A hipocrisia de Ítalo Sousa: Ex-servidor de Zé Francisco que agora o chama de “Quadrilha”

Ítalo Souza, ex-servidor da gestão do prefeito Dr. Zé Francisco até 2023/2024 e agora rejeitado pelo prefeito Chiquinho Oliveira, amanheceu no dia 5 de março determinado a espalhar desinformação. Em um vídeo recheado de ataques, acusações infundadas e falácias sobre o Selo UNICEF em Codó, ele não apenas ignora os fatos como também expõe sua própria contradição.

O que Ítalo Souza convenientemente esquece de mencionar é que o Selo UNICEF foi perdido na gestão de Francisco Nagib, ex-prefeito que foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e hoje está inelegível por não prestar contas de recursos da Educação Infantil. Ou seja, a queda nos indicadores sociais que comprometeu o reconhecimento do UNICEF não ocorreu na administração que ele agora critica, mas sim na do filho do atual gestor.

Além disso, a recuperação do Selo UNICEF não é uma conquista pessoal, muito menos mérito de um único servidor. Trata-se de um esforço coletivo da administração pública e de diversos profissionais da educação, assistência social e saúde, comprometidos com as políticas voltadas à infância e adolescência. O fato de Ítalo tentar politizar essa questão demonstra seu oportunismo e falta de compromisso com a verdade.

A maior ironia da fala de Ítalo Souza é que ele próprio prestou serviços na administração de Dr. Zé Francisco até 2023/2024, a mesma administração que agora rotula de “quadrilha”. Se havia irregularidades, por que permaneceu no cargo durante todo esse tempo? Como pode, depois de ter sido parte do governo, agora se apresentar como um crítico implacável?

Sua indignação seletiva não passa de um jogo político rasteiro. O discurso agressivo e difamatório, em que ofende adversários com termos como “bandidos” e “criminosos”, revela sua falta de argumentos sólidos e sua total incapacidade de debater no campo das ideias.

Se Ítalo Souza realmente estivesse preocupado com Codó, buscaria informar a população com base em fatos, não em ataques pessoais e distorções da realidade. Mas a verdade, ao que parece, nunca foi seu forte.