Conheça a biografia do prefeito mais votado da história política de Codó

José Francisco Lima Neres, prefeito eleito mais votado da história do Município de Codó, nasceu no dia 2 de janeiro de 1967, filho de Guinelza Lima Neres e Pedro Neres da Paz, desde cedo sempre soube lhe dar com grandes desafios ao ter uma infância difícil com seus pais na roça. Quando criança no ano de 1976, estudou na Escola João Ribeiro e posteriormente na antiga Escola Normal.

Em 1982, mudou-se para Teresina-Pi para fazer o Ensino Médio no Colégio Andreas. Sendo um jovem estudioso, batalhador e focado no que faz, em 1986 passou no vestibular para o curso de Medicina, e no ano seguinte desfrutou de seu matrimônio ao casar-se com Irene Batista Pitombeira Neres, a primeira dama, com quem tem dois filhos, José Francisco Lima Neres Júnior e Pedro Henrique Pitombeira Neres, e mais tarde sua filha mais nova Ana Júlia Pitombeira Neres.

Formado, em 1993, retorna a Codó já como Médico onde presta serviços até os dias de hoje. Sempre preocupado em prestar um bom serviço e atender bem seu povo, José Francisco foi candidato a vereador em Codó em 1996, sendo eleito o, 4° mais bem votado.

Em 2000, foi candidato a vice-prefeito na chapa de Biné Figueiredo. E mais tarde, no ano de 2002, candidatou-se a deputado estadual no estado do Maranhão, pelo PSDB, onde obteve 5.272 votos.

Em 2018, candidatou-se a Deputado Federal onde ficou 1° suplente com 14.456 votos, sendo em Codó com mais de 13.000 votos.

No Ano de 2020, Dr. José Francisco teve a maior conquista de sua trajetória política ao ser eleito o prefeito mais bem votado da história do Município
de Codó, com 28.331 votos para os anos de 2021 a 2024.

Com informações do Site Oficial da Prefeitura Municipal de Codó

0 thoughts on “Conheça a biografia do prefeito mais votado da história política de Codó

  • Votei em Zé Francisco pra deputado federal há dois anos atrás e votei novamente agora pra prefeito. Mas acho uma bizarrice essa idolatria boba. Que biografia?? Todos temos a nossa história. Os blogs exageram ao extremo, quando não se excedem nas críticas, extrapolam no “pucha saquismo”. Desnecessário!!!!

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