Nesta segunda-feira (20), o presidente da Câmara Municipal de Codó, Leonel Filho foi à agência da Caixa Econômica e constatou a grande aglomeração de codoenses na agência para receber o auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 1.200.
A aglomeração de pessoas no centro de Codó foi tema de reunião entre vereadores, secretários de governo, militares, representantes da OAB, gerente de agências bancárias, proprietários de academias e sociedade civil no último sábado (18).
Em entrevista à repórter Emanuela Carvalho da TV Cidade, Leonel ressaltou a importância do auxílio emergencial para os codoenses e alertou sobre as recomendações de segurança de saúde.
Inspirado no título da obra Admirável Mundo Novo, que Aldous Huxley escreveu em 1931, inicio esta crônica pensando sobre aquela sociedade em que dois grupos disputam espaço. Pergunto: passadas duas décadas do século XXI, qual mundo emergirá deste cenário de pandemia em que vivemos? Quais interesses prevalecerão da disputa por espaço e protagonismo? Em que se sustentarão nossos esforços, investimentos e nossa atenção?
Esta semana, em lúcido artigo publicado no site Migalhas, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso destacou que, quando tudo passar, deveremos construir um “novo normal”. Ele reconhece o que parece bastante claro para todos: teremos um tempo difícil na economia mundial, e o que era apenas o início da mínima organização de nossa economia, para um ciclo com algum investimento e crescimento, torna-se recessão. No entanto adverte: a situação não deve ser vista apenas pelo viés negativo.
Faço coro ao ministro do STF, ao entender que nossos recursos — diminuídos — precisarão ser investidos onde for, de fato, necessário. Porque investimos, cronicamente, muito pouco em inovação e tecnologia. Quando produzimos algo, fizemo-lo heroicamente, devido à inacreditável burocracia e aos limitados recursos, aliados a um planejamento que não prioriza o essencial, o inadiável. Destaco que, nas últimas semanas, de forma heroica, a Fiocruz anunciou que produzirá um milhão de testes para a Covid-19.
Mas, para os desafios deste novo mundo que se nos aguarda, precisaremos não só de pessoas à altura, mas também de muito mais recursos para a educação, em todos os níveis, para ampliarmos a produção em ciência de ponta. No New Egland Journal of Medicine, o professor Harvey Fineberg, ex-reitor da Escola de Saúde Pública de Harvard e presidente da ANM dos Estados Unidos, estabelece seis passos para a derrota da Covid-19. Entre esses, a valorização da ciência.
Todos os países que deram saltos tecnológicos investiram, durante décadas, em educação, pesquisa e extensão. Foram inteligentes em fazer suas escolhas, ou como ativo de recursos naturais, ou no que o mundo acadêmico tinha como maior potencial competitivo. Eis um exemplo recente: poucos anos depois da epidemia de SARS, em 2002, um laboratório americano, em Houston, esteve com a vacina praticamente finalizada. Mas a epidemia havia acabado, e o Instituto Nacional de Saúde americano deixou de financiar a pesquisa. Detalhe: o Coronavírus, causador da SARS, é primo do SARS-Cov-2.
Com isso, o mundo perdeu muita informação e técnica, o que diminuiria, enormemente, o tempo para uma nova vacina. Aprenderemos agora ou no curso dos próximos eventos? Seremos sábios o bastante para percebermos que a Pandemia é um chamado à reflexão? Esta situação, que a todos nós nivela e irmana, atualiza A peste, de Albert Camus, Nobel de Literatura, muito citada nas últimas semanas. Camus descreve um cenário que muito se assemelha ao que vivemos atualmente e que muito pode nos ensinar, se tivermos ouvidos para ouvir. O cenário é muito familiar, sem “destinos individuais”, mas com “uma história coletiva” de peste, separação, exílio, medo e revolta.
Vamos às lições que vislumbro para a educação: precisamos de um grande debate sobre nossa fragilidade educacional, conforme as evidências e os dados existentes, visto que mais da metade de nossa população tem baixa qualificação. Isso a expõe à situação de vulnerabilidade e risco. Como disse o pensador Yuval Noah Harari, não estamos como na época da Peste Negra, na Idade Média, quando não se sabia sequer o que estava acontecendo. Hoje temos informações científicas, graças a Deus.
Porém precisamos ser sábios sobre onde investir para criar soluções e bem escolher. Nessas condições, seremos um mundo melhor, menos vulnerável e mais solidário, com homens e mulheres comprometidos com o bem e com a vida, acima dos interesses políticos e econômicos. Apesar das perplexidades, poderemos compartilhar as lições da Pandemia. Será um mundo novo. Admirável, se nele estivermos renascidos para o enfrentamento, em conjunto, dos próximos desafios, com pés firmes e passos convergentes.
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) determinou a distribuição gratuita de máscaras para a parcela mais vulnerável da população. A estimativa é distribuir 100 mil máscaras inicialmente. Nova medida foi anunciada por meio das redes sociais neste sábado (18).
As máscaras serão produzidas por microempresa que será contratada pela Prefeitura de São Luís em parceria com o Sebrae. “Além de contribuir para proteger a população que mais precisa, a medida também é um estímulo aos pequenos negócios, que têm sofrido perdas durante esse período de pandemia”, disse Edivaldo.
Com o crescimento do número de casos de Covid-19 na capital, Edivaldo tem ampliado as medidas de contingência da doença. Na sexta-feira (17), ele anunciou que serão antecipados os outros 15 dias das férias escolares da rede de ensino municipal, que já está concluindo os primeiros 15 dias de férias antecipadas.
Edivaldo anunciou também que a Prefeitura de São Luís está implantando 90 novos leitos de enfermaria, ampliando a capacidade de atendimento da rede municipal de saúde, mas destacou que aqueles que podem, precisam manter o isolamento social.
Nos próximos dias Edivaldo vai divulgar novo decreto com mais medidas que buscam conter o avanço da doença na cidade.
A campanha “Consertando a Casa” promovida por Deive Leonardo impactou mais de 2 milhões de pessoas no Instagram e arrecadou 6 mil cestas básicas para ajudar famílias carentes em meio à pandemia de coronavírus.
O pastor fez uma série de ministrações onde falou sobre a crise enfrentada pelo mundo neste momento e como precisamos ressignificar nossa realidade. Foram tratados temas como ansiedade, perdão e memórias.
Aproveitando seu estrondoso alcance, tendo mais de 6 milhões de seguidores no Instagram e 3,5 milhões no Youtube, Deive ministrou a milhões em cinco transmissões no começo do mês.
Foram 60 toneladas de alimentos arrecadadas que foram entregues à famílias carentes de Joinville (SC).
Em seu discurso na Sessão da Câmara Municipal, o vereador pastor Max fez questão de deixar bem clara a sua posição a respeito da reabertura das Igrejas Evangélicas em Codó. O parlamentar ponderou que é plenamente possível a realização de culto para os fieis, se observada e cumprida todas as normas de exigências estabelecidas pelas autoridades de saúde. “Não posso deixar de manifestar minha opinião quanto à polêmica que foi gerada em blogs quanto a abertura dos cultos das igrejas. Essa medida foi tomada adotando o bom senso e todas as medidas necessárias de acordo com as orientações dos órgãos de saúde. E o fato de a igreja ter voltado atrás não tem nada haver com uma campanha levantada pelo blogueiro, que dizia para os fiéis não ouvirem seus pastores”.
O parlamentar argumentou que com organização, planejamento e medidas de segurança a realização dos cultos é possível nas igrejas e se declarou favorável a reabertura. “A igreja é muito importante neste momento de angústia que vive nossa população e mais do que necessária. Os pastores não desejavam gerar aglomerações e muito menos infringir qualquer norma, pelo contrário, os pastores procuraram ouvir as autoridades e buscar um entendimento. A igreja foi elencada pelo presidente como um serviço essencial para nosso povo que desejam ouvir uma palavra de conforto nesse tempo de dificuldades. Todos os cuidados seriam tomados, principalmente quanto a quantidade de pessoas e distanciamento entre elas. Somos favoráveis a reabertura das igrejas sim e todos os pastores estão preparados para tomar suas medidas de precaução. Se você olhar para o mercado, nunca houve controle, bancos tem gerado grandes aglomerações e tantas outras situações. Porque que a igreja tem que ser crucificada? Se é para ter posicionamento, o meu é favorável”.
O vereador aproveitou a oportunidade para enaltecer o trabalho dos profissionais da saúde, que estão lutando na linha de frente contra o Covid-19. “Gostaria de render minhas homenagens a todos os profissionais de saúde que estão na linha de frente da batalha diária travada nos hospitais, clínicas e postos de atendimento, desempenhando papel fundamental no cuidado à população em meio à pandemia de Coronavírus e que muitas vezes colocam a própria vida em risco para cuidar do outro. Ficam aqui nosso registro e nossas homenagens a todos esses profissionais”.