Gestantes e lactantes universitárias poderão ter acesso a aulas a distância

A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta terça-feira (5) um projeto que concede às estudantes universitárias o direito ao acompanhamento remoto das aulas por meios virtuais caso estejam grávidas ou lactantes (PLS 429/2018).

A proposta, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), teve o relatório favorável do senador Irajá (PSD-TO), as estudantes terão direito ao ensino remoto a partir do oitavo mês da gravidez e durante três meses, desde que operacional e didaticamente possível. Mas esse período também poderá ser estendido caso haja um atestado médico neste sentido. O objetivo é dar opções para que as acadêmicas não interrompam, ou mesmo abandonem a faculdade, devido às dificuldades de conciliar o bebê com os estudos universitários.

O projeto recebeu decisão em caráter terminativo e segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Senado

SINTSERM critica vereadores que defendem interesses de Nagib sobre os precatórios do Fundef

NOTA SINTSERM-CODÓ em relação à reunião na comissão de Constituição e Justiça da Câmara de vereadores sobre o projeto de rateio dos precatórios do fundef com os profissionais do magistério:

● Durante um período de aproximadamente quatro horas, membros da referida comissão, autores do projeto, demais vereadores, representantes do sindicato e do executivo discutiram e debateram à cerca do referido projeto;

● O posicionamento dos representantes do executivo à cerca do assunto vem sendo praticamente o mesmo defendido durante todo esse período de luta da classe por esse direito, ou seja, a administração permanece irredutível quanto à atender a reivindicação e direito dos professores nos precatórios;

● A gestão continua agarrada à recomendação dos órgãos de controle, alegando estar proibida por eles de fazer o rateio, fato contestado pelos representantes do sindicato e autores do projeto;

● Diante do entendimento defendido pelo governo através de seus defensores, como se explica o fato de muitos outros municípios Nordeste a fora estarem garantindo o direito dos professores através de projetos de Lei aprovados nas câmaras municipais? Estariam eles todos errados ao tomarem tal medida?

● Os governistas afirmam ser do interesse deles e do prefeito valorizar os profissionais do magistério com o referido recurso, no entanto, não apresentam nenhuma proposta concreta nesse sentido, restringindo-se apenas ao discurso;

● Resumindo, o encontro de hoje não proporcionou nenhum avanço positivo em relação a garantia do direito dos profissionais do magistério por parte do Executivo, no entanto, nós do sindicato garantimos a continuidade e intensificação da LUTA em defesa desse nosso direito.

À diretoria

Professora ofende evangélicos em exercício na sala de aula

Em João Pessoa, Paraíba, uma professora está no centro de uma polêmica. Ela decidiu usar um texto que fazia parte de um exercício de língua portuguesa para atacar evangélicos.

“Sou um estudante preconceituoso, principalmente quanto à orientação sexual. Frequento semanalmente a igreja, tenho nojo de trans, gays e lés… mais (sic) na sala de aula me mostro amigo deles, por ter medo de processos. Mais não me iludo. Deus e meus pais me ensinaram que tudo isso é safadeza”, dizia o texto.

O que ela não imaginava, no entanto, é  que a explicação do exercício descrita na lousa seria compartilhada pelos alunos nas redes sociais, gerando muitas críticas pelo preconceito religioso expresso na atividade.

Para o movimento Escola Sem Partido, o caso é um exemplo de doutrinação em ambiente escolar, ironizando um erro de português no texto escrito pela professora, que trocou “mas”, por “mais”.

A vereadora Eliza Virgínia (PP-PB) classificou o texto como preconceituoso e disse que tratar-se de “intolerância religiosa”, além de avisar que vai denunciar a educadora.

“O texto é preconceituoso e o pior: tem um grau de intolerância religiosa absurda. Vou denunciá-la e quero retratação. O texto também é problemático, ao dizer que um aluno que frequenta a igreja é intolerante por ser religioso. Isso é uma escola cidadã integral”, comentou.

Nas redes sociais, a professora aparece em um vídeo onde participa de uma reunião da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no qual ela reclama da vereadora.

“A gente vem aqui para denunciar a vereadora Eliza Virgínia, que toda semana promove um ataque a um professor da nossa escola. Eu fui atacada na minha prática docente porque coloquei um texto lá […] para transformar num parágrafo”, disse.

Gospel Prime

Professor de caratê suspeito de estuprar alunos tem prisão preventiva decretada

A Justiça decretou a prisão preventiva, na tarde desta segunda-feira (4), do professor de caratê preso em São Luís, no Maranhão, que era procurado suspeito de abusar sexualmente de quatro meninos, em Araçoiaba da Serra (SP).

De acordo com a Polícia Civil, Erick Marques Alves foi encontrado quando estava com um RG falso com o nome “Jackson” e tentava procurar emprego. Contra ele havia um mandado de prisão temporária, que convertido.

Segundo o delegado de Araçoiaba da Serra, Irani Barros, ele foi indiciado por estupro de vulnerável e continua detido no Maranhão até ser transferido para São Paulo. A defesa do suspeito não foi localizada.

Polícia procura professor de caratê suspeito de abusar de meninos dentro de academia — Foto: Aurélio Fidêncio/Clickaraçoiaba

Relembre o caso

O professor é suspeito de pedir para os adolescentes o acompanharem até um quarto, local onde aconteciam os abusos frequentes.

A polícia apreendeu três HDs, um computador, um tablet, um pen drive, um roteador e um videogame que estava conectado à internet.

Em nota oficial publicada no Facebook, a Prefeitura de Araçoiaba da Serra disse que não havia recebido qualquer comunicado envolvendo alunos do Departamento de Cultura.

O SuperAção de Karatê conta com cerca de 80 atletas, que treinam diariamente na academia. Além disto, o grupo realiza ações sociais na cidade e desde 2017 ministra aulas de karatê. A página da SuperAção no Facebook foi desativada e as placas da academia foram retiradas.

G1