentes que cumprem regime de trabalho de 20 horas semanais e de R$ 8.092,06 para os que cumprem a jornada de 40 horas semanais. Além disso, os professores contratados também passarão a receber o valor do novo piso nacional proporcional à jornada de 20 horas.

Kristiano Simas / Agência Assembleia

Mesa Diretora durante a sessão plenária desta quinta-feira, presidida pelo deputado Othelino Neto

Mesa Diretora durante a sessão plenária desta quinta-feira, presidida pelo deputado Othelino Neto

Emenda rejeitada

Antes da votação do projeto, o Plenário rejeitou a Emenda 001, de autoria dos deputados César Pires (PV), Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PSDB), que previa reajuste de 17% para todas as classes do Magistério, preservando a mesma estrutura de reajuste prevista na Medida Provisória 272/2018.

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Rafael Leitoa (PDT), defendeu a rejeição da emenda e destacou a importância da aprovação do projeto do Governo do Estado, em seu texto original.

Ao fazer a defesa do projeto encaminhado ao Poder Legislativo pelo governador Flávio Dino, o deputado Rafael Leitoa frisou que, desde 2015, a atual gestão do Governo do Estado realiza uma série de políticas de valorização da educação e dos educadores, entre as quais o Programa Escola Digna, com quase mil obras educacionais executadas, entre construções, reformas e ampliações de unidades escolares em todo o Maranhão.

Rafael Leitoa argumentou, também, em defesa do projeto original, a criação da rede de educação em tempo integral que, este ano, chega à marca de 74 escolas com a primeira escola bilíngue da rede estadual; os concursos internos para ampliação de jornada e unificação de matrículas, realizados pela primeira vez na história; eleição para gestor escolar (a primeira no estado); concessão de gratificações nunca antes implantadas e reajuste da gratificação para gestores escolares, entre outros.

Oposição critica projeto do Governo

Durante o encaminhamento da votação, os deputados César Pires, Adriano Sarney e Wellington do Curso ocuparam a tribuna e criticaram a proposta encaminhada à Assembleia Legislativa pelo governador Flávio Dino. O deputado Wellington do Curso condenou duramente a matéria: “Este projeto é ilegal, é imoral e os professores não foram consultados nem ouvidos”, afirmou.

Wellington disse ainda que teve que votar contra o projeto, porque o reajuste não contempla todos os professores. “O governador Flávio Dino não deu reajuste em 2016, não concedeu também em 2017, deu um calote, colocando um reajuste em cima da GAM, em 2018. Também não deu reajuste, em 2019, congelou os salários e, agora, manda para esta Casa um projeto que não contempla na totalidade os professores. Descumpre e desrespeita o Estatuto do Magistério”, disse.

Os deputados César Pires e Adriano Sarney também criticaram a proposta do governo e defenderam, na tribuna, a concessão de um reajuste de 17% para todas as classes, preservando a mesma estrutura de reajuste da Medida Provisória 272/2018. Ambos os parlamentares argumentaram que a Medida Provisória 272/2018 previa uma regra para os aumentos e os reajustes dos professores.

“Na época, votamos e aprovamos e, hoje, não estamos cumprindo o que essa medida provisória estabeleceu. Que incoerência é essa que, em 2018, aprovamos uma lei enviada pelo Executivo e agora estamos aprovando outra lei, contrariando o que aprovamos há dois anos?”, questionou Adriano Sarney.

Agência Assembleia

Campanha visa reduzir altos índices de gravidez precoce no Brasil

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Ministério da Saúde (MS) lançaram nesta segunda-feira (3) a campanha “Adolescência primeiro, gravidez depois – tudo tem o seu tempo”.

A proposta tem o objetivo de reduzir os altos índices de gravidez na adolescência que, no Brasil, estão 50% acima da média mundial. A cada mil meninas, 46 se tornam mães adolescentes. Na América Latina, o índice é de 65,5. Já no Brasil, o número sobe para 68,4. Atualmente, mais de 434,5 mil adolescentes se tornam mães por ano no país.

A ministra do MMFDH, Damares Alves, falou sobre a iniciativa. “Estamos há um ano conversando sobre isso, porque precisamos mudar os números que estão postos. Buscamos inúmeras propostas, conversamos com todos: especialistas, pais, adolescentes. Conversamos e tivemos a coragem de falar sobre retardar o início da vida sexual, incluindo esse tema em toda a gama de métodos preventivos que já existem”, disse.

Para Damares, estamos diante de um problema de saúde pública. “Não é um assunto moral, nem tão somente de comportamento. Há muitas coisas que nos dividem e separam, mas a vida precisa nos unir. Eu acho que todos concordam com isso, então precisávamos fazer alguma coisa”, explica.

Abandono escolar

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, apresentou consequências da gravidez precoce. “Cerca de 66% dessas gestações não são planejadas e 75% dessas mães de 11 a 16 anos abandonam a escola. O abandono escolar aumenta a mortalidade infantil, gera pobreza e se torna um ciclo vicioso que precisa, de alguma maneira, ser abordado”, afirmou.

O Ministro também lembrou que “a paternidade ou a maternidade é muito pouco exercida nesses casos. Essas crianças muitas vezes são repassadas para as avós, que assumem, pois os pais também são crianças”. E continuou: “É preciso refletir, pensar, olhar o momento da vida, conversar com a família, com os amigos, para ter uma maternidade e uma paternidade responsáveis”.

Métodos contraceptivos

Ainda de acordo com o Ministro, “é muito mais difícil uma menina de 12 anos ou um menino de 13, 14 anos irem até uma unidade de saúde para solicitar um anticoncepcional, um método contraceptivo. A pressão que eles sofrem nas comunidades para serem aceitos ou serem sexualmente ativos e, assim, poderem pertencer, é muito grande. Tudo isso apareceu nas nossas pesquisas”, relatou.

A ministra Damares Alves também falou sobre métodos preventivos como, por exemplo, a pílula do dia seguinte. “Estamos vendo um uso exagerado desse método. Daqui a 20 anos, quantas mulheres poderemos ter no Brasil com câncer de mama ou outras doenças geradas pelo uso exagerado da pílula do dia seguinte? Precisamos conversar com essas meninas”, apontou.

Polêmica

Sobre a polêmica de que a campanha teria a finalidade de impor abstinência sexual, o Mandetta foi claro: “Isso foi uma interpretação, porque em nenhum momento foi falado sobre proibição. O que foi dito é: há tempo para tudo, adolescência não combina com gravidez”.
Quando questionada sobre o assunto, a ministra Damares afirmou que o governo está construindo um plano nacional de prevenção ao sexo precoce, que será apresentado em momento oportuno.

“Esta campanha é um início, estamos ouvindo todo mundo. Queremos falar também das outras consequências do sexo precoce. O sexo precoce não traz apenas gravidez e DSTs. Existem outras doenças físicas graves para uma menina de 11 anos, um menino de 10 anos. Existem doenças emocionais, depressão, baixa autoestima, e nós vamos apontar todas as outras consequências do sexo precoce”, relatou a ministra.

“Temos excelentes técnicos no nosso Ministério, no Ministério da Saúde, no Ministério da Educação. Todos estarão envolvidos nesse processo. Vamos oferecer cartilhas, promover rodas de conversas com os adolescentes, vamos convidar a arte, a música, para fazerem parte”, esclareceu.

Para encerrar, a ministra fez um pedido: “Nossos jovens e adolescentes são seres pensantes. Não vamos colocá-los em uma manada, como se fossem movidos apenas pelo instinto sexual. São meninos e meninas que pensam, e que estão a fim de refletir, acreditem nisso. Vamos cuidar dos nossos jovens e adolescentes”, concluiu.

Países se reúnem para lançar a Aliança Internacional pela Liberdade Religiosa

Líderes de diversos países se reunirão nos EUA para o lançamento oficial da Aliança Internacional de Liberdade Religiosa, um projeto norte-americano que conta com o apoio de pelo menos 17 nações.

Segundo o embaixador-geral dos EUA para a liberdade religiosa internacional, Sam Brownback, a aliança é essencialmente como um “clube ativista” de países que levam a sério a promoção da liberdade religiosa em todo o mundo.

A aliança foi anunciada pela primeira vez pelo secretário de Estado Mike Pompeo em julho passado e apresentada pelo presidente Donald Trump na Assembléia Geral das Nações Unidas em setembro.

“Este é realmente o primeiro esforço para conseguir que um grupo de nações ativistas de um direito humano específico tente defender e perseguir essa causa de forma mais agressiva”, disse Brownback, de acordo com o Christian Post.

“Vamos olhar para as coisas em que podemos trabalhar coletivamente e [como] podemos pressionar por esforços de liberdade religiosa em todo o mundo”, disse ele.

 

Gospel Prime