Reitor Natalino Salgado participa das comemorações dos 191 anos da Academia Nacional de Medicina

RIO DE JANEIRO – O reitor Natalino Salgado participou, nessa terça-feira, 30, da Sessão Solene Virtual Comemorativa do 191º Aniversário de Fundação da Academia Nacional de Medicina, que contou com a presença de aproximadamente 200 participantes, sob a coordenação do Presidente Rubens Belfort Jr.

Fundada em 30 de junho de 1829, sob o reinado do imperador D. Pedro I, a Academia teve o primeiro nome de Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro. Tempos depois, a Sociedade tornou-se Academia Nacional de Medicina, mantendo sempre o mesmo objetivo: contribuir para o estudo, a discussão e o desenvolvimento das práticas da medicina, cirurgia, saúde pública e das ciências afins, além de servir como órgão de consulta do Governo brasileiro sobre questões de saúde e de educação médica.

Atualmente, a ANM possui 104 acadêmicos, entre eles, o reitor Natalino Salgado, médico nefrologista, ocupante da cadeira nº 19, cujo patrono é o médico Manoel Vitorino Pereira. “Na nossa Academia, predomina o espírito da união e da fraternidade. Pertencer a essa casa é motivo de júbilo e orgulho. Longevidade e relevância: eis os meus votos para a Academia Nacional de Medicina”, exaltou Natalino.

Orador da solenidade, o acadêmico Manassés Claudino Fonteles destacou que a Academia buscou, durante esses quase 200 anos, a cooperação de todos os seus integrantes para desenvolver as Ciências Médicas. “Nossa Academia tem um histórico que se associa a quase todo o Conhecimento Acadêmico Nacional das Ciências Médicas, que começaram a consolidar-se nas Faculdades de Medicina na Bahia e, subsequentemente, no Rio de Janeiro. Seguindo essa mesma vocação, o Hospital da Santa Casa do Rio de Janeiro veio a tornar-se, durante o Século XIX, um ponto de convergência para se amalgamar à juventude das nossas Ciências Médicas”, lembrou.

Durante a programação, nomes como o do cirurgião Marcos Fernando de Oliveira Moraes, o de Hildoberto Carneiro de Oliveira, Abram Josek Eksterman, Domingo Marcolino Braile e Jean Civatte, falecidos este ano, foram alvos de homenagem póstuma. Emocionado, o presidente da ANM, Rubens Belfort Júnior, destacou os relevantes servicos prestados pelos acadêmicos: “Profissionais que contribuíram de forma significativa para o fortalecimento da medicina no país”. Também foram outorgados os Títulos Honorários Nacionais aos médicos Luís Felippe Judice, Luís Augusto de Freitas Pinheiro, Bodo Wanke e Angelita Habr-Gama.

Ao completar 191 anos, uma história viva, a Academia Nacional de Medicina reafirma seu compromisso com a vida humana, construindo hoje o presente do amanhã, levando consigo o lema “Ler o passado e escrever o futuro”.

Ascom