
Representantes ministeriais de várias igrejas evangélicas procuraram a Secretaria Municipal de Juventude, Cultura e Igualdade Racial para reivindicar a efetivação das mesmas na 11ª edição da “Semana da Cultura Evangélica” que é um projeto de lei nº. 1.531, de Dezembro de 2010. A comemoração da “Semana da Cultura Evangélica” ainda não começou e já estar sendo palco de insatisfação por centenas de fieis, uma vez que a descaracterização do projeto por meio de politicagem já vem ocorrendo desde sua data de aprovação e oficialização em 13 de Dezembro de 2010.

O projeto de autoria do pastor, José Alberto Cavalcante, foi aprovado com parecer favorável pela câmara municipal de vereadores, mas perdeu sua identidade ao longo dos anos devido a intervenção política de vereadores que sempre almejam se auto promoverem usando igrejas locais, e neste ano de 2021 não estar sendo diferente, as mesmas práticas avulsas acabou desconstruindo o projeto e o plano de inclusão elaborado pela Secretaria Municipal de Juventude, Cultura e Igualdade Racial, que poderia beneficiar 5 Bandas Ministeriais, 15 cantores solos e dentre outros usuários do seguimento que reside no município. No entanto, o projeto de lei nº. 1.531, foi abarganhado por vereadores de forma parcial e antidemocrática, fazendo distinção de outras denominações religiosas, um dos vereadores de acordo com os representantes acabou privilegiando apenas a Assembleia de Deus e excluindo as demais igrejas, ministérios de música e cantores solos desvalorizando totalmente seus trabalhos.
A programação feita pela Secretaria foi fundamentada e respaldada na lei nº. 1.531, de 13 de Dezembro de 2010. A performance da programação está prevista de 24 a 30 de novembro do decorrente ano, na qual iniciaria com culto ministrado por pregador(a), louvores com cantores solos e com várias bandas ministeriais fechando cada noite, infelizmente o abuso de poder e o autoritarismo por parte de alguns vereadores desmoralizou os próprios ministérios que estavam na expectativa de serem reconhecidos e valorizados nessa festividade.
Diante disso, a Secretaria Municipal de Juventude, Cultura e Igualdade Racial em diálogo com os representantes declarou que após uma conversa com o prefeito retornaria com uma resposta favorável aos ministérios, e ao mesmo tempo lamentou aos fiéis, os ministérios de música e os cantores solos por esse desrespeito. O papel da secretaria é fomentar uma política pública específica de valorização, de inclusão, democratizar direito e acima de tudo reconhecer o trabalho de cada seguimento musical independe do gênero ou estilo.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Juventude, Cultura e Igualdade Racial

