
Sob determinação do prefeito Chiquinho Oliveira, o secretário de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Ricardo Araújo Torres, assinou um aditivo de R$ 3.456.594,00 (três milhões, quatrocentos e cinquenta e seis mil, quinhentos e noventa e quatro reais) para a REDE SOL FUET DISTRIBUIDORA, localizada no interior de São Paulo em Ribeirão Preto sem filial no Maranhão é investigada por envolvimento em esquema ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) é acusada de lavagem de dinheiro. O novo aditivo milionário oficializado no Diário Oficial do Município na edição desta segunda-feira (26) aumenta o valor total dos contratos para R$ 24.796.158,00 (vinte e quatro milhões, setecentos e noventa e seis mil, cento e cinquenta e oito reais).

O novo aditivo milionário visa atender as demandas da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMECTI) no período de 12 meses. O aditivo entrou em vigor no dia 23/01/2026 e encerra em 23/01/2027.
Os contratos milionários da Prefeitura de Codó com a Rede Sol Fuel Distribuidora devem ser questionados por opositores à gestão municipal e principalmente por vereadores da bancada de oposição na Câmara,e se necessário, solicitar investigação dos contratos junto ao Ministério Público Estadual ou Ministério Público Federal.
A Rede Sol Fuel Distribuidora foi um dos alvos centrais da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025 pelo Ministério Público de São Paulo, Polícia Federal e Receita Federal. A empresa beneficiada com contratos milionários na Prefeitura de Codó é investigada por suposta ligação com o crime organizado (PCC) e participação em uma fraude bilionária no setor de combustíveis, envolvendo lavagem de dinheiro e crimes tributários.
Considerando que a empresa não tem estrutura física no Maranhão, fica o questionamento: Como a distribuidora de São Paulo entrega e armazena combustível para atender as demandas da Prefeitura de Codó?

