IGREJA PERSEGUIDA – Matéria do Globo incita perseguição contra os evangélicos

Confrontada no campo político-ideológico e com uma forte rejeição dos evangélicos, a Rede Globo usou um dos seus principais veículos para tentar incitar um movimento de perseguição contra os evangélicos, já que o segmento tem conquistado forte influência no Brasil.

Em O Globo, o colunista Lauro Jardim associa a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, liderada pelo pastor Silas Malafaia, à atuação de milícias no Rio de Janeiro, incitando uma “CPI das Igrejas Evangélicas”.

Apesar de Malafaia ter negado veementemente as acusações, a reportagem foi utilizada por internautas para promover um movimento em prol da CPI das Igrejas Evangélicas, similar ao ocorrido no ano anterior, quando influenciadores com ligações à esquerda política fizeram solicitações semelhantes, buscando desviar o foco de denúncias envolvendo o “padre de Lula”, Júlio Lancelotti.

Algumas postagens nas redes sociais indicam que o pedido engloba as principais denominações pentecostais e neopentecostais do país, sugerindo uma suposta conexão generalizada com irregularidades. Essa reação, em grande parte condenatória, evidencia a capacidade de veículos como O Globo em moldar narrativas, sejam elas difamatórias ou não.

“Hoje é Silas Malafaia, amanhã pode ser qualquer um de nós. É por isso que precisamos de uma CPI das Igrejas Evangélicas!”, escreveu um influenciador no X, antigo Twitter.

Outro internauta destacou: “Depois das revelações envolvendo a igreja de Malafaia, é urgente e necessário instaurar a CPI DAS IGREJAS EVANGÉLICAS, para investigar a fundo essas práticas!”

Essas manifestações refletem a polarização e a sensibilidade do tema, evidenciando o papel da mídia na formação de opinião pública e na promoção de debates sobre questões religiosas e políticas no Brasil.

GOSPEL PRIME

Em Timbiras, homem é preso em flagrante com conteúdo pornográfico infantil

A Polícia Federal no Maranhão deflagra, na manhã desta terça-feira (26/03/2024), a Operação CONTEÚDO PROIBIDO IV, visando o combate ao abuso sexual infantil por meio da rede mundial de computadores.

Foram cumpridos 02 (dois) mandados de busca e apreensão na residência de investigados por crimes relacionados ao armazenamento e disponibilização de imagens e vídeos contendo cenas de abuso e exploração sexual infantil por meio da internet. Durante o cumprimento, um dos investigados foi flagrado com o material proibido e em seguida conduzido até a sede policial para a lavratura dos procedimentos cabíveis.

A operação “CONTEÚDO PROIBIDO IV” foi deflagrada na cidade de Timbiras, no Estado do Maranhão. O nome da operação remete ao tráfego de conteúdo envolvendo cenas sexuais de crianças e adolescentes por meio da rede mundial de computadores, conduta proibida pelas leis brasileiras e tratados internacionais.

As investigações foram conduzidas e operacionalizadas pela Delegacia de Polícia Federal em Caxias/MA. Se confirmada a hipótese criminal, os investigados poderão responder, dentre outros, pelos crimes de armazenamento e disponibilização de conteúdo pornográfico infantil (Arts. 241-A e 241-B do Estatuto da criança e do adolescente). Esses crimes possuem penas máximas que, se somadas, podem chegar a 10 anos de prisão.

Com a utilização de avançadas ferramentas tecnológicas, além de diferentes meios de obtenção de provas, foi possível rastrear a atuação dos investigados na rede mundial de computadores. Os equipamentos e mídias apreendidos serão encaminhados para a realização dos exames periciais visando à coleta de provas digitais, as quais ficam armazenadas nos equipamentos eletrônicos.

A Polícia Federal tem como prioridade o combate aos crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual infantil, visando identificar vítimas vulneráveis e prender abusadores fazendo cessar o cometimento de tais ações, as quais afetam diretamente a sociedade e a família brasileira, principalmente crianças e adolescentes.

Sugestão de pauta da Comunicação Social da Polícia Federal enviada ao Blog do Leonardo Alves

Pastor Silas Malafaia denuncia jornalista e se diz vítima de armação

O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo respondendo a uma reportagem publicada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo. Em seu texto, Jardim cita um trecho do inquérito sobre a morte da vereadora Marielle Franco, que diz que “‘Segurança’ de Brazão recebia pagamentos da milícia em igreja de Malafaia”.

Em seu vídeo, Malafaia diz que “Isso é uma notícia cretina, bandida, inescrupulosa de canalhas.” O pastor diz que tem “muito mais do que 60 templos na Cidade do Rio de Janeiro,” e que não tem como saber quem são as pessoas que frequentam os templos.

Ele também diz que tem oito policiais que trabalham como segurança para ele; “eu mesmo, na minha segurança, tem oito policiais. Tem alguém da milícia? Não sei. Tem algum policial que trabalha em segurança em alguma igreja minha da milícia? Não sei, eu não tenho bola de cristal nem adivinhação.” diz Malafaia.

O pastor diz que está sendo vítima de uma armação; “eu já disse em outros vídeos, vão armar contra mim, tô incomodando muita gente, até Lula me citou em reunião ministerial, tô incomodando. E qualquer esquerdopata vagabundo pode fazer uma denúncia contra mim porque não tem que dar nome, bandidagem, safadeza, molecagem.” disse.

Assista:

F Gospel

 

Lewandowski: crime foi esclarecido, mas “novos elementos” podem surgir

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou neste domingo (24) que as investigações da Polícia Federal (PF) levaram ao esclarecimento dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido há pouco mais de seis anos, em março de 2018, no centro do Rio de Janeiro.

Mais cedo, a Operação Murder Inc, deflagrada pela PF, prendeu, na capital fluminense, Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

“Este momento é extremamente significativo, é uma vitória do Estado brasileiro, das forças de segurança com relação ao combate ao crime organizado. E aqui é preciso ressaltar o grande e relevante papel da Polícia Federal”, destacou o ministro.

A entrada da PF no caso Marielle ocorreu em fevereiro do ano passado, por decisão do então ministro da Justiça, Flávio Dino. Segundo Lewandowski, até que surjam novos elementos, o assassinato de Marielle e de Anderson, fuzilados dentro do carro enquanto voltavam de uma atividade de trabalho, foi finalmente desvendado e encerrado.

“Temos bem claro os executores deste crime odioso, hediondo, por ser de natureza claramente política. A polícia, em suas investigações, identificou os mandantes e os demais envolvidos nessa questão. É claro que poderão surgir novos elementos, que levarão a um relatório complementar da Polícia Federal, mas, neste momento, os trabalhos foram dados como encerrados”, afirmou.

Os três suspeitos presos, de forma preventiva (sem prazo), estão nesse momento em deslocamento do Rio de Janeiro para Brasília, em avião da Polícia Federal, e devem chegar à capital federal por volta das 16h30. Em seguida, serão levados para a Penitenciária Federal de Brasília, onde ficarão à disposição da Justiça. Agora, caberá ao Ministério Público Federal (MPF) oferecer denúncia para que eles se tornem réus.

Delação e medidas cautelares

A prisão dos suspeitos ocorre menos de uma semana depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar o acordo de delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, executor dos assassinatos. Por envolver político com foro privilegiado, como é o caso do deputado federal Chiquinho Brazão, o caso passou a ser conduzido na Corte pelo ministro Alexandre de Moraes. Foi de Moraes a decisão de expedir os mandados de prisão, bem como de medidas cautelares contra outros envolvidos.

Além dos três presos, a PF executou mandados de busca e apreensão de documentos, passaportes e aparelhos eletrônicos de Érica Andrade, esposa do delegado Rivaldo Barbosa; de Ginilton Lajes, delegado de Polícia Civil e ex-chefe Departamento de Homicídios do Rio de Janeiro; Marco Antonio Barros, comissário da Polícia Civil; e Roberto Calixto Fonseca, assessor do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Também houve sequestro de bens e valores, e bloqueio de contas dos envolvidos, proibição de contato com outros investigados e uso de tornozeleira eletrônica.

“De fato, a nossa conclusão é essa. Esses são os mandantes do crime. Nesse momento, a PF encerra essa fase da investigação, apontando não só os mandantes, mas também apontando os executores e os intermediários que, de alguma maneira, tenham relação com o crime. Isso não invalida que eventuais outras outras ações sejam adotadas, a partir, inclusive, dessa etapa das apreensões e análise de materiais que vai ser feita e encaminhada ao Poder Judiciário”, afirmou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, durante a coletiva.

Fonte: Agência Brasil