Prainha de TIMBIRAS lotada em tempos de Coronavírus e o prefeito Antônio Borba deixa o povo entregue à própria sorte

Em tempos de pandemia o que é recomendado pelas autoridades do país é que se mantenha o isolamento social, se evite aglomerações, mas se o cidadão tiver a necessidade de sair na rua, que obrigatoriamente use máscara, pois desse modo estará se protegendo e protegendo a vida do próximo. O STF (Supremo Tribunal Federal) disse que os prefeitos são competentes para adotar medidas em seus municípios, de modo a conter a propagação do vírus. Em Timbiras, cidade com uma população de 28.124 habitantes, segundo o último Censo IBGE/2019, e que já conta 18 óbitos causado pela Covid – 19, e ultrapassa os 400 contaminados de acordo com o boletim epidemiológico da Prefeitura, a situação parece inversa, e na omissão do poder público, muitas pessoas estão colocando suas vidas em risco.

Acontece que, circula em redes sociais vídeos onde mostra a Prainha (famoso balneário as margens do Itapecuru), lotado de pessoas, entre elas crianças, onde nenhuma delas usa máscara, além da aglomeração gerada, e nenhuma fiscalização da Prefeitura para orientar as pessoas.

 

Ao contrário disso, os comerciantes que geram empregos e fazem a economia local girar, esses sim, tiveram que fechar os estabelecimentos, pois a fiscalização marcou pesado por ordens do Prefeito Antônio Borba.

Mas esse contraste já era esperado, pois é de conhecimento de todos, inclusive o caso já foi denunciado pela imprensa, que os secretários do município, que deviam dar exemplo, fazem arraiás clandestinos na zona rural, causando aglomerações e infligindo as regras sanitárias. Na mesma linha, o prefeito usa suas redes sociais para fazer mídia, mas a realidade enfrentada pelas pessoas é totalmente diferente. A realidade vivida pela população Timbirense é de descaso, e abandono pela gestão Borba.

O abandono e o descaso do governo municipal com a população em meio a uma pandemia não é novidade para ninguém, e nem é a primeira vez, basta lembrar que os recursos destinados para o combate ao novo coronavírus no município estão sendo investigados pela Polícia Federal por supostos desvios.

DENÚNCIA – Moradores do Centro de Codó pedem ajuda para evitar tragédia

O crescimento de um pé de amêndoa na praça Elias Araújo (em frente a Escola Santa Filomena) pode causar uma tragédia a qualquer momento e está acabando com o calçamento do local correndo risco de cair em cima dos imóveis.

A situação fica ainda mais difícil pra quem gosta de namorar nos bancos da praça.

Segundo os moradores, várias reclamações foram feitas ao setor da Prefeitura e nenhuma providência foi tomada.

NAGIB: O prefeito que massacra a população e não respeita as pessoas

A população de Codó vive desassistida. O que vemos é um prefeito que massacra a população e não respeita as pessoas.

Não podemos ficar calado diante de tudo o que está acontecendo em nosso município. Em ano de eleição e com tantos problemas para serem resolvidos, Nagib usa suas redes sociais para atingir a honra e a moral das pessoas, tenta desqualificar quem denuncia as mazelas do seu governo e mesmo com a maior rejeição da história política de Codó ainda sonha em reeleição.

Ele retira os direitos dos professores, tudo que envia à Câmara Municipal é aprovado  pelos vereadores. Os servidores não são respeitados, é a comida sendo tirada da mesa do pai de família, o povo trabalha e não recebe, uma falta de respeito com quem necessita colocar comida na mesa.

Uma hora a mão de Deus vai pesar, isso é mais que profético!

Maia sugere prorrogação de auxílio emergencial por dois meses

O presidente da Câmara também propôs a unificação dos atuais programas sociais e de proteção ao emprego para se chegar a uma renda mínima permanente

Rodrigo Maia defendeu a construção nesses dois meses de um texto para a renda mínima permanente

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a prorrogação por mais dois meses do auxílio emergencial no valor de R$ 600 enquanto o governo e o Parlamento discutem a adoção de uma renda mínima permanente. Segundo ele, uma das soluções é a unificação dos atuais programas sociais e de proteção ao emprego.

“Temos que começar esse debate rápido, temos muitos trabalhos de professores e acadêmicos, economistas, deputados. Temos recursos em vários ministérios, têm programas de proteção ao emprego que estão mal focalizados, debates sobre a renda. O importante é que se renovem os R$ 600 por dois meses e nesse período se possa construir um texto com foco e gerando uma condição melhor para os que precisam de uma renda”, disse.

Redução de salários

Maia comentou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional artigo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que previa a redução de jornada e de salários de servidores públicos quando os gastos com despesas de pessoal ultrapassar o teto previsto em lei. Segundo ele, o STF, ao proibir uma medida intermediária em caso de perda de arrecadação ( a redução dos salários e da jornada), estabeleceu uma medida mais drástica que é a demissão de servidores.

“É melhor cortar parte do salário do que demitir. Tem uma PEC no Senado que pode enfrentar esse problema, e depois, a Câmara vai se debruçar e constitucionalizar esse artigo para que os governadores tenham condições de reduzir salários e não demitir o servidor”, explicou Maia.

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