Presidente do SINTSERM denuncia transtornos aos servidores públicos municipais em agência bancária

O presidente do SINTSERM Sindicato dos Servidores no Serviço Público Municipal de Codó, denunciou na tarde de sexta-feira (07), os transtornos no atendimento da agência Bradesco aos servidores públicos municipais e demais clientes da agência. A denúncia foi publicada nas redes sociais.

prof. Marcos

Segundo o presidente Marcos Antonio da Silva, os usuários estão encontrando dificuldades na realização de saques e outras transações, e denuncia ainda a falta de calendário de pagamento dos servidores públicos. Confira na íntegra:

PARCERIA AGÊNCIA BRADESCO E PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ, PROVOCA TRANSTORNOS À SERVIDORES, CORRENTISTAS E DEMAIS CLIENTES DA REFERIDA AGÊNCIA DIANTE DO RECEBIMENTO DE SEUS PROVENTOS!

Durante toda esta semana, usuários do Bradesco vem encontrando dificuldades em realizar saques e demais transações, devido principalmente à aglomeração de pessoas na em sua principal agência, causada pela insuficiência de dinheiro na mesma e falta de dinheiro nos demais correspondentes criados para dar suporte à partir da parceria entre prefeitura e agência bancária.

Sendo os aposentados, pensionistas e servidores públicos municipais uns dos principais meios de movimentação econômica e financeira da cidade, torna-se um atendimento praticamente ineficaz quando esses grupos recebem seus proventos praticamente no mesmo período e a agência não se prepara pra isto! A falta de um calendário de pagamento ao servidor público municipal termina de uma certa forma contribuindo para tal.

Esperamos que esse problema não se repita pois ambos: servidores e demais correntistas merecem respeito e um atendimento de qualidade por parte tanto do banco quanto da administração municipal.

Por: prof. Marcos

BULLYING ESCOLAR: Adolescente baleado em escola do Paraná se recupera e perdoa colega: ‘Em momento algum pensei em não perdoar’

A história de superação e perdão de Bruno tomou conta do palco do Encontro desta sexta-feira, 7/12. O adolescente foi baleado por um colega no Colégio Estadual João Manoel Mondrone, em Medianeira, no oeste do Paraná, há pouco mais de dois meses.

Adolescente se recupera depois de ser baleado na escola  — Foto: TV Globo

Adolescente se recupera depois de ser baleado na escola — Foto: TV Globo

O jovem de 15 anos foi atingido perto da coluna e, como consequência, perdeu o movimento das pernas. Gradativamente, Bruno está recuperando os movimentos e contou como foi que conseguiu perdoar o colega que efetuou os disparos:

“Na verdade em momento algum eu pensei em não perdoar. Desde bebê eu já aprendo os valores do que é certo fazer. E eu aprendi desde bebê que a gente não tem outra opção a não ser perdoar, independente do mal que tenham feito com a gente”.

Jovem escreveu uma carta para o atirador que o baleou em uma escola no Paraná — Foto: TV Globo

Jovem escreveu uma carta para o atirador que o baleou em uma escola no Paraná — Foto: TV Globo

A iniciativa da carta do perdão chegou a vários colégios e Bruno acabou recebendo várias correspondências de outros alunos que aproveitaram o fato para refletir sobre o bullying. Estudantes de Foz do Iguaçu, do Colégio Estadual Tarquínio Santos, escreveram para o jovem sobre gentileza gerar gentileza.

Bruno recebeu várias cartas sobre perdão, gentileza e  problemas com bullying de outros jovens  — Foto: TV Globo

Bruno recebeu várias cartas sobre perdão, gentileza e problemas com bullying de outros jovens — Foto: TV Globo

Confira um dos trechos dessas cartas:

“A sua atitude de perdoar foi muito boa, apesar de tudo, a gente deve dar uma segunda chance. Guardar rancor não vai dar em nada”.

G1

Semente de abóbora pode melhorar a saúde da próstata

Muitos homens têm problemas com a próstata à medida que envelhecem. Ela é uma glândula do tamanho de uma noz que produz sêmen. De acordo com um estudo de 2014, tanto o óleo de semente de abóbora como uma combinação de óleo de semente de abóbora e óleo de saw palmetto podem melhorar os sintomas de hiperplasia (aumento) benigna da próstata (HBP).

Os pesquisadores concluíram que ambos são tratamentos alternativos seguros e eficazes para a HBP. Uma teoria é que a dihidrotestosterona, um metabólito poderoso da testosterona, se acumula na próstata e faz com que ela cresça. Os fitoquímicos nas sementes de abóbora podem reduzir os efeitos da dihidrotestosterona na próstata. Eles também podem bloquear a conversão da testosterona em diidrotestosterona.

O zinco é fundamental para o funcionamento normal da glândula. Na verdade, uma próstata normal tem os mais altos níveis de zinco no corpo. Os resultados de um estudo de 2011 mostraram que tecido prostático maligno e tecido prostático de homens com HBP tinham significativamente menos zinco que o tecido normal da próstata.

O estudo também encontrou um aumento na excreção urinária de zinco. Sementes de abóbora são ricas nesse mineral e, uma xícara fornece quase a metade da dose diária recomendada (RDA). Elas também são ricas em fibras, contendo quase 12 gramas por xícara. O seu consumo excessivo pode causar gases e inchaço. A fibra ajuda a aumentar as fezes e previne a constipação em longo prazo, mas comer muitas sementes de abóbora de uma só vez pode causar constipação.

Ao consumi-las, tenha em mente que elas são ricas em calorias e gordura. Um copo contém cerca de 285 calorias e 12 gramas de gordura, portanto o seu consumo em excesso pode causar ganho de peso.

Se você adicioná-las à dieta para a saúde da próstata, poderá ver benefícios dentro de algumas semanas, mas não há garantias. Os resultados dependerão da sua situação de saúde, da frequência com que você come as sementes e da qualidade delas. No mínimo, você pode substituir lanches não saudáveis ??com elas e aproveitar a abundância de nutrientes presentes nas mesmas

Referência

Christudoss, P. ET al. Zinc status of patients with benign prostatic hyperplasia and prostate carcinoma, Indian J Urol. 2011 Jan-Mar; 27(1): 14–18.

Hong, H. ET al. Effects of pumpkin seed oil and saw palmetto oil in Korean men with symptomatic benign prostatic hyperplasia, Nutr Res Pract. 2009 Winter; 3(4): 323–327.
 

Estadão Conteúdo 

Polícia Militar apreende menor por tráfico de drogas no bairro São Francisco

Por volta das 22h de quinta-feira (06/12), policiais da força tática do 17º BPM durante patrulhamento de rotina avistaram um individuo em atitude suspeita na Rua São Domingos no bairro São Francisco, sendo realizado o procedimento de abordagem e revista pessoal onde foram encontrados 09 (nove) porções de uma substância semelhante a maconha caracterizado tráfico de drogas. O acusado ao ser questionado não quis responder sobre a origem da droga nem apresentou justificativa plausível, sendo detido e encaminhado para a 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó para que as medidas cabíveis sejam tomadas.

MATERIAL APREENDIDO:
09 porções de substancia aparente a maconha

 

ASSCOM 17° BPM

Brasileira que mora na Noruega conta como é viver sem sol durante semanas no inverno ártico

A brasileira Nathália Pimenta, 30 anos, não vai ver o sol nascer de novo neste ano. Ela vive em Alta, cidade de cerca de 20 mil habitantes no extremo norte da Noruega, quase no Polo Norte. Lá, o próximo nascer do sol só vai acontecer em 17 de janeiro. Até esse dia chegar, a jovem verá apenas um mínimo de claridade no céu, que fica com um aspecto de fim de tarde em plena hora do almoço.

Isso acontece porque Alta fica a norte do Círculo Polar Ártico. Por causa do eixo de inclinação da Terra, entre novembro e dezembro a região fica fora da área iluminada pelo sol. O esquema se inverte seis meses depois e, entre maio e julho, a cidade onde Nathália mora ficará sob a luz do dia durante semanas (leia mais sobre o fenômeno no fim da reportagem).

Para quem vem de um país tropical como o Brasil, onde a duração do dia pouco alterna entre as estações, é preciso ajustar a rotina para não sofrer com os efeitos da ausência de luz. “A gente vira escravo do relógio”, define Nathália, moradora de Alta há quase cinco anos.

Nathália nasceu em Indaiatuba (SP), onde só escurece por volta das 20h nesta época do ano. E, na Noruega, o corpo sente a falta do sol. O sono fica desregulado, cai a produção de vitamina D – que é em parte ativada pela luz solar –, e o humor muda.

“Tem que ter disciplina para morar aqui”, afirma Nathália.

Com a noite polar, fica mais fácil ver as auroras boreais em Alta, Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Com a noite polar, fica mais fácil ver as auroras boreais em Alta, Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Sem rotina, conta a brasileira, o emocional ficava prejudicado. Esse ciclo de desânimo costuma começar logo após o verão, quando ocorre o dia polar – ou seja, o sol não se põe, o inverso do que ocorre agora em dezembro. A partir de agosto, os dias vão ficando cada vez mais curtos e os nórdicos sentem o efeito.

“Chega um momento que não tem mais dia. Só um ‘lusco fusco’, e traz uma sensação de solidão”, descreve Nathália.

Rua em Alta, na Noruega, por volta das 14h durante o inverno — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo Pessoal

Rua em Alta, na Noruega, por volta das 14h durante o inverno — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo Pessoal

Os efeitos emocionais causados pela falta de luz solar são conhecidos dos sistemas de saúde dos países em altas latitudes. No Reino Unido, por exemplo, não há noite polar, mas os dias ficam bem curtos no inverno. O NHS – serviço público de saúde britânico – alerta para os sintomas causados pela escuridão prolongada do inverno relacionados à menor produção dos hormônios melatonina e serotonina nesses períodos:

  • Mau humor persistente;
  • Perda de prazer ou interesse em atividades normais diárias;
  • Irritabilidade;
  • Sensação de desespero e culpa;
  • Falta de energia e sono durante o dia;
  • Excesso de sono.

‘Koselig’

Vela usada para decorar e iluminar a casa em Alta, Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Vela usada para decorar e iluminar a casa em Alta, Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Como os noruegueses conseguem, então, driblar os sintomas da ausência de luz solar? A resposta está no conceito de “koselig”, algo como aconchego, em uma tradução livre para o português.

Há várias maneiras de definir esse aconchego. Uma delas é o investimento no conforto dentro de casa. Não à toa, o design escandinavo ganha prêmios e é procurado por gente no mundo inteiro.

Um exemplo de como a decoração importa para o norueguês é que, para cada momento do dia, existe um tipo de iluminação. À noite e no fim da tarde, é comum os moradores de Alta deixarem as velas acesas. Próximo ao meio-dia, pode-se acender uma lâmpada cuja luz é muito forte, item muito comum nas casas acima do Círculo Polar Ártico.

Quando apagada, lâmpada lembra mais um item de decoração da casa na Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Quando apagada, lâmpada lembra mais um item de decoração da casa na Noruega — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Quando acesa, porém, lâmpada tenta imitar luz do sol — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Porém, ficar dentro de casa na noite polar não adianta. Os anos em Alta ensinaram Nathália que ‘koselig’ também é receber ou encontrar os amigos para animar os dias sem sol.

“O frio isola as pessoas. As pessoas tendem a ficar mais em casa, então é importante se esforçar para ter uma vida social”, disse Nathália.

Nathália Pimenta e o marido Remi – manter vida social ativa evita problemas decorrentes da falta de luz solar — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Nathália Pimenta e o marido Remi – manter vida social ativa evita problemas decorrentes da falta de luz solar — Foto: Nathália Pimenta/Arquivo pessoal

Nesta época do ano, inclusive, ocorrem os “julebord”. São confraternizações de fim de ano entre amigos nas semanas que antecedem o Natal. “E além disso, tentamos marcar cafés durante a semana. É importante se manter em contato com os amigos para não sentir a solidão”, comenta Nathália.

Outra forma de superar o problema da falta de luz solar é a prática de esportes. Mesmo sem sol, os moradores de Alta saem de casa para esquiar – menos a brasileira. “É nesta época que eles se esbaldam, mas eu realmente não consigo ficar de pé num esqui.”

Como a noite polar acontece?

Por causa da inclinação do eixo da Terra, as áreas acima do Círculo Polar Ártico recebem pouca ou nenhuma luz solar nesta época do ano (veja arte abaixo). Outras regiões no Hemisfério Norte até veem o sol nascer, mas passam menos tempo dentro da região iluminada. Quanto mais longe do Equador, menor a duração do dia.

Inclinação da Terra em dezembro — Foto: Karina Almeida/G1Inclinação da Terra em dezembro — Foto: Karina Almeida/G1

Inclinação da Terra em dezembro — Foto: Karina Almeida/G1

Além da Noruega, os outros países onde acontece o fenômeno da noite polar são:

  • Estados Unidos (Alasca);
  • Canadá;
  • Dinamarca (Groenlândia);
  • Islândia;
  • Suécia;
  • Finlândia;
  • Rússia.

A situação se inverte em junho, quando é o Hemisfério Sul que recebe menos luz solar e, o Norte, vive o fim da primavera e o início do verão. Alta, a cidade onde a brasileira vive, passa mais de dois meses sem ver o sol se por durante a estação.

A posição do sol em Alta e em São Paulo ao longo de 21 de dezembro, dia do solstício de verão no Hemisfério Sul — Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1A posição do sol em Alta e em São Paulo ao longo de 21 de dezembro, dia do solstício de verão no Hemisfério Sul — Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1

A posição do sol em Alta e em São Paulo ao longo de 21 de dezembro, dia do solstício de verão no Hemisfério Sul — Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro

G1