
Os vereadores governistas Hermínio da Farmácia e Ibrahim Neto demonstraram falta de firmeza em seus votos em relação ao projeto de lei de autoria do vereador Raimundo Leonel, que alterou o nome do Campo do Tiro de Guerra para Campo da Pegada.
No dia 23 de setembro de 2025, Hermínio da Farmácia foi o único integrante da base governista a votar contra o projeto de Leonel, por entender que a proposta violava os princípios da impessoalidade e da transparência pública, tendo como objetivo estratégico promover a imagem do prefeito Chiquinho Oliveira.
Na ocasião, a proposição foi aprovada por 11 votos a favor e 5 contrários, mesmo diante das críticas da imprensa e de vereadores de oposição quanto à sua inconstitucionalidade.
Posteriormente, o projeto foi vetado integralmente pelo prefeito Chiquinho Oliveira e encaminhado para análise da Comissão de Justiça. Como já era esperado, nesta terça-feira (11 de novembro), os vereadores decidiram derrubar o veto do prefeito, e o Campo do Tiro de Guerra voltou a ser denominado “Campo da Pegada”.
O que mais chamou atenção foi a postura de Hermínio da Farmácia: anteriormente contrário ao projeto, ele absteve-se de votar na análise do veto, sem apresentar justificativa.
O vereador Ibrahim Neto, por sua vez, havia votado favoravelmente ao projeto antes do veto do prefeito. No entanto, desta vez, mudou de posição e votou pela manutenção do veto, também sem explicar os motivos da mudança, o que desagradou o líder do governo e autor da proposta.
A falta de coerência e firmeza de Hermínio e Ibrahim em seus votos reflete fragilidade política e insegurança na defesa de suas posições. Como membros da base governista, ambos deveriam prezar pela credibilidade e confiança junto à população.
O Blog do Leonardo Alves acredita que a derrubada do veto foi uma estratégia política do vereador Leonel para agradar forçadamente o prefeito e consolidar sua aproximação com o Executivo.


Nelson de Alencar Junior says:
A matéria contém vício, pois equivocada.
O vereador Ibrahim Neto teve foi firmeza ao MANTER o VETO e assim votando para o nome do campo NÃO seja “campo da pegada”.
Rever posicionamento quanto a um voto anterior é normal no legislativo e no judiciário em todas as esferas.
Um ministro ou um desembargador ou um juíz pode mudar um entendimento seja em um embargos de declaração ou em um agravo interno ou revogação de liminar, então imagine um parlamentar votar em um projeto de lei e depois REVER a posição e CONCORDAR com a inconstitucionalidade e VOTAR para manter o VETO e o “ campo continuar como do Tiro de Guerra “.
Assim, entendo que o blogueiro Professor Leonardo NÃO redigiu a matéria com a boa escrita que lhe é peculiar.
Codoense Atento says:
E é pq é eleitor! Imagine se não fosse!😂