MENTIRA DO COBRA NÃO COLOU: Radialista divulga informação falsa sobre inelegibilidade de Dr. Zé Francisco

Uma publicação mentirosa surgiu nesta terça-feira (17), afirmando que o ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, estaria inelegível. No entanto, não existe nenhuma decisão definitiva da Justiça que confirme a inelegibilidade do ex-gestor, que comandou o município no período de 2021 a 2024.

O próprio ex-prefeito já apresentou certidão oficial da Justiça Eleitoral comprovando que está apto a disputar as eleições, o que reforça a inexistência de qualquer impedimento legal.

A tentativa de espalhar desinformação ganhou força após a repercussão da inelegibilidade do ex-prefeito Francisco Nagib, adversário político de Dr. Zé Francisco.

A pré-candidatura de Dr. Zé Francisco a deputado federal pelo Podemos vem incomodando o grupo político do atual prefeito de Codó, Chiquinho Oliveira. Mesmo após a cassação do seu mandato, Dr. Zé Francisco continua apto a disputar as eleições.

O radialista chegou a afirmar que o ex-prefeito já teria sido denunciado ao Ministério Público Estadual, além de citar supostas investigações pela Polícia Federal, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União.

No entanto, essa informação não procede. Não há qualquer denúncia comprovada ou processo em tramitação nesses órgãos que sustente tais afirmações contra o ex-prefeito Dr. Zé Francisco. Trata-se, portanto, de mais uma tentativa de espalhar desinformação e confundir a população.

Chama atenção a postura de alguns comunicadores que não sabem escrever corretamente, que foram beneficiados durante a gestão e que, inclusive, já defenderam Zé Francisco, mas vêm divulgando publicações mentirosas com ataques pessoais. Esses comunicadores não têm credibilidade nem respaldo, utilizam processos antigos para tentar confundir os eleitores codoenses. Por outro lado, a situação de Francisco Nagib é diferente. Ele já enfrenta condenação no âmbito do Tribunal de Contas da União por não prestar contas de recursos do programa Novos Estabelecimentos – Educação Infantil, o que o coloca, fora da disputa eleitoral.