Evangélica, Joice Hasselmann é a federal mais votada do Brasil

Joice Hasselmann

A jornalista Joice Hasselmann (PSL) foi a deputada federal mais votada do Brasil, com 1.078.659 votos por São Paulo. Ela só ficou atrás de Eduardo Bolsonaro que totalizou 1.843.715 votos.

“Eu quero agradecer a todos vocês de São Paulo, muito obrigada, mulherada linda”, disse em vídeo que postou em suas redes sociais. A comentarista brasileira é muito conhecida pelos trabalhos realizados na rádio CBN, Band News FM, revista Veja e também pela biografia do juiz Sergio Moro.

Vida com Deus

Joice é ativa no combate à corrupção e já afirmou que o Brasil precisa de políticos dentro do plano de Deus. A deputada é evangélica desde a infância, quando buscou apoio na igreja, por conta de muitas turbulências vividas dentro do próprio lar.

Seu pai era alcoólatra e sua mãe trabalhava fora. “Meu pai era ateu, mas minha mãe se converteu, só que meu pai a proibia de ir à igreja”, declarou. Recentemente ela divulgou que havia descoberta ser descendentes de judeus, o que não a impede de crer em Jesus.

Segundo a ativista política “chegou o momento em que o Brasil precisa de pessoas do bem dando um passo além”. Joice já explicou que não era sua intenção atuar na política brasileira.

Contra a corrupção

Ela participou, em 2016, de uma comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou as “10 medidas contra a corrupção”.

“Esquerdalha, se cuida comigo […] eu vou prometer uma coisa pra vocês: a paz de vocês acabou, porque eu vou trabalhar dia e noite pra tirar a paz de todo canalha que luta contra a nação brasileira”, declarou.

“Ai de quem tentar impedir o crescimento desse país […] vamos fazer um estardalhaço lá naquele Congresso”, garantiu.

“Com tanta gente boa que se envolveu na minha campanha, e de graça […] sem dinheiro, com honestidade, simplicidade e só falando a verdade. E agora tá aí, o resultado disso, tô emocionada”, concluiu.

 

Fonte: Gospel Prime

Cabo Daciolo foi a surpresa das eleições 2018

Cabo Daciolo

Com participação destacada nos debates, Cabo Daciolo (Patriota) acabou gerando uma série infinita de memes e trazendo para o debate nas redes sociais questões como o “Foro de São Paulo” e a “Nova Ordem Mundial”.

Considerado despreparado por muitos, mas um profeta por seus apoiadores, ele levou a Bíblia para os debates e popularizou o bordão “Glória a Deus” até entre internautas não religiosos. Havia dito reiteradas vezes que seria eleito “em nome de Jesus” com 51% dos votos no primeiro turno, algo que não se cumpriu.

Porém, os números oficias das urnas mostram que ele foi a surpresa destas eleições. O favoritismo de Bolsonaro já era esperado e a ascensão de Haddad vista como certa por muitos analistas.

Contudo, os números oficiais do Supremo Tribunal Eleitoral apontam que Daciolo ficou com 1,26% dos votos. Mais especificamente 1.348.317 eleitores confiaram nele para ser o próximo presidente. Segundo o próprio candidato, o custo de sua campanha foi cerca de 7 mil reais, recebidos por doação em campanhas na internet. Ele não foi para todos os debates – sendo barrado no da Globo – nem fez comícios pelo país.

Passou 21 dos 45 dias do período de campanha eleitoral em um monte no Rio de Janeiro, de onde gravava vídeos para alimentar suas redes sociais. Ao passo que Henrique Meirelles (MDB), representante de um dos partidos mais fortes do país até agora e que gastou 45 milhões de reais do próprio bolso fez menos votos que o ex-bombeiro. Foram 1.288.941 na contagem oficial (1,20% do total nacional)

A maior decepção foi a votação de Marina Silva (REDE) que em eleições passadas chegou a ter 20 milhões de votos. Presente em todos os debates e com grande espaço na mídia, ficou com 1,00% dos votos válidos: 1.069.538.

O ex-governador e atual senador pelo Paraná Álvaro Dias (Podemos) teve apenas 859.574 votos (0,80%). Já o candidato da extrema-esquerda Guilherme Boulos (PSOL) teve menos metade da votação de Daciolo, com 617.115 (0,58% do total). Isso comprova, mais uma vez, que o brasileiro médio não quer ouvir falar de legalização do aborto, de pautas LGBT nem de socialismo que, contrariando o nome de sua sigla, mina as liberdades individuais.

Profecia que se cumpriu

O final da contagem dos votos pelo STE mostra que pelo menos uma das profecias feitas por Daciolo em seus discursos na Congresso se cumpriu. Em agosto de 2017, ele anunciou a queda de Eunício Oliveira (MDB), atual presidente do Senado.

“Eu quero aqui decretar a queda do governo dos ímpios. E quando eu falo isso, presidente Eunício, eu estou falando a queda do presidente Eunício, eu estou falando da queda de Vossa Excelência, para honra e glória do Senhor Jesus Cristo”, disse na ocasião.

Apesar de toda força de seu nome e com a toda a máquina partidária na mão, Eunício ficou apenas na terceira posição para o Senado no Ceará, com 16% dos votos, atrás de Cid Gomes (PDT), com 41%, e Eduardo Girão (PROS), com 17%.

 

Fonte: gospelprime

SURPREENDENTE: Dr. Zé Francisco é campeão de votos em Codó

O médico codoense Zé Francisco (PT) que disputou uma vaga à Câmara dos Deputados nestas eleições 2018, foi campeão de votos em Codó com 12.953 votos no município totalizando 14.456 em todo o estado superando seu adversário Chiquinho do SAAE ex-vereador e presidente da Câmara Municipal.

Nas redes sociais na tarde desta segunda-feira (08), Zé Francisco agradeceu aos eleitores pela sua votação.

Análise política do Professor Marcos

CODÓ, um dos maiores colégios eleitorais do Maranhão só ficou no PODE SER? em relação à representatividade nas câmaras federal e estadual!
● Zito, aliado do atual prefeito e com um grande apoio político, econômico e da mídia, além do grande volume de campanha proporcionado principalmente pela arregimentação do grande número de servidores contratados em favor de sua campanha não conseguiu se eleger, muito menos atender as expectativas de seu grupo político ficando apenas com o consolo de que PODE SER que venha assumir por ter ficado como 3° suplente, possibilidade muito remóta!
● Biné, com problemas na justiça eleitoral não teve se quer sua votação divulgada oficialmente, porém do que se ouve de forma não oficial também não teve suas expectativas atendidas em relação ao número de votos recebidos, apesar de tudo ainda sonha com uma revira volta em seus processos e quem sabe devido ser o segundo colocado em sua coligação mesmo com a pequena quantidade de votos PODE SER que venha a assumir, o que também se torna uma possibilidade muito remota.
● César Pires, apesar de eleito e se dizer codoense teve uma votação bem resumida na cidade. PODE SER que traga algum benefício pra cidade embora não tenha tido o apoio do atual prefeito à quem foi aliado fiel no passado.
● Márcio Jerry, apesar de não ser codoense e embora tenha sido eleito, não recebeu uma grande votação em Codó, onde teve o apoio do atual prefeito e do ex-vereador Pedro Belo. PODE SER que traga algum benefício pra Codó?
●José Francisco, com uma jogada de mestre se reascendeu politicamente disparando como um dos fortes nomes pra corrida ao palácio municipal nas próximas eleições, mesmo assim não conseguiu sua eleição. Ficando na 1° suplência devido sua coligação. PODE SER que venha a assumir!
● Edilázio, também não é codoense nem tem um grande conhecimento na cidade mesmo assim recebeu uma boa votação aqui devido o apoio do ex-prefeito. PODE SER que traga algum benefício pra Codó. Espero que não seja como tantos outros que no passado só vinheram aqui buscar os votos dos codoenses e depois sumiram!

Professor Marcos

Cresce o número de protestos contra legalização do aborto no Brasil

No último domingo (30), milhares de pessoas se concentraram na Av. Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo, para uma caminhada até a Praça da Sé. Muitas famílias, crianças, jovens, religiosos e organizações pró-vida saíram com lenços azuis no pescoço, faixas e bandeiras.

Mesmo debaixo de forte chuva os manifestantes levantaram faixas que diziam “Vida sim, aborto não!” ou “Salvemos as duas vidas”, em alusão à defesa tanto da mulher quanto do feto em formação.

A marcha reuniu pelo menos 15 mil pessoas, segundo os organizadores. A iniciativa faz parte da chamada “onda celeste latino-americana” que já aconteceu em vários países. Na Argentina o movimento reuniu milhões e conseguiu pressionar o Senado para que não aprovasse a legalização do aborto.

Ana Valoy, pastora que ajudou a coordenar as marchar por lá, reclamou da morosidade da Igreja, que não se posicionou como deveria. “Acho que ainda precisamos de muita conscientização, ensinando os cristãos a deixar a apatia e a indiferença de lado. Muitos pastores não quiseram que as pessoas faltasse aos cultos para estar conosco nas marchas aos domingos. A maioria não se ‘atreveu’ a pregar sobre isso. Agora, quando viram os resultados é que foram falar algo sobre o aborto. Infelizmente, muitos deles não querem usar seus púlpitos para falar de ‘questões seculares’ “, avaliou.

Aqui no Brasil, a manifestação foi motivada por conta da discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a proposta de descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, pelo PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).

O tema também pautou discussões entre os presidenciáveis, mas poucos tomaram uma posição clara contra o aborto. 

Os participantes da “Marcha pela Vida” – que começou em São Paulo, mas pretende se espalhar por todo o país  – soltaram balões azuis em memória das vítimas do aborto e através de um bebê inflável com uma luz piscando em seu interior, representaram as batidas de um coração, indicando que desde a concepção há vida.

Questão de cidadania

O movimento não é apenas de cristãos, embora a maioria dos participantes seja católico ou evangélico. Existem fieis de outros credos e até pessoas sem religião participando. Uma criança no ventre necessita de cuidado e proteção da mãe e de todos os que estão a sua volta. Essa é uma questão de cidadania”, lembrou Sumaya Zogbi, uma das organizadoras da Marcha.

Segundo ela, uma mulher em crise, que passa por uma situação de gestação que não esperava, também precisa de apoio e proteção. “Qualquer atitude momentânea pode trazer consequências para o resto da vida dessa mulher”, afirmou.

“Nós temos que conscientizar as pessoas que quando nos posicionamos contrários ao aborto, nós estamos defendendo também a vida da mulher”, disse Jeanine Castilho de Freitas Rossi, que estava junto de um grupo de 30 ciclistas da Diocese de Santo Amaro.

No final da Marcha, foi lido um manifesto amplamente divulgado nas mídias sociais, onde enfatizava que “a vida está acima de quaisquer bens econômicos e constitui-se no primeiro direito a ser preservado por leis sábias e políticas públicas de governo, por iniciativas sociais, culturais ou econômicas”. Com informações O São Paulo