Confira na íntegra a nota do SINTSERM em relação ao calendário de pagamento criado pela atual gestão para 2019

O Sindicato dos Servidores Públicos no Serviço Público Municipal de Codó – SINTSERM, emitiu nota na tarde desta segunda-feira (10) em relação ao calendário de pagamento dos servidores. Confira a nota na íntegra:

NOTA SINTSERM EM RELAÇÃO AO CALENDÁRIO DE PAGAMENTO CRIADO PELA ATUAL GESTÃO PARA 2019.
Queremos esclarecer que:
● Apesar desta ser uma antiga reivindicação da categoria não vemos como atendida, haja visto, a atual administração já vim efetuando o pagamento durante boa parte de seu governo principalmente aos efetivos da educação no limite do 5° dia útil;
● Boa parte dos servidores ainda continuarão incertos do dia de recebimento de seus proventos haja visto, a própria administração afirmar depender dos repasses federais;
● Não compreendemos o fato da última parcela do repasse mensal do fundeb cair até o dia 30 de cada mês e a prefeitura não iniciar já de imediato o pagamento da educação, o que costumava ocorrer em administrações passadas;
● Olhamos esta atitude apenas como forma de querer justificar à câmara o atendimento a um requerimento e ou indicação aprovada naquela casa Legislativa diante da reivindicação feita pelos servidores;
● Por último, a única certeza que teremos diante da implantação deste “calendário” é a de que nós os servidores públicos municipais durante o governo do atual prefeito estaremos dando de vez um A DEUS ao nosso pagamento dentro do mês. À diretoria.

Adolescente mata o pai com facão e marreta para defender a mãe

 (Crédito: TV Cabo Branco/Reprodução )
(Crédito: TV Cabo Branco/Reprodução )

Um adolescente de 16 anos matou o pai, na noite de terça-feira (04/12), para tentar defender a mãe que estava sendo agredida por ele, no bairro de Paratibe, em João Pessoa. De acordo com a perita do Instituto de Polícia Científica (IPC), Amanda Melo, o adolescente usou um facão e uma marreta para matar o pai.

A briga entre pai e filho teria começado dentro da casa da família e terminou na garagem, com a morte de Rivaldo Santana de Oliveira, de 45 anos.

Segundo a perícia, o adolescente estava muito nervoso quando a equipe chegou ao local. Além disso, ele também apresentava lesões cortantes pelo corpo. Ele contou que o pai chegou bêbado em casa e começou a bater na esposa e discutir com ela. O adolescente então tirou o pai de perto da mãe e o levou para o quarto.

Em seguida, o adolescente também foi para outro quarto, quando ouviu novamente o pai discutir com a mãe. A partir do momento que o jovem percebeu a agressão, ele pegou o facão e uma marreta e atingiu o pai, que morreu no local.

De acordo com o delegado Silvio Bardassom, a mãe do adolescente ainda não foi ouvida pela Polícia Civil, porque estava em estado de choque com a situação. No entanto, ele afirmou que pelas informações colhidas no local do crime, a violência já estava acontecendo há algum tempo.

Ainda conforme o delegado, não é possível concluir se o crime é caracterizado como legítima defesa ou homicídio. Os testemunhos e laudos vão ser analisados e só depois que a investigação for concluída é que será possível precisar a caracterização do crime.

 G1

Declaração dos Direitos Humanos chega aos 70, atual e desrespeitada

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, uma pergunta que as pessoas se faziam era como o mundo que se dizia civilizado tinha chegado a um grau tão grande de crueldade.

Para impedir que situações tão degradantes voltassem a acontecer no futuro, líderes, pensadores e diversas personalidades se uniram para definir algo que parece tão óbvio, mas pouco concreto: que homens e mulheres ao redor do mundo precisam ter garantidas uma série de condições para simplesmente viverem como seres humanos.

Nos últimos 70 anos, aquele que é um dos documentos mais importante já produzidos pela diplomacia internacional já passou por mudanças, mas seu artigos continuam basicamente os mesmos.

Ainda assim, o texto segue incompreendido. Embora tenham nascido como uma unanimidade, as disputas políticas ao redor do planeta colocam os direitos humanos numa posição sensível.

Uma das principais “releituras” da Declaração é dizer que ela beneficia apenas parte da população e não toda a humanidade.

Juana Kweitel, Diretora-executiva da ONG Conectas Direitos Humanos, destaca que os direitos humanos no Brasil são muito relacionados à violência policial e ao sistema prisional, uma realidade que não atinge todas os brasileiros.

No Brasil sireitos humanos se relacionam com encarceramento

No Brasil sireitos humanos se relacionam com encarceramento

Wilson Dias/ABr

Por isso, ela acredita que, para tratar desse tema, é necessário conscientizar a população de que os direitos de todas as pessoas precisam ser garantidos e respeitados.

“Quando as pessoas entenderem que não estamos falando dos direitos dos outros, mas sim dos direitos delas, vamos poder falar de direitos humanos com mais gente”, diz.

Revisar é preciso?

Se analisada no contexto atual, a “Carta Magna da Humanidade”, como também é conhecida a Declaração, não aborda diretamente os direitos de minorias, os direitos da população LGBT, o direito ao meio ambiente ou o direito de indígenas se manterem isolados, por exemplo.

Mas os representantes de algumas das maiores ONGs ligadas à defesa e garantia dos Direitos Humanos ouvidos pelo R7 garantem que, apesar de não ocorrerem grandes mudanças na forma em como os artigos foram escritos, o significado do texto é atual e não necessita de revisões. Muito menos, de revisionismos.

“A declaração é um acordo entre Estados. É uma expressão do tipo de sociedade na qual a gente quer viver. Os órgãos que a certificam vão atualizando o conteúdo dos direitos”, explica Juana. “Ela não é constantemente atualizada no texto, mas é na interpretação. Por exemplo, não tem o direito ao meio ambiente, mas tem o direito à vida, tem o direito à saúde e para ter saúde é preciso um meio ambiente saudável.”

Rafael Georges, diretor de campanhas da Oxfam Brasil concorda. “A igualdade de direitos já é um suporte para a população LGBT que deveria ter os mesmos direitos de se associar, de casamento, de adoção”, destaca.

Garantir direitos

Mesmo sendo completa, a Declaração não consegue proteger todas as pessoas automaticamente e violações e desrespeitos acontecem em todo mundo, em diferentes graus.

“O que a gente comemora [nesta data] é o começo da criação de uma estrutura para garantir direitos de todos os seres humanos de todos os lugares. A declaração por si só não garante todos esses direitos, mas marca o começo dessa caminhada”, diz Juana.

A diretora da Conectas se preocupa com as violações que acontecem na Guerra da Síria e com discursos políticos que tentam subverter os direitos humanos.

Já Georges, é mais confiante, apesar do “debate míope sobre direitos humanos” que está acontecendo na sociedade. “Existe uma disputa de caminhos para a construção de um mundo mais justo, igual e livre, porém as divergências políticas são por uma visão muito parecida de mundo que é encorpada nos 30 artigos da Declaração”, garante.

Assim, ambos os especialistas acreditam que os próximos 70 anos devem ser usados para que a Declaração Universal dos Direitos Humanos seja capaz de garantir na prática uma vida melhor para todos e todas as habitantes do planeta.

 

R7

Com câncer, Ludmila Ferber se despede dos palcos e recebe homenagens

O ano de 2018 ainda não acabou, mas a pastora e cantora gospel Ludmila Feber, realizou nesse sábado a sua última agenda do ano com gratidão e muita emoção.

O evento aconteceu em Santo Antônio de Jesus (BA), e nesta manhã de domingo, ela fez uma publicação em seu Instagram para comunicar e agradecer a todos que oram e intercedem pela sua vida e seu ministério.

“Nossa última ministração do ano de 2018 no Brasil- Santo Antônio de Jesus/BA. Estamos Voltando pra casa, sempre agradecidos e felizes.

Ludmila Ferber (Reprodução)
Ludmila Ferber (Reprodução)

Sabemos o quanto cada dia é uma dádiva de Deus, e aproveitamos cada tiquinho, cada minuto, tudo ao máximo. E, mesmo tendo sido um ano tão difícil e desafiador, tudo tem super valido a pena. Não houve nada neste ano que receba da minha parte, uma murmuração sequer. Muito pelo contrário. Esse caminho do milagre por onde ainda estou passando tem sido de muitas transformações, descobertas, curas, e libertação. Tenho visto a glória de Deus. Visível mesmo. Palpável. E nele, tenho fortalecido alianças e sido fortalecida pelas orações que esse exército de pessoas feitas de amor tem feito em meu favor. Obrigada, obrigada, obrigada”. Escreveu Ludmila.

Em poucos minutos centenas de seguidores comentaram a sua publicação e deixaram mensagens de agradecimentos e carinho para Ludmila. A pastora tem inspirado muitas pessoas que estão na mesma situação que ela, ou passando por um problema parecido.

A pastora e cantora gospel Ludmila Ferber, surpreendeu milhares de pessoas na tarde de uma quarta-feira 16 de março de 2018, ao comunicar em seu perfil oficial do Instagram que estava com câncer e iniciaria o tratamento de quimioterapia.

Ludmila  não informou o tipo de câncer no dia em que fez o comunicado, mas agradeceu o amor e apoio de todos que recebeu desde que foi diagnosticada e disse que já está no caminho do seu milagre.

A pastora ressaltou que, ainda que o ritmo de viagens para ministrações diminua durante um tempo, seu ministério não parou, nem sua vida parou, nem vai parar.

E ainda relembrou que essa é a hora de profetizar profundamente as canções que tem abençoado a tantos por todos esses anos. Ludmila pediu a todos que intercedessem por ela.

Ela demostrou confiança e fé ao citar o que disse o profeta “Ageu cap.2 e 9”, que a glória da segunda casa será maior que a da primeira.

Vários artistas gospel deixaram mensagens de apoio e  no perfil da cantora, entre pastores e cantores como; Nívea Soares, Cassiane, Ana Paula Valadão, Davi Sacer, Eyshila, Israel Salazar, pastor Rafael Bello entre outros.

Ludmila Ferber é autora de várias canções que fizeram sucesso no Brasil, mas uma música em especial foi escolhida para traduzir o momento pela qual ela irá enfrentar agora, a canção “Nunca Pare de Lutar”.

ofuxicogospel