Hoje (29), quem está aniversariando é nosso leitor GEZIEL DA SUCAM, Agente de Endemias e militante do PT (Partido dos Trabalhadores).
Queremos aqui dar os nossos parabéns a este grande homem. Que você complete muitos e muitos anos de vida, sempre com saúde, muitas felicidades, que a paz e a alegria de viver façam parte da sua vida. Parabéns!
Por volta das 18h de quarta-feira (28/11), durante patrulhamento ostensivo, policiais do Esquadrão Aguia do 17ºBPM, obtiveram informações através da central de operações, após receber informes do Sargento R Barbosa, que dois homens não identificados teriam abandonado uma motocicleta na Avenida Rei Salomão no bairro Trizidela. Imediatamente a guarnição se deslocou até o local constatando a veracidade dos fatos.
A motocicleta foi identificada como uma Honda Broz, cor preta, placa de identificação NMS-2263 do município de Presidente Dutra. Informações coletadas no local dão conta que dois homens trajando calça e camisas manga longa teriam abandonado a moto no local e tomado rumo ignorado. A guarnição ainda realizou buscas nas imediações na tentativa de localizar a dupla, mas não foi possível obter êxito.
Mediante a situação o veículo foi removido para o pátio da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Codó para que as medidas cabíveis sejam tomadas.
O deputado César Pires alertou, da tribuna da Assembleia Legislativa, que o Governo do Estado poderá utilizar recursos do Fundo de Benefícios dos Servidores Estaduais (Funben) “para tentar cobrir o rombo na Previdência estadual, prejudicando a assistência médica e hospitalar a que o funcionalismo tem direito”. Para o parlamentar, “as propostas encaminhadas recentemente ao Legislativo comprovam a total incompetência do Executivo na gestão dos recursos que garantem assistência aos servidores”.
Mostrando dados oficiais apresentados por técnicos da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), César Pires disse que, para garantir liquidez ao Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA), o Executivo planeja utilizar recursos (R$ 500 mil) do Funben, fundo que banca a assistência médica e hospitalar aos servidores estaduais. Além disso, o Governo do Estado pensa em vender para o Funben o Hospital do Servidor, em mais uma tentativa de recuperar o FEPA.
“É uma demonstração inequívoca de incompetência. O Hospital do Servidor por si só não se mantém, e se o Governo gastar os recursos do Funben os funcionários estaduais ficarão sem seu plano de saúde, além de já estarem com suas aposentadorias ameaçadas pelo uso indevido do FEPA”, enfatizou César Pires.
O deputado aproveitou para cobrar da direção do Instituto de Previdência (Iprev) os esclarecimentos que há duas semanas ele solicitou sobre a proposta de alienação de bens (projetada em R$ 502 milhões), que serviria para o pagamento de inativos da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público. “Até agora, não nos deram resposta, num completo descaso, desrespeito com esta Casa. E o mais grave é que o Executivo já incluiu na Lei Orçamentária Anual (LOA) uma correção de R$ 500 milhões do Plano Plurianual (PPA), que sequer foi aprovada por esta Casa”, ressaltou.
César Pires concluiu afirmando que, ao negar esclarecimentos e desrespeitar a atuação dos deputados, o Executivo diminui o papel do Legislativo, com a permissão dos próprios parlamentares. “Somos um cargo extinto a vagar, porque não debatemos este ano nada que fosse importante. E assim o governo vai cometendo uma sequência de erros. Já inviabilizaram o FEPA, e agora querem quebrar o Funben, numa incompetência irrefutável”.
O Exército Brasileiro realizou hoje (27) a Operação Vulcão II, que destruiu 10 mil armas ilegais apreendidas em operações policiais e consideradas desnecessárias pelos juízes para dar continuidade aos processos. Desse total, 9.700 pertenciam a criminosos – e estavam sob poder da Justiça – e 300 foram entregues voluntariamente pela população.
A cerimônia de destruição faz parte de um acordo entre o Exército e o Conselho Nacional de Justiça, feito para acelerar a retirada dessas armas de circulação. O acordo, firmado em novembro do ano passado, também garante a doação dos armamentos reaproveitáveis aos órgãos de segurança pública e às Forças Armadas.
O comandante da 1ª Região Militar (que engloba os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo), general Fernando José Soares, explica que a destruição realizada hoje com o uso de rolo compressor corresponde a uma fase inicial do processo.
“As armas que foram apreendidas são armas ilegais, que estão saindo de circulação para que não possam ferir mais seres humanos. Com a destruição realizada hoje é impossível utilizar as armas, mas ainda assim elas vão ser submetidas a um alto-forno para serem derretidas”, explica.
A iniciativa tem o objetivo de facilitar a doação e destruição de armamento, reforçar o poder bélico das forças de segurança do estado e também busca conscientizar a população brasileira sobre a violência armada.