
A passagem do Dia Nacional dos Povos Ciganos, celebrado em 24 de maio, passou sem qualquer programação oficial promovida pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Igualdade Racial de Codó. A ausência de ações, homenagens ou manifestações públicas chamou atenção, principalmente pelo papel institucional da pasta na promoção da igualdade e valorização das minorias e povos tradicionais.
A data é reconhecida nacionalmente desde 2006 e foi criada para reforçar a importância da cultura cigana, além da luta contra o preconceito e a invisibilidade histórica enfrentada pelos povos ciganos no Brasil.
Mesmo diante da relevância da data, não houve divulgação de eventos, campanhas educativas, rodas de conversa ou sequer publicações alusivas ao tema nas redes sociais oficiais da secretaria ou da Prefeitura de Codó.
A ausência de posicionamento gera críticas, principalmente porque a Secretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial deveria atuar justamente na promoção da diversidade cultural, do respeito às comunidades tradicionais e do combate à discriminação.
O Dia Nacional dos Povos Ciganos também representa um momento de reflexão sobre políticas públicas voltadas a comunidades historicamente marginalizadas, que ainda enfrentam preconceito, exclusão social e dificuldade de acesso a direitos básicos.

