Dr. Hilton Gonçalo e deputado Ariston distribuem mais de 35 mil cestas básicas em todo o Maranhão através da Fundação Gonçalo

Em uma das maiores ações sociais já realizadas no Maranhão, o médico e ex-prefeito Dr. Hilton Gonçalo, ao lado do deputado estadual Ariston Gonçalo e da Fundação Gonçalo, coordenou a distribuição de mais de 35 mil cestas básicas e peixes para famílias em situação de vulnerabilidade em diversas regiões do estado.

A iniciativa, que se tornou uma verdadeira tradição desde quando Dr. Hilton assumiu a Prefeitura de Santa Rita, é realizada com recursos próprios e apoio da Fundação Gonçalo. Ao longo dos anos, a ação cresceu e hoje alcança centenas de comunidades em dezenas de cidades maranhenses.

Entre os municípios contemplados nesta edição estão São Luís, Paço do Lumiar, Bacabeira, Santa Rita, Rosário, Cachoeira Grande, Itapecuru-Mirim, Tutóia, Barreirinhas, Axixá, Nina Rodrigues, Presidente Vargas, São Bento, entre outros.

“A gente faz isso com muito carinho e responsabilidade. Sabemos o quanto esse gesto faz diferença na vida de milhares de famílias maranhenses, principalmente nesta época do ano”, destacou Dr. Hilton Gonçalo, que já realizou ações semelhantes desde os seus primeiros mandatos como prefeito de Santa Rita.

O deputado Ariston também reforçou a importância de ações que vão além da política: “Nosso compromisso é com as pessoas. Essa entrega de alimentos representa solidariedade, respeito e presença do poder público na vida de quem mais precisa”, afirmou.

A Fundação Gonçalo, que ao longo dos anos tem sido um pilar de apoio social no estado, coordenou toda a logística da distribuição, garantindo que os alimentos chegassem com qualidade e dignidade às famílias beneficiadas.

Com essa grande ação, Dr. Hilton, deputado Ariston e a Fundação Gonçalo reafirmam seu compromisso com o povo maranhense, fortalecendo a esperança e mostrando que é possível fazer política com responsabilidade social, empatia e resultados concretos.

TBT INESQUECÍVEL: Município de Codó recebe certificação internacional do UNICEF por avanços na garantia dos direitos de crianças e adolescentes

Irene Neres, Zé Francisco e Leonardo Alves

O município de Codó representado pelo prefeito Municipal, Dr. Zé Francisco, recebeu no dia 19 de novembro de 2024 o certificado e troféu do Selo UNICEF – Edição 2021/2024 por avanço na garantia dos direitos de crianças e adolescentes. A cerimônia de certificação aconteceu no Teatro Artur Azevedo, em São Luís.

O gestor esteve acompanhado da primeira dama e secretária de Assistência Social, Irene Neres e do Articulador Municipal do Selo UNICEF e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Leonardo Alves.

A certificação internacional do Fundo das Nações Unidas para a Infância estimula e reconhece avanços reais e positivos na promoção, realização e garantia dos direitos de crianças e adolescentes em municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira.

O município reconquistou o Selo UNICEF – Edição 2021-2024, voltando a fazer parte de um grupo de municípios reconhecidos internacionalmente por seus avanços em favor da infância e da adolescência. Quando o município conquista o Selo os maiores beneficiados são as crianças e adolescentes. O Selo UNICEF foi perdido não gestão do ex-prefeito Francisco Nagib e reconquistado na gestão do prefeito Dr. Zé Francisco

Agradeço a confiança depositada na minha pessoa para conduzir a Articulação Municipal do Selo UNICEF em Codó. Nossa articulação foi feita com muita responsabilidade e competência. Para alcançarmos essa certificação internacional trabalhamos com muita dedicação e responsabilidade cumprindo todas as metas estabelecidas pelo UNICEF, visando o fortalecimento das políticas públicas municipais e garantia dos direitos de crianças e adolescentes”, destacou o articulado do Selo, Leonardo Alves.

Para concorrer a premiação do Selo UNICEF, Codó assumiu o compromisso de manter a agenda de suas políticas públicas pela infância e adolescência como prioridade e, com ações estratégicas, no prazo de quatro anos (2021 a 2024). No fim desse período, a UNICEF, avaliou os indicadores de impacto social, eixo de participação cidadã e gestão por resultados sistêmicos do município.

 

Com forte influência no segmento evangélico, Mical Damasceno não descarta candidatura ao Senado ou vice-governadoria

Durante entrevista ao jornalista Olavo Sampaio, no podcast Tete a Tete, a deputada estadual Mical Damasceno (PSD) foi questionada sobre projeto para permanecer na Assembleia Legislativa ou possibilidade de disputar cargo de deputada federal.

A parlamentar com forte aceitação e influência no segmento evangélico disse ver chances e oportunidades de ser eleita para Câmara Federal e não descartou possibilidade em disputar os cargos de senadora ou vice-governadora nas eleições de 2026.

Mical informou que está à disposição da Convenção Estadual das Assembleias de Deus do Estado do Maranhão (CEADEMA) e abordou diversos temas relacionados à sua atuação como parlamentar na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Assista parte da entrevista extraída pelo Blog do Leonardo Alves:

Diretor da UPA de Codó faz balanço do primeiro mês de gestão e destaca avanços

O novo diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Codó, Pedro Neres, usou as redes sociais para apresentar um balanço do primeiro mês à frente da unidade. Em sua publicação, Neres destacou os avanços conquistados em um curto espaço de tempo, fruto do trabalho conjunto com a equipe de profissionais da saúde e do apoio da Secretaria de Estado da Saúde.

Entre as principais melhorias citadas estão a reorganização da estrutura interna da UPA, a resolução de problemas técnicos que comprometiam o atendimento e a retomada de fluxos mais eficientes no acolhimento aos pacientes. O diretor também pontuou que, apesar das dificuldades encontradas no início da gestão, já é possível perceber resultados concretos na qualidade do serviço oferecido à população.

Pedro Neres aproveitou para agradecer a confiança depositada em seu trabalho e reafirmou o compromisso de continuar lutando por uma saúde pública digna e eficiente. “Seguimos firmes, com planejamento, dedicação e amor à saúde pública”, escreveu ele.

A publicação recebeu apoio de internautas que elogiaram a postura do novo gestor e demonstraram otimismo com os rumos da unidade de saúde.

Marco Silva Notícias

Governo aponta falta de verba para pisos da saúde e educação no Orçamento de 2027

O governo aponta falta de espaço no Orçamento de 2027 para cumprimento dos pisos da saúde e educação. A informação consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, entregue ao Congresso Nacional, disponibilizada nesta quarta-feira (16).

Essa situação ocorre por conta dos limites do arcabouço fiscal e também do pagamento de precatórios, além de indicar que as regras fiscais atualmente em vigor precisarão passar por mudanças.

As projeções da PLDO de 2026 mostram que a reinclusão integral das despesas com sentenças judiciais nas regras fiscais deixaria um espaço de apenas R$ 122,2 bilhões para gastos discricionários (não obrigatórios) em 2027, primeiro ano de gestão após a eleição.

Dessa quantia, R$ 56,5 bilhões são de reserva para o pagamento de emendas parlamentares, sobrando R$ 65,7 milhões e, com isso, faltariam R$ 10,9 bilhões para honrar os compromissos constitucionais e com os parlamentares.

Caso não haja alterações, o Executivo ficará sem recursos para pagar os pisos constitucionais e as despesas discricionárias (manutenção de máquinas e investimentos). Atualmente, o piso da saúde corresponde a 15% da receita corrente líquida (RCL), enquanto o piso da educação é 18% da receita líquida de impostos.

A secretária-adjunta do Tesouro Nacional, Viviane Varga, disse, durante coletiva de imprensa na terça-feira (15) que existe “todo um comprometimento da equipe econômica” com a política fiscal equilibrada.

“O ano de 2027 é um ano desafiador, e o governo vai adotar medidas para entregar a meta, como vem entregando continuamente”, destacou.

Em 2022, houve um problema parecido durante a gestão Bolsonaro. O ex-ministro Paulo Guedes enviou o Projeto de Lei Orçamentária Anual, de 2023, com cortes em várias políticas públicas, como o programa Farmácia Popular, e sem recursos suficientes para bancar o Auxílio Brasil de R$ 600 por família.

Por SBT News