CARTA DE UM ALUNO DA UEMA DE CODÓ QUE ESTÁ REVOLTADO COM A FORMA COMO ESTÁ SENDO TRATADO PELA DIRETORA

 

  Sou aluno do curso de Administração e gostaria de expor o que estamos enfrentando no momento. Quando prestamos o vestibular optamos pelo turno NOTURNO, pois a maioria dos alunos são trabalhadores, assim como as aulas sempre foram de segunda a sexta das 18:20 às 22:10, 5 aulas por dia. Pois bem, esse ano ao fazermos a matricula para o novo semestre nos deparamos com 4 aulas por dia, de 18:30 às 21:50, de segunda a sábado, sem intervalo entre as aulas, ou seja, os alunos ficam sem um momento para sequer lanchar, o que para muitos é o horário de jantar, pois vem diretor dos trabalhos para as aulas, como é o meu caso, sem contar a extrema improdutividade para os professores que não tem um momento para descansar a voz, e para os alunos que ficam a noite toda com fome e cansaço mental. Ainda pior é o caso de 2 das 4 turmas, que tem aulas das 15:00 às 21:50 aos sábados.

A questão é que, segundo a nova diretora do Centro, Fátima Salgado, essa decisão já veio da UEMA geral de São Luís para todos os centros, não sabendo-se o motivo da mudança. Sabemos que a realidade de São Luís é muito discrepante da de Codó, e acreditamos que a nova diretora possa intervir junto ao reitor sobre a volta dos horários anteriores, que não afetará o andamento da carga horária das disciplinas. Já fizemos abaixo assinado, registrado em cartório com a assinatura de todos os alunos do centro, mas não tivemos um bom retorno da direção em relação a ele, pelo contrário, fomos tratados com desdém.

A maioria dos alunos não pode assistir aulas aos sábados, uns porque trabalham nesse horário, outros porque já tinham começado cursos de especialização ou profissionalizantes, e outros porque moram em Timbiras e Coroatá e pagam carros mensalmente para trazê-los, mas não há carros nos dias de sábado, e alguns estão arriscando vir de moto para não pegarem falta. Mas a maioria está ficando com faltas aos sábados por impossibilidade de ir.

Já tentamos resolver essa situação diplomaticamente junto à diretora, mas segundo suas próprias palavras ” seu cargo é de confiança” e ela não tem autoridade para mudar os horários, mas entendemos que a mesma, conhecedora da nossa realidade e dificuldades para acompanhar esses horários pelos motivos expostos acima, tem autonomia para intervir por nós junto ao Reitor.

Não sabemos mais o que fazer, estamos correndo risco de reprovar o semestre por faltas, além da quantidade de conteúdos que estamos perdendo desde o dia 06/03, data de início das aulas.

Peço, em nome dos alunos da UEMA de Codó, que você divulgue essa situação em seu blog, para que talvez, por aqui, possamos conseguir essas mudanças. Deixamos bem claro que desde o começo estamos tentando resolver isso com diplomacia, mas agora não vemos outra alternativa senão irmos à mídia.

Agradeço sua atenção.

Blog do Leandro de Sá

Governo entrega primeira UTI Materna do Maranhão

Vice-governador Carlos Brandão, primeira-dama Daniela Lima, secretário Antônio Nunes (Governo) e Carlos Lula (Saúde) na solenidade de entrega da UTI materna. (Foto: Gilson Teixeira)
Vice-governador Carlos Brandão, primeira-dama Daniela Lima, secretário Antônio Nunes (Governo) e Carlos Lula (Saúde) na solenidade de entrega da UTI materna.

  Pela primeira vez na história, o Maranhão contará com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) materna disponível na rede pública de saúde. O Governo do Estado inaugurou a nova ala do Hospital e Maternidade Marly Sarney na tarde desta terça-feira (28) e deu mais um importante passo no fortalecimento da rede materno-infantil no estado. Os oito leitos de UTI marcam uma nova era de cuidado e proteção às mães maranhenses.

  A UTI Materna atenderá pacientes obstétricas graves, tanto no período pré, como intra e pós-parto, com doenças próprias da gravidez ou nela intercorrentes, requerendo internação em regime de cuidados intensivos. O serviço disponibilizará oito leitos para atender pacientes integradas ao Sistema de Regulação de Leitos Obstétricos da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que assegura a transferência das gestações de alto risco para o Hospital e Maternidade Marly Sarney, unidade de referência.

O vice-governador Carlos Brandão representou o governador Flávio Dino durante a solenidade de entrega da UTI Materna e enfatizou que o Governo está trabalhando para mudar a realidade da saúde no estado, que ainda é deficitária em vários aspectos, a exemplo do cuidado materno. Ele explicou que muitas vezes a criança conseguia escapar de uma complicação, mas a mãe acabava não conseguindo devido a falta de estrutura.

Com a UTI, além de mais segurança, as mães maranhenses terão acesso a novos serviços. (Foto: Gilson Teixeira)
Com a UTI, além de mais segurança, as mães maranhenses terão acesso a novos serviços.

“E agora nós temos esses leitos de UTI para atender as mães. Temos três maternidades aqui em São Luís. São cerca de 150 mil procedimentos por mês. Agora, com esse novo serviço, nós vamos ter mais oportunidades, pois ele era inacessível e com o olhar mais humano e mais presente do Governo ele está disponível”, disse Brandão, explicando que há oito anos o Hospital e Maternidade Marly Sarney não tinha uma intervenção na área de reforma e equipamentos.

O corpo clínico da UTI Materna é formado por plantonistas, especialistas em terapia intensiva, e ginecologistas obstetras. As pacientes contarão, também, com os cuidados de uma equipe de enfermagem especializada em UTI, assim como com o apoio de médicos nas especialidades de cardiologia, anestesiologia, neurologia, infectologia, fisioterapia respiratória, psicologia, entre outros.

O Secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, sublinhou que antes da UTI Materna, quando havia alguma ocorrência durante o parto ou mesmo no pós-parto, as mães tinham que ser deslocadas para outras unidades de saúde. “Já perdemos algumas mães nesta situação”, contou Lula, esclarecendo que isso ocorria ou por falta de uma UTI em outros hospitais, ou pela demora na intercorrência.

Ele ressaltou, ainda, que os leitos da UTI Materna são dotados do que há de mais moderno em equipamentos, inclusive com ferramenta de acompanhamento de pacientes via celular. Além disso, o secretário destacou outros avanços obtidos pela gestão do governador Flávio Dino na Marly Sarney. “Quem acompanha esta Maternidade ao longo dos dois últimos anos sabe o quanto aqui mudou. Hoje podemos dizer que não temos mais grávidas esperando para parir ou parindo em cadeiras, como a gente tinha. E, hoje, já com quase 200 leitos, a gente entrega não só equipamentos novos, mas também novos serviços”, reiterou Carlos Lula.

O secretário explicou ainda que a inauguração da UTI Materna faz parte da política de redução das taxas de mortes materno-infantil. “Essa também é mais uma iniciativa do Estado com esse intuito. A gente no ano passado já teve uma redução e é esse caminho que queremos percorrer, de continuar reduzindo a mortalidade materna no Maranhão para sair do patamar que temos hoje de um dos maiores do Brasil”, pontuou.

Sonho antigo

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Com a UTI, além de mais segurança, as mães maranhenses terão acesso a novos serviços.

O diretor geral do Hospital e Maternidade Marly Sarney, Edison Cunha, disse que a inauguração da UTI Materna é algo tão almejado no atendimento às gestantes do nosso estado que representa a realização de um sonho.

“Nós que trabalhamos aqui na Unidade de Alto Risco da Marly Sarney recebemos muitas pacientes graves, oriundas do interior e muitas vezes não tínhamos para onde drenar essas pacientes que precisavam desse atendimento da UTI Materna. Então, hoje, com essa inauguração, a capacidade ganha muito com assistência a saúde materna, e, consequentemente, refletindo na redução desses indicadores de mortalidade materna”, realçou.

A mãe Francimara Reis Silva, que estava tendo alta da Maternidade nesta terça-feira (28), elogiou a iniciativa e disse que é essencial em casos graves. “É perigoso até morrer caso aconteça alguma complicação. Agora é melhor que tem mais segurança, caso precise de apoio”, frisou.

Estudantes e Moradores de Codó temem a Cracolândia (Troca – Troca)

                                            
A região do Troca Troca mais conhecida como “Cracolândia”, devido o alto índice de tráfico e consumo de drogas, vem causando medo aos moradores e principalmente aos estudantes da Escola CEJA Lucia Bayma e outras escolas vizinhas, onde precisam passar todos os dias para ir a escola pela manhã, tarde e noite. Um local muito perigoso com práticas de assaltos, tráficos, homicídios e prostituição.

Durante a noite, constata- se movimentação de usuários e traficantes espalhados causando muito medo nas pessoas que passam na região.

Muitos estudantes que estudam a noite já desistiram de estudar na escola por medo. Entre os frequentadores há jovens, mulheres e até mesmo os moradores de rua, onde já tratei da situação desses moradores, como desafio para as políticas públicas.

Segundo um estudante o mesmo disse que espera por providências e tem muito medo na ida e volta da escola e que os traficantes vivem teimando com a Polícia. Uma moradora disse também  que se sente insegura sem sentar na porta.

O Capitão Marlon Maiko da Polícia Militar  nos informou que a Polícia Militar vem fazendo todo o possível para afastar essa má influência do local e que inclusive um trailer já foi colocado por vários meses e na ocasião tiveram grande tranquilidade naquele local, mas com a mudança de local do trailer, acabaram ocupando novamente. Por ser um local que tem uma ocupação desordenada os usuários acabam aproveitando dessa situação. Disse ainda que a Policia Militar vem realizando operações, rondas e que constantemente vem recebendo ocorrências, e que continuará tendo foco na região com o reforço no policiamento com equipes externas que vem realizando operações na cidade.

Preso acusado de arrombamento em Conjunto residencial de Codó

CPA/I-4/17° BPM CODÓ-MA.

CMT: TCel Jurandy

GU: Sgt Solimar
Sd Abreu
Sd R Pereira

CONDUZIDO: Alberlan Gerusa da Silva (23.12.1980)
Rua Antônio Alexandre,  1604
Bairro São Benedito

OCORRÊNCIA: Arrombamento à residência

Na manhã desta segunda,  27 de março de 2017, a Polícia Militar de Codo, efetuou a prisão de um acusado de arrombar várias residências  em um conjunto residencial localizado no Bairro São Benedito.  Com o acusado foram encontrados vários objetos. O referido foi conduzido para a 4 Delegacia Regional de Codó para prestar esclarecimentos sem lesões corporais. A vítima já havia registrado boletim de ocorrência.

Materiais apreendidos:
1 notebook;
1 aparelho celular etc.

ASSECOM 17°BPM

Governo apresenta Projeto de Lei que apoia a conservação e recuperação ambiental

Secretário Marcelo Coelho na solenidade de entrega do Projeto de Lei do Programa Maranhão Verde ao governador Flávio Dino

  O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), apresentou ao Governador Flavio Dino e demais autoridades, na sexta-feira (24), Projeto de Lei do ‘Programa Maranhão Verde’, destinado a fomentar e desenvolver projetos voltados para apoio à conservação e recuperação ambiental.

A ação tem entre os principais objetivos incentivar e promover a recuperação e conservação dos ecossistemas; promover a cidadania, a melhoria das condições de vida e a elevação da renda da população em situação de extrema pobreza que exerça atividades de conservação e recuperação dos recursos naturais; e incentivar a participação de seus beneficiários em ações de capacitação ambiental, social, educacional, técnica e profissional. A execução do Programa é de responsabilidade da Sema, a qual caberá definir as normas complementares.

“O Programa prevê ações de educação ambiental, capacitação da população local, produção de mudas de espécies nativas, preservação, restauração, recomposição e recuperação de áreas e monitoramento e avaliação ambiental, sendo de extrema importância para o Estado do Maranhão”, explicou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Marcelo Coelho.

Caberá aos órgãos e entidades responsáveis pelos projetos que vierem a ser executados no âmbito do Programa Maranhão Verde as ações de mobilização e sensibilização ambiental, seleção, cadastramento e capacitação de famílias beneficiárias, implementação de logística de produção de mudas, plantio e revegetação das áreas selecionadas, bem como outras ações que se fizerem necessárias.

Poderão ser beneficiadas as famílias em situação de extrema pobreza que desenvolvam atividades de conservação e recuperação nas seguintes áreas: Unidades de Conservação; projetos de assentamento, projetos de desenvolvimento sustentável ou projetos de assentamento agroextrativista instituídos pelo Instituto de Terras do Maranhão – ITERMA; territórios ocupados por ribeirinhos, extrativistas e comunidades tradicionais.

Secretário Marcelo Coelho apresenta o Projeto de Lei do Programa Maranhão Verde a gestores públicos e setores ligados ao meio ambiente.

“Essas famílias interessadas em receber recursos financeiros do Programa deverão atender algumas condições, como estarem em situação de extrema pobreza, estarem inscritas em Cadastro específico do Governo do Estado do Maranhão, além de desenvolverem atividades de conservação e recuperação nas áreas citadas acima”, destacou a Secretária Adjunta de Recursos Ambientais da Sema, Talissa Moraes.

A transferência de recursos financeiros do Programa será realizada por meio de repasses bimestrais, no valor de R$300,00 por família cadastrada. Para a execução do Maranhão Verde, será instituído um Comitê Gestor, de caráter deliberativo, para aprovar o planejamento do Programa, compatibilizando os recursos disponíveis com o número de famílias beneficiárias; definir a sistemática de monitoramento e avaliação do mesmo, além de indicar áreas prioritárias para sua implementação e criar, quando necessário, Comitês Regionais, de caráter consultivo, para acompanhamento e controle das ações.